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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Coleta de Swab / Vídeo
Prezados colegas,
No site da revista New England Journal of Medicine, divulgado ontem, há um vídeo (o acesso é livre) sobre como colher material/swab de secreção nasofaringea. Agradecemos o aviso pela Dra Jacqueline.
Assuntos diversos Assuntos Diversos - Casas de Repouso para Idosos
Olá,
Vcs poderiam me informar se existe uma legislação específica para elaboração de projeto para uma Casa de Repouso para idosos? Caso não exista que legislação devo seguir? Agradeço a todos a atenção.
Antonieta
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Material Bibliográfico
Encaminhamos abaixo links de alguns artigos recentes sobre Influenza A (H1N1) publicados na revista New England Journal of Medicine.
Alcyone Artioli - Equipe Riscobiologico.org
New England Journal of Medicine - http://h1n1.nejm.org/
Emergence of a Novel Swine-Origin Influenza A (H1N1) Virus in Humans Novel Swine-Origin Influenza A (H1N1) Virus Investigation Team - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMoa0903810.pdf
Triple-Reassortant Swine Influenza A (H1) in Humans in the United States, 2005-2009 V. Shinde and Others - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMoa0903812.pdf
H1N1 Influenza A Disease - Information for Health Professionals - L.R. Baden and Others - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMe0903992.pdf
Implications of the Emergence of a Novel H1 Influenza Virus - R.B. Belshe - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMe0903995.pdf
Digital Disease Detection - Harnessing the Web for Public Health Surveillance - J.S. Brownstein, C.C. Freifeld, and L.C. Madoff -
Influenza A (H1N1) Virus, 2009 - Online Monitoring - J.S. Brownstein, C.C. Freifeld, and L.C. Madoff - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMp0904012.pdf
The Signature Features of Influenza Pandemics - Implications for Policy - M.A. Miller and Others - http://content.nejm.org/cgi/reprint/NEJMp0903906.pdf
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Assuntos diversos Asssuntos Diversos - Ventilação Respiratória
Sou enfermeiro trabalho em Santarém no Pará, e gostaria e tenho muito interesse em saber se o que o guide line responde a respeito da instilação de agua ou soro no tubo orotraqueal, pois a ultima noticia q tive na minha pós em UTI era que apenas no caso de fibrose cistica poderia se aplicar liquido no tubo,porém isso nãoa contece e fui discutir esse assunto mas me calei pois não tive nada concreto ous eja não encontrei nenhuma recomendação científica comprovada.
Mensagem encaminhada pelo colega Anderson
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Coleta de amostras para diagnóstico / Brasil
Protocolo de Procedimentos - Ministério da Saúde http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenza_a_h1n1_protocolo_tratamento.pdf
COLETA DE AMOSTRAS CLÍNICAS PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
1. Informações gerais - Na atual fase de alerta de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional, o processamento das amostras de secreção respiratória de casos suspeitos para o diagnóstico de infecção pelo vírus de Influenza A(H1N1) deverá ser realizado apenas nos Laboratórios de Referência Instituto Adolfo Lutz (IAL), Instituto Evandro Chagas (IEC) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ/RJ). Estes laboratórios fazem parte da rede de laboratórios credenciados pela OMS. - Nesta fase as amostras de secreções respiratórias devem ser coletadas preferencialmente até o terceiro dia, após o início dos sintomas. Eventualmente, este período poderá ser ampliado até, no máximo, sete dias após o início dos sintomas. -
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A técnica de diagnóstico preconizada pela OMS para confirmação laboratorial de Influenza A(H1N1) é o RT-PCR em tempo real. - Não é recomendada a metodologia de Imunofluorescência Indireta (IFI) para detecção desse novo subtipo de Influenza A(H1N1). - Considerando as normas de biossegurança vigentes no país e as recomendações da OMS, o Ministério da Saúde reitera que a coleta de amostras de material humano seja rigorosamente realizada dentro das normas de biossegurança preconizadas para essa situação. - Os Hospitais de Referência poderão processar amostras de sangue ou outras amostras clinicas, que não sejam do trato respiratório, para monitoramento da evolução clínica do paciente. Amostras de secreção respiratória não devem ser processadas em nenhuma hipótese, fora dos laboratórios de referência acima relacionados. - Os LACEN poderão processar amostras de sangue ou outras amostras clínicas, que não sejam do trato respiratório, para subsidiar o diagnóstico diferencial, conforme hipóteses clinicas elencadas no Hospital de Referência, adotando-se as medidas de biossegurança preconizadas para cada situação. - As amostras de secreção respiratória coletadas dos pacientes em monitoramento deverão ficar armazenadas nos laboratórios de referência, devendo ser processadas somente após nova classificação do caso como suspeito ou nova orientação da vigilância epidemiológica
2. Tipo de amostra que deve ser coletada a. Secreção respiratória: para investigação de influenza b. Sangue e outras amostras clínicas: serão utilizadas apenas para monitoramento da evolução clínica do paciente e/ou para realização de diagnóstico diferencial, conforme hipóteses elencadas pelo médico do Hospital de Referência.
