Selecione uma das categorias abaixo para navegar pela Lista de Discussão por E-mail Riscobiologico.org:
Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Pro-pé
Atualmente existe muitos hospitais que não mais utilizam-se do Pro-pé em Centro Cirurgico.
Pergunto: Quais são os respaudos legais perante a legislação? Como fica a questão dos calçados? É utilizado algum calçado especial para esta finalidade ou não?
Obrigado pelo Apoio.
Flávio Leal Eng° Seg.
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Alguém tem algum artigo ou norma, manual que explicitem a questão do uso de esmaltes na área de saúde? Tanto pela questão técinica, como pela questão de estética (cores escuras)? Clayton Soares
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Eu sei que vcs não falam muito de vacinas, pelo menos eu não tenho lido informações aqui sobre isso. Mas gostaria de pedir ajuda. Eu sou enfermeira e trabalho com vacinas, aconteceu um equivoco em meu trabalho, uma funcionária aplicou a vacina quadrivalente da HPV e a Meningogócica tipo C no mesmo dia em membros diferentes. Eu não li nenhum estudo que comprove a interação das vacinas ou atrapalhe a imunidade delas. A questão é que estou em dúvida quanto a isso. Alguém tem conhecimento sobre essa questão? A gradeço,
Priscila Alencar
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - RJ
II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro I Fórum de Enfermagem em Infectologia 25 a 28 de agosto de 2010 - Windsor Barra Hotel Inscrições e Informações: www.infectologiario.com.br Prazo de envi dos trabalhos científicos: 11 de junho de 2010
"Palavra do Presidente A realização do II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro é um marco para consolidação de um projeto que os infectologistas do Rio de Janeiro já mereciam há muito tempo. Após o sucesso do nosso I Congresso em 2008, das reuniões científicas pelo Estado do Rio de Janeiro e do Fórum de Infectologia em Campos em 2009, programamos com muito cuidado e dedicação o II Congresso de Infectologia do Estado do Rio
[ + ] Exibir tudo
de Janeiro. A programação científica, coordenada pelo Prof. Walter Tavares, com auxílio de infectologistas atuantes e experientes, está constituída por conferências, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos e conta com a participação de palestrantes renomados, professores universitários e chefes de serviço, num ambiente que dará espaço para revisão de conceitos e troca de experiências. Com a realização deste II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro, passa este evento a fazer parte de nossa agenda científica regular. Assim, estaremos criando mais um importante espaço para que se divulgue trabalhos e experiências e se traga debates da atualidade, que favoreçam a encontros e multipliquem idéias. Acreditamos no crescimento da SIERJ e da SBI como forma associativa para fortalecer o especialista e a especialidade, ampliando o acesso à informação e organizando a Sociedade para uma atuação mais participativa nas questões técnicas e políticas das doenças infecciosas em nosso país. Obrigado a todos que trabalham na SIERJ e pela SIERJ. Obrigado a todos que trabalham para realização deste Congresso. Obrigado a Samuel Kierszenbaum, presidente da SIERJ nas duas últimas gestões, que acreditou na Sociedade e soube ousar para darmos um salto de qualidade. Desejo um ótimo Congresso a todos! Mauro Treistman Presidente do Congresso"
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não biológicos - Mercúrio
Mensagem encaminhada pelo colega Gustavo
"ONGs pedem que Anvisa proíba termômetros de mercúrio Publicidade da Reportagem Local Um petição assinada por 38 entidades das áreas de saúde e meio ambiente foi protocolada nesta quarta-feira no gabinete do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exigindo que o órgão proíba a fabricação, comércio e uso de termômetros com mercúrio. A petição cita considerações do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) favoráveis ao banimento do mercúrio. As entidades também se basearam nos resultados de uma pesquisa financiada pelo Ministério do Meio Ambiente alemão sobre a presença do material em países em desenvolvimento. No Brasil, segundo a pesquisa, 83% dos hospitais e consultórios ainda utilizam termômetros
