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Rickettsioses > Introdução
O Homem do campo e riscos biológicos: rickettsioses

Paulo Sérgio Gonçalves da Costa
- Médico, mestre em Imunologia - Faculdade de Medicina USP–SP
- Pós-graduando do curso de Doutorado do Depto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da UFMG
- Professor de Doenças Infecciosas da Faculdade de Medicina de Barbacena
Publicado em Riscobiologico.org em 2002  
  
Muito embora grandes transformações demográficas tenham ocorrido a partir da década de 60 quando um movimento migratório torna a população nacional eminentemente urbana, aproximadamente 36 milhões de pessoas ainda vivem e trabalham no campo no Brasil (1). Este importante contingente populacional está continuamente exposto a uma série de doenças típicas do meio rural, muitas delas zoonoses as quais nem sempre tem merecido atenção adequada naquilo que tange ao acometimento humano.


Além de enfermidades de natureza endêmica e epidêmica de cunho regional como malária, tripanossomíase sul-americana, leishmaniose, arboviroses silvestres e um sem numero de parasitoses, o homem do campo tem que conviver com zoonoses ubíquas como brucelose, babesiose, listeriose, yersiniose e leptospirose entre outras. É importante incluir entre as ultimas, as doenças rickettsiais, transmitidas ou não por carrapatos.
Estas últimas doenças consideradas emergentes ou re-emergentes, segundo a OMS, não tem sido adequadamente estudadas e abordadas no continente sul-americano (2).



Referências Bibliográficas

Rickettsioses - Referências

 
 


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