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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratório - Ar condicionado
Bom dia!
gostaria de saber se algum laboratorio de anatomia patologica tem ar condicionado nas salas de citologia, histologia e macroscopia, caso positivo, gostaria de saber que tipo de ar condicionado?
Atenciosamente
Caroline
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Conceitos e condutas gerais Antissépticos - Conceitos Gerais
OLÁ CAROS AMIGOS
DESDE JÁ AGRADEÇO A AJUDA QUE SEMPRE RECEBO DESTE MARAVILHOSO GRUPO
VAMOS LÁ: ESTOU REVISANDO OS PRINCIPAIS PROTOCOLOS DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO HOSPITALAR, SENDO ASSIM PRECISO REVER TODAS AS TÉCNICAS REALIZADAS NO HOSPITAL ONDE TRABALHO, SOU ENFERMEIRA DA CCIH, E SEMPRE PENSEI E TENTEI ENTENDER O MUNDO DOS ANTI-SÉPTICOS, COMO CLOREXIDINE ALCOÓLICA, TÓPICA, AQUOSA E DEGERMANTE. NÃO É NOVIDADE QUE EXISTE INDICAÇÃO PARA CADA PROCEDIMENTO DIFERENTE, SENDO ASSIM, SERÁ QUE ALGUEM PODE ME ORIENTAR MELHOR : 1)-SOBRE A DIFERENÇA ENTRE CADA TIPO DE FORMULAÇÃO 2)- ONDE POSSO ENCONTRAR LITERATURA ATUALIZADA? 3)- SERÁ QUE É DE CONHECIMENTO DA MAIORIA DOS PROFISSIONAIS, MESMO CONTROLADORES DE INFECÇÃO SOBRE TAL ASSUNTO E SUA IMPORTÂNCIA? 4)- OS HOSPITAIS CONSEGUEM RESPEITAR TAIS CONFORMIDADES?
EXEMPLO: HÁ
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ESCRITO EM UM MANUAL DE INSTITUIÇÃO ACADÊMICA MUITO RESPEITÁVEL QUE RECOMENDA CLOREXIDINA DEGERMANTE 2% OU PVPI 10% NA INSTALAÇÃO DE CATETERES VASCULARES E URINÁRIOS E LOGO ABAIXO,CLOREXIDINA TÓPICA OU AQUOSA 2% NO PREPARO DE REGIÃO GENITAL ANTES DA INSTALAÇÃO DE CATETER URINÁRIO E NO ANO SEGUINTE-2009 RECOMENDA ANTI-SEPSIA DO MEATO URINÁRIO COM CLOREXIDINA DEGERMANTE SOMENTE
O QUE FAZER?????? QUAL SERIA A MELHOR PADRONIZAÇÃO?
GISELE
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Divulgação de Chat - Boletim do site CCIH.med.br Primeira Jornada de Controle de Infecção e Segurança do Profissional de Odontologia "A Primeira Jornada de Controle de Infecção e Segurança do Profissional de Odontologia é um evento voltado para os profissionais de odontologia e de outras áreas que se dedicam ao controle de infecção em serviços de saúde. É um encontro para atualização de conhecimentos e principalmente para debater questões relacionadas ao controle de infecção nos serviços odontológicos. Participarão do evento, profissionais com larga experiência no controle de infecção e representantes de instituições como COVISA, CROSP, CVS-SES/SP, Universidade. Contamos com sua presença nessa iniciativa para debater problemas e buscar soluções para o controle racional de infecção na prática odontológica. Sua participação é
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muito importante. Cordialmente. Professora Dra. Kazuko Uchikawa Graziano Coordenação científica: Professora Dra. Kazuko Uchikawa Graziano (Professora Titular da Escola de Enfermagem da USP) Angela Maria Aly Cecílio (CD Mestre em ciências CCD/SES-SP) Yara Yatiyo Yassuda (CD Mestre em ciências CCD/SES-SP) Apoio: APECIH, AFFOUSP, Planitrade (Ruhof), Kavo do Brasil, 3 M do Brasil, Oral-B." Endereço do chat: http://www.ccih.med.br/chat/chat.html Será hoje - dia 20/05/2009 - a partir das 20h
Equipe Riscobiologico.org
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
4a Jornada Saúde Ocupacional em Hospitais e demais serviços de saúde 4 de junho de 2009 Expo Center Norte - São Paulo - SP Maiores Informações e Inscrições: Centro Brasileiro de Segurança e Saúde Industrial tel 0800 10 9494 / http://www.proreabilitacao.com.br/: PROGRAMA 8:00 Recepção aos participantes 8:15 Abertura Oficial da 4ª Jornada de Saúde Ocupacional em Hospitais e demais Serviços de Saúde Painel 1 - Organizações de Sucesso Coordenador André Staffa Filho- Consultor em Gestão Hospitalar, Novos Projetos, Fusões e Aquisições. 8:30 Saúde & Segurança - Lucro & Investimento André Staffa Filho -Executivo com mais de 40 anos de experiência profissional em cargos de direção, em empresas como IBM, Editora Abril, Granol, Localfrio e Hospital São Luiz - SP.
