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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Prezados Amigos do grupo
Encaminhamos convite de evento que será realizado pela equipe ABINEE em São Paulo
Abraços
Celia Wada
Prezada dra. Célia Wada, tendendo à solicitação da Coordenação reiteramos o convite para V.Sa. e sua estimada Equipe pretigiarem nosso Evento - Seminário de Meio Ambiente, no Anhembi, no dia 28.04.05, das 14h00min em diante, na sala 02 do Palácio das Convenções do Anhembi.
Lembramos a V.Sas. que no dia 27.04.05, às 9h00min, na sala 02 do Palácio das Convenções do Anhembi, teremos uma palestra relativa às Restrições Comerciais - Diretivas Ambientais Européias WEEE
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& RoHS, de interesse, além dos ambientalistas, também dos profissionais das Áreas de Especificação de Produtos, Projetos, Jurídico - Comercial, Promoções Comerciais, Brasil - Europa, Relações Internacionais, e Comércio Exterior.
Reiteramos o convite aos interessados para comparecerem e prestigiarem esta realização.
Solicitamos aos interessados, por favor, para facilitar o acesso e antecipar sua inscrição nestes e nos outros interessantes seminários que serão realizados na Semana de 26 a 28 de abril, no Anhembi, em São Paulo, queiram por favor servir-se da comodidade de se inscreverem pelo nosso Site: http://www.tec.abinee.org.br/
http://www.tec.abinee.org.br/s2.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s3.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s4.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s5.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s6.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s7.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s8.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s9.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s10.htm
http://www.tec.abinee.org.br/s11.htm
Estimada amiga Dra. Célia Wada, estaremos no estande ABINEE esperamos encontrá-la nesse importante Evento do Setor Eletroletrônico!
Atenciosamente,
Aurelio Barbato
Assessor de Coordenação
ABINEE
Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica
http://www.abinee.org.br
Tel: 55 11 3251-1577 ramal/ext. 235 Fax: 55 11 3285-0607
e-mail aurelio@abinee.org.br
Av. Paulista, 1.313, 7.º andar
cep 01311- 923 - São Paulo - SP
Brasil
Participe do ABINEE TEC 2005 - Palácio das Convenções do Anhembi - São Paulo
25 de Abril: Fórum ABINEE TEC 2005 - Desenvolvimento Sustentável - Auditório Elis Regina
26 a 28 de Abril: Seminários das 8:30 às 18:00 horas
Informações e Inscrições: http://www.tec.abinee.org.br
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Desinfecção de endoscópios - Ácido peracético
Bom dia a todos!
Gostaria de saber dos colegas, se alguém tem alguma referência sobre o uso do Ácido Peracético na desinfecção de equipos de endoscopia/colonoscopia, ou seja, para substituição do Glutaraldeíldo. Desde já agradeço a atenção, e uma boa semana a todos!
Atenciosamente,
Cláudio Guilherme
Segurança do Trabalho
Hospital Balbino
Tel.: 3977 2022
seg.trabalho@hospitalbalbino.com.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Lançamento de Livro
Aos colegas da lista,
Informamos o lançamento do livro:
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO: COMPETITIVIDADE, PRODUTIVIDADE E CIDADANIA
Autores: Marco Antonio F. Costa
Maria de Fátima B. da Costa
Editora Qualitymark, 2005
207 páginas
O livro apresenta uma discussão sobre a segurança e saúde no trabalho e capítulos referentes a agentes químicos, físicos, biológicos, ergonômicos, e psicossociais, além de tratar questões relativas a prevenção e combate a incêndios e gestão da qualidade.
um abraço,
Marco Costa
Fiocruz - RJ
www.biosseguranca.com
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Anvisa lança consulta pública sobre Banco de Leite Humano
Em comemoração ao Dia Mundial da Saúde, cujo tema no ano de 2005 é "Mulheres e Crianças Saudáveis", a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu, nesta sexta-feira, dia 8 de abril, consulta pública (link) sobre funcionamento do Banco de Leite Humano no país.
O documento foi elaborado com a colaboração de técnicos da Fiocruz (Instituto Fernando Figueiras) e das vigilâncias sanitárias estaduais do Rio Grande do Norte, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Durante 60 dias, a população poderá enviar críticas e sugestões, que serão consolidadas e incorporadas ao regulamento técnico.
A promoção, a proteção e o apoio à prática da amamentação natural são elementos
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fundamentais ao combate à desnutrição e à mortalidade infantil, em grande parte associadas ao desmame precoce. Neste sentido, os Bancos de Leite Humano constituem ação supletiva eficaz no âmbito das políticas públicas de amamentação, e requerem uma normalização técnica específica a fim de evitar fatores de risco à saúde dos lactentes e das mães.
