"Catapora deixa Minas em alerta Aumenta o número de pessoas atingidas por catapora em Minas, que registrou, até o mês de agosto, 7.732 notificações e duas mortes. Em todo o ano passado, foram contabilizadas 19.407 notificações e oito óbitos no estado. Em Belo Horizonte, já são 829 casos confirmados até este mês. O Hospital Infantil João Paulo II, da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), confirma o aumento dos registros: enquanto ao longo de todo o primeiro semestre 125 crianças tiveram diagnóstico positivo na unidade de doenças infecciosas e parasitárias do hospital, em julho e agosto já ocorreram 243 confirmações. O vírus responsável pela doença circula durante todo o ano, porém, no início
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da primavera, ocorre uma incidência maior, com ampliação da demanda por atendimento em até 60%. Segundo a pediatra do João Paulo II e infectologista pediátrica Andréa Lucchesi de Carvalho, em setembro e outubro há um pico da enfermidade, devido ao tempo seco, que facilita a transmissão do vírus varicela-zoster, pelo ar e pelo contato. "Em agosto houve um número acima do esperado, também por causa do tempo seco", informa. A varicela é mais comum em crianças. A médica afirma que estudos nacionais apontam que 85% das pessoas com mais de 18 anos já tiveram a doença. Entretanto, quando há casos diagnosticados em pacientes com mais de 13 anos, é necessário atenção especial, pelo fato de o quadro ser mais grave nessa parcela da população. As complicações da varicela ocorrem ainda em grávidas e pacientes que fazem tratamento de doenças como o HIV e o câncer. "A grávida que contrai o vírus pode ter a forma grave da catapora nos últimos cinco dias da gestação ou dois dias após o parto. Todo o cuidado deve ser tomado para que a doença não seja transmitida para o bebê, que pode ser acometido pela forma grave nos primeiros 10 dias de vida. Por sua vez, os imunodeprimidos precisam tomar, em 96 horas, imunoglobina venosa, uma vez que a varicela atinge os órgãos internos, podendo causar infecção generalizada", diz a pediatra. ORIENTAÇÕES Andréa Lucchesi explica que a primeira manifestação da doença é a lesão na pele, que causa coceira. Contudo, 48 horas antes do aparecimento das erupções, a pessoa já transmite o vírus, que é altamente contagioso. As lesões são mais comuns no tronco, rosto, boca e genitais. Entre os sintomas também estão febre, dor no corpo, mal-estar, irritabilidade e dificuldade para se alimentar. Depois de 72 horas, o quadro da varicela pode se complicar por causa de infecções e pneumonia, podendo levar até à morte. "O ideal é manter as crianças hidratadas, dar diversos banhos ao dia, inclusive lavando os cabelos, usar apenas água e sabonete comum e evitar o uso de pasta d'água, que gruda na lesão e dificulta a limpeza. Os pequenos ainda devem ficar em casa, de repouso", ressalta. A vacina contra a catapora é oferecida apenas na rede privada de saúde e custa, em média, R$ 75. Os pais devem ficar atentos, porque é necessária a aplicação de duas doses, sendo a primeira após o primeiro ano de vida e o reforço entre os 4 e 6 anos. A doméstica Arlete Aparecida Rocha, de 35, conta que ficou muito preocupada com o estado de saúde da filha Yasmin Evelin Rocha Correia, de 2. Na quarta-feira da semana passada, a menina teve muita febre e, no dia seguinte, o médico diagnosticou catapora e pneumonia. "Na sexta-feira ela foi internada no João Paulo II e está melhorando aos poucos. Acho que ela pegou o vírus na creche, onde muitas crianças estavam com catapora. Na minha opinião, quem está doente deve ser afastado do convívio para evitar a contaminação", opina. Daniela Galvão - Fonte: Estado de Minas"
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Informes e contatos Contatos - Enfermagem do Trabalho
Boa Tarde...
Sou Enfermeira e estou pensando em fazer pós graduação em Enfermagem do Trabalho, gostaria de saber quais as atribuições de um Enfermeiro do Trabalho, a média salarial e mais algumas informações que vcs acharem necessario estar passando.
Agradeço
Att.
Suellen
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Legislação e normatizações Adicional de Periculosidade
Prezados
Como vcs estão tratando especificamente a questão de periculosidade nos setores de Hemodinamica e Radioterapia?? Consideram? BAseada em que documento ou evidência legal grata Luiza
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Ontem recebemos q visita do MTrabalho e nos foi solicitado, além de tudo o que já sabemos, que não usemos mais saias ou maquiagem.
