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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Referências Bibliográficas
Seguem abaixo importantes e interessantes referências bibliográficas publicadas recentemente sobre Influenza A (H1N1) Equipe Riscobiologico.org
MMWR - Volume 58, July 10, 2009 Intensive-Care Patients With Severe Novel Influenza A (H1N1) Virus Infection Michigan, June 2009 http://www.cdc.gov/mmwr/PDF/wk/mm58d0710.pdf Since April 26, communitywide transmission of novel influenza A (H1N1) virus has occurred in Michigan, with 655 probable and confirmed cases reported as of June 18. This report summarizes the clinical characteristics of a series of 10 patients with novel influenza A (H1N1) virus infection and acute respiratory distress syndrome at a tertiary-care intensive care unit in Michigan. Of the 10 patients, nine were obese (body mass index [BMI] >30), including seven who were extremely obese (BMI >40); five had pulmonary emboli;
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and nine had multiorgan dysfunction syndrome. Three patients died. Clinicians should be aware of the potential for severe complications of novel influenza A (H1N1) virus infection, particularly in extremely obese patients.
New England Journal of Medicine - Volume 361:279-285 July 16, 2009 Number 3 Historical Perspective - Emergence of Influenza A (H1N1) Viruses - Shanta M. Zimmer, M.D., and Donald S. Burke, M. http://content.nejm.org/cgi/reprint/361/3/279.pdf On April 17, 2009, officials at the Centers for Disease Control and Prevention (CDC) confirmed two cases of swine influenza in children living in neighboring counties in California.1 Here we take a perspective from systems biology to review the series of evolutionary and epidemiologic events, starting in 1918, that led to the emergence of the current swine-origin influenza A (H1N1) strain (S-OIV), which is widely known as swine flu. This article is one of two historical articles on influenza A (H1N1) viruses in this issue of the Journal. Our review focuses on the key steps that characterize this viral evolution.
New England Journal of Medicine - Volume 361:225-229 July 16, 2009 Number 3 The Persistent Legacy of the 1918 Influenza Virus D. M. Morens, J. K. Taubenberger, and A. S. Fauci http://content.nejm.org/cgi/reprint/361/3/225.pdf
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Legislação e normatizações Legislação - Aplicação de injeções em farmácias
7 - Com relação a legislação.
Favor informar se em farmácias, drogarias somente os técnicos de enfermagem, enfermeiras, farmaceutico, podem fazer alicações de injeções. Os balconistas treinados para tal podem fazer?
Na pharmacia brasileira de março/abril, no artigo Resolução, seção I, fala de aplicações de injetáveis no art 80 em farmacias e drogarias que so poderá ser ministrado por profissionais habilitados ou farmaceutico.
Profissional habilitado é com certeza Técnico em enfermagem, enfermeiras, farmaceutico, medicos, etc... Os balconistas com treinamento não poderão fazer essa aplicação. Se alguém puder me confirmar, agradeço.
Esse técnico pode ser contratado como Balconista e fazer apiocações de injetáveis? Para isso deve ser pago salário da categoria de Técnico de enfermagem e deve constrar na Carteira de trabalho?
sds carlos
- O
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Legislação e normatizações Legislação - NR32 e Plano de Gerenciamento de Resíduos
Boa Tarde meu nime é ana maria,e gostaria de uma ajuda sobre a nr32. Posso implantar a nr32 em um centro médico?como implantar?o que é pgrss? Tudo o que tiver sobre o assunto(lavanderia,medidas de controle,acondicionamento de resíduos,descarte de material perfurocortante,etc...).por favor preciso de ajuda.
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Caros colisteiros, mas uma vez peço ajuda. Os médicos cirurgiões que operam arco cirúrgico devem usar dosímetro passivo? Penso que sim, mas onde posso me embasar? As Diretrizes de Proteção Radiológica em Radiodiagnóstico Médico e Odontologico, do Ministério da Saúde, cita em item 3.46 - Controle Ocupacional, alínea b) o seguinte: b) Todo indivíduo que trabalha com raios-x diagnósticos deve usar, durante sua jornada de trabalho e enquanto permanecer em área controlada, dosímetro individual de leitura indireta, trocado mensalmente. Esse item responde positivamente a minha dúvida?
Ivan Pessanha de Souza Técnico de Segurança do Trabalho Campos dos Goytacazes - RJ
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Dispositivos de Segurança Procedimentos - Glicemia capilar
Bom dia a todos. Colegas, gostaria de informações relacionadas quanto a procedimentos glicêmicos capilares. Mas especificamente, sobre as canetas utilizadas em tais procedimentos, ou outra forma segura de realizar tal procedimento. Evitando a utilização direta de agulha para realizá-lo.
Ivan Pessanha de Souza Técnico de Segurança do Trabalho Campos dos Goytacazes - RJ
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Pacientes em uso de Quimioterapia
Caros listeiros, boa noite! Aproveitando o tema de resíduos químicos, gostaria da ajuda dos colegas para definir, em meu PGRSS, o descarte dos resíduos de pacientes em uso de Quimioterapia (QT). Trabalho em um Hospital Pediátrico e descartamos na bombona de poletileno apenas o material utilizado para administração da QT, porém é sabido que o paciente continua eliminando estas substâncias por um tempo. A pergunta é: devemos considerar TODOS os resíduos, inclusive papel higiênico e fralda, como químicos e descartá-los na bombona? Caso a direção do hospital não concorde, uma vez que o valor do descarte é muito alto, o que podemos fazer? Quanto aos excretas, eles seguem para rede de esgoto, porém aqui no Rio de Janeiro não existe tratamento.
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O que podemos fazer? Desde já, agradeço a todos. Abraços, Cristina Enfª CCIH
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Conceitos e condutas gerais Conceitos/Condutas - Limite máximo esperado x Percentil 95
Prezados Colegas Estive revendo os números de casos de diarréia (pelo MDDA) em uma cidade onde trabalho, pois nossa enfermeira acreditava que estavam acima do esperado. Seria um surto? Então calculei o limite máximo esperado (empregando aquela fórmula que usa a média e o desvio padrão) e o percentil 95 para cada semana epidemiológica, a partir de nossa série histórica dos últimos 3 anos. Como devem saber, os valores calculados pelo primeiro método (LME) são sempre maiores que os do segundo método (P95), o que pode modificar nossa forma de atuação quanto à busca e prevenção de novos casos. O que vocês tem usado mais? LME ou P95? Grato e um bom trabalho para todos nós. Lauro Amaral CCIH / Estado
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do Rio
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Bom dia, Li sobre a discussão do descarte de xilol no site, estou fazendo meu trabalho de conclusão de curso sobre um equipamento que recupera 100% do xilol utilizado, deixando o xilol recuperado com as mesmas propriedades e características do xilol inicial. Este equipamento é barato e pode ser implantado facilmente em laboratórios e hospitais. Caso haja um interesse maior sobre o assunto, entrem em contato comigo: thayseazeredo@hotmail.com (15) 8134-3780
Para mim seria muito importante também descobrir informações sobre novas formas de tratamentos e técnicas.
Obrigada. Thayse Dutra Valadão de Azeredo thayseazeredo@hotmail.com (15) 8134-3780
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual/Barreira - Central de Material Esterilizado
ola pessoal. por acaso vcs tem algum material q fale sobre a importancia de usar EPi no CME? estava precisando de alguma coisa q flasse a respeito. desde ja agradeço. enf solange
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