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Consultor em Gestão Hospitalar, Novos Projetos, Fusões e Aquisições. 9:10 O Impacto do Nexo Técnico Epidemiológico-NTEP e das Ações Regressivas nos Serviços de Saúde Wladimir Novaes Martinez - Advogado Especialista em Direito Previdenciário. Coordenador do Centro de Estudos de Seguridade Social - CESS. Autor de mais de 50 obras sobre legislação previdenciárias e Comendador do Instituto dos Advogados Previdenciários de São Paulo - IAPE. 9:50 Novas Relações de Trabalho e a Fiscalização nos Serviços de Saúde Renato Bignami - Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Doutorando em Direito do Trabalho pela Universidade Complutense de Madrid. Autor do Livro "A Inspeção do Trabalho no Brasil: Procedimentos Especiais para a Ação Fiscal". 10:30 Intervalo 11:00 A Qualidade do Ar e da Água em Ambientes de Saúde - Aspectos Clínicos Gustavo Graundenz - Médico Imunologista, com Doutorado e Pós-Doutorado em Qualidade do Ar pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-FMUSP. 11:40 Sessão de Perguntas 12:30 Intervalo para Almoço Painel 2 - Atualização Profissional Coordenador Roberto Cury - Diretor Executivo da Associação Nacional dos Hospitais Privados - ANAHP 14:00 A Importância da Segurança e Saúde em Serviços de Saúde e as Ações Desenvolvidas em Organizações Sociais José Maria da Costa Orlando- Secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. 14:40 A Capacitação em Segurança e Saúde em Serviços de Saúde Experiência do Hospital Israelita Albert Einstein Lissandra Borba da Cunha - Analista de Treinamento Sênior do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. 15:20 Sessão de Perguntas 15:45 Intervalo 16:15 A Implementação da Portaria 939/08 - Materiais Perfurocortantes com Dispositivo de Segurança Lilian Nunes Silva - Médica do Trabalho e Coordenadora Corporativa de Saúde Ocupacional do Grupo Fleury Cristiane Pavanello Rodrigues Silva - Enfermeira Encarregada do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar - Hospital Samaritano de São Paulo. Autora do Livro "Qualidade em Saúde: Indicadores como Ferramenta de Gestão" 17:00 OFICINA de Simulação de Utilização de Perfurocortantes com Dispositivo de Segurança Apresentação da BD - Becton Dickinson 17:40 Sessão de Perguntas 18:00 Encerramento
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento – SP
IV - FÓRUM NR-32 Coordenador: Eng. Jefferson D. Teixeira da Costa Vice-Coord.: Eng. Antonio Magela Martins OBJETIVO: Em 16 de abril de 2007, terminou os prazos de adequações e também a DRT vai intensificar as fiscalizações nos Estabelecimentos de Saúde em todo o Estado de São Paulo, para verificação das medidas efetivas adotadas de acordo com a NORMA REGULAMENTADORA NR-32.
