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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Cursos - RJ
Cursos de Aperfeiçoamento da SOBES no 11º Congresso de Engenharia de Segurança do Trabalho INSCRIÇÕES: www.sobes.org.br 3, 4 e 5 de Agosto de 2010 Centro de Convenções SulAmérica Av. Paulo de Frontin com Av. Presidente Vargas, 01 - Cidade Nova Rio de Janeiro - RJ
Curso 1 - A Engenharia Hospitalar Aplicada 08h - 08h30min/12h30min - 14h/18h Objetivo: Definir o campo de atuação da Engenharia Hospitalar, apresentar as responsabilidades do engenheiro hospitalar em um estabelecimento de saúde. divulgar tópicos da Engenharia Hospital, comentar a legislação pertinente, orientar sobre a organização da Engenharia hospital em hospitais, apresentar o histórico da engenharia hospitalar
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e apresentar as atribuições dos profissionais que atuam na área. Conteúdo Programático: 1 - O que é Engenharia Hospitalar 2 - Quais são os verdadeiros "clientes" do Engenheiro Hospitalar. 3 - Como se organiza a Engenharia Hospitalar em um Hospital. 4 - Quais são os principais órgãos de fiscalização e controle das ações de um hospital. 5 - Histórico da legislação de Saúde no Brasil e a Engenharia. 6 - Quais são as principais legislações. 7 - Quais são as principais responsabilidades do Engenheiro Hospitalar. 8 - Como a Engenharia Hospitalar coordena as diversas Atribuições, Atividades e Sub-atividades de um Estabelecimento de Assistência a Saúde. Público Alvo: Engenheiros e Técnicos de segurança, Consultores, Médicos e Enfermeiros do trabalho, Empresários e dirigentes das empresas da indústria e de serviços, ONG, Associações de Classe, Sindicatos, Gerentes, Profissionais de Recursos Humanos, Advogados e Profissionais das áreas que tratam da Engenharia e da saúde social e demais interessados. Palestrante: Engº Civil André Luiz Evangelho Lopes - Diretor da Anenge Consultoria e Engenharia, Consultor de Empresas, Professor do curso de farmácia do INCA, projetista ambientes hospitalares, Professor do Curso de Infecção Hospitalar, Diretor de Engenharia do Hospital do Andaraí, Chefe de Engenharia do Instituto de Radioproteção e Dosimetria / CNEN e Chefe de Engenharia do Instituto Fernandes Figueira / FIOCRUZ Obs.: Material a ser fornecido: Apostila, pasta, bloco, caneta e Certificado de participação. * Desconto de 10% para Sócios da SOBES, para Profissionais registrados no CREA-RJ e para empresas com 3 ou mais funcionários inscritos (Não cumulativos).
Curso 2 - Vibração 4h - 08h30min/12h30min Objetivo: orientar os participantes na interpretação do conceito de vibração ocupacional, classificação das vibrações, apresentar os parâmetros adotados para sua avaliação, discutir os limites de tolerância de vibração, comentar a aplicabilidade da vibração nas perícias judiciais de insalubridade da NR-!5, Anexo 8, discutir procedimentos a serem aplicados em amostragens, apresentar as medidas de controle que podem ser adotadas para vibração. Conteúdo Programático: 1 - Conceitos básicos, 2 - A NR-15, Anexo 8 3 - Classificação da vibração 4 - Efeitos a saúde 5 - Parâmetros utilizados na avaliação da vibração - aceleração ponderada, direção dos eixos de vibração, vetor soma, aceleração ponderada nos eixos, aceleração normalizada 6 - Limites de tolerância para vibração de corpo inteiro: ISO 2631 / 97 7 - Limites de tolerância para vibração de corpo inteiro da ACGIH e Comunidade Européia 8 - Limites de tolerância para vibração localizada: ISO 5349/86 e 5349/01Limites de tolerância para vibração localizada: ACGIH e Comunidade Européia 9 - Procedimentos de avaliação (definição de GHE, estratégia de avaliação) 10 - Medidas de controle na fonte ou trajetória Público Avo: Engenheiros de Segurança do Trabalho, Técnicos de Segurança do Trabalho, Consultores, Médicos e Enfermeiros do trabalho, Empresários e dirigentes das empresas da indústria e de serviços, Associações de Classe, Sindicatos, Gerentes, Profissionais de Recursos Humanos, Advogados e Profissionais das áreas que tratam da Engenharia de Segurança. Palestrante: Tuffi Messias Saliba - Engenheiro Mecânico, Engenheiro de Segurança do Trabalho, autor de 8 livros de Engenharia de Segurança do Trabalho, Diretor da ASTEC, Consultor em Engenharia de Segurança do Trabalho e professor de Cursos de Engenharia de Segurança. Obs.: Material a ser fornecido: Apostila, pasta, bloco, caneta e Certificado de participação. Desconto de 10% para Sócios da SOBES, para Profissionais registrados no CREA-RJ e para empresas com 3 ou mais funcionários inscritos (Não cumulativos).
