Conceitos e condutas gerais Condutas - Pseudomonas
Bom Dia!
Solicito informações sobre as fontes de contaminação pseudomonas, em ambiente hospitalar, especificamente maternidade. Quais as fontes de contaminação e as recomendações para controle da contaminação. Foi realizado o exame em um recem nascido e o mesmo apresentava pseudomonas. Agradeço,
Marcia Tecnico Saude Trabalhador
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Acidentes x Frascos de Medicamentos
Boa tarde,
Gostaria de saber, se alguém conhece alguma maneira de abrir o frasco (lacre de metal) de oxacilina sódica, sem utilizar a tesoura, sabendo que a utilização da "unha" não é indicado, pois os profissionais da saúde precisa ter unhas aparadas. Aqui onde trabalho, houve um acidente de trabalho, pois a colaboradora, utilizou a tessoura para abrir e veio a perfurar seu dedo.
Desde já agradeço
Graciela
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Hospital x Risco de Incêndio
Mensagem encaminhada pelo colega Gustavo
"SP: Hospital da mulher corre risco de incêndio 24/06/2010 Hospital da mulher corre risco de incêndio Adriana Ferraz do Agora O Hospital Pérola Byington, que atualmente é referência para a saúde da mulher no Estado de SP, corre risco de incêndio. O prédio, localizado na avenida Brigadeiro Luís Antônio (região central de SP), não tem aval do Corpo de Bombeiros para funcionar porque possui extintores de incêndio vencidos, hidrantes sem mangueiras, escadas sem corrimãos e botijões de gás empilhados. Laudos elaborados por técnicos do Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis) e dos Bombeiros também alertam sobre a falta de sistemas de detecção de fumaça e de alarme de incêndio, entre
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outras irregularidades. A situação do hospital é acompanhada pelo Ministério Público, que instaurou um inquérito civil para apurar as falhas de segurança do prédio. Em 2009, um projeto de reforma e adequação foi aprovado pelos Bombeiros, mas até agora não foi implementado. Dos 17 itens listados pelo Contru, apenas um está regular: os três elevadores, que foram reformados recentemente 'Reparos na unidade já começaram', diz Estado Adriana Ferraz do Agora O governo estadual afirmou que conhece os problemas de segurança do prédio que abriga o Hospital Pérola Byington. A Secretaria de Estado da Saúde informou que já iniciou medidas para atender aos requisitos exigidos nos laudos produzidos pelo Contru e pelo Corpo de Bombeiros. Uma empresa especializada, segundo a pasta, fará a instalação de corrimãos nas escadas, da bacia de contenção para o tanque do gerador, da sinalização de equipamentos e do sistema de para-raios. A contratada ainda será responsável pelos ajustes na instalação elétrica. Em relação à obra estrutural das escadarias, um novo projeto será elaborado em parceria com os bombeiros sem a necessidade de diminuição de leitos. O governo ainda estuda reduzir o prazo para a conclusão dos reparos, conforme solicitação do Ministério Público. O cronograma atual prevê o término dos ajustes em 2012. De acordo com a secretaria, os pacientes e funcionários que circulam pelo prédio, construído na década de 50 e atualmente alugado pelo Estado, não correm risco."
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"FAPESP Especiais Conexões virais Por Fábio de Castro Agência FAPESP - O vírus da hepatite C (VHC), descoberto em 1989, já infectou cerca de 170 milhões de pessoas em todo o mundo, mas 40% dos eventos de transmissão não têm causa conhecida. Um novo estudo, liderado por pesquisadores brasileiros e realizado com amostras de sangue de pacientes do Estado de São Paulo, mostra pela primeira vez que fatores sociais podem ter um papel central nos padrões de disseminação do vírus. O trabalho, publicado na edição desta quinta-feira (24/6) da revista científica de acesso livre PLoS ONE, revela que os diversos genótipos do vírus entraram em território paulista em diferentes momentos e tiveram taxas de crescimento distintas. A pesquisa indica ainda que
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a transmissão está relacionada com a rede de contatos sociais entre os indivíduos, direcionando-se para grupos com determinado tipo de comportamento. O trabalho é um dos resultados da Rede de Diversidade Genética Viral (VGDN), formada por dezenas de laboratórios espalhados pelo Estado que estudam as variedades genéticas de vírus. Lançada em 2000 como decorrência do Programa Genoma FAPESP, a rede é financiada pela Fundação. De acordo com Paolo Zanotto, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), autor principal do artigo e um dos coordenadores da VGDN, o estudo se baseou em sequências genéticas extraídas de amostras de sangue de 591 pacientes de cidades paulistas. "O padrão predominante dos estudos de epidemiologia tem um viés clínico, mas procuramos entender qual é o papel da interação social na disseminação da doença. Um dos dados que tínhamos à disposição era o número de parceiros sexuais dos pacientes e, a partir daí, percebemos claramente que o número de contatos sexuais - que reflete a conectividade das pessoas nas malhas sociais - é claramente um fator fundamental para a transmissão do vírus", disse Zanotto à Agência FAPESP. Estima-se que os portadores do VHC no Brasil correspondam a até 3,5% da população. Não existe vacina disponível para a hepatite C e o tratamento para a doença consiste em antivirais que têm baixa eficácia e provocam efeitos colaterais. "Por isso é tão importante entender a dinâmica de transmissão do vírus e investir em prevenção", disse Zanotto. O estudo mostrou que o subtipo 1b do VHC é o mais antigo e avançou mais lentamente que os subtipos 1a e 3a, em múltiplas classes sociais e faixas etárias. Por outro lado, os subtipos 1a e 3a estão associados a pessoas mais jovens, infectadas mais recentemente, com taxas mais altas de transmissão. "A dinâmica da transmissão do VHC em São Paulo varia de acordo com o subtipo e é determinada por uma