Esclarecer as dúvidas pertinentes à sua implantação, e buscando cooperar com os profissionais de segurança envolvidos a Divisão Técnica de Segurança no Trabalho do Instituto de Engenharia promove um encontro com a seguinte programação:
Data: 24/06/09 (quarta-feira) Horário: 13h às 18h
Programação 13h. - Recepção e credenciamento Mesa de abertura com autoridades presentes Gestão de SST no Serviço de
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Saúde Eng. Liane Dilda Dispositivo de segurança em perfurocortantes. Dra. Cristiane Pavanello R. Silva Coffee break Sensibilização dos profissionais da Saúde. Eng. Carlos César Micalli Cantú
Mudança comportamental. Psic. Elaine Lombardi Gestão de Riscos. Dr. Claudio Alves de Lima Nascimento Debate com palestrantes do evento Coordenação: Engº Jefferson Teixeira Inscrições gratuitas pelo e-mail: divtec@iengenharia.org.br ou tel. 3466-9250
Local: Instituto de Engenharia Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 - V. Mariana - SP
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Esterilização - Disposições e Instalações
Bom dia colegas, Estou com uma duvida e preciso da ajuda de vcs. Na Instituição que trabalho o setor de esterilização é disposto da seguinte maneira: uma antesala, uma sala em que é realizada a lavagem e possui as estufas e lateral a sala de lavagem tem uma outra sala em que ficam as autoclaves. Todo o material a ser lavado e autoclavado entra por um vidro de acesso pela sala que tem as autoclaves. Gostaria de saber se os materiais lavados e esterilizado podem ficar nas bancadas embaixo da estufa, já que dividem o setor de lavagem ou se eles devem ficar nesta antesala. O problema é que a antesala é mto pequena e os armários também são , para
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comportar estes materiais. Onde eles tem ficado atualmente está tudo forrado e eles estao devidamente fechados e embalados e também identificado a que setores pertencem. Há risco elevado de contaminação destes materiais? Eles devem ficar na antesala? Aguardo ajuda Obrigada Daniela Roque Boa Vista - RR
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Situação
DIVULGANDO! Organizações acusam media de «esquecer» tuberculose Dezenas de milhares de pessoas estão a morrer de tuberculose e meningite todas as semanas, mas os media continuam a centrar atenções na gripe A H1N1, que causou até hoje 65 mortes, denunciam organizações internacionais. Num vídeo publicado na Internet (http://www.gapminder.org/videos/swine-flu-alert-news-death-ratio-tuberculosis/) sexta-feira, a Fundação Gapminder, sediada na Suécia, salienta que, nos primeiros 13 dias de gripe A, foram publicadas mais de 250 mil notícias sobre as 31 mortes causadas por esta estirpe. No mesmo período, a fundação encontrou no agregador de notícias Google News apenas 6.500 notícias sobre as 63 mil mortes causadas nesses 13 dias pela tuberculose, sobretudo em África e na Ásia. Diário Digital / Lusa .
Mensagem encaminhada
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pela colega Fabiana
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Flores em ambiente hospitalar
Prezados, gostaria de saber se alguém pode me enviar evidências da proibição de plantas em ambiente hospitalar (flores em terra e água) tanto nos corredores, quartos e ambientes não críticos. Acredito que não tenha uma evidência comprovada, mas gostaria de obter uma explicação convincente para dar no hospital. Agradeço. Eduardo Fernandes - SP
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais
Informações retiradas da homepage da Sociedade Brasileira de Infectologia. Equipe Riscobiologico.org
Instituir o Dia Mundial das hepatites virais será um grande marco para impulsionar a importância da doença, diz infectologista Em 19 de maio comemora-se o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, data em que vários países promovem ações de divulgação sobre a prevenção, controle, diagnóstico e tratamento para essas doenças. Porém, a data ainda não é oficial. Estimativas da OMS mostram que cerca de 2 bilhões de pessoas estão infectadas pelo vírus da hepatite B (VHB) e que quase 350 milhões vivem com infecção crônica. Os indicadores contabilizam 600.000 mortes a cada ano em decorrência de infecção aguda ou crônica da hepatite B. A Organização Mundial de