Curso 3 - O Novo RAT/SAT-FAP/NEXOS E O PPRA/DA-PPP Como Implantar um Programa de Prevenção de Acidentes e Controle de Riscos, voltado para a redução do RAT/SAT-FAP/NEXOS e como fazer corretamente o PPRA/DA E O PPP 08h - 08h30min/12h30min - 14h/18h Apresentação: A atual legislação, além de ser muito ampla e complexa, modificou substancialmente assuntos de grandes interesses previdenciários. Referente ao SAT/RAT, FAP-NEXOS o Decreto n.º 3.048/1999 (alterado pelos Decretos n.º 6.042/2007, n.º 6.257/2007, n.º 6.577/2008, n.º 6.945/2009 e n.º 6.957/2009) e a Instrução Normativa n.º 31/2008 e suas alterações estão vigorando na integra. Assim, é de extrema importância que os profissionais de Recursos Humanos, de Saúde e Segurança do Trabalho tenham plena capacidade para fazer uma gestão eficiente dos processos envolvidos nessa área, sob pena de comprometer a sua Organização e seus colaboradores mesmo quando os serviços forem em parte terceirizados. As recentes legislações previdenciárias alteraram os critérios para a contribuição do Seguro Acidente do Trabalho que passou a ser calculado tendo por base o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário o Fator Acidentário de Prevenção e os Riscos Ambientais do Trabalho. Além dos novos enquadramentos a que foram submetidas as empresas, que passaram a ter um variável epidemiológica requerendo das empresas estudos e análises dos seus riscos para que possam fazer prova de que nem todos os eventos classificados a princípio pelo INSS estão relacionados com a atividade laboral da empresa. Referente ao Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP, a Instrução Normativa nº 20/2007 (alterada pelas IN-27/2008 e IN-29/2008) e a Instrução Normativa RFB nº 971/2009 (e suas alterações) estão vigorando na integra. Objetivo: Orientar os participantes quanto ao enquadramento das empresas referente ao Seguro Acidente do Trabalho e novo cálculo do Fator Acidentário de Prevenção - FAP que tem por base o Código Internacional de Doenças -CID e o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP. Orientar os profissionais como apresentar a documentação necessária para fazer as impugnações junto ao INSS, nos casos de enquadramento de acidentes do trabalho por NEXO/NTEP sem a emissão da CAT. Esclarecer os participantes como elaborar corretamente as Demonstrações Ambientais PPRA - PCMAT - PGR e o preenchimento do novo formulário do Perfil profissiográfico Previdenciário - PPP, a sua manutenção e atualizações, livrando as empresas de multas elevadas por empregado e com valores crescentes por reincidências, bem como prejuízos para seus colaboradores. Público Alvo: Engenheiros e Técnicos de segurança, Consultores, Médicos e Enfermeiros do trabalho, Empresários e dirigentes das empresas da indústria e de serviços, ONG, Associações de Classe, Sindicatos, Gerentes, Profissionais de Recursos Humanos, Advogados e Profissionais das áreas que tratam dos compromissos fiscais e legais com a Previdência Social e demais interessados. Metodologia: Aulas expositivas com utilização de recursos audiovisuais, estudos de casos e aplicações práticas. Programação da Manhã O Novo Seguro Contra Acidente do Trabalho (RAT/SAT - NEXOS/FAP) - Análise de toda a Legislação envolvida. - Apresentação sobre o RAT/SAT - Apresentação sobre o FAP/NEXOS - Estudos e classificação dos riscos das empresas, para permitir impugnação das ocorrências de origem previdenciária não acidentária. - Como implantar um programa de prevenção