Selecione uma das categorias abaixo para navegar pela Lista de Discussão por E-mail Riscobiologico.org:
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - DF
I Simpósio Brasiliense de Prevenção e Cuidado em Feridas. "Um Toque Solidário no cuidar de feridas"
Período: De 09 a 11 de setembro de 2009 Realização: ABEn-DF e SOBENFeE - Sociedade Brasileira de Enfermagem em Feridas e Estética Informações: http://www.sobenfee.org.br/ - (61) 9699-3700/ http://www.aben-df.com.br/ - (61) 33287740 Prazo limite para inscrições: 01/09/2009 Público : Enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e estudantes de graduação a partir do 5º semestre associados a ABEn e ou a SOBENFeE
[ Riscobiologico.org - Folder do evento disponibilizado no endereço www.riscobiologico.org/lista/20090701.pdf ]
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - MG
O Núcleo de Estudos e Pesquisa em Infecção Relacionada ao Cuidar em Saúde (NEPIRCS) convida-os para o evento: III Simpósio do Núcleo de Pesquisa em Infecção Relacionada ao Cuidar em Saúde/CNPq. TEMA CENTRAL: Qualidade assistencial fundamentada na segurança do paciente. Público alvo Enfermeiros, Farmacêuticos, Dentistas, Fisioterapeutas, Médicos, Administradores, Estudantes, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem Local: Salão Nobre da Faculdade de Medicina - Belo Horizonte Período de realização: 01,02 e 03/10/2009 AS INSCRIÇÕES JÁ SE ENCONTRAM ABERTAS, APROVEITE A OPORTUNIDADE DE INSCRIÇÃO ANTECIPADA. http://www.fundep.ufmg.br/cursos/mostracurso.asp?curso=4462, ou http://ufmg.academia.edu/AdrianaOliveira/talks Ou entre no site www.fundep.ufmg.br entre em cursos e eventos Atenciosamente,
NEPIRCS
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Filmagens de partos
Caros listeiros, Vocês têm referência que contra-indiquem ou autorize filmagens e/ou transmissão ao vivo de imagens do parto? Atenciosamente, Márcio Rodrigues de Castro Clínica São Vicente Av. Japão 309 Cariru Ipatinga/MG Tel/Fax: (31) 3825.1313
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - AL
XVI Congresso Brasileiro de Infectologia 18 a 21 de outubro Maceió - Alagoas A inscrição de trabalhos científicos já está aberta ! Prazo limite para submissão: 09 de agosto de 2009 Resultado dos trabalhos aceitos: 24 de agosto de 2009 Áreas temáticas: HIV/AIDS, Hepatites Virais, Dengue, Febre Amarela, Outros vírus, Infecções bacterianas, Tuberculose, Infecção hospitalar, Infecção em imunodeprimido, DST, Infecções fúngicas, Malária, Leishmaniose, Doença de Chagas, Outras parasitoses, Outros temas relacionados à Infectologia Os trabalhos deverão ser submetidos somente através do site www.infectologia2009.com.br . Não serão aceitos trabalhos encaminhados por outras vias. O apresentador de trabalho científico acolhido deverá estar inscrito no Congresso. Realização: Sociedade Alagoana de Infectologia Sociedade Brasileira de Infectologia
Assuntos diversos Punção Venosa - Garrotes x Luvas
Boa Tarde Srs.
Necessito de informações, bem como opiniões.
Moro em Curitiba e muitos hospitais esta sendo usado a prática do uso de luvas de procedimentos para garrotear o braço na hora da punção venosa jogando-as fora logo após, sob alegação de controle da infecção hospitalar.
No entanto do ponto de vista custo, os convênios não as pagam quando julgam o número usado excessivo e a instituição tem que arcar com elas.
Outros no entanto ainda usam o garrote, fazendo a desinfecção com alcool entre um paciente e/ou fazendo a desinfecção com hipoclorito nos casos de pacientes infectados ou conforme normativa da CCIH do mesmo.
