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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Veículos de transporte coletivo
Quais os processos de desinfecção mais indicados e utilizados para prevenção da Influenza em veículos de transporte coletivo, tais como: aeronaves e trens de passageiros Marcelo Mattos Médico do trabalho
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Equipos x Perda de acesso vascular
Ola pessoal, Gostaraia de saber a opinião de vcs na seguinte situação: paciete em um hospital psiquiatrico fazendo uso de atb e.v., não mantem acesso venoso, a própia paciente tira quase que diariamente o acesso, porém nao ocorre contaminação do equipo, segue minha duvida estamos tendo que puncionar quase que duas vezes ao dia um novo acesso para correr o medicamento, mantenho o mesmo equipo utilizado anteriormente ou toda vez que punciono um acesso tenho que trocar todo o equipo? estou preocupada em relção ao convenio que provavelmente nao ira pagar dois equipos por dia. Izabel
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Benzina / Éter
Boa tarde Estou com dúvida sobre a proibição de benzina e eter dentro de hospitais. Esta proibição existe? Existe alguma norma regulamentadora, ou outra fonte na legislação embasando tal proibição? Se alguem conhecer o assunto por favor me informe. Grata Luísa
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Mais dois casos no Brasil
Segue abaixo nota publicada no site do Ministério da Saúde.
Equipe Riscobiologico.org
Ministério da Saúde confirma mais dois casos de Influenza A (H1N1) no Brasil
MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação Social Divisão de Imprensa
NOTA À IMPRENSA
1 O Ministério da Saúde informa que recebeu, nesta tarde de domingo (10), o resultado de 20 exames laboratoriais para detecção do vírus influenza A (H1N1). Destes, 18 foram descartados e dois casos foram confirmados. Ao todo, são agora oito casos confirmados no Brasil, sendo 6 com vínculo de viagens internacionais e dois autóctones (dentro do território nacional).
2 Um dos casos confirmados neste domingo é do Rio de Janeiro. Com este, somam três os pacientes infectados pelo vírus no Estado, sendo dois de transmissão autóctone.
2.1 Esses dois casos
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de transmissão autóctone estão fortemente vinculados ao primeiro, que contraiu a doença no México. Desse modo, até o momento, o Ministério da Saúde ratifica que a transmissão do vírus no Brasil permanece limitada, sem evidência de transmissão sustentada.
2.2 O novo caso estava sob monitoramento, devidamente orientado, e procurou os serviços de saúde imediatamente após ter apresentado os primeiros sintomas. Foi internado, tratado e encontra-se em quadro clínico estável.
2.3 As vigilâncias epidemiológicas do Estado e do município do Rio de Janeiro informaram que cumprem rigorosamente o Protocolo de Procedimentos para o Manejo de Casos e Contatos de Influenza A (H1N1) e o Protocolo de Notificação e Investigação de Casos e Contatos, e, já dispondo da lista de contatos desses casos, vêm mantendo-os orientados e sob monitoramento. Ainda estão sendo acompanhadas 70 pessoas que tiveram contato com os três pacientes do Rio de Janeiro. Nenhuma dessas pessoas, até o momento, apresenta sintomas. Cerca de 40 contatos já foram descartados.
3. O outro caso confirmado é do Rio Grande do Sul. Esteve em vários países europeus (Alemanha, República Checa, Hungria, Áustria, Itália e Espanha), antes de voltar ao Brasil. Apresentou os primeiros sintomas, leves, em 3 de maio, na Itália. Viajou no mesmo dia para Madri (Espanha), onde embarcou no dia seguinte para o Brasil. Procurou o serviço de saúde e foi notificada no dia 7. Passa bem.
3.1 O Ministério da Saúde ressalta que, no dia de seu desembarque, estavam em pleno funcionamento às medidas adequadas para o alerta dos viajantes, como: avisos sonoros nas aeronaves e nos saguões dos aeroportos, distribuição de panfletos nos desembarques e banners.
3.2 O Ministério da Saúde reitera que o governo brasileiro, assim como os demais países que registraram a presença do vírus, vem cumprindo rigorosamente as medidas de vigilância e monitoramento recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, tomando todas as precauções indicadas para conter a doença, rastreando, monitorando e tratando os possíveis doentes.
4 Atualmente, sete países apresentam transmissão autóctone, ou seja: quando a transmissão ocorre dentro do próprio país. Desses, apenas dois têm transmissão sustentada: México e EUA.
