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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Cuidados em Escolas
kit para escolas. Boa noite, gostsria de saber quais equipamentos compoem o kit para deixar montado em escolas para cada aluno. Att.: G.F.N. Mensagem encaminhada pela colega Gisele.
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Vital, Vc achou que eu já tinha mandado muitas msgs??? Ah, tem mais uma!! Já pertubei o Andre hoje, então está na sua vez!! Mas vou querer a opininião do Andre tb, sei que ele vai ajudar!! Quando o protocolo novo foi publicado, passei a frequentar mais a anatomia patológica, para ajudar a viabilizar as necrópsias. Daí, as coisas logo começam a aparecer... Na sala que é chamada de "macro", as peças são manipuladas pelos patologistas, que precisam prepará-las para estudo. Ocorre que a sala "abriga", em armarios de vidro, as peças dentro de recipientes com formol, tornando o ambiente, por assim dizer, insalubre (depois de 10 minutos, minha garganta começou a doer, e tive dor de cabeça, achei que
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estava ficando gripado, mas foi só sair que fiquei curado!!!). Como vcs poderiam ajudar a equipe? Existem portas que podem vedar os armários? Claro que o ideal é guardar em outro lugar, mas quem quer isso? Vale lembrar que o HUCFF tem um movimento razoável de peças, o que configura muito trabalho, muitas peças, muito formol... Existem normas para isso, tenho certeza! Quais são?? Um abraço, Roberto Fiszman HUCFF UFRJ
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Divulgação de cursos e eventos Encontro Nacional do Projeto Riscobiologico.org
Prezados colegas, É com grande satisfação que divulgamos o "Encontro Nacional do Projeto Riscobiologico.org", que será realizado no dia 18 de outubro 2009, durante o XVI Congresso Brasileiro de Infectologia (SBI), em Maceió, Alagoas. Agradecemos muito a Dra Maria Raquel dos Anjos Guimarães, presidente do congresso, e os demais organizadores, pela oportunidade e espaço para realização de nosso Encontro. Para os interessados em participar apenas do Encontro do Riscobiologico.org, não será necessário estar inscrito no Congresso. .................................... Programa preliminar do Encontro Nacional do Projeto Riscobiologico.org: Palestrantes confirmados / Temas:
- Norma Regulamentadora NR-32 - Dra Noeli Martins Coordenadora da CTPN NR 32, Médica do Trabalho, Auditora Fiscal da SRTE/PR - Patógenos de transmissão respiratória - Tuberculose ocupacional - Dra Mariângela
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Resende. Profa doutora da disciplina de Infectologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp - Influenza - Dra Rita Medeiros. Professora Adjunto de Infectologia e Virologia da UFPA. Pesquisadora do Instituto Evandro Chagas. Doutora em Virologia Médica pela Universidade Paris.
- Patógenos de transmissão sanguínea - Acidentes de trabalho com material biológico & Dispositivos de Segurança - Dra Cristiane Rapparini Coordenadora do Projeto Riscobiologico.org. Doutora em Infectologia pela UFRJ.
- Infecção pelo HIV/AIDS e Hepatites B e C Ocupacionais. Dr João Mendonça Professor da disciplina de doenças infecciosas do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. Diretor do serviço de moléstias infecciosas do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.
- Aspectos psicossociais dos Acidentes de Trabalho com Material Biológico - Dra Alcyone Artioli Machado Professora Doutora - área de Moléstias Infecciosas e Tropicais. Dep. de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP.
- Imunização de trabalhadores da saúde - Dr Guilherme Côrtes Fernandes Doutorando em Saúde Pública - ENSP - FIOCRUZ. Chefe do Serviço DIP da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora/MG. ....................................