Gostaria de saber se há alguma normativa da anvisa quanto a isso, bem como opiniões de vocês a respeito.
Obrigada
M. Regina Mariani
[ + ] Exibir tudo
/> - O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Testagem / Consulta Pública
Encaminhamos abaixo chamada de consulta pública sobre testagem anti-HIV para diagnóstico de infecção pelo HIV/AIDS. Equipe Riscobiologico.org
Departamento de DST/AIDS: http://www.aids.gov.br/main.asp?Team={D06C362D-0B57-4A4C-B902-6B7A41C3C5E2} PDF [56 KB] Portaria - Consulta Pública 2009 - http://www.aids.gov.br/services/DocumentManagement/FileDownload.EZTSvc.asp?DocumentID={69624EF5-6DC5-4BA8-9774-386988DD85BC}&ServiceInstUID={A07528E1-7FB7-4CC7-97AD-B7CB17C9CA85} PPT[258 KB] Fluxo diagnostico 02/06/09 - http://www.aids.gov.br/services/DocumentManagement/FileDownload.EZTSvc.asp?DocumentID={CF18061E-815B-40BD-8577-5DE4BC429526}&ServiceInstUID={A07528E1-7FB7-4CC7-97AD-B7CB17C9CA85} "Estima-se que, pelo menos, 255 mil brasileiros estejam infectados pelo HIV e ainda não tenham se testado. Esse cenário mostra a necessidade de incentivar ainda mais as pessoas a conhecerem sua condição sorológica - estratégia fundamental para o controle da epidemia de aids. Está comprovado que, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor é o tratamento e a qualidade de vida da pessoa infectada. A elaboração desta portaria faz parte do conjunto de ações para ampliar o diagnóstico da infecção pelo HIV.
[ + ] Exibir tudo
A principal novidade do documento é a possibilidade de inclusão de novas metodologias para detectar o vírus da aids, o que garante maior autonomia às equipes profissionais. Além disso, são abordadas questões como: metodologias de triagem; etapa complementar; interpretação e liberação do resultado; normas para utilização do teste rápido; o que deve constar nos laudos; e recomendações técnicas. Essas e outras questões estão abertas para consulta pública até o dia 22 de julho de 2009. A iniciativa é uma oportunidade de ampliar a participação de profissionais de saúde e da sociedade civil na elaboração e no aprimoramento de políticas públicas relacionadas à testagem de HIV no Brasil. Participe!"
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Brasil / Óbito
Segue abaixo nota publicada hoje pelo Ministério da Saúde, após entrevista coletiva à imprensa, sobre a primeira morte relacionada ao vírus Influenza A (H1N1) no Brasil. Equipe Riscobiologico.org
"NOTA À IMPRENSA - Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1) - 28/06/2009 , às 15h29 - Ministério da Saúde 1. CASOS NO BRASIL 1.1 - O Ministério da Saúde confirmou hoje (28) a primeira morte relacionada ao vírus Influenza A (H1N1) no país. Trata-se de uma pessoa adulta do Rio Grande do Sul, que esteve na Argentina por sete dias. Os sintomas começaram no dia 15 de junho, ainda durante a estadia a viagem ao país vizinho. No dia 19, voltou ao Brasil e foi internado em hospital
[ + ] Exibir tudo
de referência em 20 de junho, onde teve o diagnóstico positivo, com confirmação laboratorial, de influenza A (H1N1); No dia 23, o paciente teve piora do quadro respiratório, que evoluiu para insuficiência respiratória. Mesmo devidamente assistido com todos os cuidados intensivos, o paciente faleceu hoje pela manhã. 1.2 - O Ministério da Saúde informa também que foram confirmados 36 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (14), Rio de Janeiro (6), Rio Grande do Sul (5), Distrito Federal (5), Pernambuco (3), Goiás (2) e Tocantins (1). 1.3 - Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 627. Esse número inclui os casos informados ao Ministério da Saúde pelos três laboratórios de referência para o diagnóstico da influenza (Fundação Oswaldo Cruz/RJ, Instituto Evandro Chagas/PA e Instituto Adolf Lutz/SP) e/ou pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). 