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Doenças emergentes, alertas sanitários
SAÚDO A TODOS !!
PARA LEITURA.
Paulo Roberto Rebello
[1] Data: 5 Abr 2005 09:54:00
De: Kátia Watanabe katia.watanabe@anvisa.gov.br
Fonte: Folha Online 5 Abr 2005 09:07 [editado] /cotidiano/ult95u107592.shtml>
Via LISAS
Peixe cru causa surto de doença em SP; 18 casos foram anotados no ano
A cidade de São Paulo vive surto de uma infecção adquirida pelo consumo de peixe cru (sushi e sashimi), defumado ou mal-cozido. De março de 2004 a março deste ano, foram registrados 28 casos da difilobotríase, doença transmitida pelo parasita Diphyllobothrium spp - 18 das ocorrências foram anotadas neste ano.
De 1998 até 2004, o Estado havia notificado apenas 2 casos da doença, ambos em pessoas estrangeiras, que haviam consumido peixe cru fora do país. É a primeira vez que se registram casos autóctones no Brasil. Na América do Sul, há confirmação de casos no Chile, Peru e Argentina.
Os principais sintomas da doença são dor e desconforto abdominal, flatulência e diarréia. Também são relatados vômito, perda de peso e anemia megaloblástica, já que o parasita absorve vitamina B-12 do organismo. Só 20 por cento dos infectados têm sintomas.
O CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) da Secretaria da Saúde (SP) publicará nesta semana 1 portaria em que recomenda o congelamento do peixe por pelo menos 24 horas, a -18ºC, para consumo da carne crua, para tentar conter o surto.
Recomendação semelhante já é feita pela agência de fármacos e alimentos dos Estados Unidos, FDA.
Mas a própria vigilância epidemiológica admite que o congelamento por si só pode não conter o surto da doença porque não está comprovado, cientificamente, que a baixa temperatura mate ou inative o parasita. "Ainda não sabemos se a aplicação dessa norma trará resultados. É só uma tentativa de impedir a evolução desse importante surto", diz o diretor do CVE, Carlos Magno Fortaleza.
Restaurantes de comida japonesa afirmam que o congelamento é uma prática rotineira e que não causa prejuízo ao sabor dos pratos. Fortaleza diz que os estabelecimentos não devem ser responsabilizados, pois é impossível identificar o parasita visualmente.
A Folha apurou que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também prepara uma resolução em que deve criar normas para o consumo e importação de peixe cru no país.
A principal suspeita recaiu sobre o salmão porque relatos na literatura o colocam, ao lado do robalo, como principal hospedeiro do parasita. Hoje, o salmão é o único peixe importado - principalmente do Chile - para a produção de sushi e sashimi.
Porém ainda não ficou demonstrado que ele seja o responsável pelo surto em São Paulo. Técnicos da vigilância estão recolhendo amostras de salmão para localizar o parasita, mas não descartam a possibilidade de espécies de peixes paulistas ou da costa brasileira estarem contaminadas.
O verme vive na musculatura do peixe (no caso do salmão, nos nervos). Ao ser consumido cru, fixa-se no intestino delgado, onde pode viver até 10 anos e atingir 10 metros de comprimento.
O alerta sobre o surto foi dado pelo laboratório Fleury, responsável por 24 das 28 notificações. De acordo com o patologista clínico Jorge Luiz Mello Sampaio, as pessoas infectadas relataram ter consumido sushis e sashimis em diferentes regiões da cidade, o que sugere não haver 1 foco específico de contaminação.
Alguns pacientes assintomáticos, inclusive crianças, souberam da infecção ao observar pedaços do parasita nas fezes. Assustados, fizeram o exame, que acabou comprovando a doença.
Os nomes dos restaurantes freqüentados pelas vítimas já foram repassados às autoridades de vigilância para que haja 1 levantamento das espécies, dos fornecedores e da procedência.
O tratamento é feito com a substância praziquantel, em dose única.
A recomendação do médico é que seja feito também 1 hemograma para verificar se há anemia e, se for o caso, tratá-la.
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Enviada por , em 05/04/2005
Alerta - Difilobotríase
Saúdo a todos !
