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Conceitos e condutas gerais Condutas - Diálogo Diário de Segurança
Bom dia caros colegas!!
Estou iniciando atividades em um hospital e gostaria de sabaer como devo proceder , na maioria das empresas que tabalhei, tem o dialogo de segurança 5 minutos antes de iniciar as tarefas, seria viavel implantar isso no hospital onde a turnos revezados?sera que devo implantar os 5s.
Att Mensagem encaminhada pela colega Silvia
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Bom dia, Gostaria de saber se há obrigatoriedade do ambulatório egresso de cirurgias em todo hospital que as realiza? Gostaria de saber se a retirada de pontos de uma cirurgia pode ser feita normamente na atenção básica ou o paciente operado teria que retornar ao hospital para retirá-los? Tem alguma legislação que trate deste assunto? Atenciosamente, Enfermeira Maria Alice
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Prezados Companheiros da Riscobiologico.org, Venho por meio deste me apresentar como um novo membro desta equipe de discussão. Sou profissional prevencionista e atuo num hospital. Tenho pouca experiência com a área da saúde e espero contar com vocês para sanar possíveis dúvidas que me aparecer. Obrigado pela oportunidade de apresentar-me, segue contato abaixo.
Atenciosamente
Célio B. Campanhole Técnico de Segurança do Trabalho
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Gripes de 1918 e 2009
Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar a publicação de texto de historiadores latino-americanos que comparam as gripes de 1918 e 2009 O texto integral está disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702009005000001&lng=en&nrm=iso&tlng=pt Equipe Riscobiologico.org
Historiadores latino-americanos comparam gripes de 1918 e 2009 A revista História, Ciências, Saúde - Manguinhos da Fiocruz publicou, pela primeira vez antes de sua versão impressa, um debate em modo digital no portal SciELO de periódicos científicos. Este artigo de estreia, intitulado "A gripe de longe e de perto", reúne a opinião de sete historiadores latino-americanos que comparam a gripe espanhola, que matou milhões de pessoas no mundo em 1918, com a gripe A, também conhecida como suína, que foi considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), agora em 2009,
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uma pandemia. Os debatedores Adriana Alvarez, Ádrian Carbonetti, Ana Maria Carrillo, Cristiane Maria de Souza, Cláudio Bertolli Filho, Liane Maria Bertucci-Martins e Nara Azevedo destacam como foi a atuação das várias esferas de governos nacionais e locais, a posição dos médicos e dos meios de comunicação, e o comportamento das populações, especialmente no que se refere ao medo e à morte, no que diz respeito às duas enfermidades, com base, sobretudo, nas experiências vividas na Argentina, México e Brasil, seus países de origem. Além das estratégias e medidas terapêuticas profiláticas adotadas nos dois períodos pelos órgãos de assistência à saúde, o debate também incluiu os interesses privados ligados à venda de medicamentos, às medicinas populares e às influências da pandemia de 1918 sobre a crise de 2009. "Durante a Primeira Guerra Mundial, estima-se que tenham morrido 15 milhões de pessoas, sendo 9,2 milhões em combate. Não se sabe quantos morreram de gripe no mundo inteiro; os cálculos oscilam entre 20 e 100 milhões. Só em outubro de 1918, foram notificados 930 óbitos de gripe na cidade do Rio de Janeiro. É quase o equivalente ao número de mortos em todo o Brasil, em consequência da epidemia que irrompeu em abril de 2009: 1.047, segundo a Folha de S.Paulo de 23 de setembro deste ano", comenta o pesquisador organizador do debate Jaime Benchimol. "No texto apresentado, os leitores encontrarão informações, insights e especulações muitos interessantes sobre o desenrolar dessas crises médico-sociais em três países fortemente atingidos na atual pandemia". Um dos pontos de destaque da discussão é a maneira como as autoridades lidaram com a divulgação da informação para a população. "Em 2009, a OMS emitiu o alerta sobre a letalidade do vírus da gripe A. Em 1918, as informações eram, a princípio, esparsas, desencontradas e, em muitos casos, censuradas, inclusive devido ao momento em que a pandemia varreu o mundo: os meses finais da Primeira Guerra Mundial", afirma a pesquisadora Liane Bertucci, complementando que o diferencial também se baseia não só no fato dos governantes terem acordado publicamente a liberação de informações sobre a doença, mas também por admitirem, posteriormente, a possibilidade de novo surto dela. O pesquisador Claudio Bertolli Filho chama atenção para necessidade de avaliar o momento da crise em si. "Toda epidemia é acompanhada por seu duplo: a epidemia de medo. Uma diferença a ser apontada é que em 1918 a comunidade médica divergia sobre os recursos terapêuticos, ao passo que hoje todos os profissionais de saúde parecem endossar a ideia de que o Tamiflu é o medicamento indicado para a gripe, assim como todos esperam - não sem ansiedade - uma vacina imunizante. Mas eu me pergunto: se a epidemia ganhasse maiores proporções, seria mantida essa coerência?", questiona Bertolli. Com relação aos medicamentos, Liane expõe uma opinião diferenciada. "Durante a gripe espanhola, o quinino era apresentado como uma das substâncias mais indicadas para tratar a gripe; guardadas as devidas proporções, foi o Tamiflu da época", ressalta a pesquisadora. "E em 1918, como em 2009, as autoridades sanitárias tiveram de intervir na comercialização de um e outro produto, pois a corrida