1.4 - PARA TODOS OS CASOS, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes. 1.5 - Do total de casos confirmados, um paciente do Rio Grande do Sul está internado. A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, com apoio do Ministério da Saúde, acompanha a evolução do quadro clínico do paciente. O caso foi infectado no exterior. 1.6 - Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 14h deste domingo. TODOS OS CASOS IDENTIFICADOS APÓS ESSE HORÁRIO SERÃO CONTABILIZADOS NO DOCUMENTO DO DIA SEGUINTE 1.7 - Até 25 de junho, os casos registrados exclusivamente no SINAN (sem incluir as informações dos laboratórios de referência) somavam 448 confirmados. Destes, 295 (65,8%) foram de pessoas que se infectaram no exterior e 117 (26,1%), de transmissão autóctone (ocorrida dentro do território nacional). Outros 36 casos permaneciam em investigação. 1.8 - Até 25 de junho, o Ministério da Saúde acompanhava 477 CASOS SUSPEITOS no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial. Outros 782 casos foram DESCARTADOS. 1.9 - As definições de caso suspeito, confirmado e descartado estão disponíveis e atualizadas no Protocolo de Procedimentos e Manejo de Casos e Contatos de Influenza A (H1N1), no link http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenza_protocolo_versao405062009.pdf 1.10 - Todos os casos autóctones têm vínculos epidemiológicos com pacientes procedentes do exterior. 2. EVOLUÇÃO DE CASOS CONFIRMADOS E ÓBITOS NO MUNDO 2.1 - Até o momento, 114 países têm casos confirmados e divulgados da doença, de acordo com informações dos governos ou da OMS. 2.2 - Segundo a OMS, além dos Estados Unidos, México, Canadá, Austrália, Chile e Argentina, o Reino Unido também é considerado paíse com transmissão sustentada. Total de casos no mundo 71.320, Óbitos 320, Letalidade (0,46%)."
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Novas recomendações do Ministério da Saúde
Neste momento (18h), está sendo anunciado pelo Ministro da Saúde, o novo protocolo de procedimentos para o manejo de casos e contatos de Influenza A (H1N1). Três foram as principais mudanças recomendadas em relação ao protocolo anterior (segue um resumo abaixo). PROTOCOLO DE PROCEDIMENTOS PARA O MANEJO DE CASOS E CONTATOS DE INFLUENZA A (H1N1) - VERSÃO V - Atualizado em 26.06.2009 - disponível em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenza_protocolo_procedimentos_26_06_2009.pdf Equipe Riscobiologico.org
Principais Mudanças: 1) Medidas de distanciamento social - Poderão ser adotadas medidas de distanciamento social (suspensão temporária de atividades) quando houver evidência de transmissão autóctone em instituições, como escolas, creches e locais de trabalho. Deverão ser consultadas as autoridades sanitárias locais para decisão destas medidas. 2) Confirmação de casos - foram incluídos
[ + ] Exibir tudo
também como casos confirmados aqueles nos quais não tenha sido possível ou não tenha sido indicado* coletar ou processar amostra clínica para diagnóstico laboratorial (amostra inviável) E que tenha sido contato próximo de um caso laboratorialmente confirmado. ** Em estabelecimentos de ensino, creches, ambientes de trabalho (empresas, indústrias), asilos, quartéis, ambientes prisionais, quando a investigação epidemiológica identificar a ocorrência de agregado de casos suspeitos de Influenza A(H1N1), com vínculo epidemiológico (temporal e espacial) é suficiente a coleta de amostras clínicas dos primeiros casos que estiverem até no 3º dia de início dos sintomas. A quantidade de amostras clínicas para diagnóstico laboratorial será determinada, pela vigilância epidemiológica local, de acordo com as características do surto (numero de pessoas afetadas, características dos ambientes, existência de pessoas com fatores de risco, taxas de ataque, etc), não devendo ultrapassar o máximo de 20 amostras. 