Recebido de www.ufrj.br/consumo .
Para leitura e reflexão.
Cordiais saudaçºoes.
Paulo Roberto Rebello - médico
CECIH-CVE/SES-RJ
VISA-EAD/ENSP-FIOCRUZ
Havia coliformes fecais acima do aceitável em pontos-de-venda da capital paulista
Pesquisa reprova sashimi em restaurantes CLÁUDIA COLLUCCI DA REPORTAGEM LOCAL
Depois do caldo de cana e do açaí com barbeiro, do queijo minas frescal com coliformes fecais e do morango com agrotóxico, o vilão da vez é o peixe cru, especialmente o salmão chileno, associado a um surto de difilobotríase, doença intestinal transmitida pelo parasita Diphyllobothrium spp, em São Paulo.
A polêmica é tão grande que o órgão máximo de vigilância sanitária no país, a Anvisa, recomendou nesta semana que as pessoas evitem o consumo de peixe cru (sushi e sashimis).
"Não existe segurança [no consumo de peixe cru]. A
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cadeia do alimento [criação do peixe, transporte e preparo] é longa e cria uma infinidade de chances de contaminação por parasitas, bactérias e fungos", diz o presidente da Anvisa, Cláudio Maierovitch.
Médicos sanitaristas atestam a falta de segurança no consumo de pescado cru, mas relativizam os possíveis problemas de saúde causados pelo parasita. "Não matam, só incomodam bastante", afirma o professor titular da Faculdade de Saúde Pública da USP Pedro Manuel Leal Germano.
Nem as novas regras criadas pela Anvisa -congelamento do peixe a -20C por sete dias ou por -35C por 15 horas -podem garantir segurança, segundo ele.
"A única forma de prevenção é não comer peixe cru", afirma Germano. Ele explica que, em casa, as pessoas não conseguem congelar a carne na temperatura recomendada pela vigilância sanitária.
Os freezers domésticos (geladeira com duas portas) podem chegar a uma temperatura de até -18C, mas congeladores comuns, de geladeiras mais antigas, só atingem -6C.
"Nos restaurantes, o problema é: quem fiscaliza se eles estão congelando o peixe na temperatura determinada pela Anvisa? Ou se o peixe já chegar congelado, quem garante que os critérios foram obedecidos?", indaga Germano.
Além do parasita responsável pelo surto, o professor lembra de problemas mais corriqueiros que rondam o consumo de peixe cru. Alguns foram apontados por pesquisa da faculdade de saúde pública que analisou amostras de sashimis de salmão recolhidas em 30 pontos-de-venda em shoppings centers de São Paulo.
Os resultados, publicados no ano passado na ""Revista de Higiene Alimentar de São Paulo, não são nada
animadores": nenhum dos locais tinha refrigeração adequada para armazenar o peixe, que deve ser abaixo de 4C.
Outro dado preocupante: 66,4% das amostras apresentaram coliformes fecais, sendo que 16,7% delas possuíam índices acima do limite aceitável pela legislação sanitária brasileira. Para o biomédico Roberto de Figueiredo, o achado é esperado. "A novidade seria não achar nada."
A presença das bactérias responsáveis por problemas gastrointestinais (vômitos e diarréias, principalmente) também foi significativa: elas estavam em 36,7% dos sashimis analisados. O uso do shoyu e do wasabe -temperos mais usados nos sushis e sashimis- não teve nenhum efeito antibactericida.
Para Luiz Cláudio Mori, vice-presidente da Associação Brasileira de Culinária Japonesa (ABCJ), a recomendação do não-consumo de peixe cru é um exagero e pode levar a uma crise na gastronomia japonesa. "Os sushis e sashimis representam 80% do consumo nos restaurantes."
Desde a notícia do surto, revelada pela Folha na última terça-feira, houve queda de 60% no movimento dos restaurantes japoneses, segundo a ABCJ.
Na avaliação de Mori, o risco de a pessoa contrair difilobotríase será "praticamente zero" se o peixe for congelado nas condições determinadas pela Anvisa.