de acidentes e controle dos riscos, voltado para a redução do SAT e do FAP. - Estudo de diversos modelos de Análise Preliminar de Risco - APR e avaliação qualitativa dos risco. - Propositura de Medidas de controle dos riscos existentes, com base na APR. - Apresentação do Metodo FINE - Apresentação Técnica de Análise de Riscos - Estudo de Classificação dos Cenários - Matriz de Tolerabilidade e Análise de Riscos - Técnicas de Avaliação de Riscos e Perigos - Modelos de APR's e de check-list preenchidos. Programação da Tarde Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP - Aspectos gerais das legislações envolvidas. - Conceituação do "PPP" - Origem - Evolução - Legislação - As Instruções Normativas como fontes dos dados para o preenchimento do "PPP" - Interação das Demonstrações Ambientais com o "PCMSO" e "Arquivo do RH" - Interação do "RH" com o "PPP" - "GFIP" - Quem preenche e quem assina o "PPP" - Responsabilidades legais - Modelo do "PPP" - como preencher. - Conceituação de exposição a risco "habitual/permanente" e "ocasional/intermitente" - A empresa e o "PPP" - Quando atualizar/refazer - O empregado e o "PPP" - quem tem que receber e quando - Como preencher corretamente o PPP - Como escolher o código correto entre os 9 códigos da GFIP - A fiscalização - INSS - DRT - CREA - etc. Demonstrações Ambientais - PPRA - PCMAT - PGR - Conceituação de "Estabelecimento" e de "Ambiente de Trabalho" - Conceituação de Riscos Ambientais-Legislação Trabalhista - Conceituação de Agentes Nocivos - Legislação Previdenciária• Anexo V, Dec. 3.048 - Dosimetria de ruído: Lavg ou Dose/tempo mínimo exigido na avaliação - Neutralização pelo uso do "EPI" e "EPC" - Conceituação de "Grupo Homogêneo de Risco" - Conceituação de "Avaliação Qualitativa" e de "Avaliação Quantitativa" - Instrumentos de medição para Avaliação Quantitativa/requisitos - Conceituação de Demonstrações Ambientais quem pode assinar? quem pode elaborar? - Responsabilidades legais - Quando atualizar/refazer - Interação das "Demonstrações Ambientais" com o "PPP" - Modelos de PPRA, PCMAT, PGR - "Contratante" x "Contratados" x "Cooperados" Aposentadoria Especial - Os diversos "tipos" de aposentadoria - evolução histórica - legislação - O "PPP" e os critérios para o deferimento da aposentadoria especial - Contagem de "tempo de serviço" - "Direito Adquirido" - legislação - Profissões e agentes insalubres - Aposentadoria especial (Anexos NR-15, Portaria 3214) - Cálculos e conversão dos tempos de trabalho especial em comum - Contribuições Previdenciárias - Quem paga? Quanto pagar? - A aposentadoria frente à "insalubridade" e à "periculosidade" - A "Aposentadoria Especial" - legislação - A aposentadoria pelo "exercício profissional" . Palestrante: Jaques Sherique - Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho, foi Vice-Presidente do CONFEA, Diretor do DNSST/M.T.E, Membro do Conselho de Administração da FUNDACENTRO, Consultor Oficial da OIT, Vice-Presidente do CREA-RJ, Presidente da SOBES-RIO, Presidente da ABPA, autor da Portaria que instituiu o Mapa de Riscos no Brasil e autor dos livros técnicos tais como: Aprenda como Fazer PPP, PPRA-DA, PCMAT, PGR, LTCAT, Mapas de Riscos e SAT/FAP e Consultor de diversas Empresas de Grande porte. Obs.: Material a ser fornecido: Apostila, pasta, bloco, caneta e Certificado de participação. Desconto de 10% para Sócios da SOBES, para Profissionais registrados no CREA-RJ e para empresas com 3 ou mais funcionários inscritos (Não cumulativos).