3. Procedimento para coleta de amostras Na atual fase de alerta de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional, as amostras de secreções respiratórias devem ser coletadas preferencialmente até o terceiro dia, após o início dos sintomas. Eventualmente, este período poderá ser ampliado até, no máximo, sete dias após o início dos sintomas. Preferencialmente, coletar utilizando a técnica de aspirado de nasofaringe com frasco coletor de secreção (bronquinho), pois a amostra obtida por essa técnica pode concentrar maior número de células. Na impossibilidade de utilizar a técnica de aspirado de nasofaringe, como alternativa, poderá ser utilizada a Técnica de Swab de Nasofaringe e Orofaringe, exclusivamente com swab de rayon. Não deverá ser utilizado swab de algodão, pois o mesmo interfere nas metodologias moleculares utilizadas. As amostras de secreção respiratória coletadas devem ser mantidas em temperatura adequada de refrigeração (4 a 80C) e encaminhadas aos LACENs no mesmo dia da coleta.
4. Transporte e acondicionamento de amostras Todas as unidades coletoras (Hospitais de Referência) deverão encaminhar as amostras ao Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) de seu Estado ou Distrito Federal acompanhadas da ficha epidemiológica devidamente preenchida. A ficha está disponível no site do Ministério da Saúde no endereço www.saude.gov.br, link de Influenza A(H1N1). Para este transporte, as amostras deverão ser colocadas em caixas (térmicas) de paredes rígidas, que mantenham a temperatura adequada de refrigeração (4 a 8ºC) até a chegada ao LACEN. O LACEN deverá acondicionar a amostra em caixas específicas para Transporte de Substâncias Infecciosas, preferencialmente em gelo seco. Na impossibilidade de obter gelo seco, para esta Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, a amostra poderá ser congelada a -70ºC e encaminhar em gelo reciclável. O envio e a comunicação com a informação do "número de conhecimento aéreo" devem ser imediatos para o respectivo Laboratório de Referência. O transporte deve obedecer as Normas da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
Devido a presença do laboratório de referência em seu território, o município do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Belém, deve enviar as amostras diretamente ao Laboratório de Referência para Influenza da Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz- (IOC), Instituto Adolfo Lutz (IAL) e Instituto Evandro Chagas (IEC), respectivamente.
5. Fluxo de envio de resultados Laudos com resultados negativos para o novo subtipo de vírus Influenza A(H1N1) ou conclusivos para outros tipos de influenza: devem seguir o fluxo normal de informação. Laudos com resultados confirmados para o novo subtipo de vírus Influenza A(H1N1): serão encaminhados primeiramente para o Ministério da Saúde que, após avaliação imediata da situação epidemiológica e dados clínicos, em conjunto com a SES, repassará as informações para as VE estaduais e municipais seguindo o fluxo do sistema de vigilância.
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1. Caso em monitoramento a. Procedentes de países afetados, com febre não medida E tosse, podendo ou não estar acompanhadas dos demais sintomas referidos na definição de caso suspeito OU b. Procedentes, nos últimos 10 dias, de países não afetados E apresentando os sintomas de acordo com definição de caso suspeito.
