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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Tratamento
Caros colegas,
Li em uma dissertação sobre a sobrevivêcia/resistência de microrganismos em resíduos de saúde, comparando-se as formas de tratamento desses resíduos. E o autor cita as formas de tratamento de desinfecção de resíduos, como microondas, autoclave e a cal. Meu questionamento decorre do termo CAL. O que vem a ser? Grata. Atenciosamente,
Rafaella Barreto Bióloga
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
Ao Risco Biologico Agradecemos o apoio na divulgação da 1ª Jornada de Controle de Infecção e Segurança Profissional em Odontologia
Só para reforçar o evento será no Anfiteatro João Yunes -FAC. Saúde Pública da USP Av. Dr. Arnaldo 715 Estamos ainda aceitando inscrições até 27/05 após este dia consultar a possibilidade de inscrição no local att abraços a todos Angela
Prof.Angela Mª Aly Cecilio-CD/MSc email: angela@biosseg.com www.biosseg.com Tel:91760888
1ª Jornada de Controle e Infecção e Segurança Profissonal em Odontologia 29 de Maio de 2009 Vagas Limitadas Informações e Inscrições: (11) 3052-1237 Consulte descontos para grupos Programação 7:30-8:30 Entrega de Material 8:30 Apresentação do programa e importância do tema 9:00-9:30 PÓLO INFECÇÃO Tema: Particularidades do Controle de Infecção na Odontologia:
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Riscos Diferenciados para o Paciente e para a Equipe Profº.Dr. Nilton Jose Fernandes Cavalcante (Médico Infectologista, Coordenador da CCIH e da Pós Graduação do II Emílio Ribas) 9:30-10:30 DEBATE Profª. Dra. Catalina Riera Costa (CRT-AIDS/SP) Profº. Dr. Jayro Guimarães (Professor da disciplina de Estomatologia Clínica FOUSP/Presidente da Comissão de Biossegurança FOUSP) Profº. Dr. Edgar Crossato (Professor Associado do Departamento de Odontologia Social FOUSP) 10:30-11:00 COFFEE BREAK 11:00-12:00 PÓLO BOAS PRÁTICAS Tema: Mitos e Verdades no Processamento de Artigos e Superfícies para o Controle de Infecção nos Procedimentos Odontológicos Profª. Dra. Kazuko Uchikawa Graziano (Profª Titular do Departamento de Enfermagem Médico-cirúrgico da Escola de Enfermagem da USP) 12:00-12:30 SIMPÓSIO SATÉLITE (sorteio de produtos) 12:30-14:00 ALMOÇO (Kit Lanche) 14:00-15:30 Perguntas que Você Nunca Teve Coragem de Fazer Composição da Mesa: Profª.Dra. Kazuko U. Graziano (EEUSP) Profª. Angela Maria Aly Cecilio (Mestre em Ciências PPG/CCD/SES-SP) Profª. Yara Yatiyo Yassuda (Mestre em Ciências PPG/CCD/SES-SP) Profº. Carlos Alberto Adde ( Professor da Disciplina de Clínica Integrada e Membro da Comissão de Biossegurança da FOUSP) Jose Geraldo Lupato Conrado (Diretor do Grupo Técnico Odontológico - CVS/SES-SP) Marco Antonio Manfredini ( MSc, Representante do CROSP) Prof.DR. Jorge Amarante- CCIH HOSPITAL SAMARITANO 15:30-16:00 COFFEE BREAK 16:00-17:00 Determinantes Comportamentais para Adesão às Boas Práticas de Controle de Infecção Profº. Dr.Paolo Meneghin (Professor da Escola de Enfermagem da USP) 17:00-17:30 ENCERRAMENTO Comissão Científica: Kazuko Uchikawa Graziano Angela Maria Aly Cecílio Yara Yatiyo Yassuda Apoio: Escola de Enfermagem da USP, APECIH, AFFOUSP, Biosseg,SOBECC, Risco Biológico, Planitrade, (Ruhof), Kavo do Brasil, 3M do Brasil, Oral-B.
