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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Capela de fluxo laminar
Bom TARDE a todos!!!
Gostaria de esclarecer uma duvida os epi´s principalmente avental a ser utilizado pelo farmacêutico com manipulação de quimioterápico em capela de fluxo laminar? A nr 32 fala de avental impermeável, porém os que eu encontrei tem pvc em sua composição e os quimiotérápicos manipulados reagem ao pvc. Posso usar qual material?
Obrigado, Daniel Leandro,SCIH, Campos-RJ.
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Estabilidade de medicamentos
Bom noite ! Gostaria de saber se alguem tem referências bibliográficas ou protocolos sobre estabilidade de drogas em frascos ampola. Estou recebendo questionamentos por parte dos convênio que querem deixar o frasco no posto de enfermagem ou geladeira até o termino do produto, desprezando a questão de se realizar vários furos no mesmo frasco e com a possibilidade de contaminação. Grata Enf Tatiana HP
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Resíduos de Serviços de Saúde Descarte de Glutaraldeído
HÁ ALGUM MANUAL PARA NEUTRALIZAÇÃO QUÍMICA DE DESCARTE DE GLUTARALDEÍDO,ALGO COMO ,SULFITO DE SÓDIO 0,1%.Sou infectologista e trabalho em infecção hospitalar.No meu hospital ainda usamos o glutaraldeído.Muito grata. Bianca Moreira
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Colchões de espuma
Em uma instituição psiquiátrica me fizeram a seguinte pergunta: É possível a higienização e reaproveitamento de colchôes (espuma), colchões caixa de ovo? Se sim, como fazê-lo? Caso não seja possível o seu reaproveitamento como fazer o seu descarte.
Maria José Pamplona Enfermeira
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Uso de Máscaras/Respiradores x Odontologia
Prezados Listeiros, Gostaria de perguntar se seria excesso de zelo, para prevenção da H1N1, aqui no Rio Grande do Sul, o uso de máscara, para alunos, funcionários e professores, em tempo integral, em clínicas de atendimento odontológico, visto que há concentração de pessoas (em torno de 60), sem renovação permanente de ar, e produção de aerossol microbiano durante o uso de alta-rotação, seringa de ar-água. Atenciosamente,Prezados Listeiros, Gostaria de perguntar se seria excesso de zelo, para prevenção da H1N1, aqui no Rio Grande do Sul, o uso de máscara, para alunos, funcionários e professores, em tempo integral, em clínicas de atendimento odontológico, visto que há concentração de pessoas (em torno de 60), sem renovação permanente de ar, e produção de aerossol
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microbiano durante o uso de alta-rotação, seringa de ar-água. Atenciosamente, Profa. Miriam
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Antissépticos - Clorexidina x PVPI
Boa tarde a todos! Por favor gostaria da ajuda de vocês quanto a efetividade comparada entre a clorexidina e PVPI, ja sabemos da vantagem da clorexidina mas gostaria de alguns artigos que comprovem esta vantagem Grata Fernanda (Enfª SCIH)
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Áreas de apoio Áreas de Apoio - Limpeza de sanitários
Oi td bem com voceis! sou técnica em Segurança do trabalho e estou com uma grande dúvida quando elaboro relatórios tenho algumas atividades que envolvem limpeza de sanitários, a norma fala que para a atividade que é permanente ou intermitente ex: todo dia limpa sanitários em torno de 10min vou considerar como potencial a contaminação por microorganismo, mas e quando é 2x por semana em torno 20min a lei não fala nada considero como eventual então devo considerar como potencial, ao meu entender sim porque uma vez só pode haver contaminação mas a norma não entede assim, aí está a dúvida! a médica do trabalho quer respostas sobre oque eu acho com ebasamento literário sobre o assunto qual a opinião de
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voceis?
att, Giovani Aparecida Severgnini Técnica de Segurança do Trabalho MTE 0003490/SC
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Recomendação / Ministério da Saúde
Segue abaixo recomendação do Ministério da Saúde divulgada hoje. Equipe Riscobiologico.org
Informe 23/06/2009, 18h49 - http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=10347 CASOS NO BRASIL 1.1 - O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 94 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1): 50 em São Paulo, 17 em Minas Gerais, 13 no Rio de Janeiro, quatro em Santa Catarina, dois na Bahia, dois no Espírito Santo, dois no Paraná, um em Alagoas, um em Goiás, um no Rio Grande do Sul e um em Sergipe. 1.2 - Com os novos casos, o total acumulado de confirmados no país chega a 334. PARA TODOS OS CASOS, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo
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com esses pacientes. 1.3 - Do total de casos confirmados, dois pacientes do Rio Grande do Sul estão internados. A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, com apoio do Ministério da Saúde, acompanha a evolução do quadro clínico dos pacientes. Os dois casos foram infectados no exterior. 1.4 - O Ministério da Saúde acompanha, ainda, 218 CASOS SUSPEITOS no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial. 1.5 - Além disso, 656 casos foram DESCARTADOS, até o momento (veja tabela abaixo). 1.6 - Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 17h desta terça-feira. TODOS OS CASOS IDENTIFICADOS APÓS ESSE HORÁRIO SERÃO CONTABILIZADOS NO DOCUMENTO DO DIA SEGUINTE. RECOMENDAÇÕES PARA VIAJANTES Diante da situação epidemiológica atual da influenza e considerando: a) o período de férias escolares; b) o início do inverno no Hemisfério Sul; c) o aumento do fluxo de viajantes para os países com transmissão sustentada (Estados Unidos, México, Canadá, Chile, Argentina e Austrália); d) o aumento de casos importados no Brasil; o Ministério da Saúde recomenda que: - Crianças menores de dois anos, idosos, gestantes, pessoas imunodeprimidas, diabéticos, cardioapatas, pneumopatas e renais crônicos adiem viagens para estes países, caso seja possível, tendo em vista que estas pessoas apresentam maior risco de desenvolver as formas graves da doença. - Se não for possível adiar a viagem, o Ministério da Saúde recomenda que sejam adotadas as medidas de prevenção disponíveis no site www.saude.gov.br
