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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Frascos de Medicamentos
LCaros Colegas
O descarte dos frascos de medicamentos vazios no hospital que trabalho e feito em caixas de descarpack, pois a um entendimento de que tal material e perfurocortante.
Posso reciclar ou devo continuar desprezando nas caixa coletoras como perfuros?
Solicito ajuda dos caros colegas.
Raquel Moraes
Téc. de Segurança do Trabalho
seg.trabalho@hospitalbalbino.com.br
(+55 21) 3977-2021
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Volto a este nosso espaço para tentar sensibilizar aos nossos companheiros de lista quanto ao retrocesso que as legislações vem tendo quanto as nossas Farmácias de Manipulação, principalmente em se tratando de manipulação de produtos estéreis que passou pela RDC-33 de 08/01/2001 em seu Anexo II, pela RDC-214 no seu Anexo IV de 18/12/2006, e agora pela RDC-67 de 08/10/2007 no seu Anexo IV.
Digo retrocesso, pois é cada vez mais confusa e equivocada a maneira com que as RDCS abordam os ambientes de manipulação e seus acessos.
Somado a isto vemos uma postura, no mínimo estranha da ABNT quando resolve adotar como regra a tradução das ISO como acontece no caso das "SALAS LIMPAS" com a NBR ISO
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14644 - Salas Limpas e Ambientes controlados associados - Classificação de Limpeza do Ar - Março de 2005, que por ser regulamentada pelo INMETRO é obrigatória, e não passa em nenhum momento por Consulta Pública, não permitindo a participação dos técnicos na concepção dos regulamentos.
A regulamentação dos ambientes e do tratamento de ar no mundo moderno é de vital importância, não só para proteção do medicamento produzido e sua certificação, como para a segurança do profissional de saúde e do meio ambiente.
Acho que precisamos pressionar as nossas autoridades para que os nossos regulamentos e legislações sigam o modelo OIT.
Esperando que esta colocação sensibilize os colegas do nosso RISCO.
André Luiz E. Lopes
Engenheiro Hospitalar
Rio de Janeiro
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
Curso: BIOSSEGURANÇA EM UNIDADES DE SAÚDE
Organização: Jacqueline Menezes
Coordenação: Paulo Starling
Dias 03, 10, 17, 24 de setembro e 01 de outubro
Duração: 40 horas - Horário: 8h30-12h30 e 13h30 às 17h30 com intervalo para café.
Público-alvo: profissionais de saúde de nível superior
Local: Auditório 3 do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento do HSE (CEA HSE)
Vagas: 40 Inscrição CEA HSE Prédio dos ambulatórios, 5o andar - taxa R$ 70,00
Telefones: 22536462 ou 22913131 ramais 3025 e 3026.
Temas:
Fundamentos de Biossegurança: Conceituação, histórico, legislação.
Dinâmica de grupo.
Conceito de Risco: Tipos de risco, Mapa de Risco; VISA
Risco biológico e níveis de contenção.
Percepção e avaliação de risco em Laboratório
Risco biológico e níveis de contenção
Percepção e avaliação de risco
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em Laboratório
Biossegurança Hospitalar face às doenças infecciosas. Precauções I.
Proteção contra doenças de transmissão respiratória
Proteção contra doenças transmitidas por líquidos biológicos (HIV, HBV, HCV)
Acidentes com material biológico
Imunizações em profissionais de saúde
Qualidade em Biossegurança Hospitalar
Dimensões Psicossociais da Biossegurança em Hospital
Vigilância em Saúde do Trabalhador no ambiente hospitalar
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Imunizações Informe Riscobiologico.org - Problemas com e-mail
Prezados colegas,
Por um problema em nosso servidor de e-mails, alguns participantes tiveram dificuldades em encaminhar mensagens para o endereço da nossa lista de discussão (listadediscussao@ riscobiologico.org) e os e-mails foram devolvidos com erro. A princípio o problema foi resolvido.