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Critérios OMS
Segue abaixo mensagem encaminhada na lista ProMED-Port. E também mensagem original da Dra Margaret Chan - OMS. Equipe Riscobiologico.org
OMS mudará critérios para pandemia de gripe suína GENEBRA - A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou hoje que mudará as regras para considerar a Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína, uma pandemia. Sob pressão política de muitos seus 193 países integrantes, a entidade irá considerar mais fatores além da disseminação do vírus antes de declarar uma epidemia global. A organização alega que "correções de curso" nos critérios são necessárias e estão sendo feitas. "O que nós realmente procuramos são eventos que poderão significar um incremento substancial no risco de atingir as pessoas", disse o chefe de epidemiologia da
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OMS, Keiji Fukuda, em Genebra, na Suíça. "Agora os países nos dizem que mover a classificação da gripe da fase 5 para a fase 6 não ajudará", afirmou. Segundo ele, a letalidade do vírus poderá ser um dos critérios a ser constatado antes da enfermidade ser declarada uma pandemia. Muitos países temem que uma declaração de pandemia leve pânico às populações e tenha repercussões econômicas e políticas negativas. No começo desta semana, a Grã-Bretanha e outras nações pediram à OMS que reconsidere seus critérios para definir uma pandemia. Atualmente, a gripe suína é classificada na fase 5. Se passar à fase 6, será considerada uma pandemia pela entidade internacional. O vírus da doença é "astuto" e provavelmente continuará a se disseminar por mais países e dentro de nações já afetadas, afirmou Margareth Chan, diretora-geral da OMS. De acordo com a entidade, 11.168 casos foram confirmados por testes de influenza A (H1N1) em 42 países. No total, 86 pessoas morreram. No balanço de ontem, a OMS apontava 11.034 ocorrências e 85 mortes. A Rússia informou hoje o primeiro registro da doença no país. Os Estados Unidos registraram até agora o maior número de casos confirmados por testes de laboratório, 5.764 - aumento de 54 casos ante ontem -, enquanto o México segue em segundo lugar, com 3.892 casos confirmados. O Japão aumentou o número de casos confirmados de 35 para 294, enquanto no Chile, o número subiu de 19 para 24. Do total de 86 óbitos provocados pela doença, 75 aconteceram no México, nove nos EUA, um na Costa Rica e outro no Canadá. Comentario: [A necessidade de mudanca dos criterios e obvia e ja havia sido prevista pelo ProMED-PORT. Os criterios vigentes foram feitos com o cenario de um virus com caracteristicas diferentes - ljs] Mensagem encaminhada pelo ProMED-Port http://www.promedmail.org / Fonte: Estadão
Closing remarks at 62nd World Health Assembly Geneva, Switzerland 22 May 2009 Power of public health lies in strong health systems Dr Margaret Chan Director-General of the World Health Organization Mister President, honourable ministers, excellencies, distinguished delegates, ladies and gentlemen, I believe we can all agree. This has been an exceptionally intense session of the Health Assembly. You have covered much ground, made some key decisions, and adopted important resolutions, in a budget year, and in a timeframe cut in half. You covered items on pandemic influenza preparedness and implementation of the International Health Regulations. You did so as an attentive world watched nervously to see whether a capricious new virus would deliver some more surprises. You gave the world a strong signal of enduring commitment to health programmes and national capacities that we need on a day-to-day basis, as well as during emergencies. Items, such as the ones on blindness and drug-resistant forms of tuberculosis, remind us of the power of public health, and of partnerships, to prevent, treat, and cure. But they also reinforce a reality we know very well. The power of public health and all our best interventions is blunted when health systems are weak. As some delegates noted, the strength of a country's health system will make the biggest difference in sickness and survival during an influenza pandemic. Let me congratulate you for completing your work under the item on public health, innovation and intellectual property. You have found some elegant ways forward after many years, and many intense hours of negotiation, consensus building, and compromise. The same is true for the Intergovernmental Meeting on the sharing of influenza viruses and access to vaccines and other benefits. You have found some elegant ways forward, and I thank you. Much discussion focused on items devoted to the health-related Millennium Development Goals, primary health care, and the findings of the Commission on Social Determinants of Health. Your discussions showed a profound understanding of how these "big three" instruments for greater equity are interlinked and mutually supportive. You also argued that the three, working together and supported by appropriate policies, will give countries and communities the resilience needed to cope with the "big three" global crises: the financial crisis, the prospect of an influenza pandemic, and climate change. Though chronic diseases are not among the Millennium Development Goals, your concerns were very clear. Prevention and treatment are best managed through a primary health care approach. A whole-of-government approach to health, as advocated by the Commission, is the best way to tackle, upstream, the root causes of these diseases. Whole-of-government policies that explicitly strive for fairness, fairness in opportunities, fairness in access to health care, and fairness in social protection, contribute