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Divulgação de cursos e eventos
Curso: Elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Realização: Hospital São Francisco de Ribeirão Preto
Público: Todas as instituições que prestem serviços de saúde(clinicas, hospitais, ambulatórios, laboratórios, centros de pesquisa, centro de reprodução entre outros. Estas devem por obrigatoriedade, segundo a RDC 306, entregar o Plano de Resíduos á ANVISA até junho de 2005.
Data: 13/05/2005 das 08:00 'as 18:00
Local: Hotel Ibis- Ribeirão Preto -SP
Investimento: R$ 150,00 (incluido material didático em apostila e em CD contendo toda a legislação sobre o assunto, palestras, experiências, e roteiro para elaboração do Plano de Resíduos)
Informações: (16) 607-3011 com Carlos das 8:00 'as 17:00
(16) 607-3032 com Enfermeira Karina (manhã)
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Enviada por , em 18/04/2005
Divulgação de Curso – SP
Prezada Enf. Karina,
parabéns pela iniciativa da organização desse curso, justamente nesse momento em que existem tantas dúvidas sobre questões técnicas e legais relativas aos RSS.
No entanto, não posso deixar de manifestar minha preocupação com o fato de você ter mencionado duas coisas sobre os Planos de Gerenciamento de RSS que me parecem equivocadas.
Inicialmente, a obrigatoriedade de entrega dos PGRSS à ANVISA. Na verdade, os planos deverão ser entregues ao órgão municipal responsável pela vigilância sanitária. Caso esse órgão não esteja preparado para receber ou avaliar o PGRSS, o estabelecimento de saúde deverá procurar a regional da vigilância sanitária estadual à qual sua cidade pertence para consultar sobre as condições e prazos para entrega do PGRSS. U aspecto
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da maior importância nessa questão refere-se ao prazo mencionado. Na verdade, os prazos estabelecidos pela RDC 306 referem-se a necessidade de adequação às novas exigências, NÃO SE TRATA DE UM PRAZO PARA ENTREGA DO PGRSS. Isso deve ficar bastante claro, uma vez que estamos estabelecendo, ao menos no estado de São Paulo, uma sistemática vinculada à renovação da licença sanitária. Na verdade, os estabelecimentos de saúde não terão que entregar os PGRSS, e sim mante-los disponíveis para o caso de verificação por parte da visa.
A outra questão que me preocupou bastante foi sua referência à um roteiro para elaboração do PGRSS, a ser distribuído. Como já mencionei, estamos tentando estabelecer uma padronização do formato dos PGRSS, ao menos ao nível do Estado de São Paulo. Objetivo é facilitar a sua elaboração e, principalmente, sua análise e referenciamento,via banco de dados, na vigilância sanitária. A padronização facilitará muito o trabalho dos serviços de saúde, uma vez que será fornecido um programa de computador para guiar a elaboração do PGRSS, passo a passo. Assim, sugiro que qualquer outro modelo seja usado apenas como referência para discussão, uma vez que poderão não ser aceitos pela visa.
Certo de contar com a sua compreensão, sugiro ainda que contate as visas estadual e municipal em Ribeirão Preto para obter maiores informações sobre os encaminhamentos que estão sendo propostos para a área de RSS na vigilância sanitária em SP
sds,
Vital Ribeiro
CVS-SES-SP
Respondida por Vital Ribeiro, em 25/04/2005
Divulgação de Curso – SP
Caro Vital,
Fiquei muito feliz por sua atenção.
Em relação ao curso que o Hospital São Francisco está elaborando, dentro da instituição há uma Comissão responsável (formada por enfermeiros, engenheiro, administrador,farmacêutico e nutricionista) pelo gerenciamento dos resíduos formada há 3 anos. Pretendemos passar neste segundo ano de curso, o que temos aprendido e principalmente, estudado.
Como disse, justamente neste momento de tanta discussão, sentimos que ações básicas do gerenciamento faltam nas instituições e que o "lixo" ainda continua sendo algo repudioso, necessitando de maior atenção e podemos dizer, "maior carinho".
Sendo fruto de dissertação de minha pós-graduação pela USP, neste trabalho discutiremos o que é primordial no gerenciamento intra-hospitalar e principalmente todas as vantagens de se tê-lo correto e
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acima de tudo, as dificuldades e como contorná-las.
Encontramos ainda a falta do saco de acondicionamento, falta de identificação, indice alto de acidentes com pérfuros, transbordos, acondicionamento na rua, no chão entre outros...isso se agrava em cidades menores.