Caso vocês persistam com dificuldades, encaminhem uma mensagem para o endereço secretaria@ riscobiologico.org.
Pedimos desculpas pelos transtornos.
Att
Equipe Riscobiologico.org
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Epidemiologia
PANDEMIA SE MANTÉM ESTAVÉL NO MUNDO E CRESCE ENTRE POPULAÇÕES ESPECÍFICAS NA
AMÉRICA LATINA, DIZ ESTUDO DO UNAIDS
O Brasil foi apontado como país próximo do acesso universal ao tratamento
para pessoas vivendo com Aids, no relatório global dobre a epidemia lançado
hoje (terça-feira) pela manhã no escritório da UNAIDS (Conjunto das Nações
Unidas para o HIV/Aids) em Brasília. Esta categorização atinge os países que
garantem o acesso de, no mínimo, 75% dos pacientes ao tratamento. O PN
DST/Aids afirma que esta garantia está entendida a, cerca de, 90% mas admite
as lacunas existentes sobretudo nas regiões norte e nordeste. O coordenador
do Programa das Nações Unidas para a Aids no Brasil, Pedro Chequer,
apresentou os dados do mundo em relação à
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epidemia e por diversas vezes
citou as ações desenvolvidas pelo Brasil como indicativas para os outros
países, sobretudo na área de integração dos serviços, informação sobre
prevenção, diagnóstico e mobilização social.
Chequer, no entanto, salientou que o acesso amplo a insumos e tecnologias de
prevenção ainda é um problema no Brasil e nos outros países: "nenhum país
ainda conseguiu este patamar, mesmo na Europa", afirmou o coordenador.
Outros pontos considerados como positivos no Brasil também foram comentados
como o aumento da qualidade de vida das pessoas vivendo com Aids. Em
pesquisa a ser divulgada pelo PNDST/Aids se verifica um significativo
aumento da média de sobrevida do paciente após o inicio do tratamento nos
últimos 12 anos.
O relatório aponta a epidemia na América Latina como estável, mudando pouco
na última década, chamando a atenção para a transmissão do HIV entre homens que fazem sexo com homens. No México 57% dos casos de HIV diagnosticados são atribuídos a esta população, No Uruguai dois terços dos novos casos são de HSH, somente na capital -Montevidéu- a prevalência é de 22% entre homossexuais masculinos. Esta população também continua a representar a principal forma de transmissão também na Bolívia, Colômbia, Equador e Peru.
As infecções entre profissionais do sexo são maiores em Honduras, Guatemala
e El Salvador, dentre os países sul americanos e entre usuários de drogas os
índices apontam países como a Argentina e o Uruguai como destaques, sendo a prevalência de 5% para o primeiro e 19% para o segundo.
A população carcerária brasileira é classificada no documento, como de alta
prevalência sendo citado um estudo realizado em uma penitenciária paulista
que aponta um resultado de 6% de soropositividade para o HIV entre os
testados. Para a UNAIDS o Brasil, onde vive um terço dos pacientes de Aids
da América Latina, o foco simultâneo de garantia do acesso aos serviços de
prevenção e tratamento ajudou a manter a epidemia estável, assim como o
acesso aos medicamentos garantiu a queda das taxas de mortalidade por Aids
entre 1996 e 2002.
Em todo o mundo cerca de 33 milhões de pessoas vivem com HIV, no último ano ocorreram 2,7 milhões de novas infecções e aproximadamente dois milhões de mortes relacionadas a epidemia, o que equivale a uma prevalência de 5,9% entre adultos. O continente africano, principalmente na parte sub-sahiana, lidera o numero de casos abrigando ao redor de 22 milhões de pessoas infectadas. Somados América Latina e Caribe respondem por dois milhões de soropositivos com prevalência de 0,5% e 1,1% respectivamente. O sul e sudeste asiático chamam a atenção pelo grande número de pessoas atingidas, nestes países entre 3,5 e 5,3 milhões de pessoas vivem com HIV. Apesar das novas taxas de infecção revelar uma diminuição em relação ao ano anterior alguns países tem registrado aumento de casos, principalmente no continente africano e no leste europeu, mas também em países de epidemia mais antiga como Alemanha, Reino Unido e Austrália.
