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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Transfusão de sangue e hemoderivados
Caros colegas listeiros, preciso de uma ajuda no seguinte quesito:
Os senhores sabem se a alguma norma que regulamenta as tranfusões sanguineas no quesito preenchimento da RT, onde pede HB e HT? Que eu saiba o profissional da saúde médico quando preenche uma requisição de transfusão deve, também colocar a HB e HT de acordo com exames laboratoriais do dia. Pra justificar junto a ANVISA, vigilância, etc... A transfusão, a minha pergunta é: Tem alguma norma que regulamente isto de se preencher a RT com o resultado de exames do dia? Mensagem encaminhada pela colega Marilei
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - RJ
Evento em São Paulo - Maio 2010 "Processamento de Materiais Cirúrgicos Complexos - Módulo II - Em Busca da Eficiência na Gestão em CME".
www.nascecme.com.br
21 de Maio de 2010
08h30min - 10h Estabelecimento da área física da CME de acordo com os requisitos legais e a racionalização do trabalho. - Pisos - exemplo: o que é piso monolítico, qualidade do acabamento, tipos de torneira e ralos. - Conceito de área limpa e área suja, - Conceito de fluxo de circulação, - Água - atendimento a legislação e as recomendações dos fabricantes,
10h - 10h15min - Intervalo
10h -12h - Sistemas de ventilação e controle ambiental para as diferentes áreas que compõe o setor CME, - Conforto e segurança dos colaboradores (acústico,
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térmico e iluminamento), - Definição de gestão de resíduos e avaliação do impacto ambiental e legislação aplicável.
12h - 13h30min - Almoço
13h30min - 15h - Estabelecimento dos critérios mínimos recomendados e exigidos para o processamento de artigos. - Atendimento a legislação e recomendações de fabricantes para processamento de artigos na especificação de compras e insumos - Dimensionamento de equipamentos para a CME e estabelecimento do fluxo de trabalho e atendimento da demanda do serviço - Conceito de demanda, custo versus produtividade SOBECC - Dimensionamento de mão-de-obra e do perfil profissional dos colaboradores (descrição de função, requisitos de contratação e plano de treinamento),
15h - 15h15min - Intervalo
15h15min - 17h
A importância do envolvimento do gestor da CME no processo de especificação de compras, homologação e qualificação de fornecedores. - Instrumentais e dispositivos médicos - Insumos - Equipamentos para CME - O cadastro de qualificação técnica de fornecedores de produto médico/material cirúrgico complexo à luz da legislação. - Consignação -
17h - 18h A importância da motivação da equipe para atender os requisitos dos serviços e garantir satisfação dos clientes e a segurança do paciente.
- Cliente interno, - Cliente externo, - Cliente final - paciente, - Direto do Consumidor e Ética - Humanização - Satisfação de Clientes
22 de Maio de 2010
08h30min as 10h
O estabelecimento da interface entre a CME e a Engenharia Clínica
- Manutenção Corretiva e Manutenção Preventiva - Aferição, Validação e Calibração de Equipamentos - Avaliação de Laudos Técnicos
10h - 10h15min - Intervalo
10h15min - 12h
O estabelecimento da interface entre a CME, CCIH, Gerência de Risco como fator determinante da qualidade assistência ao paciente. - Biossegurança - EPI - Identificação e Rastreabilidade - Subnotificação e Tecnovigilância - Implementação e Validação de Pop´s - Definição de Pontos de Monitoramento e Controle
12H - 13H30min - Almoço
13h30min - 15h O papel da CME na Gestão Estratégica da Qualidade - Estatística - Indicadores de qualidade e efetividade do serviço (a definir) - Indicadores de processo (a definir) - Indicadores de qualidade ( adefinir) - Auditoria e Inspeção Interna - Programas de Certificação ONA, CQH, Joint Comission e ISO 9001
15h - 15h15min - Intervalo
15h15min - 17h
- Processos Informatizados para Gestão de CME - Tecnologia disponíveis no mercado - Vantagens dos processos informatizados
17h - 18h Atualidades sobre a terceirização da Gestão de CME - Aspectos da Legislação - Tendências de Mercado
Público Alvo: O evento é dirigido a executivos diretores e gerentes técnicos das instituições de saúde, enfermeiros e técnicos que atuam em CME, estudantes, consultores, professores e representates de órgãos governamentais e privados.
