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Resíduos de Serviços de Saúde Destinação - Carcaças de Animais
Prezados amigos.
Conforme legislação vigente, qual seria o tipo de acondicionamento e a destinação adequada de carcaças de animais provenientes de centros de controle de zoonoses??
Mensagem encaminhada pelo colega Genivaldo
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Tenho uma dúvida em relação à transporte de equipamentos médicos novos.
Qual a RDC que se aplica, visto que a maioria que pesquisei é apenas sobre medicamentos, o que não é o caso. Equipamentos médicos praticamente não possui controle de temperatura, pois o "range" é bem alto ( -10°C à 65°C).
Após visita, me pediram armazenamento temporário (Cross-docking), mas não achei nada sobre isso em nenhuma legislação...poderiam me ajudar?
Mensagem encaminhada pelo colega Cristiano
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Gostaria da opinião de vocês sobre a utilização de mangueiras de jardim, como meio de enxágue nas áreas internas do hospital. Pelos manuais verifiquei que a forma correta é com o uso de dois baldes, porém não mencionam a proibição ao uso da mangueira.
Será que encontro isso em algum lugar?
No meu ponto de vista, não deve ser utilizada pelo grande volume de água que gera, risco de respingos, maior risco de contaminação do profissional e de outros setores, além do desperdício de recurso hídrico.
Mas para um embasamento técnico, tenho isso descrito em algum lugar???
Grata,
Tamiris
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Apresentações disponibilizadas no Youtube da Fundacentro:
Dia 30/09 - manhã - https://www.youtube.com/live/dEJfCIJ8VUU - Diretrizes de uma política pública de prevenção ao suicídio
Dia 30/09 - tarde - https://www.youtube.com/live/5yROpwtFuQc - Experiências de prevenção e posvenção no campo da saúde do trabalhador - Trabalho, sofrimento mental e vulnerabilização
Dia 1/10 - manhã - https://www.youtube.com/live/f05nSY5XTU4 - Sofrimento mental e vulnerabilidades entre trabalhadores da segurança pública
Dia 1/10 - tarde - https://www.youtube.com/live/A02qiZaj_TM - Sofrimento mental, vulnerabilidades entre trabalhadores da saúde
Equipe Riscobiologico.org
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Conceitos e condutas gerais Quimioprofilaxia - Meningococo e Haemophilus influenza
Definição de caso suspeito, de contatos, de surto de doença meningocócica e das orientações para quimioprofilaxia dos contatos próximos de casos suspeitos ou confimados de doença meningocócica e doença invasiva por Haemophilus influenzae b
Superbactéria que representa risco de saúde global é detectada no Nordeste
Klebsiella pneumoniae - isolada de uma mulher de 86 anos com infecção urinária, admitida em um hospital em uma cidade da região Nordeste em 2022, mostrou-se resistente a todas as opções de antibióticos disponíveis
Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratório - Infecções / Escapes acidentais
Laboratory-acquired infections and pathogen escapes worldwide between 2000 and 2021: a scoping review
Acesso gratuito através do link https://www.thelancet.com/journals/lanmic/article/PIIS2666-5247(23)00319-1/fulltext
Tradução livre: "Infecções adquiridas em laboratório (LAIs) e escape acidental de patógenos de ambientes laboratoriais (APELS) são grandes preocupações para a comunidade. Uma abordagem baseada em risco para gerenciamento de pesquisa de patógenos dentro de uma estrutura de gerenciamento de biossegurança padrão é recomendada, mas é desafiadora devido a razões como inconsistência na tolerância e percepção de risco.
Realizamos uma revisão usando relatórios de periódicos e mídia revisados ??por pares e disponíveis publicamente sobre LAIs e instâncias de APELS entre 2000 e 2021.
Identificamos LAIs em 309 indivíduos em 94 relatórios para 51 patógenos.
Oito fatalidades (2,6% de todas as LAIs) foram causadas por infecção por Neisseria
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meningitidis (n=3, 37,5%), Yersinia pestis (n=2, 25%), Salmonella enterica sorotipo Typhimurium (S Typhimurium; n=1, 12,5%) ou vírus Ebola (n=1, 12,5%) ou foram devido à encefalopatia espongiforme bovina (n=1, 12,5%). Os cinco principais patógenos de LAI foram S Typhimurium (n=154, 49,8%), Salmonella enteritidis (n=21, 6,8%), vírus vaccinia (n=13, 4,2%), Brucella spp (n=12, 3,9%) e Brucella melitensis (n=11, 3,6%). 16 APELS foram relatados, incluindo aqueles para Bacillus anthracis, SARS-CoV e poliovírus (n=3 cada, 18,8%); Brucella spp e vírus da febre aftosa (n=2 cada, 12,5%); e vírus da varíola, Burkholderia pseudomallei e vírus influenza H5N1 (n=1 cada, 6,3%).
A melhoria contínua no gerenciamento de LAI e APELS por meio de sua análise de causa raiz e investigação completa de tais incidentes é essencial para evitar ocorrências futuras. Os resultados são tendenciosos devido à dependência de informações publicamente disponíveis, o que enfatiza a necessidade de relatórios globais formalizados de LAIs e APELS para entender melhor a frequência e as circunstâncias que cercam esses incidentes."
Equipe Riscobiologico.org
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