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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Vacina
Encaminho uma das respostas recebidas através da colega Tânia, para discussão. Qual de nós vai prescrever com tranquilidade a vacina, sem saber qual está sendo distribuída para cada paciente, familiar, colega... A que temos no momento, aqui no Rio de Janeiro, é do Butantan, a partir da Sanofi-Pasteur. Mesmo quanto a esta, ainda há questões sobre a bula (que seria modificada, mas ainda não recebemos nova) que proíbe em letras garrafais o uso em menores de 18 anos; deixa "a critério médico" (qual?) o uso em gestantes; sobre a seringa de 3ml comprada para dosar 0,25 com "avaliação visual" (como?), no caso das crianças a serem vacinadas daqui a uma semana etc. Fim do problema?
Abraços, Flávia Feijó
... Prezada Tânia
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e demais colegas, Se houve cultura do virus em tecido canceroso em qualquer fase da produção da matriz da cepa que produziu as vacinas, o que me preocupa não são as reações imediatas, que provavelmente serão as mesmas esperadas para a influenza sazonal, dada a similaridade das composições: são os efeitos adversos de médio e longo prazos que me recomendam cautela. A Novartis confirma publicamente ter usado o método, dada a pressa na multiplicação de doses. Também não me preocupo com restos de nível celular (se uma célula cancerosa passar...) ou molecular na transmissão de doenças. Temos domínio de tecnologia até o nível de fragmentação viral (inclusive no Brasil, como no caso desta vacina replicada no Butantan) capaz de peneirar partículas maiores. Minha preocupação está nas partículas em nanoescala (prions e similares) que permanecem na base teórica de várias hipóteses de causalidade de cânceres e síndromes paraneoplásicas, entre outros problemas de saúde. Não há qualquer garantia até agora de que tais constituintes, uma vez presentes na matriz, não sejam carreados em repiques sucessivos, e que não sejam capazes de interferir em processos anteriormente saudáveis em tempo maior que as 6 semanas preconizadas pelo Ministério da Saúde de acompanhamento de efeitos adversos após a vacinação. Até onde sei, o único recurso que tivemos historicamente para evitar transmissões por este modo foi desenvolvendo tecnologias progressivamente mais limpas, eticamente comprometidas, partindo de um ser vivo de base saudável, rigorosamente triado até onde vão nossas possibilidades práticas. Assim são as células Vero, os ovos embrionados, os doadores de sangue, de órgãos, os cavalos produtores de soros etc envolvidos na produção de imunobiológicos de uso corrente em medicina. Custa alguma coisa garantir a nós, médicos, que podemos prescrever tal vacina no Brasil, com a segurança que o produto que recebemos (de diversos fabricantes) em momento algum passou por cultura em células cancerosas? (como todos os demais imunobiológicos licenciados aqui para uso humano?) O povo americano e europeu, mais esclarecido (e com uma postura meio antivacina em geral, que não vou discutir aqui), não deixou a soma de doses aplicadas entre eles neste inverno polar chegar a 30% da meta. Sobrou muita vacina e, se a epidemia não se alastrou nesta temporada, não foi por efeito da cobertura vacinal alcançada. Daqui a dez, vinte anos, estaremos compartilhando com estes poucos deles que se vacinaram o papel de cobaias. Apenas uns poucos meses nos separam da exposição. Ainda preciso refletir e conversar mais a respeito para me sentir segura. Me incomoda o silêncio da comunidade científica, tal como se observa nos sites da ABRASCO, SBP, SOPERJ, e outros centrais de imunologia, infectologia e obstetrícia. Já foi lá procurar orientação e também voltou de mãos vazias? Além disso: você já tomou a vacina? Beijos, Flávia Feijó
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Recém-nascido
Estamos com RN suspeito de infecção por H1N1 em nossa maternidade. Estamos seguindo protocolo de São Paulo pois no protocolo do Ministério não há orientação sobre RN que necessitam de UTI neonatal. Temos ainda outros agravantes nesta UTI neo que é a superlotação, mantendo leitos(berços e incubadoras) menos de 1 metro entre eles. Gostaria de receber atualizações/protocolos/literatura sobre o assunto Grata Renata
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Áreas de apoio Áreas de Apoio - Higienização e Limpeza
Companheiros do Risco Biologico
Alguem sabe informar como se calcula o quantitativos de profissionais de limpeza necessário para um hospital de 80 leitos, qual literatura? Estou com um impasse com uma firma tercerizada, pois trabalho em um hospital público municipal no RJ e estou com sérios problemas de limpeza realizados por esta empresa.
Abs
Marcos Pinheiro Sanitarista/ CCIH HMCML
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Centro de Educação Infantil
Boa noite. Sou professora lotada em Cei, membro da CIPA e gostaria de esclarecer com vc algumas dúvidas. Trabalhamos com crianças de 0 a 3 anos ,cerca de 250, oriundas em sua grande maioria de comunidade pobre. Devido a especificidade da idade atendida, as professoras trocam fraldas, ajudam no uso do banheiro, na higienização. A duvida é: como lidamos, diretamente e cotidianamente, com fluidos corpóreos, excreções, sangue,qual seria o risco de contaminação? Esclareço que utilizamos luvas de vinil transparente, não estéries e segundo o próprio fabricante , na descrição do produto, não recomendada para o uso em procedimentos com fluidos corpóres. A luva de látex seria mais indicada? Como conseguir material sobre prevenção de risco biológico? Obrigada. Ana Maria
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratório - Banheiros
Bom dia a todos colegas Esou montando um laboratorio de analises clinicas dentro de um centro médico que fica em um edificio ,porem só poderei ter um banheiro dentro do local alugado mas logo ao lado ficam os banheiros do predio inclusive banheiros adaptados para cadeirantes será que terei problemas com a vigilancia? Obrigada pela ajuda Mensagem encaminhada pela colega Fernanda
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Alimentos Externos
Caros colegas Trabalho na CCIH de um hospital e luto contra a entrada de alimentos comprados9 PIZZA, SANDUICHES fora do hospital a pedidos de médicos, acompanhantes e funcionários. Por favor alguém conhece alguma legislação da ANVISA ou Trabalho que proiba a entrada de alimentos dentro do hospital? Agradecida Teresa Cristina
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