Curso 4 - O Que os Peritos e Assistentes Técnicos Precisam Saber em Processos Judiciais de Insalubridade e Periculosidade 08h - 08h30min/12h30min - 14h/18h Objetivo: esclarecer o participante sobre o papel dos Assistentes Técnicos da Reclamada e do Reclamante, nas perícias judiciais de insalubridade/periculosidade e de como devem proceder, nas fases de preparação dos quesitos, acompanhamento da diligência pericial, preparação do laudo e respostas aos quesitos e esclarecimentos. Conteúdo Programático - Nomeação de Perito e Indicação de Assistente Técnico. - Por que somente Engenheiros de Segurança e Médicos do Trabalho podem elaborar laudos ? - A função do Perito e do Assistente Técnico. - A ética pericial - A sucumbência e os honorários periciais. - Impedimento e suspeição do Perito. - O apoio técnico ao Advogado das partes. - Os quesitos iniciais e os quesitos suplementares. - Relacionamento com o perito durante o processo judicial - Pontos polêmicos da NR-15 e da NR-16 - Os questionamentos da avaliação de ruído. - Os questionamentos da avaliação de sobrecarga térmica. - Técnicos de Segurança do Trabalho podem elaborar laudos e acompanhar perícias ? - Radiações ionizantes x radiações não-ionizantes. - Frio: uma nova abordagem de análise. - Agentes químicos: quando avaliar qualitativamente e quando avaliar quantitativamente ? . - A avaliação de poeiras e seus questionamentos - Pontos polêmicos da periculosidade por inflamáveis da NR-16. - As questões polêmicas da energia elétrica em condições de periculosidade. - Radiações ionizantes: avaliação quantitativa e/ou qualitativa? - Como comprovar a neutralização da insalubridade? Público-alvo: Peritos Judiciais e Assistentes Técnicos, Advogados, Engenheiros de Segurança e Médicos do trabalho, Técnicos de Segurança do trabalho, Gerentes de RH, Demais profissionais envolvidos em segurança do trabalho. Palestrante: Josevan Fudoli - Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho, Perito Judicial, Presidente da SOBES, Conselheiro do Crea-MG, Coordenador do Curso de Perícias Judiciais de Insalubridade e Periculosidade da SOBES, Instrutor do Curso de Perícias Judiciais de Insalubridade e Periculosidade da AMES, Professor de Cursos de Engenharia de Segurança, Profissional com grande experiência na área de petróleo e gás, tendo trabalhado 28 anos na Petrobras e Consultor Independente na área de Segurança do Trabalho. Desconto de 10% para Sócios da SOBES, para Profissionais registrados no CREA-RJ e para empresas com 3 ou mais funcionários inscritos (Não cumulativos).
Curso 5 - Atualização de Segurança Contra Incêndio 08h - 08h30min/12h30min - 14h/18h Objetivo: Auxiliar na compreensão das modernas técnicas de resistência e de reação ao fogo das novas construções, com foco na prevenção e na proteção dentro da segurança contra incêndios; Conteúdo Programático: - A História dos Incêndios; - A Estatística como Ferramenta; - A Resposta Fisiológica Humana; - A Físico-Química do Fogo; - A Inflamabilidade e a Explosividade; - A Carga e o Risco de Incêndio; - A Reação e a Resistência ao Fogo; - A Estanqueidade das Construções; - A Ignifugação dos Materiais; - A Estabilidade Estrutural; - ESTUDO DE CASOS: WTC (World Trade Center - 2001) e Clínica Växjo. Público Alvo: Consultores Técnicos, Empresários e Dirigentes (Diretores e Gerentes) das empresas da indústria, da construção civil e de serviços, ONGs, Associações de Classe, Sindicatos, Arquitetos, engenheiros, oficiais bombeiros, tecnólogos, técnicos, profissionais da área de segurança, administradores de condomínios, estudantes de engenharia ou de arquitetura e da área de segurança do trabalho, brigadistas civis, empresas de segurança contra incêndio e pânico, entre outros interessados. Palestrante: Engº. de Segurança do Trabalho e Mecânico Robson Santos Barradas, Consultor Técnico em Proteções Construtivas (Passivas) Contra Incêndios; Secretário da Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança (SOBES-Rio); Membro do Conselho Executivo do Centro Brasileiro de Estudo de Riscos e Tecnologia de Incêndio (CBERTI); Coordenador do Núcleo-RJ do Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (CB-24) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); Professor do Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho e de Gestão em Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Professor do Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho da Fundação Técnico Educacional Souza Marques; Professor do Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho e de Medicina do Trabalho da Universidade Severino Sombra / HG2 (Nordeste); Professor do Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade Gama Filho (UGF); Professor do Curso de Engenharia de Segurança no Trabalho da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); Professor do Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade Castelo Branco (UCB). Desconto de 10% para Sócios da SOBES, para Profissionais registrados no CREA-RJ e para empresas com 3 ou mais funcionários inscritos (Não cumulativos).
