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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual/Barreira - Limpeza/Higienização
Boa Noite!
Caros colegas, no Hospital onde trabalho, estamos revisando o Manual de Biossegurança e gostaria de saber como vocês estão procedendo em relação a utilização de respiradores na hora de realizar a coleta (retirar e fechar o saco) dos lixos infectantes dos setores. Existe algum Manual ou literatura que aconselha a utilização dos respiradores?
Aguardo um retorno.
Atenciosamente.
Michele
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Condições de atendimento
Sabe-se que, com a pandemia do h1n1, os pofissionais da saúde estão sendo capacitado conforme o protocolo oficializado pelo Mistério da Saúde com objetvo de massificar as informações em relação ao atendimento as pessoas suspeita do h1n1 e o manejo clínico. Porém percebo que as instituições de saúde não apresenta estrutura adequado para atender esse tipo de patologia, principalmente em quadro grave. Gostaria de saber que orgão e que documenação apresentar para reinvindicar melhorias estruturais da instutuição Municipal de Saúde de Várzea Grande para prestar assistência dos casos suspeitos conforme preconiza o protocolo. Jonas da Silva Arruda Enfermeiro da CCIH o Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande.
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Desinfecção de alto nível
Prezados colegas estou começando um trabalho de supervisão em uma CME na cidade de Franca e hoje vários materiais como umidificadores, sistemas de nebulização, máscaras de venturi, dentre outros são processados no hipoclorito de sódio com validade para trinta dias, gostaria de saber qual o processo de desinfecção mais indicado atualmente para esse tipo de material, já que o processo de esterilização de termo sensiveis não é uma realidade do hospital, que terceiriza a esterilização para uma empresa de óxido de etileno de alguns materiais como sistemas de ventilação mecânica, e outros materiais que não são autoclaváveis em vapor saturado sob pressão. Agradeço antecipadamente a disponibilidade de quem puder me orientar. Um abraço a todos. Juliana Cardoso Rabêllo Enfermeira CME
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/>Franca S.P
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Curso: Como Implantar a NR 32 nos Estabelecimentos de Saúde (contemplando o PGRSS) - segunda turma 19 de Setembro de 2009 São Paulo - SP Local: Av. Jandira, 185 0 Moema Objetivo: Treinar e capacitar os Profissionais de Saúde, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho, visando atender as exigências da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho - NR32. O Curso oferece aos participantes embasamento para adequação dos estabelecimentos à NR32 e elaboração do PGRSS (RDC 306 x CONAMA 358 x MTE - NR32) Sobre o Evento: Um sábado especial: A CMQV oferece aos alunos um sábado especial: cumprimento legal x conhecimento x relaxamento e ótima alimentação! Diretriz: Atendimento legal ao Estabelecimentos de Serviços de Saúde - Formação
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de Multiplicadores Em virtude da grande quantidade de EAS que devem ser adequados e do grande número de profissionais que necessitam ser treinados conforme preconiza a lei, a necessidade de profissionais multiplicadores é extremamente grande. Informações: Elaine - projetos@cmqv.org (12) 3941 7242 Programa Completo e mais informações: www.cmqv.org/website/artigo.asp?cod=1461&idi=1&id=11641
Curso: PPRE: Programa de Prevenção de Riscos Ergonômicos - ( a importância da ERGONOMIA para sua empresa e para sua vida) - GESTÃO COM BASE NA PREVENÇÃO 26 de Setembro de 2009 São José dos Campos - SP Local: Rua Tivoli, 563 Objetivo: Mostrar de forma geral o PROGRAMA RISCO ZERO. Sobre o Programa Risco Zero: Para cada risco, dever ser elaborado um estudo específico e multidisciplinar na tentativa de minimizar de forma significativa o RISCO ANALISADO. Dividiremos nosso projeto em MÓDULOS INDIVIDUIAS E PONTUAIS na tentativa de, cada vez mais, levar ferramentas simples e eficientes em prol da SUSTENTABILIDADE de nosso sistema. O foco pautado nesse modulo será o RISCO ERGONÔMICO em seus aspectos: prático x legal x preventivo Sobre o Evento: evento técnico x informativo: O curso pretende orientar os participantes a identificar problemas ergonômicos e fatores de riscos relacionados a ergonomia no ambiente de trabalho e na sua vida. Identificar condições adversas na relação do sistema humano x emocional x tarefa x máquina, propor soluções básicas para questões ergonômicas de acordo com o preconizado na NR17 e anexos. Adquirir senso crítico para questões relacionadas à ergonomia através da simples Ergonomia de Conscientização. Justificativa: Cumprimento legal e Responsabilidade social Os grandes problemas de acidentes de trabalho (e domésticos) relacionados a problemas Ergonômicos justifica esse curso INFORMATIVO para conscientização geral de todo profissional e usuário em ambientes de trabalho e em todas as atividades. Esses problemas atingem a população de forma irrestrita, independente de sexo x idade x profissão. É considerada a Epidemia do Século. Informações Lilian - lilian@ciepsjc.org.br fone: (12) 3921 7922 Elaine - financeiro@mundoergonomia.com.br fone: (12) 3941 7242 Programa Completo e mais informações: http://www.cmqv.org/website/artigo.asp?cod=1461&idi=1&id=11805
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Divulgação de cursos e eventos Equipamentos de Proteção Individual/Barreira - Avental/Jaleco