Maiores informações e inscrições no endereço: www.infectologia2009.com.br Secretaria de nosso Projeto: secretaria@riscobiologico.org, (21) 8878.3838, (21) 2266.7953
Equipe Riscobiologico.org
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Nova Recomendação CDC-EUA
Prezados colegas, Segue abaixo nova recomendação dos CDC-EUA, divulgada hoje à noite através da "Health Alert Network". Equipe Riscobiologico.org
This is an official - CDC Health Advisory Distributed via Health Alert Network August 06, 2009, 19:00 ET (7:00 PM ET) CDCHAN-00297-09-08-06-ADV-N
CDC Updates Recommendations for the Amount of Time Persons with Influenza-Like Illness should be Away from Others On August 5, 2009, CDC changed its recommendation related to the amount of time people with influenza-like illness should stay away from others (the exclusion period). New guidance indicates that people with influenza-like illness should stay home for at least 24 hours after their fever is gone (without the use of fever-reducing medicine). A fever is defined as having a temperature of
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100° Fahrenheit or 37.8° Celsius or greater. This is a change from the previous recommendation that ill persons stay home for 7 days after illness onset or until 24 hours after the resolution of symptoms, whichever was longer. The new recommendation applies to camps, schools, businesses, mass gatherings, and other community settings where the majority of people are not at increased risk for influenza complications. CDC recommends this exclusion period regardless of whether or not antiviral medications are used. This guidance does not apply to health care settings where the exclusion period continues to be for 7 days from symptom onset or until 24 hours after the resolution of symptoms, whichever is longer. (See http://www.cdc.gov/h1n1flu/guidelines_infection_control.htm for guidance on infection control in health care settings.) Decisions about extending the exclusion period should be made at the community level, in conjunction with local and state health officials. More stringent guidelines and longer periods of exclusion - for example, until complete resolution of all symptoms - may be considered for people returning to a setting where high numbers of high-risk people may be exposed. This exclusion period guidance for the community setting is based on epidemiologic data about the overall risk of severe illness and death. The new recommendation attempts to balance the risks of acquiring illness from influenza and the potential benefits of decreasing transmission through the exclusion of ill persons with the goal of minimizing social disruption. This guidance will continue to be updated as more information becomes available. To read the complete revised guidance see: http://www.cdc.gov/h1n1flu/guidance/exclusion.htm This change in our recommendation has affected content on a number of other pages, including the following: Visit http://www.cdc.gov/h1n1flu/guidance_homecare.htm for more information on caring for sick persons in the home. Visit http://www.cdc.gov/h1n1flu/qa.htm questions and answers about H1N1 influenza. For more general information on H1N1, go to http://www.cdc.gov/h1n1flu .
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Para divulgação. Recebidos hoje. Abraços, Flávia Feijó
[ Riscobiologico.org - Mensagem recebida no dia 04/08 - Arquivos enviados pela colega Flávia disponibilizados em:
RJ - FORMULÁRIO PARA LIBERAÇÃO DO OSELTAMIVIR - www.riscobiologico.org/lista/20090806_01.pdf RJ - Diagnóstico e tratamento. Medidas de prevenção para os serviços de saúde www.riscobiologico.org/lista/20090806_02.pdf RJ - Nota Técnica Mudanças na Rotina de Gripe A - www.riscobiologico.org/lista/20090806_03.pdf RJ - Nota técnica às unidades da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro - Maternidades - www.riscobiologico.org/lista/20090806_05.pdf RJ - Nota técnica sobre o uso do antiviral Oseltamivir em gestantes - www.riscobiologico.org/lista/20090806_06.pdf
Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Novo Protocolo / Brasil