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Legislação e normatizações Normatizações - Afastamentos
Bom dia!!! Sabemos que quando o funcionário apresenta atestado superior a 15 dias, os que passam dos quinze entra pelo INSS, no entanto gostaria de saber o seguinte: Uma colaboradora fisioterapeuta fez uma cirurgia para colocação de anel móvel no estomago e apresentou atestado de 15 dias referente a cirurgia que tem o seu CID especifico, ela ficou em recuperação pós-anestesica e após alta desenvolveu tromboembolismo venoso no membro superior direito, foi tratada e está agora se recuperando tb do trombo, e ela por sua vez não pode fazer esforço segundo orientação médica, dai ela apresentou outro atestado de 15 dias, agora com o CID de Tromboembolismo venoso que é diferente do anterior.
Neste caso a empresa encaminha ao INSS ou ela
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assume os 30 dias?
se puderem me responder tb no meu e-mail eu agradeço. eudeson@hotmail.com Atenciosamente Oslyeudeson Enfermeiro do Trabalho
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Legislação e normatizações Normatizações - Afastamentos
Bom dia!!! Sabemos que quando o funcionário apresenta atestado superior a 15 dias, os que passam dos quinze entra pelo INSS, no entanto gostaria de saber o seguinte: Uma colaboradora fisioterapeuta fez uma cirurgia para colocação de anel móvel no estomago e apresentou atestado de 15 dias referente a cirurgia que tem o seu CID especifico, ela ficou em recuperação pós-anestesica e após alta desenvolveu tromboembolismo venoso no membro superior direito, foi tratada e está agora se recuperando tb do trombo, e ela por sua vez não pode fazer esforço segundo orientação médica, dai ela apresentou outro atestado de 15 dias, agora com o CID de Tromboembolismo venoso que é diferente do anterior.
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Legislação e normatizações Normatizações - Afastamentos
Bom dia!!! Sabemos que quando o funcionário apresenta atestado superior a 15 dias, os que passam dos quinze entra pelo INSS, no entanto gostaria de saber o seguinte: Uma colaboradora fisioterapeuta fez uma cirurgia para colocação de anel móvel no estomago e apresentou atestado de 15 dias referente a cirurgia que tem o seu CID especifico, ela ficou em recuperação pós-anestesica e após alta desenvolveu tromboembolismo venoso no membro superior direito, foi tratada e está agora se recuperando tb do trombo, e ela por sua vez não pode fazer esforço segundo orientação médica, dai ela apresentou outro atestado de 15 dias, agora com o CID de Tromboembolismo venoso que é diferente do anterior.
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Identificação
Bom dia
Gostaria de saber se alguem conheçe alguma legislação que fale da obrigatoriedade da identificação no próprio EPI - Equipamentos de Proteção Individual, no expurgo da CME - Central de Material e Esterilização??? Att. Graciela
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - RJ
Workshops para Atualização de Profissionais em Saúde e Segurança no Trabalho 3, 4 e 5 de Agosto de 2010 Centro de Convenções SulAmérica Av. Paulo de Frontin com Av. Presidente Vargas, 01 - Cidade Nova Rio de Janeiro - RJ INFORMAÇÕES - www.prevenrio.com.br
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO WP1 - Formatando o PPRA para o PPPweb 03 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h30min / 14h às 18h (8 horas/aula)
Objetivo: Atender à exigência legal da NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, do Ministério do Trabalho e Emprego e do Decreto 3.048/99 e suas alterações e Instrução normativa 03/2005, discutindo os critérios e parâmetros para a elaboração de um PPRA consistente e eficaz
Conteúdo Programático: 1)Introdução - Histórico.
