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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Documento de Advertência
Gentileza QUEM TIVER ALGUM MODELO DE CARTA DE ADVERTENCIA PARA O FUNCIONARIO QUE NAO FIZER USO DOS EPI'S, EPC'S, ETC, ME ENVIAR PARA ESTE ENDEREÇO, POR FAVOR, POIS TEMOS UMA FUNCIONARIA QUE APESAR DETODOS OS TREINAMENTOS FEITOS E DE TODOS OS ESCLARECIMENTOS, CONTINUA FAZENDO USO DE CELULAR EM AREA TECNICA DO LABORATORIO, ALEM DE NAO FAZER USO DE JALECO, SAPATO FECHADO, ETC.
GRATA
ÁGUEDA
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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Circuitos de Ventilação
Olá!
Gostaria de saber qual a periodicidade de troca dos circuitos de ventilação utilizados no centro cirurgico. Alguém poderia nos fornecer informações adicionais sobre o assunto e também como é feito nos outros hospitais?!
Atenciosamente
Alessandra Lyrio Barbosa
CCIH - Clínica Campo Grande
Mato Grosso do Sul
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - RJ
Prezados colegas, gostaria de divulgar que se aproxima a data do " I Fórum de Microbiologia Clínica do Rio de Janeiro "
Acessem o site com a programação:
http://www.plastlabor.com.br/news_forum.asp
Obrigado,
Pedro F. Del Peloso
Supervisão - Microbiologia Clínica
Laboratório Richet
Rio de Janeiro
021-24301506
www.richet.com.br
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Legislação e normatizações Legislação - Laboratórios de Patologia Clínica
Prezados listeiros,
Gostaria que me informassem sobre a legislação que rege laboratorios de anatomia patológica. Pesquisei no site da ANVISA, mas nada encontrei.
Além dessa dúvida, queria saber por quanto tempo devemos guardar os blocos de parafina e os laudos ?
Roberta
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Frascos de Medicamentos
LCaros Colegas
O descarte dos frascos de medicamentos vazios no hospital que trabalho e feito em caixas de descarpack, pois a um entendimento de que tal material e perfurocortante.
Posso reciclar ou devo continuar desprezando nas caixa coletoras como perfuros?
Solicito ajuda dos caros colegas.
Raquel Moraes
Téc. de Segurança do Trabalho
seg.trabalho@hospitalbalbino.com.br
(+55 21) 3977-2021
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Volto a este nosso espaço para tentar sensibilizar aos nossos companheiros de lista quanto ao retrocesso que as legislações vem tendo quanto as nossas Farmácias de Manipulação, principalmente em se tratando de manipulação de produtos estéreis que passou pela RDC-33 de 08/01/2001 em seu Anexo II, pela RDC-214 no seu Anexo IV de 18/12/2006, e agora pela RDC-67 de 08/10/2007 no seu Anexo IV.
Digo retrocesso, pois é cada vez mais confusa e equivocada a maneira com que as RDCS abordam os ambientes de manipulação e seus acessos.
Somado a isto vemos uma postura, no mínimo estranha da ABNT quando resolve adotar como regra a tradução das ISO como acontece no caso das "SALAS LIMPAS" com a NBR ISO
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14644 - Salas Limpas e Ambientes controlados associados - Classificação de Limpeza do Ar - Março de 2005, que por ser regulamentada pelo INMETRO é obrigatória, e não passa em nenhum momento por Consulta Pública, não permitindo a participação dos técnicos na concepção dos regulamentos.
A regulamentação dos ambientes e do tratamento de ar no mundo moderno é de vital importância, não só para proteção do medicamento produzido e sua certificação, como para a segurança do profissional de saúde e do meio ambiente.
Acho que precisamos pressionar as nossas autoridades para que os nossos regulamentos e legislações sigam o modelo OIT.
Esperando que esta colocação sensibilize os colegas do nosso RISCO.