Banco de Leite Humano - É um Centro especializado, obrigatoriamente vinculado a um hospital materno e/ou infantil, responsável pela promoção do incentivo ao aleitamento materno e execução das atividades de coleta, processamento e controle de qualidade do colostro, leite de transição e leite humano maduro, para posterior distribuição, sob prescrição do médico ou de nutricionista.
Termos da Proposta de Regulamento - A Consulta Pública
no28 contempla itens relacionados a: responsabilidade técnica pelo serviço; recursos humanos; infra-estrutura física; equipamentos e instrumentos; biossegurança; limpeza, desinfecção e esterilização; processos operacionais no qual são observados todos os elementos necessários às Boas Práticas de Manipulação do Leite Humano Ordenhado.
Estabelece, também, que os Bancos de Leite Humano devem apresentar indicativo de Garantia de Qualidade, segundo o qual deve ser implantado um programa de controle interno e externo da qualidade, documentado e monitorado. O item Avaliação pressupõe a realização, de forma continuada, da avaliação do desempenho das atividades do Banco, por meio de Indicadores, buscando sempre a conformidade de ações e a eficácia do produto oferecido.
Sugestões e Críticas - Os termos da proposta de regulamentação do funcionamento dos Bancos de Leite Humano estão disponíveis, na íntegra, por meio da Consulta Pública nº 28, de 5 de abril de 2005 (PDF) (link). Faça sua contribuição online (link). As sugestões também poderão ser encaminhadas por e-mail para bancodeleite.gtoss@anvisa.gov.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - ES
CURSO ACREDITAÇÃO - VILA VELHA - ES
FORMAÇÃO DE AVALIADORES DO SISTEMA BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO
Data: 10 11 e 12 de junho de 2005 (inscrições até 3/6/2005)
Local: Vila Velha - ES
Objetivo
Capacitar profissionais da área da saúde para avaliação das organizações prestadoras de serviços de saúde, dentro dos pré-requisitos definidos pelo Sistema Brasileiro de Acreditação (ONA), podendo atuar em todo o território nacional como:
- Avaliador do IQG
- Avaliador Interno de sua instituição
- Avaliador independente
Carga Horária
24 horas (conforme preconizado pela ONA).
Conteúdo Programático
-
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Histórico da Administração
- Fundamentos Históricos da Qualidade
- Diferenciação das várias ferramentas da Qualidade
- Histórico da Acreditação no Brasil
- Lógica do Processo de Acreditação
- Metodologia do Sistema
- Implementação do Sistema nas Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde
- Hospitais / Serviços de Hematologia / Laboratórios Clínicos / Serviços de Diálise
- Etapas do Processo de Implantação
- Abrangência de Avaliação
- Técnicas de Avaliação na Lógica do Sistema Brasileiro de Acreditação
- Metodologia IQG para as Avaliações
- Normas Éticas do Sistema
- Aplicação Prática dos Manuais
Local
Hospital Santa Mônica - Rodovia do Sol - km 1 - Vila Velha - ES
Investimento
- R$ 465,00.
- Inscrições feitas até 20 de maio: R$ 425,00 (Instituições associadas a Fehofes: R$ 395,00).
- As inscrições se encerram em 03/06/2005.
- Material didático e coffee break inclusos.
Retorno do Investimento
Certificado oficial do Sistema Brasileiro de Acreditação.
Informações
(27) 3314-3678 - com Ana Paula - FEHOFES
federação@ebrnet.com.br
(11) 6238-5566 - com Silvana - Pró-Saúde
cursos@prosaude.org.br
(11) 3772-2098 - com Roberta - Instituto Qualisa de Gestão
qualisa@qualisa.com.br
Inscrições
(11) 6238-5566 - com Silvana - Pró-Saúde
cursos@prosaude.org.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
ANVISA E CONAMA debatem no dia 26 de abril em São Paulo a nova legislação de SAÚDE e MEIO AMBIENTE para GERENCIAMENTO e DESTINAÇÃO dos RESÍDUOS
Ambiance - Consultoria em Saúde & Soluções Ambientais informa:
Setores de MEDICINA E SAÚDE - SERVIÇOS DE SAÚDE
já tem legislação específica de Saúde & Meio Ambiente para gerenciar e destinar seus RESÍDUOS
OS NOVOS MARCOS REGULATÓRIOS DA SAÚDE E DO MEIO AMBIENTE
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) em reunião plenária aprovou no dia 29/03 pp a revisão da Resolução 283, "nova edição 2005" - que dispõe sobre tratamento e a disposição final; estabelecendo nova classificação para os resíduos e definindo quais deles devem
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ser tratados antes da disposição em aterros sanitários licenciados. A aprovação do novo texto da Resolução 283 é resultado de uma ação conjunta dos Ministérios da Saúde, Meio Ambiente e Cidades.
