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Áreas de apoio
Boa tarde,
Estou precisando da ajuda dos colegas!!
Estamos implantando dose unitária (fracionamento) para medicações endovenosas.
Já cumprimos várias etapas do processo e agora estamos na de validação da capela de fluxo laminar. Precisamos fazer a medição de partículas e para isso devemos contratar empresa especializada. Já fizemos os orçamentos e.... surgiu-nos uma dúvida: quais documentos exigir da empresa na hora de contratarmos o serviço, que comprove estar esta apta a realizá-lo? Qual é o órgão certificador desta empresa? Em consulta a SBCC (Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação) recebemos a resposta que não são eles...
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Enviada por , em 22/11/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
ola
como enfermeira, acho bastante pertinente o preparo ser feito por farmaceuticos por varios motivos:
-assim , podemos dar mais atençao ao paciente
-em caso de fracionamento, o medicamento nao se perde, podendo o restante ser utilizado em outro preparo.
e tudo isso sem dificuldades, pois a dose vem corretamente identificada.
no periodo em que trabalhei na " hematologia pediatrica do HSE, era meu "sonho de consumo".
um abraço
enf ethel davidson
ccih-hupe-uerj
Respondida por Enf Ethel Davidson, em 03/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
Prezados colegas da lista de discussao,
Depois da polêmica sobre responsabilidades dos enfermeiros e farmacêuticos no fracionamento de medicamentos e da democrática colocação de opiniões de diferentes profissionais, acho que seria interessante que fossem enviadas mensagens que possam passar a ser relacionadas ao tema - afinal, o título é Validação da capela de fluxo laminar....!
Um abraço a todos
Nestor
Respondida por Nestor, em 03/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
Vamos por partes...
Em meus dezesseis anos de profissão, Carla, posso lhe garantir que dose fracionada não impede em nada o planejamento de nossa assistência. Com o tempo você vai descobrir que o custo x benefício deste processo tem por trás muita segurança e controle de nossa Anvisa - conforme a própria Rosemere já está buscando orientações para o mesmo.
Rosemere,
desejo-lhe boa sorte nesta fase de implantação do processo e de antemão lhe digo que valerá a pena tal coisa.
Paulo, não sei qual sua profissão, mas como colega, concordo com você quanto ao "toque" no papel multiprofissional dentro de uma instituição sabendo que a responsabilidade é de todos em prol de um processo e o Saber deve ser
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compartilhado.
Para quem já viveu fases "paleozóicas", eu vejo com muito bons olhos o uso de material descartável, fracionamento medicamentoso, soluções manipuladas como a dieta enteral e parenteral, uso de tecnologia em prol de mais tempo COM o e PARA a nossa assistência ao paciente.
Ampliemos nossos horizontes!
Paz!
Enfª Patrícia - Minas Gerais
Respondida por Enfª Patrícia , em 03/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
Olá Leila,
Parabéns pelas colocações.
Enfermeira Amelia (Brasília)
Respondida por Enfermeira Amelia, em 03/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
Parabenizo a colega Sandra pelas suas colocações bem fundamentadas a respeito deste assunto que vem gerando polêmica.
Everaldo (Enfermeiro do Trabalho da UnB)
Respondida por Everaldo, em 03/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
É até penoso perceber como certas categorias profissionais da área da Saúde tentam apresentar superioridade sobre as demais.
Estamos em tempo de somar, multiplicar, facilitar e unir esforços de melhoria contínua.
Se fosse para hipervalorizar a categoria da Enfermagem, temos tantas qualidades, já reconhecida por muitos colegas da área da Sáude, quanto todos os outros, que colaboram para o bem-estar das pessoas para as quais nossos ideais estão voltados.
Acredito que devemos discutir melhor o assunto para que "ferpas" não sejam disparadas em nenhuma direção.
Um grande abraço a todos.
Sheila Tetamanti - Enfermeira do Trabalho
Saúde Ocupacional
tlasheila@ache.com.br
Respondida por Sheila Tetamanti, em 06/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
Bom dia colegas,
Sem querer diminuir a importâncias das discussões, o assunto da mensagem original foi "desvirtuado" pelas impressões pessoais e demais questionamentos.
Continuo na dificuldade quanto a validação da capela e refaço o pedido de ajuda.
Em primeiro lugar gostaria de imediato de pedir desculpas á todos pelo que vou escrever, não sou de participar desta lista para dar minha opinião, mas sim de ler seu conteúdo e pesquisar o que aqui se fala, mas dessa vez eu fiquei chocada por ler mais uma vez o que li sobre esse assunto. Penso que não devemos usar títulos ou tempo de profissão para garantir a qualidade de profissionais ou serviços prestados, pois, até os mais experientes erram e esta lista pelo que penso não se presta a divulgar profissionais. Se presta sim a divulgar o que de mais novo existe no mercado sobre os assuntos aqui abordados
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de modo que desde uma acadêmica ou até mesmo um mestre do assunto possa mudar de idéia ou tentar explicar o que o que lhe vai na mente.