to social cohesion and stability. They are not the enemies of globalization. Instead, they are its saviour. Ladies and gentlemen, During the high-level consultation on pandemic influenza, several delegations called on WHO to consider criteria other than geographical spread when evaluating the phases of influenza pandemic alert. I have listened closely to your concerns. Phases 5 and 6 are virtually identical in terms of the actions they launch. Intensified preparedness measures, also by industry, are already fully under way. When we moved to phase 5, I asked all countries to activate their pandemic preparedness plans, and most have done so. But even the best-laid plans need to be fluid and flexible when a new virus emerges and starts changing the rules. We were expecting, and fearing, that the highly lethal H5N1 avian virus would spark the next pandemic. As the Egyptian delegation reminded us, this avian virus remains very much a threat. But our most pressing concern is with the new H1N1 virus. For the first time in history, we are watching the conditions conducive for the start of a pandemic unfold before our eyes. On the one hand, this gives us an unprecedented opportunity. The world is alert and on guard as never before. On the other hand, this gives us a dilemma. Scientists, clinicians, and epidemiologists are capturing abundant signals. But we do not have the scientific knowledge to interpret these signals with certainty. We have clues, many clues, but very few firm conclusions. As I said, preparedness measures on multiple levels have already been launched. In these matters, we cannot go any higher. Let me set out, on the basis of current knowledge, what we might expect to see in the coming weeks and months. First, this is a very contagious virus. We expect it to continue to spread to new countries and continue to spread within countries already affected. Here, we have little doubt. Second, this is a subtle, sneaky virus. It does not announce its presence or arrival in a new country with a sudden explosion of patients seeking medical care or requiring hospitalization. In fact, most countries need a sudden explosion of laboratory testing to detect its presence and follow its tracks. This creates yet another dilemma. We can all be grateful to the many countries that have engaged in rigorous detection and investigation, and rigorous studies of clinical cases, especially those requiring hospitalization. These efforts contribute to our understanding of the virus, its patterns of spread, and the spectrum of sickness it can cause. But these efforts are disruptive and extremely resource intensive. How long can they be sustained? You have heard this question from several delegations during the high-level consultation. The answer depends on the situation, the capacities, and the risks in each individual country, and even in different areas within a country. WHO cannot, at this point, solve the dilemma through universal guidance. Countries should adjust their responses in line with the changing patterns of disease. We are in the early days and do not know enough to make sweeping recommendations. Third, up to now, the new virus has largely circulated in the Northern Hemisphere, where epidemics of seasonal influenza should be winding down. We need to watch the behaviour of H1N1 very carefully as it encounters other influenza viruses circulating during the winter season in the Southern Hemisphere. The current winter season gives influenza viruses an opportunity to inter-mingle and possibly exchange their genetic material in unpredictable ways. Fourth, in cases where the H1N1 virus is widespread and circulating within the general community, countries must expect to see more cases of severe and fatal infections. We do not, at present, expect this to be a sudden and dramatic jump in severe illnesses and deaths. But countries, especially in the developing world, where populations are most vulnerable, should prepare to see more than the present small number of severe cases, which are being picked up under the best detection and testing conditions possible. Ladies and gentlemen, The decision to declare an influenza pandemic is a responsibility, and a duty, that I take very, very seriously. I will consider all the scientific information available. I will be advised by the Emergency Committee, established in compliance with the International Health Regulations. But I will also consider the fact that science finds its application and its value in serving people. And in serving people, we need their confidence, their comprehension, and their trust. Thank you.
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Legislação e normatizações Adicional de Insalubridade - Auditores
Boa tarde, gostaria de um auxílio, quanto as enfermeiros auditores e a insalubridade. Eles acompanham pacientes e procedimentos em UTI e CC e pacientes internados em clínicas. Estão expostos aos riscos das doenças infecto contagiosas (ex Via respiratória) ou de exposição à material biológico (já que ao acompanhar um procedimento cirúrgico pode haver contato com materia orgânica. è pertinente o pagamento da insalubridade para estes profissionais? Att, Patricia Corrêa
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Protocolo de Notificação e Investigação
Segue abaixo Novo Protocolo de Notificação e Investigação publicado hoje pelo Ministério da Saúde. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenzaa_protocolo_notificacao_22_05.pdf Equipe Riscobiologico.org