O grupo de trabalho formado por representantes do governo, de universidades, dos geradores e dos tratadores desses resíduos - do qual a Ambiance fez parte -, reuniu-se durante os últimos dois anos para debater o assunto e buscar a harmonização das normas federais.
Em dezembro de 2004, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) editou a resolução RDC 306 classificando os resíduos dos serviços de saúde de acordo com o risco de manejo de cada um. Era necessário, entretanto, que a legislação ambiental seguisse a mesma classificação, visando à unificação das ações desenvolvidas pelo governo. (")
Para a gerente de Infra-Estrutura em Serviços de Saúde da Anvisa, Regina Barcellos, o novo texto da resolução do Conama assegura o compromisso de compatibilização. "Agora temos duas resoluções que se complementam e são totalmente harmonizadas, o que é fundamental", diz. (")
A nova edição recomenda a segregação no local da geração, reduzindo, assim, o volume do lixo que precisa ser tratado. Conseqüentemente, as despesas para tratamento que envolvem o fluxo de prefeituras, hospitais, laboratórios e serviços de saúde dentre outros também serão diminuídos.
A resolução aprovada, além de reduzir os tipos de resíduos que precisam de tratamento, prevê a disposição em locais especialmente preparados, de acordo com critérios estabelecidos. Para os pequenos municípios, de até 30 mil habitantes, que sequer dispõem de aterros sanitários, a disposição final desse lixo é um grande problema.(")
De acordo com a resolução CONAMA, os geradores de resíduos de serviços de saúde, como hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias e outros, terão dois anos, da data da publicação no Diário Oficial, para se adequarem as novas exigências de destinação.
Se minimizar é a palavra de ordem, a gestão dos resíduos tem hoje uma conotação global - da geração à destinação. O Plano de Gerenciamento - "O protocolo de Saúde Ambiental" assim denominado pela Ambiance é uma ferramenta moderna de gestão que permite ao administrador manter um controle seguro em toda relação do manejo. Isto faz com que a responsabilidade ambiental que supostamente terminava no abrigo se estenda até a destinação final dos resíduos compatilizando-se com as determinações já preconizadas pela lei de crimes ambientais (em vigor).
Os novos marcos regulatórios: regulamento técnico da ANVISA RDC 306, (DOU 10/12/2004) com plena aplicação em todo território nacional prevista para junho 2005 e a nova Resolução CONAMA 283 são atualmente duas legislações que se espelham, se harmonizam e se completam, finalmente estão vindo determinar uma forte decisão da responsabilidade ambiental na estrutura dos Serviços e o pleno conhecimento no manejo dos resíduos por parte dos gestores, membros de comissões de resíduos, de CCIH, de higiene, de hotelaria, administradores, técnicos e profissionais de Qualidade, Saúde e Meio Ambiente e Segurança do Trabalho dentre outros para o perfeito fluxo ambiental.
Cumprindo o regulamento a partir de junho/2005 a Vigilância Sanitária iniciará os processos de inspeção em relação ao gerenciamento de resíduos, quando serão notificados os estabelecimentos em desacordo com a legislação. Em caso de reincidência, estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei 6.437, de 20 de agosto de 1977. ('')
(textos c/ "inserção" - fontes: ANVISA-CONAMA)
APÓS A REALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE COM A CAPACITAÇÃO EM PGRSS OCORRIDA DE 16-18 DE MARÇO pp,
Ambiance SE CONGRATULA COM MAIS ESTE PASSO PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E A MANUTENÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA E VEM, COMUNICAR AOS SERVIÇOS DE SAÚDE DE TODO PAÍS, ORGANIZAÇÕES, INDÚSTRIAS QUE:
REALIZARÁ ESTE DEBATE NACIONAL NO DIA 26 DE ABRIL EM SÃO PAULO COM ESPECIALISTAS E CONFERENCISTAS CONVIDADOS, QUE PARTICIPARAM DIRETAMENTE DOS GRUPOS DE TRABALHO E QUE RESULTARAM NA ELABORAÇÃO E REVISÃO DOS NOVOS MARCOS REGULATÓRIOS JUNTO À CÂMARA TÉCNICA DO CONAMA E MINISTÉIRIO DA SAÚDE.