[ + ] Exibir tudo
de mercúrio, apesar dos profissionais reconhecerem que o material oferece riscos à saúde. Zuleica Nycz, coordenadora da Apromac (Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte-PR) e uma das responsáveis pela pesquisa no Brasil, considera "um contrasenso ser possível comprar um termômetro de mercúrio e levar para casa. Quando ele quebra as crianças brincam com as bolinhas, mas deveria ser tratado como uma emergência química, pois os danos são permanentes". A petição sugere a criação de um programa de recolhimento dos termômetros e subsídios para baratear os materiais alternativos, hoje mais caros. A Anvisa não confirmou a entrega da petição, e aguardava resposta da área técnica para se posicionar sobre a legislação envolvendo o mercúrio. "
"19/05/2010 - 10:15 (atualizada em 19/05/2010 10:18) No Dia Mundial das Hepatites entenda a diferença entre os tipos A, B e C Entre as consequência da doença está a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas
Cuidados com a higiene previnem a hepatite A ou "do viajante" Mais conhecida como Amarelão, a hepatite é atualmente uma das doenças de maior incidência no mundo. Por isso, dia 19 de maio é o dia da luta contra este problema. "A hepatite consiste na inflamação do fígado, de maneira que compromete suas funções e provoca algumas anormalidades", afirma Paulo Abrão Ferreira, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Bandeirantes, do Grupo Saúde
[ + ] Exibir tudo
Bandeirantes, em São Paulo, e do ambulatório de infectologia da UNIFESP. Entre as anormalidades, destaque para a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubina - pigmento esverdeado usado pelo fígado para produzir bile e ajudar na digestão de gorduras e funcionamento do intestino -, o qual faz com que a pele e as mucosas fiquem amareladas. Assim, quando a pessoa está com hepatite ocorre uma dificuldade de metabolização e eliminação da bile para o intestino. Alimentos funcionais ajudam a melhorar a saúde Dicas de saúde, fitness e nutrição Outra consequência da doença é a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas. Além disso, a hepatite, ao longo dos anos, pode dar origem à cirrose, estágio final da inflamação no fígado que destrói as células, forma fibrose (tecido de cicatrização que não tem a função das células saudáveis), nódulos (outra tentativa frustrada do organismo para realizar as funções das células sadias) e impede que o sangue circule livremente pelo fígado. São vários fatores que podem causar a doença, o que faz com que o tratamento e as consequências variem de acordo com cada caso. "A hepatite pode ser autoimune, no caso do sistema imunológico classificar seus próprios tecidos como estranhos, atacando-os para destruí-los; também pode ser causada por ingestão exagerada de álcool, medicamentos e drogas, visto que é no fígado que essas substâncias são processadas; ou pode ser viral (adquirida através de vírus)", diz o infectologista. As hepatites virais, as mais comuns, são classificadas em A, B e C. A do tipo A, conhecida como hepatite do viajante, é transmitida por via oral devido a ingestão de água e alimentos contaminados, no caso de contato com as fezes humanas, sendo comum quando o saneamento básico é precário. Para evitar a contaminação existe vacina apropriada. Quando adquirida, os sintomas começam a aparecer após cerca de 30 dias, sendo que os iniciais são mais amenos, como fadiga, o mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, febre baixa, desconforto na região do abdômen e diarréia. Em 60% dos adultos e em 25% das crianças é comum a icterícia. Não é considerada uma hepatite grave e seu índice de mortalidade é muito baixo. Não há um tratamento específico, de maneira que a melhor forma de evitá-la é através da higiene e da vacinação. Já a hepatite B é transmitida sexualmente ou via sangue (transfusão e uso de drogas ilícitas), agulhas, materiais cortantes contaminados como na colocação de piercings e no processo de realização de uma tatuagem, em tratamentos dentários, alicates de manicures e até mesmo em sessões de depilação. "A doença pode se tornar crônica em 15% dos casos, sendo que dessa porcentagem cerca de 25% a 40% podem evoluir para a cirrose", revela Ferreira. Seus sintomas se aproximam da hepatite do tipo A e podem ser