Segue link do novo protocolo do Ministério da Saúde, publicado hoje - Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza (Atualizado em 05.08.2009) http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/protocolo_de_manejo_clinico_05_08_2009.pdf. Equipe Riscobiologico.org
Nota à Imprensa - http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=10440 Situação epidemiológica da nova influenza A (H1N1) no Brasil I - ÓBITOS No Brasil, entre 25 de abril e 1º de agosto, foram informados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde 17.277 casos de pessoas com sintomas de algum tipo de gripe. Do total, 2.959 (17,1%) foram confirmados como influenza A (H1N1). Das pessoas infectadas pelo novo vírus, a grande maioria (71,5%) apresentou sintomas leves, num total de 2.115 pessoas. Os restantes 28,5% (844) apresentaram febre, tosse e dificuldade respiratória, mesmo que moderada
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- sintomas compatíveis com a definição de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Desse total, 55,6% foram de mulheres. Dos 844 casos graves com o novo vírus A (H1N1), 96 morreram (número de óbitos registrados pelas Secretarias Estaduais de Saúde junto ao Ministério da Saúde até o dia 1º de agosto). A taxa de pessoas que vão a óbito em relação ao número de casos graves, portanto, é de 11,4%. Novos óbitos reportados depois desta data serão registrados no próximo boletim epidemiológico. Cabe destacar que, de acordo com o novo protocolo, o cálculo da taxa de letalidade em relação ao total de casos de influenza não é mais utilizado como parâmetro para monitorar o comportamento da doença, uma vez que os casos leves não são mais notificados, exceto em surtos, segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Dos 96 óbitos registrados, 52 foram do sexo feminino (54,2%) e, do total de mulheres, 14 eram gestantes. Gestação e doenças cardíacas e neurológicas são os principais fatores de risco para óbito, entre os casos de SRAG infectados pelo novo vírus. Nos casos graves de pessoas infectadas pelo novo vírus com pelo menos um fator de risco, a letalidade foi de 23,5%, enquanto que nos pacientes sem nenhum fator de risco a letalidade foi de 8,9%. Ou seja: quem tem pelo menos um fator de risco e doença grave pelo novo vírus tem 2,63 vezes mais risco de morrer, quando comparado com o grupo de pessoas, também com doença grave pelo novo vírus, mas sem fator de risco. As duas evidências acima reforçam as ações recomendadas pelo protocolo de manejo clínico do Ministério da Saúde de priorização para os grupos com maior risco para desenvolver as formas graves da doença, que são os seguintes: 1. Gestação. 2. Idade menor que 2 e maior que 60 anos. 3. Pessoas com doenças que debilitam o sistema imunológico (defesas do organismo), como câncer e aids; ou que tomam regularmente mediacamentos que debilitam o sistema imunológico. 4. Doenças crônicas preexistentes, como problemas cardíacos (como arritmias), pulmonares (exemplos: bronquite e asma), renais (pessoas que fazem hemodiálise, por exemplo) e sanguíneos (como anemia e hemofilia); diabetes, hipertensão e obesidade mórbida. II - CASOS GRAVES E SINTOMAS Entre 25 de abril e 1º de agosto, dos 17.277 casos de síndrome gripal no país, 6.314 (36,5%) apresentaram quadro de síndrome respiratória aguda grave. Dentre os casos de SRAG, a frequência dos sintomas se assemelha entre os infectados pelos vírus A(H1N1) e sazonal. III - FATORES DE RISCO Dentre os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) com influenza causada pelo novo vírus, 30,1% apresentam pelo menos um fator de risco, enquanto que esta proporção para os casos de SRAG pela influenza sazonal é de 25,2%. Doenças respiratórias e gestação são os principais fatores de risco para doença grave, tanto em pessoas infectadas pelo novo vírus como pela influenza sazonal. É importante destacar que não é indicado comparar estes percentuais de agravamento com o que é referido em outros países, considerando que nem todos os países utilizam os mesmos parâmetros para classificar ou notificar casos graves. Observa-se maior freqüência de pessoas com influenza sazonal nas faixas etárias menor de 2 anos e maior de 60 anos. Esta tendência é esperada, considerando