UM EVENTO CIENTÍFICO DE SAÚDE AMBIENTAL (único para todo o Brasil) -
CONFERÊNCIA ANVISA & CONAMA - SAÚDE & MEIO AMBIENTE
O evento está formatado com a abertura pela mesa diretora formada por representantes da área governamental de saúde em meio ambiente, que abrem a questão na análise e soluções do Lixo Hospitalar na cidade de São Paulo e no Brasil.
Regina Barcellos - gerente de infraestrutura da Anvisa e Maria Gricia Grossi - Secretaria de Qualidade Ambiental do Min. Meio Ambiente apresentarão individualmente quais os novos paradigmas das novas legislações (RDC 306 e CONAMA 283 - nova edição). A Promotoria de Justiça de Meio Ambiente concluirá os trabalhos técnicos com o "link" destas duas fases: Saúde & Meio Ambiente.
Bertoldo Silva Costa - presidente da Câmara Técnica do CONAMA: Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos será o mediador do Debate Aberto, que se inicia após as conferências, e que terá como debatedores
uma Comissão Científica formada por renomados especialistas do setor.
LOCAL: auditório do Conselho Regional de Química - São Paulo
Rua Oscar Freire, 2039
DATA: 26 de abril de 2005
HORA: 14H00-18H30 - trabalhos (timing)
Após o encerramento haverá a apresentação individual dos participantes - (Cocktail e net-work)
Coordenação & Realização:
AMBIANCE - Informações e Inscrições
Ambiance - CONSULTORIA EM SAÚDE E SOLUÇÕES AMBIENTAIS
Hepatites virais Hepatite B - Vacina e doses de reforço
Saudações a todos.
Honrado fico com o tratamento amistoso do meu "xará".
Obrigado Paulo pela referência; vou busca-lá na íntegra. Valeu!
Aproveito para levar a todos uma dúvida.
Acompanho profissionais de saúde no seu trabalho e sistematicamente
avaliamos o seu perfil de imunidade no que diz respeito a vacinação
anti-HBV, especificamente. Noto que muitos após mais de 8 anos de vacinação
ainda apresentam títulos maiores que 800-900 UI/L enquanto outros com
vacinação completa há menos de 5 anos já apresentam títulos próximos do
valor limite de 10UI/L (30-40 UI/L).
Quando indicar dose de reforço?
Trabalhadores identificados com títulos menores que 10 UI/L em exame de
rotina periódico devem ser revacinados ou apenas "reforçados" quando já
tiverem a vacinação em outra época?
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Um grande abraço e bom final de semana.
Paulo R. Leal
Médico do Trabalho
Tel. 11.5087-9149
medicina.ocupacional@sepaco.com.br
www.sepaco.com.br
AGENDE SEU EXAME PERIÓDICO DE SAÚDE
[ Riscobiologico.org - Reclassificamos a mensagem (ver título) por se
tratar de tema específico quanto à Hepatite B. Originalmente esta mensagem
estava vinculada ao tema de título "Centro cirúrgico - Ampolas de
medicamentos".]
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Imunizações Imunização para Profissionais de Saúde
Imunização dos Profissionais da Saúde
Dr. Nelson Szpeiter
Chefe do Setor de Vacinas
* Munir Akar Ayub ** Hélio Vasconcellos Lopes
Os profissionais da área de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas, auxiliares de enfermagem, atendentes, assistentes sociais e demais pessoas que trabalham nesta área), seja em hospitais, postos de sáude, ambulatórios ou outros locais afins, deveriam saber, a todo momento, seu nível imunitário relativo às infecções que fazem parte do seu cotidiano. Mas, na prática, não o sabem e, algumas vezes, até desconhecem as possibilidades de proteção vacinal disponíveis atualmente.
Na prática, o profissional de saúde recém-contratado deveria ter em sua ficha médica admissional, dados precisos quanto ao seu "status imunitário". Na ausência destes dados, ou constatada
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uma inadequada proteção, deveriam contar, imediatamente, com um plano de imunização a ser executada.
Isto porque o profissional de saúde está exposto a um risco maior de adquirir determinadas infecções, imunologicamente preveníveis, que a população geral. A instituição e a manutenção de programas de imunização não apenas reduz substancialmente o número de profissionais suscetíveis a colegas de trabalho e aos próprios pacientes institucionalizados.
O objetivo deste trabalho é apresentar o que se dispõe, atualmente, em termos de vacinas e de imunoglobulinas e de que forma o profissional de saúde deve estar protegido com tais imunobiológicos.