2. Caso suspeito Indivíduo que apresentar febre alta de maneira repentina (> 38ºC) E tosse podendo estar acompanhadas de um ou mais dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações ou dificuldade respiratória E - Apresentar sintomas até 10 dias após sair de países que reportaram casos pela Influenza A(H1N1) OU - Ter tido contato
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próximo1, nos últimos 10 dias, com uma pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de Influenza A(H1N1). (1 Contato próximo: cuidar, conviver ou ter contato direto com secreções respiratórias ou fluidos corporais de um caso suspeito.)
3. Caso provável Caso suspeito que apresente um dos seguintes critérios adicionais: - Confirmação laboratorial de infecção por vírus da influenza A, porém sem resultados laboratoriais conclusivos quanto à infecção por vírus de influenza sazonal, OU - Indivíduo sintomático com clínica compatível de influenza A(H1N1) OU que evoluiu para óbito decorrente de infecção respiratória aguda indeterminada E que tenha vínculo epidemiológico (de tempo, local ou exposição) com outro caso provável ou confirmado (suspeito, segundo OMS) de infecção por A(H1N1).
4. Caso confirmado Indivíduo com a infecção pelo vírus Influenza A(H1N1), confirmado pelo laboratório de referência por PCR em tempo real. 5. Caso descartado a. Caso em monitoramento, proveniente de país não afetado e que, após o 10º dia do início dos sintomas, tenha se recuperado OU b. Qualquer caso em monitoramento ou suspeito em que tenha sido diagnosticada outra doença.
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Casos no Brasil
Ministério da Saúde confirma quatro casos de nova gripe no Brasil
Anúncio foi feito em Brasília pelo ministro José Gomes Temporão. Até as 9h30, havia 24 casos suspeitos sendo acompanhados no país.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou no início da noite desta quinta-feira (7) que há quatro casos de influenza A no Brasil. São os primeiros registros confirmados da nova gripe no país.
Os quatro casos confirmados são de brasileiros adultos jovens -todos teriam contraído a doença no exterior. Dois casos são de São Paulo, um do Rio de Janeiro e outro de Minas Gerais.
Três dos casos confirmados são de pessoas que estiveram recentemente no México; o outro, é de uma pessoa que esteve no Estados Unidos. Temporão disse que
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todos passam bem.
Um dos casos de São Paulo é de um jovem que esteve no México entre os dias 17 e 22 de abril e manifestou os sintomas da nova gripe no dia 24. Segundo Temporão, ele ficou internado entre 29 de abril e 4 de maio e não corre mais o risco de infectar outras pessoas, pois já passou o maior período de transmissibilidade do vírus, que é de dez dias.
Outro caso confirmado é de um paciente que esteve no México entre 22 e 27 de abril e manifestou os sintomas ainda no exterior, no dia 26. Segundo o ministro, ele foi internado tão logo desembarcou no Brasil e permaneceu em isolamento domiciliar até 6 de maio. Também não corre o risco de infectar outras pessoas.
O terceiro caso confrimado é um jovem de São Paulo que chegou da Flórida, nos Estados Unidos, no dia 28 de abril. Começou a manifestar os sintomas no dia seguinte, mas não foi internado porque, de acordo com a OMS, a Flórida não era considerada área afetada pelo Influenza A. Mesmo assim, após a suspeita, ele foi mantido em isolamento domiciliar e, segundo o ministério, nenhum de seus familiares manifestou sintomas da doença.
Já o quarto confirmado é um paciente do Rio de Janeiro que esteve no México e retornou ao Brasil no dia 3 de maio. Ele apresentou os sintomas ainda no exterior, no dia 2, e está internado desde o dia 5. Esse está em uma fase da doença em que ainda pode transmitir o vírus.
Questionado se há a necessidade do uso de máscaras após a confirmação dos primeiros casos no país, Temporão descartou a hipótese. "Não existe o menor sentido, se o vírus não está circulando. É momento de confiar nas autoridades, na saúde pública brasileira", afirmou.
