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Legislação e normatizações Adicional de Insalubridade
Boa tarde caros, O anexo 14 da NR15 relaciona as atividades e operações com agentes biológicos A norma divide em dois grupos: Grau máximo: Contato permanente com pacientes portadores de doenças infecto-contagiosas e em isolamento Grau médio: o contato com pacientes ou material infecto-contagiante, sem condicionar a insalubridade a pacientes portadores de doenças infecto-contagiosas. Assim sendo, eu vos pergunto: - Quem procura um médico é um paciente que pode ser portador de doença infecto-contagiosa? - Para trabalhos em hospitais o que deve-se considerar grau médio ou máximo? Att. Warley Rodrigues de Souza
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Material bilbiográfico e educativo Material Bibliográfico - Biossegurança / Hospital Veterinário
Boa noite ,
Preciso elaborar um treinamento para funcionarios do Hospital veterinario e gostaria de referencias bibliograficas especificas.. se alguem tiver sugewstões.. Obrigada!!!
Jacqueline
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde
Colegas listeiros! Como vocês estão realizando o descarte de sonda de foley, DRENO DE PENROSE e o coletor de sistema fechado (para urina). Obrigada Josiane
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Legislação e normatizações Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Olá, colegas! Preciso fazer um PGRSS mas não sei por onde começar, alguém poderia me ajudar? De quem é a responsabilidade de fazê-lo? Quais empresas precisam ter o programa? Existe um número X de funcionários, ou toda micro empresa precista ter?
Grata,
Enfª Rita.
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Infecção pelo HIV/AIDS HIV/AIDS - Profilaxia Pós-Exposição / Lopinavir/r
Prezados colegas, Segue abaixo alerta do FDA (Food and Drug Administration - EUA) sobre investigação de potenciais efeitos adversos de hepatotoxicidade com o uso do lopinavir/r em profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV. Equipe Riscobiologico.org
Abstract The Food and Drug Administration's latest Adverse Event Reporting System update indicates the agency is investigating potential safety issues associated with the HIV drug Kaletra and several other medications. FDA said it is tracking reports of liver toxicity in patients who received Kaletra to prevent HIV infection following exposure to the virus (post-exposure prophylaxis). FDA emphasized that "the listing of a drug and a potential safety issue on this Web site does not mean that FDA is suggesting prescribers should not prescribe the drug
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or that patients taking the drug should stop taking the medication." For more information, visit Source: http://www.fda.gov/Drugs/GuidanceComplianceRegulatoryInformation/Surveillance/AdverseDrugEffects/ucm210293.htm Potential Signals of Serious Risks/New Safety Information Identified by the Adverse Event Reporting System (AERS) October - December 2009 The table below lists the names of products and potential signals of serious risks/new safety information that were identified for these products during the period October - December 2009 in the AERS database. The appearance of a drug on this list does not mean that FDA has concluded that the drug has the listed risk. It means that FDA has identified a potential safety issue, but does not mean that FDA has identified a causal relationship between the drug and the listed risk. If after further evaluation the FDA determines that the drug is associated with the risk, it may take a variety of actions including requiring changes to the labeling of the drug, requiring development of a Risk Evaluation and Mitigation Strategy (REMS), or gathering additional data to better characterize the risk. FDA wants to emphasize that the listing of a drug and a potential safety issue on this Web site does not mean that FDA is suggesting prescribers should not prescribe the drug or that patients taking the drug should stop taking the medication. Patients who have questions about their use of the identified drug should contact their health care provider. FDA will complete its evaluation of each potential signal/new safety information and issue additional public communications as appropriate.