O relatório também chama a atenção para a tuberculose, que continua sendo a
principal causa de morte para pessoas vivendo com HIV em países de baixa e
media renda. Em países da África, cerca de, 22% dos casos de tuberculose
ocorrem em pessoas vivendo com HIV, em alguns países do continente esse
número passa de 70%. Apesar da disponibilidade de medicamentos para a
tuberculose apenas 32% dos casos de TB entre pessoas soropositivas recebem tanto os antiretrovirais como os medicamentos para Tuberculose. Pedro Chequer defendeu a utilização dos recursos aplicados na Aids para
fortalecimento dos sistemas de saúde dos países, visando principalmente
garantir um atendimento mais pleno aos pacientes
Em relação a informação sobre uso de preservativos e outros métodos de
prevenção do HIV, Chequer enfatizou a necessidade de investimentos em
informação de forma sistemática e permanente. Para ele, o Brasil tem
apresentadas experiências positivas neste sentido que devem servir de
estimulo aos outros países. Neste sentido, o estudo mostra que houve ganhos
significativos na prevenção de novas infecções em vários dos países afetados
como Ruanda e Zimbabwe que investiram forte em informação a população. Outro fenômeno apresentado e a tendência de retardo no inicio da vida sexual dos adolescentes. Sete africanos são citados com destaque para os Camarões onde o percentual de jovens que iniciaram a vida sexual antes dos 15 anos caiu de 35 para 14%.
Comentário:
[O mais interessante é o fato da pandemia estar estável, difícil, pelo menos
no momento, atribuir isso a programas de controle ou a simples evolução
natural.
O relatório na íntegra pode ser encontrado em: http://www.unaids.org/en/ -
ljs]
Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Classificação
Caros colegas,
Gostaria de saber se alguém tem acesso a alguma lista mais detalhada que a existente na RDC 306 sobre a segregação (classificação) dos resíduos dos serviços de saúde.
Grata pela atenção.
Cindy Morás Flores
Técnica em Segurança no Trabalho
Hospital Unimed Poços de Caldas
(35) 3729-3300 ramal 421
email: tsegura@unimedpc.com.br
Skype: uni217.cmoras
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
6o Congresso Paulista de Infectologia
20 a 23 de agosto de 2008
Atibaia - SP
www.infectosp2008.com.br
Este 6o Congresso, que terá como tema principal "Os novos rumos da infectologia", deverá reunir cerca de 1.200 congressistas, que terão a oportunidade de absorver informações científicas atualizadas, nas diferentes áreas das doenças infecciosas, através de renomados convidados internacionais e nacionais.
A infectologia, cada vez mais, vem se tornando uma especialidade que assessoria inúmeras outras, inclusive as oncológicas, e participa, em várias instituições com outras áreas afins em equipe multidisciplinar, o que torna este congresso o evento ideal para se adquirir aprimoramento qualificado, através das conferências, mesas-redondas, sessões interativas, temas livres e cursos trans-congresso.
A SPI tem hoje dois grandes eventos científicos, o congresso e o fórum
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paulista de infectologia, eventos estes que são realizados a cada dois anos, nos anos pares o congresso e nos anos impares - o fórum.
Os dois eventos têm objetivos diferentes. O congresso é evento consagrado em nossa sociedade e tem atraido um número crescente de congressistas o 1o Fórum de Infectologia do Estado de São Paulo, realizado em Campinas em 30 de novembro de 2007, surpreendeu pelo sucesso e pelo contagiante entusiasmo dos participantes. Contou com a participação das escolas médicas e dos hospitais de ensino de infectologia do nosso estado, e já está agendado o 2o Fórum para o ano de 2009.