Segundo ele, o Brasil está preparado para tratar até 12,5 mil pacientes e tem condições de produzir medicamento para o tratamento de até 9 milhões de pessoas, caso necessário.
Vigilância atenta
Segundo o ministro, o anúncio dos casos "confirmados laboratorialmente" mostram que os "sistemas de vigilância e monitoramento estão funcionando". "Não há evidências, por enquanto, de que o vírus tenha atingido outras pessoas. Ou seja, o vírus não circula no Brasil", disse Temporão.
Temporão afirmou ainda que a situação está sob controle, pelo fato de nenhum caso ter sido até então contraído em território brasileiro. "Desde o alerta da OMS, feito no dia 25 de abril, o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, vem mantendo total transparência sobre o assunto", declarou.
Ele lembrou que na quarta (6), o país recebeu os kits que permitem detectar se o paciente tem ou não o vírus H1N1. Segundo ele, os três laboratórios referência do Brasil haviam pedido prazo de 72 horas para confirmar possíveis casos. No entanto, "como tiveram tempo para fazer todos os preparativos de forma antecipada, os primeiros resultados saíram mais rapidos que o previstos".
Casos suspeitos
Segundo o Ministério da Saúde, até as 9h30 desta quinta-feira havia 24 casos suspeitos sendo acompanhados no país. Mais cedo, o ministério havia anunciado 21 casos, mas as informações foram corrigidas no final da tarde. Os demais números (em monitoramento e descartados) não sofreram alteração.
Em oito estados há casos sendo monitorados. O ministério já descartou 110 notificações como possíveis casos de influenza A.
Todos os dados foram fornecidos ao ministério pelas secretarias estaduais de saúde até as 9h30 desta quinta-feira. Até esta quarta-feira havia 15 casos em monitoramento, 26 suspeitos e 99 descartados.
Procedimentos
De acordo com o novo protocolo de procedimentos divulgado nesta quinta pelo Ministério da Saúde, é considerado caso provável "o paciente que tem confirmação laboratorial de infecção pelo vírus Influenza A, porém sem resultados laboratoriais conclusivos quanto à infecção por vírus de influenza sazonal".
Também podem ser enquadrados como casos prováveis indivíduos com diagnóstico compatível ao H1N1 ou com morte decorrente de infecção respiratória aguda indeterminada e que tenham vínculo epidemiológico com outro caso provável ou confirmado da nova gripe.
Já os casos confirmados serão apontados somente no caso da constatação de infecção pelo vírus Influenza A, confirmado por um laboratório de referência.
Registros no mundo
O número de contaminados pela nova gripe em todo o mundo chegava a 2.371 às 18h GMT (15h de Brasília), segundo balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS). Doze horas antes, o número de casos chegava a 2.099.
O México, país em que surgiu a epidemia, reportou 1.112 casos confirmados, com 42 mortes. Nos EUA, houve 896 casos confirmados em laboratório, com duas mortes, ambas no Texas.
Também foram confirmados casos nos seguintes países: Áustria (1), Canadá (201), Hong Kong (1), Colômbia (1), Costa Rica (1), Dinamarca (1), El Salvador (2), França (5), Alemanha (10), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (6), Itália (5), Holanda (2), Nova Zelândia (5), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (81), Suécia (1), Suíça (1) e Reino Unido (32, sendo 2 na Escócia e 30 na Inglaterra).
Fonte: G1 / Ministério da Saúde
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Sou enfermeira da emergência de um Hoapital Municipal no Rio de Janeiro e estou tendo problemas com a longa permanência de pacientes com diagnóstico de BK. Solicitamos a CCIH que informou existir uma máquina que acoplada ou instalada junto ao ar condicionado central realiza pressão negativa filtrando este ar com auxílio de um filtro HEPA.
Alguém conhece este mecanismo? Sabe se realmente tem algum resultado positivo?
Obrigado pela ajuda
Christiany Moçali Gonzalez - O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.