Potential Signals of Serious Risks/New Safety Information Identified by the Adverse Event Reporting System (AERS) October - December 2009 Lopinavir and ritonavir (Kaletra) Hepatotoxicity with post-exposure prophylaxis (PEP) regimens. FDA is continuing to evaluate this issue to determine the need for any regulatory action.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento – PE
XII CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTROLE DE INFECÇÃO E EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR Promovido pela Associação dos Profissionais em Controle de Infecção Hospitalar de Pernambuco - ACIHPE, com o apoio da Associação Brasileira dos Profissionais em Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar - ABIH 01 a 04 de setembro de 2010 Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife/Olinda. http://www.cih2010.com.br/
PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PRELIMINAR A ) CONFERÊNCIAS: Qualidade e Segurança: Buscando a Excelência no Controle de Infecção Controle de Infecção nos próximos 10 Anos Limitações Atuais e Perspectivas Futuras da Terapia Antimicrobiana para Bactérias Multirresistentes Cuidados Paliativos e o Controle de Infecção Vigilância Epidemiológica das IRAS em Neonatologia: Da Teoria à Prática com Resultados IRAS de Origem Materna. Prevenção da Sepse Neonatal por Gram-negativos
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e Gram- positivos Otimizando o Uso de Antimicrobianos em Pediatria com Segurança Controle de Infecção em Pandemias - A Experiência com Influenza A/H1N1 Novas Tecnologias em Processamentos de Artigos: Um Olhar para os Lançamentos Ultra-Recentes e para as Perspectivas Imediatas Indicadores de Qualidade em Esterilização, Desinfecção e Limpeza
B ) MESAS REDONDAS O Que Muda com os Novos Critérios Diagnósticos Nacionais de IRAS Pneumonia Infecções Relacionadas ao Cateter Vascular Infecção do Trato Urinário Infecção do Sítio Cirúrgico Atualização em Infecção do Trato Urinário Como Conduzir ITU em Bexiga Neurogênica e Neo-bexiga? Tratamento de ITU: Vigilância e Susceptibilidade Microbiológica de Uropatôgenos Estratégias de Prevenção Baseadas em Evidências. Pacote de Medidas. Uma Nova Abordagem na Utilização de Antimicrobianos Utilização de Critérios de PK-PD Definição e Emprego do MIC no Tratamento das Iras Abordagem Multiprofissional Doença Associada ao Clostridium difficile Tendências Epidemiológicas em Diferentes Cenários Fatores de Risco e Apresentação Clínica Estratégias Potenciais para Prevenir a Aquisição e Transmissão Micobacterias de Crescimento Rápido (MCR): um patógeno emergente Isolamento, Identificação e Susceptibilidade Antimicrobiana Infecções Respiratórias: Apresentação Clínica e Tratamento Surtos de Iras por MCR no Brasil Tuberculose MDR e XDR - o que devemos saber Marcadores de TB-MDR e XDR: Como Detectar Resistência Epidemiologia e Impacto nos Programas de Tratamento Infecções em Próteses Articulares Ortopédicas Avanços no Diagnóstico Microbiológico Abordagem Terapêutica nas Infecções Precoces e Tardias Dificuldades no Tratamento com a Manutenção da Prótese Articular. Até Quando Manter? Evidencias Cientificas no Controle de Infecção em Home-Care Devem as Medidas de Prevenção e Controle de Infecção Seguir os Mesmos Preceitos das Medidas Adotadas no Ambiente Hospitalar? Processamento de Artigos Desinfecção de Superfícies Gerenciamento de Resíduos Desafios do Controle de Infecções em Unidades de Longa Permanência/"Home-Care" Indicadores de Infecção Domiciliar Protocolos de Controle de Infecção Domiciliar Colonização/Infecção com Patógenos MDR (Multidrogarresistentes): Como Lidar no Domicílio Polêmicas no Reprocessamento de Produtos para Saúde Repercussões na Compatibilidade de Biomateriais Frente a Métodos de Reprocessamento Reprocessamento por ETO com Equipamentos Instalados no Ambiente Hospitalar: Cenário Nacional e Internacional Microbiologia Aplicada ao Processamento de Artigos Tolerância dos Microrganismos aos Agentes Químicos Germicidas Aplicação da Biologia Molecular no Estudo de Reprocessamento de Artigos Métodos e Técnicas que Assegurem a Destruição de Biofilmes nos Artigos para Saúde Papel da Contaminação Ambiental e Desinfecção nas Iras Secundárias a: MRSA e VRE Gram-negativos MDR Novos Métodos para Descontaminação e Monitoramento do Ambiente ao Redor do Paciente Manuseio de Feridas Baseado em Evidências Como Obter Evidências Científicas para Avaliar Intervenções em Feridas? Coleta de Exames: Obtenção de Material Biológico para Culturas Microbiológicas entre a Evidência Científica e as Padronizações - O Que Efetivamente Interfere no Resultado? Experiências Nacionais em Programas de Qualidade Hospitalar Vigilância de Processos e Impacto nos Indicadores de Infecção Segurança do Paciente Medindo e Interpretando o Consumo de Antibióticos no Hospital - Aplicação Prática para o Controle de Resistência Bacteriana Segurança em Cirurgia. Cirurgia Segura Salva Vidas Vigilância Epidemiológica e Microbiológica das ISC. Dados Nacionais Estratégias de Prevenção Baseadas em Evidências. Pacote de Medidas Mudanças