manifestados após um período de 90 dias. Como prevenção da doença recomenda-se o uso de preservativo nas relações sexuais assim como materiais cortantes e agulhas esterilizadas ou descartáveis. Também são indicadas as três doses da vacina de hepatite B e reforço a cada 10 anos. A hepatite C, considerada pela Organização Mundial de Saúde o maior problema de saúde pública, é a responsável pela maioria dos transplantes hepáticos, já que se estima que 3% da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. Essa transmissão, que ocorre mais facilmente do que a AIDS, geralmente acontece através de acidentes profissionais, transfusão de sangue e injeção compartilhada de drogas ilícitas de pessoas que têm o sangue ou secreção contaminados pelo vírus HCV. Diferente dos sintomas das hepatites A e B, a maioria dos casos de hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, quando eles se manifestam, são muito leves. "O alerta para a doença se faz necessário, visto que mais de 80% das pessoas contaminadas chegam a desenvolver hepatite crônica e só descobrem o problema através de exames pedidos por outros motivos", complementa. Todos os indivíduos que já apresentaram fatores de exposição ao vírus devem solicitar ao médico que peça o exame específico para o diagnóstico, pois a doença tem um longo período sem sintomas. Em alguns casos, a doença aflora e é percebida décadas após a contaminação, através das complicações: cirrose em 20% e câncer de fígado em 20% dos casos com cirrose. Por isso, a prevenção é imprescindível e pode ser feita com o uso de materiais cortantes esterilizados ou descartáveis, pois não existe vacina para a hepatite C. "O período de incubação do vírus da hepatite C é de 45 dias. Esta doença tem tratamento com interferon peguilado e ribavirina, com chance de cura completa em cerca de 50% dos casos. Possuem melhores respostas ao tratamento os pacientes com idade inferior a 40 anos, do sexo feminino, mais magros", finaliza o infectologista. É fundamental a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento especializado das hepatites para evitar complicações futuras. "
Estou com dúvidas em estabelecer critérios para descolonização em pacientes com suab nasal positivo para MRSA. O perfil dos meus pacientes é bem específico, visto que são pacientes oncológicos, logo imunodeprimidos .Estou tendo um indice alto de pacientes colonizados mas nem sempre sintomáticos . Como devo proceder?
Enfª Nathalie Couto
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Caros colegas Estou fazendo um diagnóstico das funerárias da cidade onde moro e estou precisando da Norma/ Instrução que autoriza o uso do formol nos procedimentos de embalsamamento e formolização,nestes estabelecimentos. Já procurei e não estou encontrando. Acredito que seja o mesmo documento que autoriza o uso do formal nos laboratorios de anatomia das faculdades(medicina, enfermagem, etc). Se alguem souber repasse ficarei grata. Angela medica do trabalho
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
PROCESSAMENTO DE MATERIAIS CIRÚRGICOS COMPLEXOS (MÓDULO II) Dia 21 e 22 de Maio de 2010 Círcolo Italiano San Paolo - São Paulo
RESUMO
O GEAPIOcme, dando continuidade a proposta de cursos na área de processamento de materiais cirúrgicos complexos, traz o segundo módulo com o objetivo de discutir, durante dois dias, os aspectos gerenciais que administradores , supervisores e enfermeiros estão se deparando frente às novas demandas do mercado, tanto na atualização de legislações bem como na atualização de procedimentos e processos em CME. O curso busca aprimoramento e propõe estratégias que permitam aumentar a eficiência administrativa e a técnica aos profissionais envolvidos no ambiente de Central de Material e Esterilização no contexto hospitalar.
BACKGROUND
O evento foi planejado de forma a prover informação científica
[ + ] Exibir tudo
de qualidade, por meio de pesquisas de procedência confiável que os palestrantes trarão em plenária e que deverão congregar as experiências dos ouvintes em mesas-redondas e grupos de discussão.
PÚBLICO-ALVO
O evento será dirigido a executivos, diretores e técnicos das instituições de saúde, enfermeiros e técnicos que atuam em CME, estudantes, consultores, professores e representantes de órgãos governamentais e privados.