Lendo a NR, encontro o item maquiagem citado apenas no ítem abaixo:
" 32.3.9.4.6 Com relação aos quimioterápicos antineoplásicos, compete ao empregador: a) proibir fumar, comer ou beber, bem como portar adornos ou maquiar-se;" Não encontrei nada especificando o uso de saia, apenas roupas adequadas. Além disso, brincos pequenos, aderidos ao lóbulo da orelha também estão proibidos! Sob qual justificativa? Como está sendo a conduta de vocês? Baseado em que tais proibições generalizadas? Do ponto de vista de controle de disseminação de patógenos, não consigo entender. Por favor, uma luz! Grata!! Isabella Albuquerque Infectologista/Rio de Janeiro
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS – Antirretroviral / Recusa
Prezados, Gostaria de um auxílio no seguinte caso: Um funcionário teve um acidente perfuro cortante e está se recusando a tomar a medicação pós-exposição ocupacional. Ela é obrigada a tomar a medicação? Se não, qual o procedimento que devo seguir? Existe alguma orientação do ministério da saúde quanto a isso? Grato, Fernando Noronha
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Remoção/Transporte de Pacientes
Boa tarde!! No pronto atendimento da cidade onde resido a equipe de enfermagem recebeu uma visita do COREN, nesta os fiscais foram indagados pelos técnicos de enfermagem sobre de quem é a responsabilidade de acompanhar pacientes em remoção (transferência do PA para hospitais da cidade vizinha). Os ficais disseram que quem deve ir é sempre o enfermeiro que estiver no plantão, desde então todos os técnicos se recusam a sair na ambulância. As ambulâncias do município são equipadas somente com oxigênio e são do tipo fiorino. Gostaria de saber se existe uma legislação específica que trata do assunto par ajudar meus colegas do PA. Mensagem encaminhada pelo colega José Marcos
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
AECIHERJ - Associação de Estudos em Controle de Infecção Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro XI Curso de Capacitação em Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas a Assistência a Saúde 13 de setembro a 18 de outubro de 2010 Inscrições a partir de 20 de julho Aulas: 2a feira de 13h00 as 17h00 Local: Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro Rua Mem de Sá, 197 - Centro Inscrições e Informações: tel 21 2232.9401 || 21 9874.6926 email: aeciherj@aeciherj.org.br Programação: Como Implantar uma CCIH / Leis Conceitos Básicos de Vigilância Epidemiológica Indicadores de Qualidade Higiene do Ambiente e Resíduos Hospitalares Reprocessamento de Artigos Hospitalares Biossegurança - NR32 Laboratório de Microbiologia Política de Antimicrobianos Higienização de Mãos Prevenção
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de Infecção de Ferida Operatória Prevenção de Infecção do Trato Respiratório Prevenção de Infecção relacionada a Cateter Venoso Prevenção de Infecção do Trato Urinário Precauções básica e específicas/acidentes com material biológico Controle de disseminação de Multirresistentes Soluções Parenterais: a importância da farmácia no controle de infecções Prevenção de Infecção em Recém Natos Lactário e Banco de Leite Palestrantes: Dra Claudia Espanha Dra Tatiana Campos Dr Willian Viana Dr Juarez Correa Dra Simone Aranha Noer Enfa Kátia Costa Enfa Irene Haddad Enfo João Luiz Tavares Silva Enfa Ana Claudia Sant'Anna Miranda Dra Jacqueline Menezes Dr Rômulo Arantes Dra Denise Cotrim da Cunha Dr Alberto Chebabo Enfa Fátima Vinchom Enfa Catarina Ramos Dra Juliana Arruda de Matos
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Olá colegas, Gostaria de saber como deve ser a esterilização do bisturi elétrico, no hospital que trabalho possuimos somente a autoclave. Se alguém poder me ajudar fico grata. Abraços! Silviani Barros
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Frascos de Coleta
Procuro por um frasco para aspiração de secreção de capacidade de 5L que contém sacos de plástico que permite a vedação quando usado. Alguém conhece o fabricante? Mensagem encaminhada pela colega Fernanda
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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Refeições
Sou Enfermeira , coordeno um hospital e a enfermeira da CCIH não sabe me responder a seguinte questão: O Centro ciurgico não tem uma porta de barreira para área esteril e existe uma copa onde as pessoas estão fazendo refeições nessa copa , baixei uma norma que as refeções sejam feitas no refeitorio e isto está causando polêmica , gostaria de saber se existe alguma norma que regulamenta e qual é o risco nesses casos, acho inviável pois almoçam , lancham e a área esteril é logo na frente, não consigo entender. Me ajudem Mensagem encaminhada pela colega Helia
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