Hepatite B
O risco de transmissão do vírus da hepatite B (VHB) aos profissinais da área de saúde é cerca de três a cinco vezes maior que na comunidade. A infectividade do VHB depende do título do vírus na amostra infectante e da presença ou não do antígeno E (HBeAg): varia de 2% (quando o indivíduo é HBeAg negativo) a 40% (quando é HBeAg positivo).
Vacinas de Indicação Eventual
Hepatite A
Doença meningocócica
Doença invasiva por H. influenzae
Doença pneumocócica
Assim, a vacinação rotineira está indicada a todo o pessoal médico e paramédico com risco potencial com sangue e/ou seus derivados. A legislação trabalhista já prevê a obrigatoriedade desta imunização de até 90% nos casos de hepatite B em profissionais de saúde dos Estados Unidos, após a implantação dos progressos de imunização.
A vacina contra a hepatite B, disponível comercialmente desde 1981, consiste de partículas purificadas e inativadas do antígeno Austrália, que podem ser obtidas diretamente do plasma de portadores crônicos do vírus da hepatite B, após várias passagens químicas ou, mais recentemente, através de leveduras, pela técnica do DNA recombinante. A primeira, apesar de sua eficácia comprovada caiu em desuso pelo alto custo e, principalmente, pelo medo do risco, hoje injustificado, de ocorrer transmissão do vírus da imunodeficiência humana (HIV).
O ciclo completo de vacinação consiste em três doses, injeção intramuscular nos dias 0, 30 e 180. Local indicado para a aplicação é o músculo vasto lateral da coxa, em crianças pequenas, ou o deltóide, nas maiores e nos adultos. Quando aplicadas na região glútea produzem menor resposta, fumantes e renais crônicos podem responder mal à imunização. Mais de 95% das pessoas vacinadas desenvolvem altos títulos de anticorpos protetores: anti-HBsAg > 10 mUl/mL, após três doses.
A duração da proteção é de pelo menos 15 anos, especulando-se a possibilidade de se dispensar dose de reforço. Não há necessidade de se realizar, rotineiramente, uma triagem sorológica pré-vacinação em pessoas de risco ocupacional, uma vez que a relação custo-benefício é muito alta. A literatura médica recente vem sugerindo a prescrição de uma quarta dose, em caso de resposta inadequada à vacinação completa, com títulos de anti-HBsAg < 10 mUl/mL ou em casos de acidentes com pérfuro-cortantes, em indivíduos que desconhecem seu "status vacinal" após a série completa.
A proteção vacinal contra a Hepatite B é extremamente segura e seus efeitos colaterais mínimos: resume-se a reações locais, tais como dor, irritação e induração: a anafilaxia é extremamente rara. A síndrome de Guillain-Barré foi descrita após utilização de vacinas plasma-derivadas. Na prática não existe contra-indicação para a vacina, podendo ser realizada mesmo em gestantes e em indivíduos portadores do HBsAg.
A gamaglobulina hiperimune contra a hepatite B (HBIG) tem indicação na profílaxia pós-exposição de indivíduos não vacinados. É muito cara e de difícil acesso. Quando indicada, deve ser administrada por via intramuscular, em local diferente do da vacina, na de 0,06 mL/kg. Confere proteção imediata, quando aplicada nas primeiras 48 horas após o acidente. Simultaneamente, a vacinação deve ser efetuada normalmente.
Profilaxia após Exposição Parenteral ao HBV para não Vacinados
Uma dose de HBIG (0,06 mL/kg) IM
+
Primeira dose da vacina IM. Completar as 3 doses.
Difteria e Tétano
Os trabalhadores da área de saúde não têm risco aumentado de desenvolver tétano e difteria em comparação com a população geral. Como qualquer adulto, devem receber rotineiramente uma dose da vacina dupla do tipo adulto (Td) a cada dez anos.
A vacina Td é constituída por 60 UI de toxóide tetânico e por 4 UI de toxóide diftérico, este último correspondendo a aproximadamente 1/10 da dose da vacina aplicada em menores de sete anos (DPT e DT).
Caso o passado vacinal do funcionário seja desconhecido, ou tenha havido uma vacinação básica incompleta, administram-se três doses de vacina dupla do tipo adulto nos dias 0, 30 e 180, por via intramuscular profunda. Na maioria dos hospitais brasileiros esta atividade é atribuída às Comissões de Infecção Hospitalar.
A vacina dupla é praticamente desprovida de efeitos colaterais, uma vez que o grande responsável pelos problemas relacionados à vacina tríplice bacteriana é o componente pertussis, aqui ausente. Raramente podem ocorrer febre, reação alérgica, dor local ou induração e astenia.