PROGRAMA
Parte I - 21 de maio de 2010
Estabelecimento da interface entre CME, CCIH e Gerência de Risco como fator determinante na qualidade da assistência ao paciente.
Palestrante: Maria Clara Padoveze Prof. Dra. FM USP SP
Estabelecimento da área física do CME de acordo com requisitos legais e a racionalização do trabalho.
Palestrantes: Lauro Miquelin Arquiteto Gerente de Desenvolvimento da L + M GETS Suely Marques Enfermeira Consultora da L + M GETS
Conceito de sustentabilidade no mundo corporativo e a interface com os hospitais.
Palestrante: Áurea Barros Gerente do Inst. de Responsabilidade Sócio Ambiental do Grupo de Saúde Bandeirantes
A importância do envolvimento do gestor de CME no processo de especificação de compras, homologação e qualificação de fornecedores.
Palestrantes: Roberto Rodrigues Sociólogo - Presidente da ABRAIDI Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Implantes Rodrigo Alberto Correia da Silva Advogado - Correia & Silva Advogados
Parte II - 22 de Maio de 2010
Estabelecimento dos critérios mínimos recomendados e exigidos para o processamento de artigos.
Palestrante: Eliane Molina Psaltikidis Enfermeira - Mestre em enf. - USP - Assistência Técnica do Comitê de Melhoria da Qualidade do HC - UNICAMP
A importância da motivação da equipe para atender aos requisitos dos serviços garantindo satisfação dos clientes e a segurança do paciente.
Palestrante: Fernando Rinaldi Administrador - Diretor de Qualidade e Desenvolvimento da Irmandade da Santa Casa de São Paulo
Estabelecimento da interface entre a CME e a Engenharia Clínica.
Palestrante: Alberto Landim Engenheiro do Hospital Samaritano de São Paulo
Processos Informatizados para Gestão de CME.
Palestrante: Welvis Matias Ferraz Administrador - Empresa OMAX
Metodologia LEAN como fator de redução de desperdício. Palestrantes: Geraldo Amaral Engenheiro - Consultor - Amaral & Amaral Treinamento e Assessoria Técnica Márcia F. Oliveira Pereira Enfermeira - Especialista em Enf. CC, CME, RA - USP - Responsável pela CME HM. São Luiz
Programas de Certificação ONA, CQH, Joint Comission e ISSO 9001.
Palestrante: Lílian Lestingi Labbadia Enfermeira Prof. da UNIFESP
Atualidades sobre a terceirização da Gestão de CME.
Palestrante: Mário F. Cabral Ferreira Gestor de Serviços Hospitalares
LOCAL DO CURSO Circolo Italiano San Paolo - Salão Nobre - Cidade São Paulo.
TABELA DE VALORES PARA O SEGUNDO PERÍODO DE INSCRIÇÃO: Pagamento até 18/04/2010: R$ 250,00 De 19/04/2010 à 15/05: R$ 285,00 Inscrições no dia e no local do evento: R$ 315,00
PAGAMENTO ATRAVÉS DE BOLETO BANCÁRIO OU POR DEPÓSITO EM CONTA: INSCRIÇÃO: Banco Real(356). Agência(0565). Conta(8732766-0) CNPJ: 10.730.395/0001-31
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: - Número máximo de participantes: 150 pessoas. - Qualquer solicitação ou informação deverá ser encaminhada por e-mail ou telefone. - Caso haja necessidade de recibo, solicite-nos com antecedência ao evento e retire-o durante o mesmo. - Será fornecido certificado. - A devolução do valor da inscrição ocorrerá apenas com 30(trinta) dias de antecedência da data do evento. - Não haverá divulgação de e-mails ou telefones dos participantes. - A organização reserva o direito de alteração na programação mediante mudança de palestrante ou eventos de natureza não controlada. Toda e qualquer alteração será comunicada com antecedência prévia.
[ Riscobiologico.org - Folder disponibilizado em www.riscobiologico.org/lista/20100519.pdf ]
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.