Vale enfatizar que neste II Módulo do referido curso, tem a proposta de discutir durante os dois dias (21 e 22 de Maio de 2010) os aspectos gerenciais que administradores, supervisores e enfermerios estão se deparando frente as novas demandas de mercado, tanto na atualização de legislações, bem como na atualização de procedimentos e processos em CME. Organização e Realização: www.nascecme.com.br
Local: Circolo Italiano São Paulo Avenida Ipiranga, 344 - 1º andar - Edifício Itália - Salão Nobre Telefone: 11 2189 2900 Grata, Angela Pereira Tecnóloga da Qualidade Total com especialização em Vig. Sanitaria 11 7177 3749
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Controle
Pessoal Bom dia Estou com uma duvida em relação à entrega e controle de Equipamento de Proteção Individual para Equipe de Enfermagem, temos que ter Ficha de entrega de epi´s individual a todos colaboradores da Enfermagem? Gostaria muito da ajuda e dicas de todos vocês. Muito obrigada Evanir Leite Tecnica de Segurança do Trabalho evanir_ leite@yahoo.com.br
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual/Barreira – Vestimentas/Uniformes
Na empresa onde trabalho existe possuimos agentes comunitarias de saúde, na qual estão reivindicando a liberação do uso de bermudas. Os agentes permanecem por alguma horas nas unidades, e outras horas em visitas domiciliares. A duvida é se possui alguma legislação ou algo que impeça o uso de bermudas em ambientes como postos de saúde ou ambulatórios médicos.
Janilton Técnico em Segurança do Trabalho ..... Gostaria de saber se algum(a) companheiro(a) possui alguma informação sobre proibição do uso de bermuda em unidades de saúde, mais especificamente por agentes comunitárias, alguma legislação ou algo parecido, pois o SESMT esta sendo questionado sobre o assunto para uso pelas mesmas nessa época de calor. JANILTON DE OLIVEIRA Técnico em Segurança do Trabalho Casa de
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Saúde Santa Marcelina
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Vacina
Encaminho uma das respostas recebidas através da colega Tânia, para discussão. Qual de nós vai prescrever com tranquilidade a vacina, sem saber qual está sendo distribuída para cada paciente, familiar, colega... A que temos no momento, aqui no Rio de Janeiro, é do Butantan, a partir da Sanofi-Pasteur. Mesmo quanto a esta, ainda há questões sobre a bula (que seria modificada, mas ainda não recebemos nova) que proíbe em letras garrafais o uso em menores de 18 anos; deixa "a critério médico" (qual?) o uso em gestantes; sobre a seringa de 3ml comprada para dosar 0,25 com "avaliação visual" (como?), no caso das crianças a serem vacinadas daqui a uma semana etc. Fim do problema?