Difteria e Tétano: esquema para um indivíduo com vacinação incompleta ou desconhecida
Dose 1ª dose 2ª dose 3ª dose
Dia dia 0 dia 30 dia 180
Rubéola, Sarampo e Caxumba
A rubéola atinge preferencialmente crianças e adolescentes, tem evolução benigna, às vezes subclínica, evidenciando-se maior sintomatologia quando atinge adultos, a exemplo do que acontece com sarampo, caxumba e ou malformações fetais de variada gravidade. Vários surtos de rubéola em ambiente hospitalar foram relatados na literatura médica.
Como só recentemente a vacina contra rubéola passou a fazer parte do calendário oficial de vacinação no Estado de São Paulo, associada à caxumba e do sarampo, a grande maioria dos adultos não chegou a receber esta imunização, possuindo anticorpos protetores apenas aqueles que tiveram exposição natural ao vírus selvagem. Dessa forma, as mulheres profissionalmente atuantes na área de saúde estão potencialmente expostas a um risco maior de adquirir a infecção, principalmente aquelas que atuam nas enfermarias de Pediatria: adicionalmente, há risco da concomitância da infecção com gravidez.
A vacinação contra a rubéola deve ser administrada a todos os que não tem comprovação de vacinação ou de infecção prévia, ou que laboratorialmente não possuem anticorpos protetores. A vacina é aplicada por via subcutânea e em dose única. Pode ser empregada isoladamente ou conjugada às vacinas do sarampo e da caxumba. É composta de vírus vivo atenuado da cepa RA 27/3, cultivada em cultura de células diplóides humanas. Determina soroconversão em mais de 95% dos vacinados. Apesar de estar comprovada a passagem transplacentária do vírus e a consequente infecção do tecido fetal, evidências clínicas não demonstram efeitos teratogênicos em 226 mulheres grávidas suscetíveis que receberam, inadvertidamente o imunobiológico. No entanto, as mulheres vacinadas devem ser orientadas para evitar gravidez nos três meses que se sucedem à vacinação.
A vacinação universal proporcionou nos Estados Unidos, uma redução de 95% no potencial de transmissão intrahospitalar da rubéola; entretanto, estima-se de 10% a 15% de adultos suscetíveis naquele país.
Os efeitos colaterais mais encontrados são: febre baixa, dores musculares, "rash" cutâneo e astenia; em suscetíveis, astralgia de pequenas articulações é frequente; são ainda descritos casos de artrite franca, trombocitopenia e radiculite. Já a vacinação de pessoas protegidas não provoca nenhum efeito especial. É contra-indicada em imunideprimidos e gestantes.
Em relação ao sarampo e à caxumba, inúmeros surtos em profissionais de saúde foram descritos nos Estados Unidos, antes do início da vacinação universal com a vacina tríplice viral na infância. O risco de aquisição de sarampo está estimado em 13 vezes maior que na população geral. Apesar de serem doenças praticamente extintas, falhas primárias após a vacinação são responsáveis por casos isolados.
Vivemos, no Brasil, uma situação oposta: por não se dispor de vacinação rotineira, surtos de sarampo são ainda frequentemente vistos, como registrados em São Paulo no ano passado; outro fator agravante é que a maioria das pessoas vacinais não é ideal. Assim, deveremos indicar a imunização com a tríplice viral em todos os trabalhadores que não tem evidências fortes de doença prévia
/ Influenza
A vacina antigripal está indicada a todos os funcionários da saúde, principalmente aqueles que trabalham um unidades de intervenção de cardiopatas, pneumopatas e em locais fechados de atendimento a doentes críticos (UTI).
Deve ser administrada anualmente, uma vez que se observa queda na imunidade produzida após seis meses da vacinação. Além disso, o vírus da gripe sofre mutações que determinam mudança nos subtipos circulantes na população e a imunidade obtida é específica.
A vacina é trivalente e composta de antígenos de superfície e internos livres de dois subtipos A e um subtipo B do vírus da gripe mais prevalente ao anterior, de acordo com as observações de diversos laboratórios de pesquisa da Organização Mundial da Saúde, espalhados pelo planeta.
Como os maiores níveis de anticorpos ocorrem três semanas após a aplicação, a estação mais propícia para a imunização é o outono, por ser no inverno que ocorre o maior número de casos.
É aplicada por via intramuscular, com boa tolerabilidade. Os efeitos colaterais mais frequentes são dor local e febre. Fenômenos alérgicos às proteínas do ovo são descritos, porém de ocorrência extremamente rara.