combinação de idade, exposição ao risco e características da rede social. Os fatores sociais têm um papel fundamental nas taxas e nos padrões de disseminação. A definição desses grupos de risco será fundamental para orientar políticas públicas de prevenção", disse Zanotto. Segundo o cientista, ao utilizar o número de contatos sexuais como indicador do tamanho da rede social em que os pacientes estão inseridos foi possível observar que os subtipos mais recentes do vírus circulam entre indivíduos com mais conexões, potencializando o número de pessoas expostas. "Outro aspecto observado é que os pacientes com maior número de conexões praticam mais comportamentos de risco, como uso de drogas e sexo desprotegido. A associação entre a transmissão e a alta conectividade social e a transmissão do vírus não havia sido observada até agora porque a maior parte dos trabalhos se restringia a analisar dados provenientes de grupos de risco, mas nós optamos por uma amostra aleatória", explicou. Os diferentes subtipos do VHC entraram no Estado de São Paulo em diferentes momentos, segundo o estudo. O subtipo 1b infectava pessoas nascidas antes da década de 1930. Já o subtipo 3a entrou em cena no meio da década de 1950 e começou a se espalhar rapidamente. "No passado, o vírus foi disseminado principalmente por transfusão de sangue contaminado. Mas em 1990 foram implantados os testes anti-VHC em bancos de sangue e ele continuou se espalhando. O uso de drogas injetáveis é certamente importante para a transmissão, como a transfusão sanguínea já foi. Mas constatamos que grande parte dos novos casos não envolve esta prática e o vírus continua se espalhando", disse Zanotto. O subtipo 1a teve seu crescimento acelerado por volta de 1990, mesmo com o fim da contaminação por transfusão de sangue e, segundo o estudo, já é o segundo subtipo mais comum, devendo superar em breve o subtipo 1b. "O subtipo 1a está associado às pessoas jovens com muita conectividade sexual. Outras características comuns nesse grupo são o uso frequente de drogas, prática de sexo desprotegido, tatuagens e encarceramento", afirmou. Além de Zanotto, participaram do estudo Camila Malta Romano, Fernando Lucas de Melo, Atila Iamarino e Marco Motoki - todos do Laboratório de Evolução Molecular e Bioinformática, do Departamento de Microbiologia do ICB-USP -, Isabel Guedes de Carvalho-Mello, do Instituto Butantan, João Renato Rebello Pinho, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, Leda Jamal, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, e Edward Holmes, do Departamento de Biologia da Universidade Estadual da Pensilvânia, Estados Unidos. Estratificação comportamental O estudo detectou ainda uma correlação do crescimento acelerado dos subtipos mais recentes com a densidade populacional do Estado de São Paulo no período em que os vírus foram introduzidos. "O aumento populacional favorece o maior número de conexões sociais. Como em qualquer rede social, essas conexões se estabelecem por associação preferencial. Isto é, as pessoas estabelecem mais relações com quem tem comportamentos parecidos. Por isso, têm mais chances de se conectar a indivíduos que já são muito conectados", disse Zanotto. O cientista explica que a distribuição do número de parceiros sexuais segue uma lei de potência que indica grande assimetrias nos padrões de conectividade entre os indivíduos. "A maior parte das pessoas tem entre duas e cinco conexões nessa rede de contatos sexuais. Mas alguns indivíduos chegam a ter alguns milhares de conexões. Diferentes subtipos de vírus infectam esses diferentes grupos", afirmou. Segundo Zanotto, o estudo mostrou que as políticas de prevenção devem ser voltadas para os indivíduos que estão altamente conectados. "Não podemos garantir que a conectividade sexual explique a disseminação da hepatite C, mas há uma clara correlação. Não sabemos se a sexualidade é um indicador, ou uma via de transmissão, mas onde há fumaça há fogo. Se o sexo não é o fator de transmissão, trata-se pelo menos de algum fator associado à grande conectividade sexual. O fato é que há uma clara estratificação comportamental nos padrões de transmissão", disse. O artigo Social Networks Shape the Transmission Dynamics of Hepatitis C Virus, de Paolo Zanotto e outros, pode ser lido gratuitamente na revista PLoS One em www.plosone.org."
Eduardo dos Santos Conceição - Tecnólogo / SSMA - SBIB Albert Einstein SP
Áreas de apoio Áreas de Apoio - Sistemas de Exaustão
Boa tarde! Caros listeiros, Alguém sabe me dizer qual norma fala da obrigatoriedade do sistema de exaustão em CME e Lavanderia (área suja). Se alguém tiver as normas pode me enviar? Desde já agradeço. TST Mensagem encaminhada pela colega Tânia
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gostaria saber como esta o procedimento dos hospitais diante da exposição de gestantes imunizadas contra Influenza A (H1N1) no local de trabalho.
Foi publicado o Informe Técnico sobre a Vacinação e Afastamento de Gestantes em Situação de Pandemia de Influenza A (H1N1) de 27 de maio de 2010 da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Profissionais de saúde gestantes, mesmo vacinadas, sejam removidas/transferidas, temporariamente, de setores de pronto atendimento, de urgência/emergência e do atendimento direto a pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
Como vcs estao caracterizando transferência temporária.
Enqto durar toda a gestação? A partir do inicio da 2 onda? ou de acordo com indice de atendimento desses casos pelo PA?
grata A. Hermann
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bom dia . Minha instituição resolveu que os ambus devem ser lavados pelos enfermeiros, claro que achei um absurdo o fato, pois o motivo é simplesmente pq toda vez que a CME os lava, os mesmos voltam para o setor faltando peça, sei que tem uma legislação que rege sobre a lavagem e desinfecção deste tipo de artigo, alguem poderia me informar melhor.
Enf. Simeia
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