às farmácias foi desenfreada". Adriana Alvarez lembra que a questão da globalização pode ter influenciado na maneira como as pessoas lidaram com transmissão de conhecimento sobre as doenças. "A julgar pelas opiniões dos colegas do Brasil, México e Argentina, poderíamos afirmar que informação, desinformação, dados inexatos, discordância médica e ações diversas são denominadores comuns entre as pandemias de 1918 e a atual", explica Adriana. "Estes fatores que servem para descrever situações similares entre esses países, tanto no século 20 quanto nos tempos atuais, ajudam a explicar limitantes que teriam condicionado essas medidas, como a noção de fronteiras. Nenhum país está a salvo do mal por ser seletivo em suas relações internacionais, por mais efetivos que sejam os controles epidemiológicos estabelecidos nas nações do continente". No que diz respeito às medidas tomadas para o combate às doenças, os pesquisadores apresentam diversas opiniões. "Concordo com a afirmação de que as medidas tomadas em 1918 foram idênticas às impostas no ano de 2009", esclarece Adrián Carbonetti. "Em ambos os momentos históricos, escolas foram fechadas, reuniões públicas foram proibidas, teatros e bares foram desaconselhados etc.". Já Liane Bertucci destaca as diferenças no cuidado direcionado a grupos de risco. "Em 1918, nas primeiras semanas da epidemia no Brasil, os órgãos de saúde pediam maior cuidado com os idosos, mas é perceptível a preocupação dos médicos de então com crianças e doentes crônicos. Entretanto, com a veloz difusão da gripe e sua crescente letalidade, a questão dos grupos de risco ficou em segundo plano", elucida a pesquisadora. "Hoje, a situação se inverteu: a preocupação com idosos existe, mas são os cuidados com as crianças e doentes crônicos que ganham destaque, inclusive na mídia, além da preocupação com as gestantes. Os cuidados especiais com grupos de maior risco têm efeito multiplicador na sociedade, pois transmitem a sensação de que a doença pode ser controlada com meios preventivos, incentivando a adoção, por todos, dos meios de prevenção". Fonte: SBI / Agência Fiocruz de Notícias
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Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar a publicação das novas Diretrizes para Tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. O texto integral está disponível em: http://www.jornaldepneumologia.com.br/portugues/artigo_detalhes.asp?id=1492 Equipe Riscobiologico.org
Autor(es): BTA Committee on Tuberculosis1, BTA Guidelines on Tuberculosis Work Group2 Resumo: Diariamente novos artigos científicos sobre tuberculose (TB) são publicados em todo mundo. No entanto, é difícil para o profissional sobrecarregado na rotina de trabalho acompanhar a literatura e discernir o que pode e deve ser aplicado na prática diária juntos aos pacientes com TB. A proposta das "III Diretrizes para TB da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)" é revisar de forma crítica o que existe de mais recente na literatura científica nacional e internacional sobre
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TB e apresentar aos profissionais da área de saúde as ferramentas mais atuais e úteis para o enfrentamento da TB no nosso país. As atuais "III Diretrizes para TB da SBPT" foram desenvolvidas pela Comissão de TB da SBPT e pelo Grupo de Trabalho para TB a partir do texto das "II Diretrizes para TB da SBPT" (2004). As bases de dados consultadas foram LILACS (SciELO) e PubMed (Medline). Os artigos citados foram avaliados para determinação do nível de evidência científica, e 24 recomendações sobre TB foram avaliadas, discutidas por todo grupo e colocadas em destaque. A primeira versão das "III Diretrizes para TB da SBPT" foi colocada no website da SBPT para consulta pública durante três semanas, e as sugestões, críticas e o nível de evidência da referência científica que as embasavam foram avaliados e discutidos antes de serem incorporadas ou não ao texto final.
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Limpeza de embalagens / Inspeção de Soros
Pessoal,
Na última de visita de vigilância sanitária no estabelecimento onde trabalho, a fiscal me questionou sobre procedimento de limpeza das embalagens de seringas e agulhas decartáveis, sugerindo até limpeza COM PANO ÚMIDO. Fiquei pasma com esta sugestão. Eu estou muito por fora, ou isto soa meio absurdo? Não vejo cabimento em passar um pano úmido em material constituído de papel, ainda mais que escontra-se estéril no seu interior. Outra dúvida que me foi apresentada é a procura por microfuros nas bolsas de soros. Vocês tem algum método específico para este fim? Existe em alguma literatura oficial?
Agradeço desde já, Esther
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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Ar Condicionado
Bom dia a todos! Estou precisando da legislação que determina sobre o tipo de ar condicionado hospitalar. Quais as restrições existentes em se colocar um climatizador portátil em um centro obstétrico ou centro cirúrgico? O Ar condicionado tem de ser Central? Procurei esta lei no sites do ministério da saúde, Anvisa mas não tem nada especificando. Desde já agradeço a ajuda! Att, Alexandre Neves SESMT
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Legislação e normatizações Legislação - Fator Acidentário de Prevenção
Nesse fim de ano precisa fazer relatorio de acidentes ate dia 31 de janeiro e protocolar no Ministerio ? E o que se podem me falar desse FAP que não entendi direito.
Jonathan R. Taffner Téc. Segurança do Trabalho
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