Sobre os outros problemas apontados pela pesquisa, ele afirma que a maioria das redes de restaurantes já adota boas práticas de higiene. "Recomendamos que o peixe seja deixado na parte inferior do balcão de refrigeração, que é a mais gelada", afirma.
O presidente da Anvisa concorda que o congelamento seja eficaz para matar o parasita, mas lembra que existem outros vírus, como o da hepatite, que podem resistir ao congelamento. "E, se a manipulação do peixe for ruim, as pessoas continuarão correndo riscos de intoxicação alimentar."
FONTE : www.folha.com.br - 10/04/05
Respondida por Paulo Rebello, em 13/04/2005
Alerta – Difilobotríase
Saúdo a todos !!!
Para leitura.
Paulo Roberto Rebello
COMUNICADO CONJUNTO CVS/CVE Nº 01 /2005 - "PESCADO - CONSUMA COM SEGURANÇA"
COMUNICADO CONJUNTO CVS/CVE Nº 01 /2005
Os Diretores Técnicos do Centro de Vigilância Sanitária e Centro de Vigilância Epidemiológica, da Coordenadoria de Controle de Doenças, da Secretaria de Estado da Saúde, considerando:
o recente hábito de consumir peixes, em especial crus, no cardápio do brasileiro;
as notificações de casos de parasitose intestinal, causada pela tênia do peixe no município de São Paulo, associadas ao consumo de peixe cru ou mal cozido; e
a necessidade de transmitir noções de prevenção para evitar doenças veiculadas por pescados como a difilobotríase,
torna público a Cartilha "PESCADO - CONSUMA COM SEGURANÇA" para distribuição junto à
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rede de saúde e população em geral:
A IMPORTÂNCIA DO PEIXE NA ALIMENTAÇÃO
O peixe é um alimento saboroso e de fácil digestão, normalmente encontrado nos rios, lagoas e mares.
É excelente fonte de proteínas, sais minerais, vitaminas, gorduras, portanto, rico em nutrientes, comparáveis à chamada carne vermelha.
Os sais minerais estão presentes na maioria das espécies de peixes e são: cálcio (principalmente na sardinha), ferro, iodo, fósforo, cobre, magnésio e selênio.
As vitaminas mais encontradas são: A, complexo B (B1 e B2), D (depende da quantidade de gordura do peixe, sendo em maior quantidade na taínha e no atum).
Os peixes são ricos em gorduras polinsaturadas, como por exemplo, os peixes marinhos, geralmente de águas mais frias, como o salmão, o bacalhau, o atum, o arenque, a sardinha e a cavala.
CUIDADOS NA AQUISIÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS PESCADOS
O pescado é altamente perecível, exigindo cuidados especiais na sua conservação, manipulação e preparo.
Na hora da compra, verificar se os pescados estão com bom aspecto: guelras vermelhas, escamas brilhantes e bem aderidas, olhos salientes e brilhantes, pele firme, cor e cheiro próprios.
Nos supermercados, sacolões, feiras livres e outros, os pescados devem estar expostos em bancas limpas, com bastante gelo ou em balcões refrigerados.
O pescado deve ser submetido ao congelado prévio à temperatura de - 20 ° C, por sete dias, se for destinado a consumo cru.
É importante que os restaurantes, churrascarias, fast-foods, entre outros, adotem os procedimentos de Boas Práticas, a fim de garantir a qualidade higiênico sanitária do alimento preparado. Os serviços de alimentação devem implementar os Procedimentos Operacionais Padronizados relacionados à higiene das instalações, equipamentos e móveis, controle integrado de vetores e pragas urbanas, higienização do reservatório de água, higiene e saúde dos manipuladores, controle e garantia de qualidade dos alimentos.
O QUE É DIFILOBOTRÍASE?
É uma doença intestinal de longa duração, causada por um parasita, Diphyllobothrium ssp, a tênia do peixe, que pode persistir no intestino humano por mais de 10 anos, instalando-se no intestino delgado e podendo atingir até 10 metros de comprimento.
COMO IDENTIFICAR O PEIXE CONTAMINADO?
A larva em peixes infectados não é visível a olho nu.
QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
A maioria das infecções é assintomática. Nas infecções sintomáticas apresenta-se um quadro de dor e desconforto abdominal, flatulência, diarréia, vômito e perda de peso, podendo ocorrer anemia megaloblástica por carência de vitamina B12. Infecções severas podem resultar em obstrução intestinal ou do ducto biliar.
COMO AS PESSOAS SE CONTAMINAM?
A infecção humana ocorre quando são consumidos peixes crus, defumados ou mal cozidos que contém a larva infectante.
COMO DETECTAR A DOENÇA?
Pelo exame de fezes.
MEDIDAS PREVENTIVAS
O pescado deve ser submetido ao congelado prévio à temperatura de - 20 ° C, por sete dias, se for consumido cru. O congelamento é uma prática importante, pois inativa o parasita. É recomendável a leitura dos Manuais dos refrigeradores e freezers, no sentido de verificar se os mesmos atingem a temperatura adequada.
Outra medida de prevenção é o cozimento completo de peixes e mariscos a 60 ° C por 10 minutos.
E A POPULAÇÃO, COMO PODE SE PREVENIR?
Adotando os procedimentos de congelamento prévio a - 20° C, por sete dias para o consumo de peixes crus ou ingerindo esses produtos bem cozidos ou assados.
ATENÇÃO
Não consuma pescado de origem duvidosa ou desconhecida.
Evite consumir pescado cru, que não tenha sido submetido a congelamento prévio.
Respondida por Paulo Rebello, em 13/04/2005
Alerta – Difilobotríase
Saúdo a todos !!!!
Com a notícia abaixo, a Vigilância Sanitária poderia aproveitar o embalo e fazer campanhas educativas sobre as outras Tênias , a saginata e a sollium e seus ciclos já que o consumo de carne no país é muito maior do que de peixe acrescentando o Alerta de que aproximadamente metade dos abates de animais é clandestino e que, portanto, igualmente como a do peixe, não devemos consumí-la crua ou mal passada ....Não podemos esquecer da Toxoplasmose !! Todo mundo só pensa nos gatinhos e se esquece da ingestão de carne crua !!! Poderia aproveitar e falar do gênero Brucella e suas espécies como a suis e o risco de se consumir embutidos crus ou mal cozidos
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, a B. abortus, e por aí vai....
Enfim...Estamos perdendo uma boa oportunidade....Já que a VISA explica como tratar a carne do peixe porque não explica para as outras carnes ????????????
Saudações.
Paulo Roberto Rebello - médico
CECIH-SES/RJ
VISA-EAD/ENSP-FIOCRUZ
Vigilância sanitária libera consumo de salmão em SP
(Ultimo Segundo)
Jornalista: Indefinido
09/05/2005 - A Vigilância Sanitária da Prefeitura de São Paulo informou não ter encontrado nenhum vestígio do parasita conhecido como tênia do peixe em amostras de salmão recolhidas pela cidade até 15 de abril passado.
O resultado foi comemorado por donos de restaurantes japoneses e por seus clientes, que ficaram assustados no mês passado com a suspeita de que o peixe cru vendido em São Paulo pudesse estar contaminado com o parasita. As vendas caíram em até 60% nos restaurantes japoneses e pratos alternativos, como sushi de frango, foram criados na tentativa de se manter a clientela. As informações são do do SP TV, da rede Globo.
Para evitar o risco de contaminação, o salmão tem que ser conservado por sete dias a uma temperatura de 20 graus centígrados abaixo de zero, ou 15 horas a 35 graus abaixo de zero. A Associação Brasileira de Culinária Japonesa, que abrange 101 dos 300 restaurantes japoneses da cidade, contratou sanitaristas para garantir a qualidade do peixe que chega às mesas dos consumidores.
Amostras de outros tipos de peixe ainda estão sendo analisadas pela Vigilância Sanitária e pelo Instituto Adolfo Lutz. Os resultados devem sair semana que vem.
Respondida por Paulo Rebello, em 17/05/2005
Alerta – Difilobotríase
Saúdo a todos !!!