Oi Pessoal Eu sou responsável de Biossegurança do HEMOSC. Estou tentando normatizar o uso de jaleco. Segundo pesquisei, o tecido mais indicado é o de algodão. Alguém pode me informar se existe alguma legislação sobre qual o tecido indicado para confecção de jalecos a serem usados em laboratórios e serviços de Hemoterapia Luis HEMOSC SANTA CATARINA
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Vacina
Alerta da Fiocruz com o modo de produção e testagem da vacina. Importante saber. Mensagem encaminhada pela colega Flávia
Fiocruz Pressa na produção da vacina contra Influenza A (H1N1) pode oferecer riscos à saúde 13/08/2009 - http://www4.ensp.fiocruz.br/visa/noticias/noticia.cfm?noticia=1926 A emergência no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra o vírus da gripe A (H1N1) pode acarretar na supressão de importantes fases de testes que avaliam a segurança do imunizante. Além disso, o procedimento usado no desenvolvimento da vacina contra a atual pandemia de influenza pode trazer riscos de câncer aos indivíduos. O alerta foi feito por Wolfgang Wodarg, respeitado especialista em saúde pública da Alemanha e membro da Comissão de Saúde do Parlamento Europeu. Para o pneumologista, os testes
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clínicos estão sendo realizados através de métodos rápidos mas pouco testados, num período muito mais curto do que o habitual - um ano. O processo usual na produção de imunizantes é concebido através da cultura em ovos de galinha. O método é seguro mas lento porque cada ovo fornece uma dose. A preocupação de Wodarg tem como alvo a vacina produzida pelo laboratório Novartis, desenvolvida por cientistas da Universidade de Marburg, na Alemanha, e é baseada no uso de cultura de células cancerosas de animais. Com esta técnica, é possível fazer em uma semana cerca de cinco milhões de doses. O processo de testagem começou há duas semanas, e Wodarg afirma que na correria para disponibilizá-la será apenas possível saber se ela causa alergias. Para investigar o risco de câncer, é preciso tempo. - As células estão infectadas com o vírus. A técnica é mais rápida porque esse tipo de célula se multiplica muito, e depressa, o que acelera a produção de doses. Mas se houver impureza, essas células poderiam causar câncer. Precisamos descartar esse risco. O diretor do Instituto de Virologia da Universidade de Marburg e chefe da equipe que desenvolveu a vacina da Novartis, Stephan Becker, defende o método utilizado e admite os riscos, mas afirma ser "a única forma de obter milhões de vacinas numa pandemia". Além da Novartis, outros laboratórios também estão se mobilizando no desenvolvimento de uma vacina, como a GlaxoSmithKline, Sanofi-Pasteur e CSL. No Brasil, a Fundação Instituto Butantan recebeu a cepa do vírus H1N1 para a produção de uma vacina. Segundo o presidente da instituição, Isaías Raw, a cepa foi enviada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e serão fabricadas, inicialmente, 30 milhões de doses. A inteção é distribuir a vacina em janeiro de 2010. O Ministério da Saúde também negocia com o Sanofi-Pasteur a importação de 17 milhões de doses. Especialistas enxergam a corrida na produção de vacinas como uma forma de alimentar interesses dos grandes laboratórios. No ano de 1976, a tentativa de imunização às pressas nos Estados Unidos contra uma possível pandemia de influenza H1N1 causou mais transtornos do que benefícios. Milhares de pessoas desenvolveram reação vacinal e houve vários relatos de síndrome de Guillain-Barré, doença rara que afeta os nervos. Enquanto as dicussões a respeito da segurança das vacinas contra o H1N1 acontecem, a gripe suína vem gerando lucros exorbitantes às receitas do laboratório Roche, responsável pela comercialização do Tamiflu. Desde o surgimento da doença em abril, a compra do medicamento triplicou, alcançando cerca de US$ 930 milhões em vendas em farmácias e estoques feitos por governos no mundo inteiro. Uma projeção divulgada pela Roche estima que o Tamiflu alcance quase US$ 2 bilhões de dólares em vendas até o fim do ano.
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Áreas de apoio Áreas de Apoio - Limpeza/Higienização
Bom dia colegas, Venho mais uma vez solicitar a preciosa colaboração de vocês. Estamos implantando os procedimentos de limpeza em um hospital do câncer. Gostaria que vocês me ajudassem informando quais os procedimentos nas áreas de quimioterápicos e radioterapia nos processo de limpeza e higienização. Sei que há um alto risco nas excretas, fluídos e etc, e faz-se necessário os epis diferenciados nessas áreas. Desde já agradeço a nobre colaboração de todos. abraços Anny
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Acidentes de trabalho
Boa tarde.
Gostaria da orientação de vocês quanto ao registro de acidentes de trabalho. Trabalho em uma instituição que tem um grande índice de acidentes, muito disto se deve a pressão das coordenações dos setores. A norma interna da empresa rege que deve-se apresentar duas testemunhas para situações ocorridas nas suas instalações, e para acidentes de trajeto apresenta-se o B.O. Em uma ocorrência recente a coordenadora da segurança informou que as testemunhas não precisam ter presenciado o fato, e sim o acidentado deve apresentar duas pessoas; uma que o tenha visto antes da ocorrência - ainda bem - e outra que o viu machucado.
Existe alguma brecha na lei que realmente respalde esta atitude?
Muito grata.
Laís Santos
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