O assunto é pertinente sim, pois, estamos tocando num assunto sério regido por leis de conselhos mas que tem como objetivo final a boa prestação de serviço para o cliente.
O COREN legisla e as escolas de enfermagem ensinam que nenhuma medicação que não for preparada pelo profissional deve ser aplicada ao paciente. Hoje vemos que a farmácia unitária está aí com todo o seu valor na parte de comprimidos e materiais descartáveis a grande dúvida é E AS MEDICAÇÕES VENOSAS?
Tive esse debate com minha professora de Auditoria em Farmácia no curso de Pós Graduação em Auditoria de Sistemas de saúde. E não se tratou de em debate de essa é minha área e a sua é outra, o debate se deu pelo único motivo da legislação ainda vigente rege que a Enfermagem é que deve preparar e administrar as medicações aos clientes, e não por achar meus colegas multiprofissionais incompetentes ou despreparados , pois quem se presta a implantar esse serviço na sua Instituição tem que planejar muito bem o Projeto, pois, o risco final é sério e passível de processos legais no caso de uma contaminação.
Hoje quase um mês depois eu já vejo com bons olhos a responsabilidade de preparação dos medicamentos por farmacêuticos e a
administração pela enfermagem, mas ainda temos barreiras muito tênues que temos que ultrapassar cada um a seu tempo, mas com muito estudo e confiança.
E estamos aqui para isso, divulgar nosso conhecimento para os que ainda não tiveram a oportunidade de entrar em contato com eles e melhorar cada vez mais a qualidade do atendimento prestado aos nossos clientes seja em qualquer segmento. Assim despidos de títulos ou egos teremos serviços melhores e profissionais qualificados. E pessoalmente creio ( e pode ser até ingenuidade minha) que é assim que se faz uma cidade melhor, um estado melhor, um país melhor e quem sabe um mundo melhor.
Muito obrigado a todos
Ana Maria Silva
Enfermeira do Trabalho
Respondida por Ana Maria Silva, em 07/12/2004
Farmácia - Validação da capela de fluxo laminar
SAÚDO A TODOS !
OLÁ ETHEL !
Eu , não vou negar mais uma vez, estou vibrando com as interveções !!!!! Estou acumulando as mensagens ( p/ quem não sabe eu salvo numa pasta no meu PC o que acho interessante do site RB) sobre este tema para mais à frente emitir uma opinião, não que eu me ache alguém "sintético" (risos) que pode "fechar um tema" mas apenas para colocar mais lenha nessa fogueira cujo foco deveria ser "SEGURANÇA NO USO DE MEDICAMENTOS NO AMBIENTE HOSPITALAR" pois fiquem certos que há EFEITOS ADVERSOS relatados , registrados , publicados em trabalhos científicos , enfim, em pacientes e isso é decorrente das dificuldades que temos em implantar
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um sistema de FARMACOVIGILÂNCIA, que ainda não vingou no ambiente hospitalar por inúmeros motivos, notadamente nos estabelecimentos particulares, e envolve as três categorias que fazem parte da cadeia : quem recebe e dispensa ( que tem dupla responsabilidade pois deve estabelecer um Controle de Qualidade ) , quem prescreve ( que tem dupla responsabilidade pois não pode abandonar seus conhecimentos de Terapêutica Clínica ) e quem administra sendo que este último além de administrar MONITORA O PACIENTE NAS 24 HORAS ....ou seja tem dupla responsabilidade .....como os outros dois...Ethel eu trabalho com vários enfermeiros , muitos de notório saber ~, como Doutorado inclusive e que compartilham desta opinião ....
Ainda não vi ninguém emitir opinião sobre a Resolução RDC no 220 ...Repito que é importante não deixarmos essa discussão morrer sem ler a dita Resolução.....
Antes que eu me esqueça, creio que repararam que o Paulo de Brasília não sou eu ....( risos) não obstante respeitar a sua opinião...Também queria dizer que não creio que trata-se de "assunto bobo" , muito pelo contrário eu acho muito sério , com algum grau de gravidade e já vi debates acalorados em outras pairagens...onde tivemos que chamar .......os bombeiros ( risos ) para apagar o fogo...Quer queiram ou não o assunto envolve "corporações" e isso tem que ser dissecado ....pois envolve SEGURANÇA PARA O PACIENTE E PARA TODOS nós profissionais de saúde...
PAULO ROBERTO REBELLO
SES/RJ
VISA-EAD/ENSP-FIOCRUZ