Estou encaminhando a matéria para profunda reflexão sobre a opinião de um Ministro de Estado lembrando que a Ministra da Saúde da África do Sul é contra a terapia anti-retroviral para o HIV "recomendando" ingestão maciça de alho que também "é bom para a pele" .
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Titular da Pesca, que chegou a negociar soluções no começo do surto, diz que houve precipitação no caso
Ministro vê exagero em risco de peixe cru
EDUARDO DE OLIVEIRA DA AGÊNCIA FOLHA
CLÁUDIA COLLUCCI - DA REPORTAGEM LOCAL
O ministro José Fritsch (Secretaria Especial da Aqüicultura e Pesca) disse ontem ter havido "precipitação" na divulgação de informações sobre o surto de infecção intestinal em São Paulo associado ao consumo de salmão cru
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e falou em "armação internacional" ao abordar o episódio.
Reportagem da Folha publicada em abril revelou um surto de difilobotríase, doença intestinal transmitida pelo parasita Diphyllobothrium spp, em São Paulo.
De março de 2004 a maio deste ano foram registrados 42 casos no Estado 39 na capital, 1 em Ribeirão Preto, 1 em Campinas e 1 em Santos. De 1998 a 2004, haviam sido notificados só dois.
A suspeita recaiu sobre o salmão porque, segundo as autoridades sanitárias, o peixe é hospedeiro do parasita. A repercussão do caso levou a uma redução que chegou a 60% no movimento em restaurantes de comida japonesa no Estado de São Paulo, segundo dados da ABCJ (Associação Brasileira de Culinária Japonesa).
Para Fritsch, que se disse "indignado", os dados são, "do ponto de vista estatístico, insignificantes diante de 1 milhão de consumidores de salmão" no país. Do ponto de vista epidemiológico, diz Carlos Fortaleza, da Secretaria da Saúde paulista, os casos indicam um surto (aumento inesperado de casos), o que mereceu o alerta.
Fritsch atribuiu a "precipitação" à Vigilância Sanitária em São Paulo, à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e ao Ministério da Agricultura. "Todos acabaram se precipitando e entraram naquele movimento de que havia um grande problema, que na verdade não era."
Para ele, deveria ter havido mais "cautela". "Já disse ao ministro da Agricultura [Roberto Rodrigues] e ao presidente da Anvisa [Cláudio Maierovitch] que precisamos primeiro reunir as áreas do governo para analisar e, a partir daí, tomar medidas conjuntas. Não que cada um, individualmente, faça uma ação que depois acabe não se tornando um resultado positivo."
O próprio ministro chegou a dizer, no auge do episódio, que estudava limitar a importação só a salmão congelado. Depois o governo recuou, por razões comerciais. A assessoria de Fritsch disse que a frase foi dita em meio a "confusão e falta de informação".
FONTE: www.folha.com.br - 11/05/05
Respondida por Paulo Rebello, em 18/05/2005
Alerta – Difilobotríase
Ainda dentro do meu objetivo de apenas provocar reflexões nos companheiros de site , vejam a matéria referente à Tênia do peixe:
Vejam o que o "ministro " da pesca disse , vejam o que o epidemiologista paulista disse e vejam a opinião do gestor federal ( ISTO , É CLARO COMPANHEIROS , SEM ESQUECER DE QUE SE TRATA DE MATÉRIA JORNALÍSTICA) .
Alguém tem curiosidade de saber quais são os estudos epidemiológicos que são feitos sobre as outras teníases ???????????
Afinal , teníases têm ou não tem imnportância sanitária ? Quem tem razão ? O "ministro da pesca" , o epidemiologista de sampa" ou o gestor federal de VISA? Ou nenhum dos três ??????????
Paulo Roberto Rebello
Meta foi preservar saúde dos cidadãos,
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afirma secretaria
Não houve precipitação na divulgação do caso, diz Carlos Magno Fortaleza, coordenador de controle de doenças da Secretaria de Estado da Saúde. "O alerta foi dado por causa de um estudo epidemiológico extremamente sério e capacitado. Acima de tudo [dos acordos comerciais] está a saúde da população. O que São Paulo fez foi alertar os cidadãos dos riscos de comer salmão sem as devidas condições sanitárias."