MS recomenda adiar viagens ao Chile e Argentina "A recomendação é especialmente direcionada para idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou hoje (23), em São Paulo, que idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade adiem viagens ao Chile e à Argentina para prevenir infecções pelo vírus Influenza A (H1N1). De acordo com o Ministro, a recomendação foi definida com base em critérios epidemiológicos, uma vez que há grande número de casos da nova gripe no Brasil de pessoas que voltaram de viagem a esses dois países. Como se trata de uma recomendação, ela pode vir a ser estendida a outros países com quadros semelhantes aos do Chile e da Argentina. Temporão ressaltou que não o Ministério da Saúde não determinou a proibição de viagens para países afetados pela influenza A (H1N1). Segundo ele, deve haver "prudência e bom senso nesse momento", uma vez que as férias estão chegando, o que aumenta a circulação de turistas brasileiros em países com casos confirmados da doença. "Essa é uma medida adicional e de prevenção", afirmou o Ministro. "No Brasil, não há transmissão sustentada, mas todos os casos autóctones têm vinculo com infecção contraída fora do país". REFORÇO - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) anunciou ontem (22), novas medidas para reforçar a vigilância em portos e aeroportos de todo o país, devido ao aumento do número de casos de Influenza A (H1N1) em países vizinhos do Brasil. Para isso, o país vai aumentar o alerta em todas as entradas do país para detectar, diagnosticar e encaminhar para tratamento casos de pessoas suspeitas de estarem infectadas pelo vírus. O anúncio foi feito pelo diretor de Portos, Aeroportos e Fronteiras da ANVISA, José Agenor Álvares da Silva, durante a reunião diária do Gabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública (GEI), ocorrida na sede do Ministério da Saúde. A seguir, as principais medidas anunciadas pela ANVISA: 1 - A adoção da Declaração de Saúde do Viajante (DSV), harmonizada entre os Estados Partes do Mercosul, para monitoramento de todos passageiros que chegam ao país. A declaração vai permitir um acompanhamento mais rápido dos passageiros. 2 - A apresentação do documento será obrigatória para a entrada no país. O formulário será distribuído dentro do meio de transporte e deverá ser apresentado por cada passageiro, inclusive as crianças, cujos pais serão responsáveis pelos dados. 3 - Foram impressos 500 mil formulários que estão sendo distribuídos nos portos, aeroportos e áreas de fronteiras. O tempo médio de preenchimento do documento é de cinco minutos. 4 - As companhias aéreas serão obrigadas a fornecer a lista de passageiros junto com a Declaração Geral da Aeronave no momento da chegada do avião. 5 - Remanejamento de funcionários para fortalecer o controle nos postos de fronteiras com países da América do Sul e no aeroporto Internacional de Guarulhos. 6 - Todas as medidas adotadas anteriormente continuam em vigor. "
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Comunicado SES-SP
Segue abaixo comunicado da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Equipe Riscobiologico.org
SES-SP - http://www.saude.sp.gov.br/content/muvipojusl.mmp "A Secretaria de Estado da Saúde decidiu recomendar que as pessoas evitem viajar para a Argentina e o Chile em razão do risco de contágio pelo vírus da gripe A H1N1, popularmente conhecida como gripe suína. A recomendação também é válida para os demais países da América do Sul que registram transmissão da doença. A pasta enviou comunicado sobre a medida nesta terça-feira, 23 de junho, ao Ministério da Saúde. Há restrição especial para mulheres grávidas, pessoas imunodeprimidas (como pacientes com câncer e em tratamento de Aids, por exemplo), crianças menores de dois anos e idosos com 60 anos ou mais. Essas pessoas
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deverão evitar ao máximo se deslocar para outros países da América do Sul onde há transmissão da doença, pois o risco de terem complicações em decorrência da infecção pelo vírus da nova gripe é maior nestes grupos populacionais. Balanço da Secretaria de Estado da Saúde aponta que 40% dos 116 casos de gripe A H1N1 registrados no Estado de São Paulo até o dia 22 junho foram de pacientes que se infectaram durante viagem para a Argentina. Outros 15,5% dos pacientes adquiriram a doença nos Estados Unidos. O Chile responde por 5,1% dos casos da gripe entre os paulistas, e o Canadá, por 2,5%. Os demais países apontados como locais prováveis de infecção foram França, Inglaterra, México e Uruguai. Segundo o estudo da Secretaria, a idade média dos pacientes contaminados é de 27 anos, e a faixa etária predominante é entre 21 e 30 anos, representando 31% dos casos, seguida pela faixa de 31 a 40 anos, que respondeu por 15,5% do total. Do total de casos confirmados, 54,3% são do sexo masculino. Atualmente, São Paulo registra 149 casos confirmados de influenza A e há outros 69 pacientes sob suspeita de terem contraído o vírus. O sintoma mais comum apresentado pelos pacientes foi febre, presente em cerca de 90% das ocorrências, seguido de tosse, manifestada em mais de 80% dos casos. Outros sintomas apontados foram mialgia (dor muscular), coriza, odinofagia (dor ao engolir), artralgia (dor nas articulações), dor de cabeça e falta de ar. Todos os pacientes com o vírus da nova gripe evoluíram para a cura. Até o momento não há registro de óbitos relacionados à doença."
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