André Luiz E. Lopes
Engenheiro Hospitalar
Rio de Janeiro
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
Curso: BIOSSEGURANÇA EM UNIDADES DE SAÚDE
Organização: Jacqueline Menezes
Coordenação: Paulo Starling
Dias 03, 10, 17, 24 de setembro e 01 de outubro
Duração: 40 horas - Horário: 8h30-12h30 e 13h30 às 17h30 com intervalo para café.
Público-alvo: profissionais de saúde de nível superior
Local: Auditório 3 do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento do HSE (CEA HSE)
Vagas: 40 Inscrição CEA HSE Prédio dos ambulatórios, 5o andar - taxa R$ 70,00
Telefones: 22536462 ou 22913131 ramais 3025 e 3026.
Temas:
Fundamentos de Biossegurança: Conceituação, histórico, legislação.
Dinâmica de grupo.
Conceito de Risco: Tipos de risco, Mapa de Risco; VISA
Risco biológico e níveis de contenção.
Percepção e avaliação de risco em Laboratório
Risco biológico e níveis de contenção
Percepção e avaliação de risco
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em Laboratório
Biossegurança Hospitalar face às doenças infecciosas. Precauções I.
Proteção contra doenças de transmissão respiratória
Proteção contra doenças transmitidas por líquidos biológicos (HIV, HBV, HCV)
Acidentes com material biológico
Imunizações em profissionais de saúde
Qualidade em Biossegurança Hospitalar
Dimensões Psicossociais da Biossegurança em Hospital
Vigilância em Saúde do Trabalhador no ambiente hospitalar
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Imunizações Informe Riscobiologico.org - Problemas com e-mail
Prezados colegas,
Por um problema em nosso servidor de e-mails, alguns participantes tiveram dificuldades em encaminhar mensagens para o endereço da nossa lista de discussão (listadediscussao@ riscobiologico.org) e os e-mails foram devolvidos com erro. A princípio o problema foi resolvido.
Caso vocês persistam com dificuldades, encaminhem uma mensagem para o endereço secretaria@ riscobiologico.org.
Pedimos desculpas pelos transtornos.
Att
Equipe Riscobiologico.org
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Epidemiologia
PANDEMIA SE MANTÉM ESTAVÉL NO MUNDO E CRESCE ENTRE POPULAÇÕES ESPECÍFICAS NA
AMÉRICA LATINA, DIZ ESTUDO DO UNAIDS
O Brasil foi apontado como país próximo do acesso universal ao tratamento
para pessoas vivendo com Aids, no relatório global dobre a epidemia lançado
hoje (terça-feira) pela manhã no escritório da UNAIDS (Conjunto das Nações
Unidas para o HIV/Aids) em Brasília. Esta categorização atinge os países que
garantem o acesso de, no mínimo, 75% dos pacientes ao tratamento. O PN
DST/Aids afirma que esta garantia está entendida a, cerca de, 90% mas admite
as lacunas existentes sobretudo nas regiões norte e nordeste. O coordenador
do Programa das Nações Unidas para a Aids no Brasil, Pedro Chequer,
apresentou os dados do mundo em relação à
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epidemia e por diversas vezes
citou as ações desenvolvidas pelo Brasil como indicativas para os outros
países, sobretudo na área de integração dos serviços, informação sobre
prevenção, diagnóstico e mobilização social.
Chequer, no entanto, salientou que o acesso amplo a insumos e tecnologias de
prevenção ainda é um problema no Brasil e nos outros países: "nenhum país
ainda conseguiu este patamar, mesmo na Europa", afirmou o coordenador.
Outros pontos considerados como positivos no Brasil também foram comentados
como o aumento da qualidade de vida das pessoas vivendo com Aids. Em
pesquisa a ser divulgada pelo PNDST/Aids se verifica um significativo
aumento da média de sobrevida do paciente após o inicio do tratamento nos
últimos 12 anos.
O relatório aponta a epidemia na América Latina como estável, mudando pouco
na última década, chamando a atenção para a transmissão do HIV entre homens que fazem sexo com homens. No México 57% dos casos de HIV diagnosticados são atribuídos a esta população, No Uruguai dois terços dos novos casos são de HSH, somente na capital -Montevidéu- a prevalência é de 22% entre homossexuais masculinos. Esta população também continua a representar a principal forma de transmissão também na Bolívia, Colômbia, Equador e Peru.