5 Os países com transmissão autóctone limitada e não sustentada, até o momento, são:
País Caso confirmado Caso Autóctone Reino Unido 47 23 Espanha 95 09 Alemanha 11 02 Itália 09 02 Brasil 08 02
6 O Ministério da Saúde e as autoridades de saúde mantêm em pleno funcionamento o seu plano de contingência, com monitoramento nacional 24 horas por dia, disponibilização de cerca de 800 leitos em 54 hospitais e, estoque de 9 milhões de tratamentos.
7 Além disso, vem distribuindo 3,3 milhões de folders nos principais aeroportos, além de 3 milhões de folders e 400 mil cartazes para a rede de atendimento da rede pública.
8 O Ministério da Saúde ressalta o seu compromisso em manter a população brasileira bem informada e vem realizando uma série de ações nesse sentido. Até esta segunda-feira, terão sido veiculadas 240 inserções em televisões abertas do país, 228 inserções em televisões por assinatura, 5.079 inserções nas principais rádios das 27 capitais, 11 mil inserções no sistema de informação dos principais aeroportos do país e 150 inserções nos jornais de todo o país.
9 Finalmente, o Ministério da Saúde reforça a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) da necessidade de as autoridades sanitárias manterem o sigilo da identidade dos casos confirmados, suspeitos e em monitoramento, evitando estigma social a essas pessoas.
PROTOCOLO DE PROCEDIMENTOS PARA O MANEJO DE CASOS E CONTATOS DE INFLUENZA A(H1N1) (Atualização em 10.05.2009)
Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Coleta de Swab / Vídeo
Prezados colegas,
No site da revista New England Journal of Medicine, divulgado ontem, há um vídeo (o acesso é livre) sobre como colher material/swab de secreção nasofaringea. Agradecemos o aviso pela Dra Jacqueline.
Assuntos diversos Assuntos Diversos - Casas de Repouso para Idosos
Olá,
Vcs poderiam me informar se existe uma legislação específica para elaboração de projeto para uma Casa de Repouso para idosos? Caso não exista que legislação devo seguir? Agradeço a todos a atenção.
Antonieta
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Material Bibliográfico
Encaminhamos abaixo links de alguns artigos recentes sobre Influenza A (H1N1) publicados na revista New England Journal of Medicine.
Alcyone Artioli - Equipe Riscobiologico.org
New England Journal of Medicine - http://h1n1.nejm.org/
Emergence of a Novel Swine-Origin Influenza A (H1N1) Virus in Humans Novel Swine-Origin Influenza A (H1N1) Virus Investigation Team - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMoa0903810.pdf
Triple-Reassortant Swine Influenza A (H1) in Humans in the United States, 2005-2009 V. Shinde and Others - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMoa0903812.pdf
H1N1 Influenza A Disease - Information for Health Professionals - L.R. Baden and Others - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMe0903992.pdf
Implications of the Emergence of a Novel H1 Influenza Virus - R.B. Belshe - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMe0903995.pdf
Digital Disease Detection - Harnessing the Web for Public Health Surveillance - J.S. Brownstein, C.C. Freifeld, and L.C. Madoff -
Influenza A (H1N1) Virus, 2009 - Online Monitoring - J.S. Brownstein, C.C. Freifeld, and L.C. Madoff - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMp0904012.pdf
The Signature Features of Influenza Pandemics - Implications for Policy - M.A. Miller and Others - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMp0903906.pdf
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Assuntos diversos Asssuntos Diversos - Ventilação Respiratória
Sou enfermeiro trabalho em Santarém no Pará, e gostaria e tenho muito interesse em saber se o que o guide line responde a respeito da instilação de agua ou soro no tubo orotraqueal, pois a ultima noticia q tive na minha pós em UTI era que apenas no caso de fibrose cistica poderia se aplicar liquido no tubo,porém isso nãoa contece e fui discutir esse assunto mas me calei pois não tive nada concreto ous eja não encontrei nenhuma recomendação científica comprovada.