A SPI também realizou 6 consensos sobre as infecções fúngicas paracoccidioidomicose, criptococose, candidíase, zigomicose, histoplasmose e micoses subcutâneas. Os consensos reuniram especialistas de todo o país para discutir e nortear o diagnóstico, tratamento e seguimento de pacientes com infecção fúngica.
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Conceitos e condutas gerais Acidentes de trabalho com material biológico
Boa Tarde
Gostaria de saber se houve mudanças nas questões que se refere ao impacto com os acidentes a porcentagens ao risco como: agulhas,respingos, secreções etc?
Grata
Angela
Enfermeira
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Caixas de materiais
Bom Dia!
As caixas primárias que contem sôros ou materiais descartáveis ( as quais ficam no estoque de almoxarifados), podem permanecer na Enfermaria/UTI ?
Grata!
Veronica
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Agradecemos a mensagem encaminhada pela colega Silvana.
Equipe Riscobiologico.org
Chat - 30 de julho a partir das 20:00 horas
Lavando as mãos: a nossa história está apenas começando....
Estamos no momento mais adequado para refletirmos sobre o impacto das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar nas instituições de saúde, uma vez que a ANVISA propõe a substituição desta equipe multiprofissional, pela figura enigmática de um responsável técnico, sabe-se lá que formação deva ter, bastando nível superior.
A modernização do controle de infecção no Brasil tem identidade, CPF e DNA próprios, embora muitos queiram assumir essa paternidade, ignorando sua
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verdadeira história. Até os anos setenta, as CCIH no Brasil eram iniciativas isoladas e sem qualquer uniformização e com pouquíssima produção acadêmica ou repercussões sobre a assistência à saúde, tendo em vista seu grande potencial, como foi posteriormente demonstrado. Nos anos oitenta, profissionais do Ministério da Saúde e convidados, sob orientação da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), realizaram uma série de atividades que culminaram com a elaboração da pioneira Portaria MS 196/83, que recomendava os hospitais brasileiros terem CCIH e posteriormente a partir de uma oficina de trabalho, com a elaboração do Curso de Introdução ao Controle de Infecção Hospitalar e posteriormente das estratégias para sua difusão, que foram incrementadas pelos Centros de Treinamento, disseminados pelo país, difundiram as bases científicas do controle de infecção e a uniformização das suas práticas de prevenção, numa época na qual a produção acadêmica nacional era escassa e não havia a facilidade da Internet para a troca de experiências.
Seus participantes, num trabalho integrado, multi-institucional, multiprofissional e principalmente voluntário, sem qualquer recompensa financeira, abraçaram a causa do controle de infecção e foram treinar profissionais de saúde nos quatro cantos do Brasil. Produziram e difundiram conhecimentos, que mudaram a realidade assistencial em vários pontos, não só em sua área de atuação. Por exemplo, contribuíram com a estruturação das farmácias hospitalares, central de material e esterilização, lavanderia, higiene, microbiologia, infectologia hospitalar, entre outras atividades.
Essa história precisa ser contada e entendida por todos. Por isso a Dra Gloria Maria Andrade está coletando depoimentos das pessoas (eu escrevo um capítulo também) que participaram ativamente desta história e vai editar o livro "A História do Controle de Infecção Hospitalar no Brasil: os últimos vinte anos de um século que não acabou...." Neste momento, no qual tecnocratas, do conforto e pretenso poder de seu gabinete, pretendem riscar do mapa toda essa história, sem ter a mínima noção de sua importância e das conseqüências de suas iniciativas para a saúde coletiva, é fundamental que todos conheçam esta história, entendam sua importância e reflexos na qualidade assistencial. Quem não conhece, não dá importância e não faz reflexões sobre sua história, comete erros básicos e tende a seguir falsos mestres, que por falta de fundamentação de suas propostas, trazem sérias conseqüências a sociedade como todos.