Em relação ao Plano, sabemos que as instituições terão que mante-los disponíveis para o caso de verificação por parte da visa até junho de 2005 conforme consta na RDC 306. Assim, precisamos monta-lo, e mais do que escrever, que acredito ser a parte fácil, é como realizar as ações e é nesse sentido que pretendemos orientá-los.
O roteiro elaborado através de referências, citações e experiências importantes, direciona as ações que devem ser realizadas baseadas nas legislações e assim, facilita a descrição.
Penso ser ótimo estabelecer uma padronização do formato dos PGRSS, com o objetivo de facilitar a sua elaboração e, principalmente, sua análise e referenciamento,via banco de dados, na vigilância sanitária, assim, falaremos a mesma "lingua". Porem acredito ainda, que isso será a nível de descrição de informações. Haverá ainda a necessidade de treinamento das instituições no "como fazer", o que será alvo deste curso prático.
Compreendo perfeitamente sua preocupação, e mais uma vez, cito que o objetivo da Comissão de Resíduos do Hospital São Francisco de Ribeirão Preto é difundir o conhecimento na área de resíduos de serviços de saúde, trocando experiências e buscando a melhor solução na prática, dentro do estabelecido na legislação.
Grata,
Karina Fonseca
Enfermeira Hospital São Francisco - Ribeirão Preto
Respondida por Karina Fonseca, em 02/05/2005
Divulgação de Curso – SP
Prezados Vital / Karina
- referente as suas observações com relação ao evento organizado pela amiga Karina tenho a dizer, em primeiro lugar, acredito ser de extrema importância a realização do mesmo e, oque me deixa mais feliz é que a inicitativa esteja partindo de um progissional da área de saúde.
------>>>>> primeira observação -
Inicialmente, a obrigatoriedade de entrega dos PGRSS à ANVISA. Na verdade, os planos deverão ser entregues ao órgão municipal responsável pela vigilância sanitária.
------>>>>> depende da regulamentação local ------>>>>>
Caso esse órgão não esteja preparado para receber ou avaliar o PGRSS, o estabelecimento de saúde deverá procurar a regional da vigilância sanitária estadual à qual sua cidade pertence para consultar sobre as condições
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e prazos para entrega do PGRSS. U aspecto da maior importância nessa questão refere-se ao prazo mencionado. Na verdade, os prazos estabelecidos pela RDC 306 referem-se a necessidade de adequação às novas exigências, NÃO SE TRATA DE UM PRAZO PARA ENTREGA DO PGRSS
------>>>>> mais uma vez...depende da regulamentação local (aliás, como tudo em relação as questões ambientais - segue-se a restriçào maior) federal - estadual - municipal.
ex. Curitiba - o plano deve ser entregue a secretaria do meio ambiente para aprovaçào e com prazo. ...esse é apenas um exemplo ------>>>>>
------>>>>> segunda observação
A outra questão que me preocupou bastante foi sua referência à um roteiro para elaboração do PGRSS, a ser distribuído-
------>>>>> acredito que um roteiro auxilie bastante qualquer pessoa que vá realizar a análise e elaboraçào do plano. ------>>>>>
Assim, sugiro que qualquer outro modelo seja usado apenas como referência para discussão, uma vez que poderão não ser aceitos pela visa.
------>>>>> Vital, me desculpe mas, um plano realizado com conhecimento técnico científico COMPROVADO, jamais será NÀO ACEITO PELA VIGILÂNCIA. Falar isso é desmerecer o trabalho consciente de uma equipe REAL de trabalho.
Muito mais preocupante é receber um PROGRAMA PRONTO, PADRÃO, que poderá ser APENAS preenchido sem realmente ser estudado. Por favor....vamos moralizar e não permitir que nosso PGRSS se transforme em mais um PPRA (TÃO IMPORTANTE E TÃO DESVALORIZADO) feito APENAS PARA CUMPRIR LEIS!!!!!!!!!!!!!!!!!! O valor de um PPRA "FEITO" É FANTÁSTICO!
Planos COMPRADOS...com certeza NÃO DEVERÃO SER APROVADOS.
Vamos fazer com que se leve mais a sério OS PROGRAMAS, vamos fazer uma séria GESTÃO INTEGRADA.: CCIH / CIPA / SESMT/ PGR/ EVS/ EVE/ PGRSS/ .........teremos uma real melhoria das consições do trabalhador, do trabalho, do estabelecimento, do meio ambiente, da saúde...do futuro..........
APROVEITO PARA PARABENIZAR O TRABALHO DE CURITIBA.(PROJETO DESPERDICIO ZERO - Governo do Paraná - SEMA) - ..ALTAMENTE SÉRIO E INTEGRADO...PARABÉNS !