As infecções entre profissionais do sexo são maiores em Honduras, Guatemala
e El Salvador, dentre os países sul americanos e entre usuários de drogas os
índices apontam países como a Argentina e o Uruguai como destaques, sendo a prevalência de 5% para o primeiro e 19% para o segundo.
A população carcerária brasileira é classificada no documento, como de alta
prevalência sendo citado um estudo realizado em uma penitenciária paulista
que aponta um resultado de 6% de soropositividade para o HIV entre os
testados. Para a UNAIDS o Brasil, onde vive um terço dos pacientes de Aids
da América Latina, o foco simultâneo de garantia do acesso aos serviços de
prevenção e tratamento ajudou a manter a epidemia estável, assim como o
acesso aos medicamentos garantiu a queda das taxas de mortalidade por Aids
entre 1996 e 2002.
Em todo o mundo cerca de 33 milhões de pessoas vivem com HIV, no último ano ocorreram 2,7 milhões de novas infecções e aproximadamente dois milhões de mortes relacionadas a epidemia, o que equivale a uma prevalência de 5,9% entre adultos. O continente africano, principalmente na parte sub-sahiana, lidera o numero de casos abrigando ao redor de 22 milhões de pessoas infectadas. Somados América Latina e Caribe respondem por dois milhões de soropositivos com prevalência de 0,5% e 1,1% respectivamente. O sul e sudeste asiático chamam a atenção pelo grande número de pessoas atingidas, nestes países entre 3,5 e 5,3 milhões de pessoas vivem com HIV. Apesar das novas taxas de infecção revelar uma diminuição em relação ao ano anterior alguns países tem registrado aumento de casos, principalmente no continente africano e no leste europeu, mas também em países de epidemia mais antiga como Alemanha, Reino Unido e Austrália.
O relatório também chama a atenção para a tuberculose, que continua sendo a
principal causa de morte para pessoas vivendo com HIV em países de baixa e
media renda. Em países da África, cerca de, 22% dos casos de tuberculose
ocorrem em pessoas vivendo com HIV, em alguns países do continente esse
número passa de 70%. Apesar da disponibilidade de medicamentos para a
tuberculose apenas 32% dos casos de TB entre pessoas soropositivas recebem tanto os antiretrovirais como os medicamentos para Tuberculose. Pedro Chequer defendeu a utilização dos recursos aplicados na Aids para
fortalecimento dos sistemas de saúde dos países, visando principalmente
garantir um atendimento mais pleno aos pacientes
Em relação a informação sobre uso de preservativos e outros métodos de
prevenção do HIV, Chequer enfatizou a necessidade de investimentos em
informação de forma sistemática e permanente. Para ele, o Brasil tem
apresentadas experiências positivas neste sentido que devem servir de
estimulo aos outros países. Neste sentido, o estudo mostra que houve ganhos
significativos na prevenção de novas infecções em vários dos países afetados
como Ruanda e Zimbabwe que investiram forte em informação a população. Outro fenômeno apresentado e a tendência de retardo no inicio da vida sexual dos adolescentes. Sete africanos são citados com destaque para os Camarões onde o percentual de jovens que iniciaram a vida sexual antes dos 15 anos caiu de 35 para 14%.
Comentário:
[O mais interessante é o fato da pandemia estar estável, difícil, pelo menos
no momento, atribuir isso a programas de controle ou a simples evolução
natural.
O relatório na íntegra pode ser encontrado em: http://www.unaids.org/en/ -
ljs]
Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Classificação
Caros colegas,
Gostaria de saber se alguém tem acesso a alguma lista mais detalhada que a existente na RDC 306 sobre a segregação (classificação) dos resíduos dos serviços de saúde.
Grata pela atenção.
Cindy Morás Flores
Técnica em Segurança no Trabalho
Hospital Unimed Poços de Caldas
(35) 3729-3300 ramal 421
email: tsegura@unimedpc.com.br
Skype: uni217.cmoras
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