Assim, vamos realizar no dia 30 de julho a partir das 20:00 horas, na sala de debates, a mais importante atividade até hoje realizada pelo nosso site. Isto está relacionado ao momento histórico, que exige a mobilização de todos os profissionais de saúde envolvidos direta ou indiretamente com o controle de infecção e até de toda a sociedade que se beneficia de tudo o que, a duras penas, conseguimos implantar nos hospitais e serviços de saúde no Brasil. Já confirmou sua presença até o momento o Dr Luiz Carlos Romero, atual médico do Senado Federal e foi quem coordenou ao nível do Ministério da Saúde toda a implantação e desenvolvimento inicial do programa de controle de infecção. Também contaremos com a Dra Gloria Maria Andrade, professora da Universidade de Brasília e uma das mais importantes coordenadoras desse programa.
Outros profissionais estão sendo convidados e noticiaremos à medida que forem confirmando sua presença. Vamos todos participar deste Chat e transformá-lo num verdadeiro ato público de repúdio a essa iniciativa e também para o esclarecimento dos profissionais e saúde e da opinião pública sobre a importância e tudo o que fez o controle de infecção pela saúde de nossa coletividade e que por isso mesmo não pode e não deve ser ignorado ou proscrito. Vamos mostrar nossa força e nossa razão, pois vivemos em um estado democrático e esperamos que a razão, ciência e o bom senso sejam de uma forma transparente as motivações daqueles que estabelecem as políticas de saúde em nosso país e da própria sociedade, à qual estes tecnocratas devem satisfações.
Aproveitamos também para informar a todos que nosso curso em Campo Grande está tendo uma excelente repercussão, pois em menos de uma semana de divulgação já recebemos mais de trinta pré-inscrições de Mato Grosso do Sul e de outros Estados da Região Centro-oeste do Brasil. Este curso terá aulas aos domingos (um por mês, durante dois anos) e iniciará no dia 28 de setembro. Afirmamos também, que como já fazemos há mais de sete anos, nossos cursos são em módulos seqüenciais, cada um abordando gestão de saúde ou controle de infecção por uma ótica predominante e os alunos podem completar sua formação na próxima turma do curso. Em São Paulo o próximo módulo começará dia 12 de setembro e é exatamente o primeiro módulo do curso em nossa programação habitual, portanto uma excelente oportunidade para você começar a assistir as aulas. Agradecemos aqui o apoio recebido co COREN de nosso estado, divulgando nosso curso em sua revista. No Rio de Janeiro, o novo módulo, que aborda as principais infecções hospitalares, terá início no dia 24 de outubro e é outra excelente opção para você se integrar à nossa turma. Os cursos de São Paulo e do Rio de Janeiro têm aulas uma vês por mês e começam sexta as 13 horas, terminando sábado às 18 horas, com os intervalos habituais.
Conto com todos nesta luta, que vamos vencer par ao bem de nossa sociedade.
Antonio Tadeu Fernandes
São Paulo, 26 de julho de 2.008
Endereços importantes:
Chat do CCIH (sala de debates):
http://www.ccih.med.br/cgi-bin/ ccihchat/chat.cgi
Informações Campo Grande:
http://www.ccih.med.br/mba_cursos_contr_infec_ hosp-cg.html
Pré-inscrição Campo Grande:
http://www.ccih.med.br/cursos-ccih_ pre-inscricao-cg.html
Informações São Paulo:
http://www.ccih.med.br/mba_cursos_contr_ infec_hosp-sp.html
Pré-incrição São Paulo:
http://www.ccih.med.br/cursos-ccih_pre-inscricao-sp.html
Informações Rio de Janeiro:
http://www.ccih.med.br/mba_cursos_contr_infec_ hosp-rj.html
Pré-inscrição Rio de Janeiro:
http://www.ccih.med.br/cursos-ccih_pre-inscricao-rj.html
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