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Saúde (OMS) aceitou um pedido feito recentemente pelo Brasil para que seja discutida e votada a instituição a data de 19 de maio como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais. A proposta é que neste dia todas as nações do mundo desenvolvam ações que visem à promoção à saúde, à prevenção e ao controle dessa doença que afeta a saúde pública. Há indícios de que a pauta seja adiada para a próxima Assembleia Geral da OMS em 2010, devido à situação emergencial da gripe Influenza A (H1N1) e a provável diminuição da duração do encontro. Na opinião do infectologista João Silva de Mendonça, coordenador científico e membro do Comitê Científico de Hepatites Virais da SBI, a instituição da data será um grande marco para impulsionar o avanço mundial no reconhecimento da importância das hepatites, além de promover a implementação de novas ações de saúde pública voltadas ao diagnóstico, tratamento e prevenção dessas doenças. A World Hepatitis Alliance (WHA) tem trabalhado para que isso aconteça. Trata-se de uma entidade que reúne médicos e representantes da sociedade civil em vários países que lutam contra a epidemia provocada pelas hepatites A, B e C. Além disso, a WHA possuiu um comitê técnico-científico, liderado pelo Dr. Baruch Blumberg, prêmio Nobel de Medicina e líder da descoberta do vírus da hepatite B. A comunidade médica brasileira na WHA é representada pelo coordenador científico da SBI. Desafios terapêuticos Segundo Mendonça, o vírus da hepatite B e a doença causada por ele estão em uma fase de redefinição de conhecimentos, tendo em vista a introdução da biologia molecular na investigação clínica, epidemiológica e terapêutica. "Felizmente esses avanços estão, aos poucos, chegando à rotina assistencial. Um exemplo é a realização da carga viral, sem a qual a assistência aos pacientes cronicamente infectados se torna sub-ótima", completa. Por outro lado, o especialista em hepatites virais diz que, como regra para uma ampla maioria dos pacientes cronicamente infectados, a "cura" no sentido virológico estrito ainda não pode ser alcançada. O armamento terapêutico constitui-se pelos interferons alfa e uma lista de antivirais específicos. Atualmente, um dos maiores desafios relacionado à doença consiste em entender a melhor maneira para conduzir terapeuticamente os pacientes. Mendonça acredita que o cenário brasileiro da infecção crônica pelo vírus B da hepatite está, apenas, parcialmente delineado e, assim, incompletamente conhecido. "Há estimativas que precisam ser confirmadas de forma mais correta do ponto de vista metodológico. Entretanto, não há dúvidas da importante presença do vírus B entre nós, particularmente em determinadas regiões do país e em certos segmentos populacionais mais vulneráveis", afirma. Em 2009, comemora-se também 20 anos da descoberta do vírus da hepatite C e, a exemplo do tipo B da doença, muitos desafios ainda precisam ser superados quando o assunto é tratamento. Atualmente, a terapia padrão utilizada contra a hepatite C apoia-se em dois medicamentos - o interferon alfa, preferencialmente a formulação peguilada, combinado com o antiviral rivabirina. O coordenador científico da SBI esclarece que dependendo do genótipo (os mais comuns são 1, 2 e 3), da carga viral pré-tratamento, do grau de fibrose da doença hepática e vários outros fatores, o sucesso alcançado oscila, em média, entre 50 e 80%. O sucesso do tratamento é conhecido como resposta virológica sustentada (RVS), com a negatividade da pesquisa do vírus após seis meses do término do tratamento, que pode se estender por um período de seis meses até um ano. Outro desafio diz respeito ao reconhecimento dos pacientes cronicamente infectados e à chamada "epidemia oculta", pois a maioria dos casos evoluiu por um longo tempo de forma silenciosa, o que leva ao diagnóstico tardio da doença nesse grupo de pacientes. Em termos de ações de divulgação cientifica e prevenção das hepatites virais, Mendonça destaca como avanços necessários a conscientização dos profissionais da saúde, especialmente os médicos da atenção primária, na busca dos casos baseados em evidência epidemiológica e clínica, para que se proceda o encaminhamento assistencial adequado à cada tipo da doença. "A demanda terá o forte papel de conduzir a resposta apropriada de nossas autoridades sanitárias", completa. Tendo em vista o lado preventivo, o infectologista atribui importância à ampla divulgação dos mecanismos de transmissão dos vírus B e C, incluindo ações voltadas à população em geral e, sobretudo, junto ao segmento mais vulnerável. "Essas ações terão potencial impacto na redução de riscos. É válido recordar sempre que, para prevenir a infecção pelo vírus B, existe uma vacina extremamente efetiva, que influi significativamente no controle de tal infecção, desde que utilizada da maneira correta", explica. HCV 20 anos Para ampliar o acesso às informações científicas referentes à hepatite C, a SBI realizará o Simpósio Internacional HCV 20 anos, entre os dias 24 e 26 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, na capital de São Paulo. O evento reunirá cerca de dez renomados especialistas internacionais, entre eles o cientista que identificou o vírus causador da doença, em 1989, além dos principais infectologistas brasileiros da área. Um workshop voltado à prática clínica antecipará a abertura do Simpósio. Outro destaque será o lançamento do "Prêmio de Incentivo à Prevenção e Terapia das Hepatites", premiação honorífica a alguns segmentos com reconhecida relevância e pioneirismo na abordagem da doença em nosso país. Reportagem: Equipe de Conteúdo do Portal SBI
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