Mensagem encaminhada pelo colega Anderson
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Coleta de amostras para diagnóstico / Brasil
Protocolo de Procedimentos - Ministério da Saúde http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenza_a_h1n1_protocolo_tratamento.pdf
COLETA DE AMOSTRAS CLÍNICAS PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
1. Informações gerais - Na atual fase de alerta de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional, o processamento das amostras de secreção respiratória de casos suspeitos para o diagnóstico de infecção pelo vírus de Influenza A(H1N1) deverá ser realizado apenas nos Laboratórios de Referência Instituto Adolfo Lutz (IAL), Instituto Evandro Chagas (IEC) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ/RJ). Estes laboratórios fazem parte da rede de laboratórios credenciados pela OMS. - Nesta fase as amostras de secreções respiratórias devem ser coletadas preferencialmente até o terceiro dia, após o início dos sintomas. Eventualmente, este período poderá ser ampliado até, no máximo, sete dias após o início dos sintomas. -
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A técnica de diagnóstico preconizada pela OMS para confirmação laboratorial de Influenza A(H1N1) é o RT-PCR em tempo real. - Não é recomendada a metodologia de Imunofluorescência Indireta (IFI) para detecção desse novo subtipo de Influenza A(H1N1). - Considerando as normas de biossegurança vigentes no país e as recomendações da OMS, o Ministério da Saúde reitera que a coleta de amostras de material humano seja rigorosamente realizada dentro das normas de biossegurança preconizadas para essa situação. - Os Hospitais de Referência poderão processar amostras de sangue ou outras amostras clinicas, que não sejam do trato respiratório, para monitoramento da evolução clínica do paciente. Amostras de secreção respiratória não devem ser processadas em nenhuma hipótese, fora dos laboratórios de referência acima relacionados. - Os LACEN poderão processar amostras de sangue ou outras amostras clínicas, que não sejam do trato respiratório, para subsidiar o diagnóstico diferencial, conforme hipóteses clinicas elencadas no Hospital de Referência, adotando-se as medidas de biossegurança preconizadas para cada situação. - As amostras de secreção respiratória coletadas dos pacientes em monitoramento deverão ficar armazenadas nos laboratórios de referência, devendo ser processadas somente após nova classificação do caso como suspeito ou nova orientação da vigilância epidemiológica
2. Tipo de amostra que deve ser coletada a. Secreção respiratória: para investigação de influenza b. Sangue e outras amostras clínicas: serão utilizadas apenas para monitoramento da evolução clínica do paciente e/ou para realização de diagnóstico diferencial, conforme hipóteses elencadas pelo médico do Hospital de Referência.
3. Procedimento para coleta de amostras Na atual fase de alerta de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional, as amostras de secreções respiratórias devem ser coletadas preferencialmente até o terceiro dia, após o início dos sintomas. Eventualmente, este período poderá ser ampliado até, no máximo, sete dias após o início dos sintomas. Preferencialmente, coletar utilizando a técnica de aspirado de nasofaringe com frasco coletor de secreção (bronquinho), pois a amostra obtida por essa técnica pode concentrar maior número de células. Na impossibilidade de utilizar a técnica de aspirado de nasofaringe, como alternativa, poderá ser utilizada a Técnica de Swab de Nasofaringe e Orofaringe, exclusivamente com swab de rayon. Não deverá ser utilizado swab de algodão, pois o mesmo interfere nas metodologias moleculares utilizadas. As amostras de secreção respiratória coletadas devem ser mantidas em temperatura adequada de refrigeração (4 a 80C) e encaminhadas aos LACENs no mesmo dia da coleta.
4. Transporte e acondicionamento de amostras Todas as unidades coletoras (Hospitais de Referência) deverão encaminhar as amostras ao Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) de seu Estado ou Distrito Federal acompanhadas da ficha epidemiológica devidamente preenchida. A ficha está disponível no site do Ministério da Saúde no endereço www.saude.gov.br, link de Influenza A(H1N1). Para este transporte, as amostras deverão ser colocadas em caixas (térmicas) de paredes rígidas, que mantenham a temperatura adequada de refrigeração (4 a 8ºC) até a chegada ao LACEN. O LACEN deverá acondicionar a amostra em caixas específicas para Transporte de Substâncias Infecciosas, preferencialmente em gelo seco. Na impossibilidade de obter gelo seco, para esta Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, a amostra poderá ser congelada a -70ºC e encaminhar em gelo reciclável. O envio e a comunicação com a informação do "número de conhecimento aéreo" devem ser imediatos para o respectivo Laboratório de Referência. O transporte deve obedecer as Normas da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
Devido a presença do laboratório de referência em seu território, o município do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Belém, deve enviar as amostras diretamente ao Laboratório de Referência para Influenza da Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz- (IOC), Instituto Adolfo Lutz (IAL) e Instituto Evandro Chagas (IEC), respectivamente.
5. Fluxo de envio de resultados Laudos com resultados negativos para o novo subtipo de vírus Influenza A(H1N1) ou conclusivos para outros tipos de influenza: devem seguir o fluxo normal de informação. Laudos com resultados confirmados para o novo subtipo de vírus Influenza A(H1N1): serão encaminhados primeiramente para o Ministério da Saúde que, após avaliação imediata da situação epidemiológica e dados clínicos, em conjunto com a SES, repassará as informações para as VE estaduais e municipais seguindo o fluxo do sistema de vigilância.
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