Para Cláudio Maierovitch, presidente da Anvisa (vigilância federal), houve "muita visibilidade para um tema que não tinha muita importância sanitária". Indagado sobre nota da Anvisa que indicava evitar peixe cru, Maierovitch disse: "ela não foi muito cuidadosa". (CC)
FONTE: www.folha.com.br - 11/05/05
Respondida por Paulo Rebello, em 18/05/2005
Alerta – Difilobotríase
VOCÊ TEM O DIREITO DE SABER OQUE ESTÁ CONSUMINDO REALMENTE
Fritsch diz que é seguro o consumo do salmão cru ...........ele ACHA?
10/05/2005
O ministro José Fritsch, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, afirmou nesta terça-feira (10) que não houve confirmação de qualquer contaminação em salmões importados do Chile com a doença difilobotríase. E acrescentou que é seguro o consumo do salmão cru, ao abrir a feira e congresso Seafood Expo Latin America, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).
Disponível em: action=ler&id=19094>
Acesso em: 12 mai. 2005
Selo vai garantir consumo de salmão cru
Iniciativa ê dos restaurantes japoneses, para que o consumidor tenha mais segurança
Metrô News - São Paulo, 11 de maio de 2005 - Geral - p. 5
Ontem,
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o ministro José Fritsch (Pesca) e os restaurantes de comida japonesa se lançaram em novas ofensivas para tentar provar que o salmão consumido no Brasil não transmite nenhum tipo de doença.
Enquanto isso, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou dados mostrando que o surto de infecção intestinal decorrente do consumo de salmão no Estado ainda não foi controlado.
Nos últimos dois meses, segundo a secretaria, mais 14 pessoas contraíram difilobotríase na Capital (11), em Ribeirão Preto (1), em Santos (1) e em Campinas (1). Todas começaram a passar mal após comer salmão.
Desde março de 2004, a doença atingiu 42 pessoas no Estado. Os restaurantes de comida japonesa, de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), tentando reverter a fuga de clientes (o salmão cru é ingrediente básico do sushi e do sashimi), anunciaram a criação de um selo que atestará que o salmão servido por eles não transmite a difilobotríase.
Ganharão o selo os estabelecimentos que adotarem certas normas de higiene, sendo a principal delas do peixe previamente congelado. Os locais serão regularmente inspecionados.
Causada pelo parasita Diphyllobothrium spp, a difilobotríase tem como principais sintomas diarréia e anemia. O homem é contaminado quando come peixe cru com o parasita. Ele, porém, não sobrevive a baixas temperaturas, daí a preocupação com o congelamento. O governo brasileiro cogitou proibir a importação de salmão do Chile e baixar uma norma obrigando os importadores a comprá-lo somente congelado, mas não levou as idéias adiante. O Ministro Fritsch disse ontem que o consumo de salmão cru é seguro e pôs a culpa numa "armação internacional" contra o Chile. ISSO...ELE "ACHA".?
nota: AINDA ESTAMOS VERIFICANDO A INTOXICAÇÃO PELAS ASTAXANTINAS...CORANTE UTILIZADO PARA DAR A COR "SALMÃO"PARA AS "TRUTAS SALMONADAS"....
Mensagem encaminhada pela colega Celia Wada
Respondida por Celia Wada, em 20/05/2005
Alerta – Difilobotríase
Aproveitando o salmão....QUE BAGUNÇA!!!!!!!!!!!!!! SALMÃO OU TRUTA
SALMONADA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Será que o ministro sabe a diferença entre o salmão selvagem e as trutas salmonadas (que é oque estamos consumindo nos restaurantes)???
Será que NINGUÉM ENTENDE que...o parasita encontrado e uma coisa e o corante utilizado é outra????????????
Se preocupam com a o difilobotrium e não se preocupam com as xantinas.................ter diarréia é ruim...ficar cego não..................
Queremos APENAS que o consumidor SAIBA oque está comendo...se quiser comer...problema dele.....
(quem tiver interesse no trabalho...às ordens...)