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2) Noções de Legislação Trabalhista 3) Legislação Previdenciária atualizada até o dia do Curso 4) Noções de Higiene do Trabalho; 5) Critérios para elaboração de um Documento base do PPRA; 6) A integração com o PCMSO; 7) Reconhecimento de Riscos Ambientais, incluindo Riscos Ergonômicos, Psicossociais e Riscos de Acidentes e Mecânicos 8) Formatação de um Programa básico; 9) Desdobramento de outros Programas para atender a Legislação Previdenciária (defesa para o FAP). 10) Requisitos adicionais para elaboração do PPRA, conforme NR 32. 11) Procedimentos para EPI e Avaliação Global do PPRA. 12) Exemplo de um Relatório das Demonstrações Ambientais - RDA (atualizado), para atender o PPPweb. 13) O que os Auditores Fiscais da Previdência Social podem cobrar; 14) Erros mais comuns; 15) Exercícios de situações reais.
Palestrante: Armando Augusto Martins Campos Nota: Cada participante receberá um CD com o material do Curso: apresentações, Legislação Trabalhista e Previdenciária e outros temas afins.
WP2 - Prevenção dos Acidentes com materiais biológicos e consequências 03 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h30min (4 horas/aula) 1ª parte: 1 - Introdução 2 - Conceitos e definições básicas 3 - Legislação: leis, decretos, portarias e resoluções 4 - Principais agentes infecciosos e fatores de risco 5 - Medidas de Prevenção: Universais e Específicas 2ª parte 1 - Apresentação prática de casos: 1.1 Com a fonte do acidente cdesconhecida 1.2 - Com o paciente fonte conhecido 1.3 - Debates, perguntas e respostas Palestrantes: Arlindo Gomes Cristiane Rapparini
WP3 - Estratégia de Amostragem de Agentes Ambientais (Introdução para Ação Imediata) 03 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h30min - 14h às 18h (8 horas/aula) Conteúdo Programático: Aspectos Gerais Conceitos NIOSH Tipos de Amostras Formas amostrais Estatística Aplicada Distribuições Amostrais Análise Estatística Programas e Planilhas Eletrônicas para Análise Estatística Resumo e Próximos Passos Palestrante: Mario Luiz Fantazzini
WP4 - Avaliação de Aerodispersóides 04 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h30min / 14h ás 18h (8 horas/aula) Conteúdo Programático: Avaliação de exposição a gases, vapores, fumos metálicos, névoas, neblinas e poeiras (totais, inaláveis, torácicas e respiráveis). O Guia Geral de Colheita de Amostras do NIOSH. O ideal, o desejável e o mínimo exigido. A Definição de GHE - Grupo Homogêneo de Exposição, GSER - Grupo Similar de Exposição ao Risco e GES Grupo de Exposição Similar. Como encontrar o Exposto de Maior Risco. Como calcular o valor da Exposição de um Grupo Homogêneo. A correta utilização da Tabela de Liedel & Busch. Adotada pelo MTE. O Manual de Amostragem do NIOSH. Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os riscos químicos presentes nos diversos processos de soldagem. Aplicação da fórmula de Brief & Scala. O Fator de Redução que deve ser adotado no Brasil. A Nova Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e Dióxido de Carbono (CO2) nos Escritórios e locais de trabalho com ar condicionado. Limites de Tolerância para Misturas de substâncias químicas. A Norma Brasileira sobre Espaços Confinados. Os testes dos sensores. A importância do "Bump Test". A sua periodicidade. Palestrante: Marco Aurélio Luttgardes
WP5 - Ruído - Avaliação da Exposição e Dosimetria - Tirando todas as Dúvidas 04 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h30min / 14h às 18h (8 horas/aula) Conteúdo Programático: Conceitos básicos Características Eletroacústicas da Medição. Recursos dos Equipamentos Critérios e Legislação. Parâmetros de interesse. Dose de Ruído. Representatividade e Fidedignidade. Aspectos Trabalhistas e Previdenciários - Nível médio, Nìvel Equivalente, NEN. Sessão Tira - dúvidas Palestrante: Mario Luiz Fantazzini