3) O tratamento antiviral será reservado aos pacientes com manifestações de doença grave e para os pacientes de grupo de risco para complicações e óbitos por influenza. Para pacientes que não se enquadrem nestes casos, deverão ser adotadas apenas medidas de suporte e isolamento domiciliar. a) Caso suspeito com manifestações clínicas de síndrome gripal, sem complicações: Realizar avaliação clínica, confirmar o histórico de exposição e verificar a existência dos seguintes fatores de risco para complicações e óbito por influenza: idade menor que dois ou maior que 60 anos de idade; doença pulmonar ou cardíaca crônicas; insuficiência renal crônica, diabetes mellitus; hemoglobinopatias; gravidez e imunossupressão primária ou adquirida. Se o mesmo pertencer a algum grupo de risco para complicações e óbito por influenza > recomenda-se fortemente a internação do paciente em isolamento respiratório por 7 dias e tratar com medicação antiviral e de suporte. Se o mesmo NÃO pertencer a algum grupo de risco para complicações e óbito por influenza > adotar medidas de suporte, de acordo com as manifestações clinicas apresentadas e orientar o isolamento domiciliar por 7 dias, se houver condições para o cumprimento desta medida. O hospital de referência deverá encaminhar à unidade básica de saúde relatório do caso suspeito ou confirmado, para que esta proceda o acompanhamento domiciliar. Importante: se o caso suspeito ou confirmado for criança (menor de 12 anos de idade) que não tenha feito uso de Oseltamivir (detecção após 48 h do início dos sintomas), o seu isolamento deverá se estender por 14 dias após a data de início dos sintomas. b) Caso suspeito com manifestações clínicas compatíveis com doença grave Realizar avaliação clínica e confirmar o histórico de exposição. Recomenda-se fortemente internar o paciente em isolamento respiratório por até 7 dias e tratar com medicação antiviral e de suporte. O uso do Oseltamivir no tratamento de casos suspeitos ou confirmados de Influenza A(H1N1) está indicado para pacientes com quadro clínico da forma grave # da doença OU que apresentem fatores de risco ## para as suas complicações. A utilização do medicamento deve ser realizada em, no máximo, até 48 horas a partir da data de início dos sintomas. # Definição de quadro clínico da forma grave: indivíduos de qualquer idade que apresentem doença respiratória aguda (início dos sintomas até 48h), com febre, seguida de tosse OU dor de garganta E dispnéia, apresentando ou não manifestações gastrointestinais. ## Fatores de risco para complicações: crianças menores de dois anos de idade; idosos (acima de 60 anos de idade); pessoas com imunossupressão (por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para Aids ou em uso regular de corticosteróide); hemoglobinopatias, diabetes mellitus; cardiopatias, pneumopatias e doenças renais crônicas e gestantes (conforme orientação do fabricante, o uso do Oseltamivir deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto). Diante da identificação de um paciente que NÃO apresente forma grave da doença ou fatores de risco para complicações, deve ser indicado o isolamento domiciliar com o monitoramento diário, por até 7 dias. A princípio, não se recomenda o uso de antiviral. Durante o acompanhamento, é importante detectar o eventual aparecimento de sinais de agravamento. Em especial, deve ser observada a ocorrência de dificuldade respiratória, forte dor abdominal ou torácica, convulsões, desidratação ou alteração do estado de consciência.
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Bom dia Alguem poderia me dizer se existe alguma portaria ou norma que regule a cartao de vacinacao para os trabalhadores administrativos de unidades hospitares. Desde ja´agradeco a atencao, Breim
- O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.