que na influenza sazonal estes grupos são mais afetados, comparando-se com a influenza pelo A (H1N1). IV - SÍNDROME GRIPAL x INFLUENZA Do total de casos suspeitos de algum tipo de gripe, 25% foram confirmados para influenza (incluindo o novo vírus e as cepas sazonais). Entre os infectados pela influenza sazonal, a proporção de casos que apresentaram SRAG foi de 22,3% (318). V - EXAMES LABORATORIAIS Na análise dos resultados de 4.424 exames laboratoriais realizados nos três laboratórios de referência do Ministério da Saúde, 2.616 (59,1%) deram positivo para o novo vírus A (H1N1), 1.417 (32%) para influenza A sazonal, 20 (0,5%) para influenza B sazonal e 371 (8,4%) para outro agente patológico. Os laboratórios de referência são Instituto Adolfo Lutz (SP), Instituto Evandro Chagas (PA) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ/RJ). Esses laboratórios são responsáveis pela caracterização das cepas virais. Observa-se que a partir da 24ª Semana Epidemiológica (iniciada em 14 de junho), o novo vírus passou a responder por cerca de 60% dos resultados positivos. Mas também se notou a detecção de casos de influenza A sazonal e outros agentes. O aumento na detecção do A (H1N1) pode indicar, além da ampliação da circulação do vírus, maior especificidade da definição de caso. Veja os índices em outros países (Fonte: OMS): - Grécia: 99% - Chile: 98% - Coréia do Sul: 98% - Itália: 97% - Austrália: 89% O processamento de 3.920 amostras coletadas na rede sentinela de síndrome gripal indicou que 813 (20,8%) foram positivas para vírus respiratórios. Dentre as amostras positivas, observa-se que a partir da 23ª Semana Epidemiológica (iniciada em 7 de junho), os vírus influenza A (que pode incluir vírus sazonal e o novo vírus) passam a representar cerca de 60% dos resultados. Porém, outros vírus respiratórios têm sido detectados, como o vírus sincicial respiratório, adenovírus e parainfluenza. A rede sentinela é um sistema de vigilância que conta com 62 unidades no país responsáveis pela coleta de amostras monitoramento e identificação dos vírus que circulam na comunidade.
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Legislação e normatizações Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
Boa tarde Nobres prevencionistas da area de saude e um grande prazer em poder ter voces como mediadores expositores e tecnologos . bem eu estou necessitando de um modelo de PPRA para area de saude. agradeço antecipamente poder fazer parte deste nobre grupo de pesquisa.
lopez
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Pacientes com HIV/aids
Seguem abaixo informações e nota técnica do Departamento de DST/AIDS - Ministério da Saúde - sobre Recomendações para tratamento de Influenza A (H1N1) em pacientes com HIV/aids Guidelines internacionais sobre este tema podem ser encontrados nos endereços: CDC-EUA - http://www.cdc.gov/h1n1flu/guidance_HIV.htm OMS - http://www.who.int/entity/hiv/mediacentre/influenza_hiv.pdf
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Influenza A (H1N1) - Departamento de DST/AIDS - Ministério da Saúde Recomendações para tratamento da nova gripe em pacientes com HIV/aids O Departamento de DST e Aids divulga recomendações para o tratamento da gripe A em pacientes com HIV/aids. A indicação é que as pessoas com aids que apresentem sintomas de gripe procurem seu próprio médico ou o serviço de saúde mais próximo logo nas primeiras horas após o aparecimento dos sintomas. O
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tratamento para a influenza A (H1N1) deve ser iniciado até 48 horas a partir da data de início dos sintomas. Pacientes imunossuprimidos, ou seja, com a imunidade baixa, são considerados grupo de risco para a infecção e complicações da Influenza A (H1N1). Pessoas com aids e com sintomas de gripe devem ter avaliação e monitoramento clínico constantes de seus próprios médicos. Eles ficarão responsáveis por indicar ou não o tratamento com o oseltamivir (Tamiflu®), além de adotar as demais medidas terapêuticas, inclusive a indicação do exame laboratorial. O Departamento recomenda que os médicos avaliem individualmente a indicação do tratamento com o oseltamivir (Tamiflu®) em adultos e adolescentes infectados pelo HIV que apresentem síndrome gripal, com febre maior de 38ºC, acompanhada de tosse ou dor de garganta, independente da contagem de células CD4. O monitoramento clínico do paciente pelo seu médico deve ser contínuo. Destaca-se ainda que não foram registrados eventos adversos entre adultos e adolescentes infectados pelo HIV recebendo oseltamivir (Tamiflu®). Não há também contra-indicações conhecidas para co-administração desse medicamento com os antirretrovirais. Nota técnica do Departamento de DST e Aids sobre a Influenza - http://www.crt.saude.sp.gov.br/resources/crt_aids/pdfs/nota_tecnica_h1n1.pdf Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1) em pessoas que vivem com HIV 1. Existe diferença de sintomas da Influenza A (H1N1) nas pessoas que vivem com HIV? Os sintomas para definição de caso de Influenza A (H1N1) entre pessoas que vivem com HIV são os mesmos da população geral: doença respiratória aguda caracterizada por febre superior a 38º, tosse e falta de ar, acompanhada ou não de garganta ou manifestações gastrintestinais. Contudo, se o paciente também apresentar leucopenia (queda das células de defesa), deve ser dada atenção especial a essa alteração. 2. Quando uma pessoa que vive com HIV apresenta sintomas da gripe, deve procurar um médico? O indivíduo com síndrome gripal que apresenta fator de risco para as complicações da influenza - como é o caso de quem está em tratamento para a aids e pode ter imunodepressão - deve, obrigatoriamente, ser avaliado e monitorado constantemente pelo médico que o acompanha. É ele que vai indicar ou não o tratamento com o oseltamivir (Tamiflu®), além de adotar todas as demais medidas terapêuticas. 3. Se uma pessoa com HIV for viajar para áreas de risco para a Influenza A (H1N1), deve tomar oseltamivir (Tamiflu®) antes? Não. Se utilizado de forma indiscriminada, o medicamento pode induzir a resistência do vírus influenza. É recomendado evitar áreas de risco à Influenza A, áreas estas já divulgadas pelo Ministério da Sáude. 4. Quando o tratamento com oseltamivir (Tamiflu®) é recomendado para pessoas que vivem com HIV? A indicação é que as pessoas com aids que apresentem sintomas de gripe tenham avaliação e monitoramento clínico constantes de seus próprios médicos. Eles ficarão responsáveis por indicar ou não o tratamento com o oseltamivir (Tamiflu®), além de adotar as demais medidas terapêuticas, inclusive a indicação para o exame laboratorial. O medicamento deve ser utilizado em, no máximo, até 48 horas a partir da data de início dos sintomas. Como em toda prescrição terapêutica, os médicos devem atentar para as interações medicamentosas, as contra-indicações formais e os efeitos colaterais. Segundo a orientação do fabricante, o oseltamivir (Tamiflu®) só deve ser usado durante a gravidez se o benefício justificar o risco potencial para o feto. O tratamento é recomendado a indivíduos com doença respiratória aguda grave e seus contatos próximos que também apresentem o mesmo quadro agudo. 5. Existe interação medicamentosa entre o oseltamivir (Tamiflu®) e algum antirretroviral? Até o momento, não há registro de reações ou efeitos adversos em adultos e adolescentes infectados pelo HIV recebendo o medicamento. Também não há contra-indicações conhecidas para administração conjunta do oseltamivir (Tamiflu®) e os medicamentos para o tratamento da aids. 6. O exame laboratorial deve ser feito nas pessoas que vivem com HIV e apresentam sintomas da Influenza A (H1N1)? Não. O exame laboratorial só é indicado em casos de doença respiratória aguda grave ou em surtos de síndrome gripal em comunidades fechadas. O médico vai identificar a necessidade de exame. 7. Como se prevenir da doença? Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar. Telefone e links úteis - Centro de Informações Estratégicas e Respostas em Vigilância em Saúde: 0800 644 66 45 - Portal com informações sobre influenza do Ministério da Saúde: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534 - Informações aos viajantes na ANVISA: www.anvisa.gov.br/viajante
Departamento de DST e Aids - www.aids.gov.br
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