WP6 - Avaliação de Ruído 05 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h / 14h às 18h (8 horas/aula) Conteúdo Programático: Os Limites de Exposição do MTE, INSS, ACGIH, OSHA e NIOSH. Programação de audiodosímetros. O uso correto do Ganho, CL, TL, FDD, IDD, ER ou "q". Estratégia de amostragem de ruído. O EMR - Exposto de Maior Risco. GHE, GSER e GES. A diferença entre as Normas IEC 60.651, IEC 61.672, ANSI S 1.25 e IEC 61.252. Utilização dos menores dosímetros do mundo. Sem fio. Sem unidade leitora externa. Cálculo de Nível Médio de Ruído / TWA, Lavg, Leq, NE e NEN. Como calcular a dose de ruído semanal. Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do almoço ou não? Os prazos de calibração, aferição e ajuste de decibelímetros e dosímetros. Porque o MTE está recomendando o uso de dosímetros programados com q = 3. A nova Instrução Normativa do INSS que flexibilizou a exigência de Histograma de ruído. Palestrante: Marco Aurélio Luttgardes
WP7 - Reestruturando a Notificação, Investigação dos Incidentes/Acidentes 05 de Agosto de 2010 - 08h30min às 12h30min (4 horas/aula) Objetivo: Atender à exigência legal da letra "l" do item 5.16, da NR 5: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, do Ministério do Trabalho e Emprego, bem como apresentar discutir a mudança de paradigmas geradas com a mudança da legislação e dos temas atuais de Segurança e Saúde. Conteúdo Programático: 1. Introdução 2. Legislação brasileira, foco na NR 1, NR 10 e NR 5. 3. Definições da OHSAS 18001/2007 4. Modelo explicativo da acidentabilidade no trabalho 5. Os erros das explicações dos incidentes/acidentes 6. O processo de formação das atribuições 7. Comportamento: Atitudes, normas, e condutas de segurança 8. Teoria da ação da razão de Fishbein e Ajzen 9. OHSAS 18001/2007 - Verificação 10. NBR 14280: Cadastro de Acidentes - ABNT. 11. Vantagens e Limitações das Metodologias mais usadas em Análise de Acidentes: > Árvore de Causas > Diagrama de Causa e Efeito > Leiden & Manchester 12. Investigação e análise incidentes > Passos da Investigação > Plano de ação preventiva e corretiva 13. Índices de sinestralidade 14. Exercícios com Relatos de Acidentes Palestrante: Armando Augusto Martins Campos Nota: Cada participante receberá um CD com o material do curso, apresentações, Legislação Trabalhista e Previdenciária e outros arquivos sobre o tema.
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Reveladores de Raio X
TRATAMENTO DE RESÍDUOS - GRUPO B - REVELADORES DE RAIO X Caros colegas, Alguém poderiam me descrever o tratamento de reveladores de raio X. Cristiane Paula Coord. GRSS Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o Meio Ambiente
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Fracionamentos de Saneantes
Caros colegas Alguém sabe qual é a norma que rege Diluição de Saneantes. Se é necessário capela de fluxo laminar. Cristiane Paula Coord. GRSS Santa Casa de Araxá Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o Meio Ambiente
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Certificado de Aprovação
Prezados colegas, Estamos em processo de licitação e surgiu uma dúvida: ~ Máscara cirúrgica descartável necessita de CA? e Avental descartável de Tecido Não Tecido (100% polipropileno) necessita de CA? Atenciosamente , Adriana Rocha Solon
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Abrigo Temporário
Abrigo Temporário RSS Bom dia aos Colegas! Estamos em fase de construção de uma novo abrigo para os residuos hospitalares, e surgiu a possibilidade de utilizar os containers(aqueles maritimos) para a construção do abrigo, alguem do grupo ja se utilizou deste material????? Toni Michel- Técnico em Segurança do trabalho Hospital de Caridade e Beneficência Cachoeira do Sul - RS
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