Todas as pessoas vacinadas devem ser alertadas para a pequena possibilidade de apresentarem testes anti-HIV falso-positivo, nos três meses subsequentes à vacinação.
Trabalho recente demonstrou uma queda importante nas taxas de mortalidade relacionadas à influenza, em hospitais geriátricas que tiveram seus funcionários e pacientes imunizados préviamente.
Tuberculose
Devido à recrudescência da tuberculose nos países subdesenvolvidos, ao aparecimento de casos novos em locais onde a doença já estava praticamente erradicada, ao surgimento da epidemia de AIDS e ao aumento no desnível social, consequente à pior distribuição de renda, a preocupação com esta doença cresceu entre aqueles cuja profissão os mantêm em contato com esses pacientes.
Vários surtos de tuberculose de transmissão hospitalar foram descritos nos Estados Unidos, nos últimos anos, assim como a constatação do aumento do número de casos de tuberculose multiresistentes às drogas. A partir dos dados expostos, o Ministério da Saúde do Brasil elaborou uma normatização que visa orientar a conduta dos profissionais que trabalham em área de risco (enfermaria de AIDS, tuberculose, etc) que não sejam reatores ao teste cutâneo de Mantoux (nódulo < 5 mm) ou reatores fracos (nódulos entre 5 e 9 mm).
A vacina BCG contém bacilos vivos de Calmente-Guérin, uma cepa atenuada de Mycobacterium bovic. Indicada no Brasil no primeiro mês de vida e aplicada em dose única, por via intradérmica, previne as formas de tuberculose generalizada e aquelas com acometimento do sistema nervoso central em recém-nascidos. A partir de 1998 foi indicada uma nova dose para crianças em idade escolar, acima de sete anos, em todos o Brasil.
Os efeitos colaterais mais frequentes são febre, adenite regional, osteíte e doença generalizada, causada pelo bacilo atenuado da vacina. É contra-indicada em imunodeprimidos de qualquer natureza.
Varicela / Zoster
Inúmeros surtos de varicela intra-hospitalar foram notificados na literatura. Alguns grupos de indivíduos são mais propensos à varicela grave e suas complicações: gestantes, recém-nascidos filhos de gestantes suscetíveis, prematuros com menos de 28 semanas ou com menos de 1000g de peso (mesmo sendo filhos de mães imunes) e todos os pacientes imunosuprimidos (adultos e crianças).
O suscetível exposto a um caso de varicela deve ser afastado do trabalho por 21 dias após o contato, o que torna esse funcionário extremamente oneroso à sua empresa. Além disso, a gamablobulina hiperimune contra vacina-zoster é muito cara, não garante proteção total do indivíduo e, muitas vezes, aumenta o período de incubação da doença e, consequentemente, seu afastamento do trabalho.
Dessa forma a vacinação está indicada a todos os funcionários de hospitais suscetíveis que tenham contato com a doença. Não há necessidade e triagem sorológica pré ou pós-vacinação, se levarmos em consideração a relação custo / benefício.
Esta vacina é constituída de vírus vivo atenuado e deve ser aplicada por via subcutânea, em duas doses com intervalo de quatro a oito semanas em maiores de 13 anos e em dose única em menores dessa idade. Os efeitos colaterais mais frequentes são a febre, dor local e anafilaxia.É contra-indicada em gestantes, imunosuprimidos em geral e nos alérgicos à neomicina. Após a vacinação, o uso de salicilatos deve ser proibido por um período de seis semanas, por causa da associação com a síndrome de Reye.
Outros imunobiológicos podem ser indicadas aos trabalhadores da área de saúde apenas em situações especiais, por não existir aumento no risco ocupacional por estas doenças, a saber: hepatite A, doença memingocócica, coqueluche, febre tifóide, doença pneumocócica e doença invasiva por Haemophilus influenzae.
Referências Bibliográficas
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* Médico assistente do Serviço de Infectologia do Hospital Heliópolis -
São Paulo, Sp. Professor assistente da Disciplina de Infectologia da
Faculdade de Medicina da Fundação do ABC - Santo André, SP.
** Médico chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Heliópolis.
Professor titular da Disciplina de Infectologia da Faculdade de
Medicina da Fundação do ABC.