Abraços, Flávia Feijó
... Prezada Tânia
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e demais colegas, Se houve cultura do virus em tecido canceroso em qualquer fase da produção da matriz da cepa que produziu as vacinas, o que me preocupa não são as reações imediatas, que provavelmente serão as mesmas esperadas para a influenza sazonal, dada a similaridade das composições: são os efeitos adversos de médio e longo prazos que me recomendam cautela. A Novartis confirma publicamente ter usado o método, dada a pressa na multiplicação de doses. Também não me preocupo com restos de nível celular (se uma célula cancerosa passar...) ou molecular na transmissão de doenças. Temos domínio de tecnologia até o nível de fragmentação viral (inclusive no Brasil, como no caso desta vacina replicada no Butantan) capaz de peneirar partículas maiores. Minha preocupação está nas partículas em nanoescala (prions e similares) que permanecem na base teórica de várias hipóteses de causalidade de cânceres e síndromes paraneoplásicas, entre outros problemas de saúde. Não há qualquer garantia até agora de que tais constituintes, uma vez presentes na matriz, não sejam carreados em repiques sucessivos, e que não sejam capazes de interferir em processos anteriormente saudáveis em tempo maior que as 6 semanas preconizadas pelo Ministério da Saúde de acompanhamento de efeitos adversos após a vacinação. Até onde sei, o único recurso que tivemos historicamente para evitar transmissões por este modo foi desenvolvendo tecnologias progressivamente mais limpas, eticamente comprometidas, partindo de um ser vivo de base saudável, rigorosamente triado até onde vão nossas possibilidades práticas. Assim são as células Vero, os ovos embrionados, os doadores de sangue, de órgãos, os cavalos produtores de soros etc envolvidos na produção de imunobiológicos de uso corrente em medicina. Custa alguma coisa garantir a nós, médicos, que podemos prescrever tal vacina no Brasil, com a segurança que o produto que recebemos (de diversos fabricantes) em momento algum passou por cultura em células cancerosas? (como todos os demais imunobiológicos licenciados aqui para uso humano?) O povo americano e europeu, mais esclarecido (e com uma postura meio antivacina em geral, que não vou discutir aqui), não deixou a soma de doses aplicadas entre eles neste inverno polar chegar a 30% da meta. Sobrou muita vacina e, se a epidemia não se alastrou nesta temporada, não foi por efeito da cobertura vacinal alcançada. Daqui a dez, vinte anos, estaremos compartilhando com estes poucos deles que se vacinaram o papel de cobaias. Apenas uns poucos meses nos separam da exposição. Ainda preciso refletir e conversar mais a respeito para me sentir segura. Me incomoda o silêncio da comunidade científica, tal como se observa nos sites da ABRASCO, SBP, SOPERJ, e outros centrais de imunologia, infectologia e obstetrícia. Já foi lá procurar orientação e também voltou de mãos vazias? Além disso: você já tomou a vacina? Beijos, Flávia Feijó
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Recém-nascido
Estamos com RN suspeito de infecção por H1N1 em nossa maternidade. Estamos seguindo protocolo de São Paulo pois no protocolo do Ministério não há orientação sobre RN que necessitam de UTI neonatal. Temos ainda outros agravantes nesta UTI neo que é a superlotação, mantendo leitos(berços e incubadoras) menos de 1 metro entre eles. Gostaria de receber atualizações/protocolos/literatura sobre o assunto Grata Renata
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Áreas de apoio Áreas de Apoio - Higienização e Limpeza
Companheiros do Risco Biologico
Alguem sabe informar como se calcula o quantitativos de profissionais de limpeza necessário para um hospital de 80 leitos, qual literatura? Estou com um impasse com uma firma tercerizada, pois trabalho em um hospital público municipal no RJ e estou com sérios problemas de limpeza realizados por esta empresa.
Abs
Marcos Pinheiro Sanitarista/ CCIH HMCML
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Centro de Educação Infantil
Boa noite. Sou professora lotada em Cei, membro da CIPA e gostaria de esclarecer com vc algumas dúvidas. Trabalhamos com crianças de 0 a 3 anos ,cerca de 250, oriundas em sua grande maioria de comunidade pobre. Devido a especificidade da idade atendida, as professoras trocam fraldas, ajudam no uso do banheiro, na higienização. A duvida é: como lidamos, diretamente e cotidianamente, com fluidos corpóreos, excreções, sangue,qual seria o risco de contaminação? Esclareço que utilizamos luvas de vinil transparente, não estéries e segundo o próprio fabricante , na descrição do produto, não recomendada para o uso em procedimentos com fluidos corpóres. A luva de látex seria mais indicada? Como conseguir material sobre prevenção de risco biológico? Obrigada. Ana Maria
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