Práticas para Racionalização da Antibioticoprofilaxia Cirúrgica Sepse Grave Patogênese: Como as Bactérias Gram-negativas Causam Sepse Grave? Otimização do Manejo: Lições da "Surviving Sepsis Campaign" e "Cooperative Antimicrobial Therapy of Septic Shock (CATSS) Como Tratar o Choque Séptico e Obter Melhoras no Prognóstico C ) PAINEIS DE DEBATE Desafios no Diagnóstico e Tratamento da Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica Otimizando o Diagnóstico Microbiológico Antibioticoterapia Empírica Estratégias de Prevenção Baseadas em Evidências. Pacote de Medidas Estratégias nas Infecções relacionadas a Cateter Vascular Sistema Fechado de Infusão Cateter impregnado Funciona? Quando e Como Fazer Selo antibioticoterápico Pacote de Medidas para Prevenção Antibioticoterapia: Como Conduzir? Infecções por Acinetobacter spp e Pseudomonas spp Resistentes a Carbamapenemicos e Polimixina Importância Clínica da Concentração Inibitória Mínima (MIC) para Gram-positivos e Gram-negativos no Sucesso Terapêutico Infecções por Enterobacterias Produtoras de Carbapemenases. Beta Lactamases Produzidas por Bactérias Gram-Negativas. Implicações Clínicas e Terapêuticas. Detecção de Beta-Lactamases do Grupo A pelo Laboratório de Rotina. O Que Muda em 2010? Detecção Fenotípica de Beta-Lactamases do Grupo B em Não-Fermentadores. Como Aplicar na Rotina? Epidemiologia, Fatores de Risco e Tratamento das Infecções por Beta-Lactamases do Grupo A e B. Gestão do Risco e suas Interfaces com a Qualidade e Segurança do Paciente Gestão do Risco e o Programa de Controle de Infecções: Metas Internacionais de Segurança Biossegurança X Hotelaria X Hospitalidade em Tempos de Acreditação: Trabalhando os Velhos Hábitos UTI x Bundles x Gestão de Riscos: Como Fazer? Pneumonia Associada à Assistência a Saúde em Pediatria Como Melhorar o Diagnóstico Tratamento Empírico Prevenção das Pneumonias Associadas e Não Associadas à VM Baseada em Evidências Serviços de Apoio na Pediatria Como Atingir a Excelência em Lactário Banco de Leite Enterocolite e Probioticos: Já é Hora de Implementar? Eventos Adversos Qualidade e Segurança na Atenção aos Recém-nascidos Segurança no Preparo e Administração de Medicamentos nas Crianças Qualidade e Segurança no Centro Cirúrgico Gerenciamento de Riscos no Centro Cirúrgico Material Médico-hospitalar Cirúrgico: Validação da Desinfecção e do Esterilizador - Práticas e Dificuldades Mitos e Verdades sobre o Ácido Peracético Avanços Tecnológicos no Tratamento de Feridas Laser de Baixa Intensidade Ultra-som Terapêutico Terapia com Pressão Negativa Vancomicina. Tempo de Aposentadoria? A MIC Está Realmente em Ascensão para Gram-positivos? Concentrações mais Elevadas Melhoram a Resposta Clínica? Os Novos Antimicrobianos são Superiores a Vancomicina? Controvérsias em Infecções por MDR Enterobacterias ESBL Positivo: Critérios para Culturas de Vigilância e Bloqueio. PAV por Pseudomonas spp/acinetobacter spp. Quando Utilizar Antibióticos por Via Inalatória? Antimicrobiano em Paciente Crítico: Quando a Infusão Contínua Vale a Pena? Manuseio das Infecções Intra-Abdominais Graves Pancreatite Aguda Otimização da Antibioticoterapia Empírica para Peritonites Pós-Cirúrgica Faisceites Necrotizantes Infecção da Corrente Sangüínea em Pediatria e Neo-natologia Melhorando o Diagnóstico Microbiológico em Recém-nascidos e Crianças Estratégias de Prevenção - Experiência com os Pacotes na Pediatria Tratamento - Manejo no Paciente com Acesso Vascular Infecções por MDR em Pediatria Terapêutica e Medidas de Prevenção e Controle de Disseminação Infecções Fúngicas em Crianças: Protocolos de Investigação, Tratamento e Profilaxia Infecções Fúngicas na UTI Terapia Preemptiva Candidiase na UTI: Profilaxia ou Não? Tolerância Zero: Falta de Adesão as Medidas de Impacto para a Prevenção de Infecções Precauções de Isolamento: Estratégias Efetivas para sua Implementação Quando e Como Retirar Paciente com Bactéria Multirresistente do Isolamento Estratégias para a Melhoria da Adesão à Higienização das Mãos Controvérsias em Limpeza de Endoscópios Indicadores de Limpeza para Lavagem e Desinfecção de Endoscópios Novos Processos de Desinfecção Hospitalar Compatíveis com Equipamento Médico Termo Sensível Realidade da América Latina no Reprocessamento de Endoscópios Flexíveis Controvérsias no Tratamento de Feridas Uso de Anti-sépticos em Terapia Tópica Antibioticoterapia Sistêmica e Local D ) 10 MELHORES ARTIGOS 2009/2010 Polimixina x Colistina. Toxidade, Farmacocinetica, Farmacodinâmica e Resistência Bacteriana Melhores artigos 2009/2010 em Epidemiologia e Controle de Infecção Publicações de Impacto na Prevenção ou Estratégias para Melhorar a Adesão à Higiene das Mãos nas UTIS Neonatais Infecção da Corrente Sanguínea em Pediatria - Publicações de Impacto na Prevenção
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Peço ajuda a vcs para exclarecer uma duvida, pois preciso saber se a legislação permite uma caixa de passagem do esgoto da área técnica da histopatologia(dentro da mesma), para poder canalizar todo o esgoto em uma unica saída de 150mm, com destino a ETE.