Mensagem encaminhada pela colega Sonia - Ambiance - SP
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Resíduos de Serviços de Saúde Contaminação ambiental - Brasil
Brasileiros em perigo
Levantamento do Ministério da Saúde revela o mapa da contaminação ambiental no Brasil e conclui que a população está adoecendo por causa da poluição do solo e da água. O estudo aponta que hoje há 1,3 milhão de pessoas expostas diretamente ao perigo. São moradores próximos às 15 mil áreas identificadas no relatório da Secretaria de Vigilância em Saúde. Nesse diagnóstico nacional, a que o Correio teve acesso, o estado de São Paulo aparece como a região mais crítica. Tem 157 áreas de contaminação, que colocam em risco 470 mil pessoas.
A população de Pernambuco é a segunda mais ameaçada do país. O estado tem 83 áreas mapeadas, que representam risco para 287 mil habitantes. No
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Rio de Janeiro foram encontradas 70 regiões problemáticas. O número de pessoas expostas chega a 146 mil. Minas Gerais chega a ter 198 mil moradores expostos a 41 focos de contaminação.
O trabalho do Ministério da Saúde foi concluído em dezembro, mas os dados ainda estão sendo analisados para divulgação oficial, nos próximos dias, pela página do órgão na internet. O ministério vai definir 600 áreas prioritárias para uma intervenção dos órgãos públicos de saúde. Os locais serão selecionados por dois critérios: tempo de existência e tamanho da população em risco.
Tipos diferentes
Há cinco tipos de contaminação do solo identificados pelo Ministério da Saúde que podem causar danos à saúde pública. Os lixões, por exemplo, contaminam o solo com um líquido altamente tóxico, chamado chorume, que polui também a água do lençol freático. As atividades petroquímicas, de extração mineral, siderúrgicas, fábricas e galpões de agrotóxicos também estão listados como causadores de contaminação.
Outro fato que preocupa o Ministério da Saúde é a contaminação do solo por vazamento de combustível de postos de gasolina. Em São Paulo, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) estima que um terço dos 7,5 mil postos tenham problema de vazamento.
Os dados do Ministério da Saúde foram encaminhados ao Ministério Público, que requisitou as informações para estudar ações contra os responsáveis pelos crimes ambientais. ``Esse problema é de saúde e de polícia. Poluir é crime. Prefeitos responsáveis, por exemplo, pelos lixões, podem ser processados'', destaca o procurador da República, Alexandre Camanho.
``O objetivo do nosso trabalho é orientar as secretarias de saúde dos estados para que saibam lidar com o problema. Vamos oferecer treinamento, em parceria com estados e municípios, para enfrentar tais situações'', explicou Guilherme Franco Netto, responsável pela Coordenação Geral de Vigilância Ambiental em Saúde do Ministério da Saúde. ``O problema é maior do que pensávamos. Nossa projeção era de que havia seis mil áreas contaminadas, no máximo'', comentou.
Crianças
Há casos emblemáticos de contaminação do solo no Brasil que preocupam o Ministério da Saúde. Um deles está no Rio de Janeiro. Cerca de 1,4 mil pessoas foram expostas durante décadas à ação do HCH, um produto altamente tóxico usado como inseticida. Popularmente conhecido como pó de broca, toneladas do produto foram abandonadas na área chamada Cidade dos Meninos, em Duque de Caxias. O material contaminou o solo, a água subterrânea, animais e vegetação da região atingindo uma área de pelo menos 70 mil metros quadrados. Cerca de 200 famílias permanecem no local expostas e o Ministério da Saúde já providencia a remoção. ``Temos de ser indenizados pelos danos que sofremos e nossa saúde tem de ser monitorada'', reivindica Zeni Melo Ferreira, presidente da associação de moradores.
Em Santo Amaro da Purificação, cidade baiana de 48 mil habitantes, cerca de 500 mil toneladas de apara de chumbo contaminaram pessoas, ruas, o rio Subaé e o estuário da Baía de Todos os Santos. Herança de uma fábrica de chumbo francesa que faliu em 1993. Estudo da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) constatou ano passado que, entre a população moradora próxima à empresa, a dose de ingestão de chumbo em crianças supera em 11,7 vezes o limite máximo aceito pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a Associação das Vítimas de Contaminação por Chumbo, 574 pessoas têm a substância no organismo.
A fábrica de chumbo fechou, mas responde a processos na Justiça. O procurador Alexandre Camanho foi autor da ação que responsabiliza a empresa francesa Plumbum Mineração e Metalúrgica pela contaminação em Santo Amaro. Em Bauru, São Paulo, constatou-se, em 2002, que 300 crianças também estavam contaminadas. A fábrica de baterias Acumuladores Ajax foi acusada de ser responsável pela contaminação por chumbo.
Fonte: Correio Web - DF - 12/01/2005
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