INFLUENZA A(H1N1) PROTOCOLO DE NOTIFICAÇÃO E INVESTIGAÇÃO Atualização: 22.05.2009 às 16 horas Procedimentos de Notificação e Investigação: Notificação imediata: Notificar imediatamente os pacientes que atendem a definição de caso em monitoramento ou caso suspeito de Influenza A(H1N1), à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e/ou Secretaria Estadual de Saúde (SES) ou à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS). Para notificação imediata à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), utilize um dos seguintes mecanismos: - E-mail: notifica@saude.gov.br - Disque-notifica: 0800-644-6645 A SVS/MS notificará os casos prováveis ou confirmados à Organização Mundial de Saúde, por
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meio da Organização Pan Americana de Saúde, e ao MERCOSUL. A notificação imediata não substitui a necessidade de registro posterior das notificações no Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan. Devido à situação de emergência, os casos serão notificados on line no Sinan por meio do aplicativo Sinan web Influenza A(H1N1) (Anexo 2), no endereço: www.saude.gov.br/influenza. Registro da Notificação/ Investigação no Aplicativo Sinan Web Influenza: Deverá ser utilizada a Ficha de Notificação (FIN) e de Investigação Individual (FII) do Sinan (Anexo 1), disponíveis nos endereços: www.saude.gov.br/sinanweb e www.saude.gov.br/svs, atentando-se para a completitude dos campos, e a consistência entre os dados, além do encerramento oportuno. A ficha completa encontra-se para registro no site www.saude.gov.br/influenza. Todos os casos suspeitos e em monitoramento que já tenham sido digitados e que tenham dados adicionais a serem incluídos no sistema devem ser atualizados até o dia 27/05/2009. Os demais casos suspeitos e em monitoramento que ainda não foram incluídos no site www.saude.gov.br/influenza devem ser incluídos até o dia 27/05/2009, mesmo que tenham sido notificados por outra fonte (fax, notifica, 0800, Sinan Net - off line, entre outras). O campo que identifica se a notificação é de caso Em monitoramento, Suspeito ou Provável não está disponível na ficha FIN, mas consta na tela do aplicativo web e deverá ser informado por ocasião da notificação on line. É de responsabilidade da vigilância epidemiológica estadual a definição dos usuários que terão acesso ao registro online das notificações. O Interlocutor estadual do Sinan deverá utilizar sua senha de acesso ao site do SinanNET para cadastrar no endereço www.saude.gov.br/cspuweb os usuários indicados pela vigilância.
Para consulta ao texto integral do protocolo: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenzaa_protocolo_notificacao_22_05.pdf
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Brasil
Seguem abaixo informações do novo (22/05/2009) boletim do Ministério da Saúde. Equipe Riscobiologico.org
Secretaria de Vigilância em Saúde Gabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional - ESPII Ocorrências de casos humanos de infecção por Influenza A (H1N1) Informe do dia 22.05.09, às 12h - http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenzaa_h1n1_22052009_12h.pdf "Comunicamos a ocorrência no Brasil de mais um caso positivo para Influenza A(H1N1). Trata-se de indivíduo residente na cidade de São Paulo, que viajou para os Estados Unidos no dia 13 de maio de 2009 e retornou ao Brasil no dia 19 de maio (mesma data do inicio dos sinais e sintomas). O paciente apresentou febre de 39oC, tosse, dor de garganta e mialgia. Foi atendido no dia
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20 de maio. O paciente está sendo medicado e encontra-se em isolamento domiciliar. Todos os contatos estão em monitoramento. - Assim, até 21 de maio de 2009, foram confirmados, no Brasil, 9 (nove) casos de Influenza A(H1N1), pelos laboratórios da FIOCRUZ/RJ e Instituto Adolfo Lutz/SP. - Dentre os referidos casos confirmados, sete são adultos jovens, mantendo o padrão de acometimento nessa faixa etária conforme observado nos demais países. - Dentre os sintomas apresentados os três mais freqüentes entre os casos confirmados são febre, tosse e mialgia. - Para todos os casos, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes. - Dentre 7 (sete) casos confirmados com local provável de infecção em outros países, 3 (43%) procediam dos EUA, 3 (43%) do México e 1 (14%) da Europa, sendo que seu roteiro de viagem antes da data de início dos sintomas incluiu diversos países da União Européia.
Informações do site da Organização Mundial de Saúde:
Até 22/05 - 06h00, a OMS reconhece a existência de casos com confirmação laboratorial nos seguintes países: Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China / Hong Kong, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, Finlândia, França, Grécia, Guatemala, Holanda, Índia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Noruega, Panamá, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça, Tailândia e Turquia. Informações oficiais adicionais: - Países com evidência de autoctonia, até o momento, são: Alemanha, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, EUA, Itália, Japão, México, Panamá e Reino Unido. - Segundo a OMS, o México, os EUA e o Canadá são considerados países com transmissão sustentada. - A maioria dos casos confirmados nos países com descrição de sintomas apresenta quadro clínico de leve ou moderado com resposta favorável ao tratamento específico, quando indicado, ou às medidas de suporte clínico. Existe uma maior freqüência de casos mais graves entre pessoas com doenças crônicas preexistentes.
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Preservativo / USG
Prezados colegas, Estou em dúvida na classificação do preservativo utilizado em aparelho de ultrasom transvaginal.Seria A4 ou D ? Atenciosamente, Cláudia Rachel Enfermeira
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