atenciosamente,
wagner rio de janeiro
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Material bilbiográfico e educativo Material Educativo - Biossegurança / Farmacêuticos
Olá colegas, Estou precisando desenvolver um panfleto, simples e rápido com ilustrações e dicas rápidas sobre biossegurança para farmacêuticos, como EPIs, descarte de materiais e afins. Seria como aqueles panfletos e cartazes que comumente vemos em áreas de saúde. Gostaria de saber se alguém já tem algum tipo de material ou se poderiam me ajudar enviando materiais e ideias soltas, assim como, ilustrações para que eu melhor possa desenvolver esse trabalho. Agradeço a todos, Pablo Ramalho
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Casos
Mensagem encaminhada pelo colega Gustavo
"07/05/2010 15:29 Brasil teve 361 pessoas internadas e 50 mortas pela gripe suína em 2010
Folha/LH
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta sexta-feira que em 2010 já foram registradas 361 internações por causa da gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína, no território brasileiro. As internações ocorreram desde o dia 1º de janeiro até o dia 3 de abril. No período, ocorreu um total de 50 mortes, sendo que as mulheres representam 76% delas e as gestantes 32%. A gripe suína começou a circular no país no fim de maio do ano passado. Ao todo, 2009 teve 2.051 óbitos, sendo 75% de pessoas com doenças crônicas. Os adultos de 20 a 29 anos
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concentraram 20% dos óbitos, e os de 30 a 39 anos representaram a maior parcela de mortes, 22% do total. Nesta sexta Temporão apresentou o balanço da vacinação contra a gripe suína e lançou a campanha de vacinação do idoso contra a gripe comum, que começa neste sábado (8), após adiamento, nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Até 21 de maio, como nos outros anos a recomendação é de que todas as pessoas maiores de 60 anos sejam imunizadas. Nas regiões Norte e Sul a vacinação começou em 24 de abril e termina neste fim de semana. Nos dois casos, idosos portadores de doenças crônicas também serão imunizados contra a gripe suína recebem a dose contra gripe comum em um braço e contra a gripe suína no outro. Vacinação contra a gripe suína Data Trabalhadores da saúde e indígenas 8/03 a 19/03 Gestantes Até 7 de maio Doentes crônicos Até 7 de maio Crianças de seis meses a dois anos Até 7 de maio População de 20 a 29 anos Até 7 de maio Vacinação do idoso (gripe comum) - Sul e Norte Até 7 de maio Vacinação do idoso (gripe comum) - Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste 8/05 a 21/05 População de 30 a 39 anos 10/05 a 21/05 Balanço Ao todo, 47,5 milhões de pessoas receberam vacina contra a gripe suína no Brasil, o que, segundo o governo, representa 81% do público-alvo convocado inicialmente. Entre os grupos prioritários, porém, a vacinação apresenta problemas. O objetivo do governo é que 80% das pessoas destes grupos sejam vacinadas, mas entre as gestantes o índice está em 63%, e, nos adultos de 20 a 29 anos, em 69%. Temporão atribuiu a baixa adesão ao possível receio das gestantes em relação à vacina. "Houve muito ruído no início da campanha, correntes na internet dizendo que a vacina fazia mal, mas nada disso é verdade." Segundo o ministro, todos os profissionais de saúde e crianças com menos de dois anos foram vacinadas. A cobertura nos doentes crônicos, inclusive idosos, está em 82% e nos indígenas, em 75%. Na segunda-feira (10), terá início a quinta etapa, destinada para a população de 30 a 39 anos de idade. São estimados 30 milhões de pessoas nesta faixa etária. As crianças entre seis meses e dois anos ainda precisam tomar a segunda dose da vacina, o que deve ocorrer 30 dias depois da primeira. Esse intervalo é o tempo necessário para o organismo produzir maior número de anticorpos, ou seja, garantir maior imunidade contra a doença."
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