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Prevenção e Controle de Infecções em Serviços de Saúde
DURAÇÃO
400 horas - 18 meses
Sexta-feira das 19h10 às 22h30 e sábados das 8h às 16h20 (encontros quinzenais)
Início das aulas previsto para 07 de março de 2008
OBJETIVOS
Aprimorar e atualizar conhecimentos específicos em Prevenção e Controle das Infecções em Serviços de Saúde; Implantar um serviço ou Comissão de Controle de Infecção Hospitalar; Discutir e aprofundar as medidas de prevenção e controle de infecção nos serviços de saúde, através de uma visão e abordagem multidisciplinar, objetivando a manutenção de um ambiente biologicamente seguro; Estudar as múltiplas interfaces da prevenção e controle de infecções nos serviços de saúde; analisar a
legislação das ações do controle de infecção, principalmente a vigilância epidemiológica, o controle e uso racional de antimicrobianos
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e a prevenção das infecções ocupacionais; Capacitar os profissionais quanto às técnicas de educação e treinamento em prevenção de infecção hospitalar, com ênfase na mudança de comportamentos e superação de dificuldades de incorporação de informações como atitudes.
PROGRAMA
Introdução à infecção hospitalar
Epidemiologia hospitalar
Microbiologia básica
Principais síndromes infecciosas hospitalares
Educação para prevenção
Organização do programa de controle de infecção hospitalar e risco ocupacional
Controle de infecções em áreas e situações especiais
Vigilância das infecções hospitalares e uso racional de antimicrobianos
Resistência bacteriana
Precauções de isolamento, higiene, limpeza e unidades de apoio
Anti-sepsia, desinfecção e esterilização
A qualidade e o controle de infecção hospitalar
Gestão em Serviço de controle de infecção hospitalar
COORDENAÇÃO
Profª Ms. Maria Auxiliadora M.C. Pedigone - Mestre em Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (BH).
Médica Infectologista, Coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da Fundação Civil Casa de Misericórdia de Franca.
E-mail: doraccih@santacasadefranca.com.br
CORPO DOCENTE
Profª Drª Maria Clara Padoveze (convidada)
Prof. Paulo de Tarso Oliveira Castro (convidado)
Prof. Ms. Vital Ribeiro (convidado)
Prof. Dr. Crésio Romeu Pereira (convidado)
Profª. Drª Rosana Richtmann (convidada)
Profª. Drª Júlia Yaeko Kawagoe (convidada)
Profª. Drª Claudia Mangini (convidada)
Profª Drª Anna Sara Levin (convidada)
Prof. Dr. Renato S. Grinbaum (convidado)
Prof. dr. Carlos Magno Castelo Branco Fortaleza (convidado)
Profª Drª Alcyone Machado (convidada)
Prof. Dr. Braulio Couto (convidado)
Gerenciamento em Enfermagem
DURAÇÃO
360 horas - 12 meses
Sábados das 8h às 16h20.
Início das aulas previsto para 8 de março de 2008.
OBJETIVOS
Qualificar enfermeiros para atuarem como agentes de mudança no desenvolvimento de sistemas de gestão mais eficazes para o bem estar social e institucional. Proporcionar aos enfermeiros a oportunidade de
analisar e refletir sobre a atividade administrativa e de lidernça como ferramenta para a qualidade de assistência nos Serviços de Saúde.
PROGRAMA
Teorias administrativas
Epidemiologia X Gerenciamento de enfermagem
Gerenciamento do processo assistencial em enfermagem
Gerenciamento Participativo
Processo gerencial em enfermagem
Gestão de pessoas
Planejamento estratégico
Gestão de custos na enfermagem
Didática para o ensino superior - EAD
Metodologia de pesquisa - EAD
COORDENAÇÃO
Profª Gislaine Cristhina Bellusse - Especialista em Saúde Pública, em
Saúde da Família e em Prevenção e Controle de Infecções em Serviços de
Saúde. Enfermeira docente da Universidade de Franca e membro da Comissão
de Controle de Infecção Hospitalar da Fundação Civil Casa de Misericórdia
de Franca.
E-mail: gislaine@unifran.br ou gibellusse@terra.com.br
CORPO DOCENTE
Profª Drª Mara Rúbia Ignácio de Freitas (convidada)
Profª Drª. Maria Aparecida Tedeschi Cano
Profª Ms. Maria Cristina Durante (convidada)
Prof. Dr. José Martins Pinto Neto (convidado)
Profª Ms. Roseli de Oliveira Machado (convidada)
Enfº Especialista Júlio César Ribeiro (convidado)
Enfª Especialista Mariluci Alves Ferreira Botto (convidada)
Enfª Especialista Vera Lúcia Ferreira (convidada)
Enfª Vanda Maria Gimenes de Oliveira
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Plasma Rico em Plaquetas
Bom dia a Todos
Gostaria de iniciar uma discussão bem séria quantoaos procedimentos de produção, manipulação e utilização do Plasma Rico em Plaquetas (PRP), largamente utilizado em Implantodontia.Pelo que vislumbrei da situação nem sempre os consultórios possuem locais adequados para a manipulação do PRP, colocando em risco a saude do paciente, agravado ainda mais pela falta de fiscalização já que segundo informações não existe a regulamentação deste procedimento.Pergunto ainda:
Quem garante que o Plasma é realmente rico em Plaquetas, já que não é feita a análise do material posterior á sua preparação, e nem se tem parâmetros hematimétricos satisfatórios que indiquem se o paciente possui ou não alguma alteração nas plaquetas, comprometendo o sucesso da cirurgia?
Adenilson Lopes
Biomédico
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Legislação e normatizações Legislação NR32 - Calçados fechados
A proibição do uso de calçados abertos em estabelecimentos de saúde, inclui o pessoal da recepção? e no caso de clinícas com serviços exclusivos de radiologia ou de consultorios medicos a recepcionista tb esta proibida de usar calçados fechados???
Isabel
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Assuntos diversos Modelo de Termo de Responsabilidade
Olá pessoal, estou com um problema aqui na policlínica onde trabalho em Porto Alegre, diariamente surgem pacientes que não querem serem conduzidos a um pronto-atendimeto de urgência.Por exemplo, um determinado paciente cortou-se na região da face, chegando aqui no nosso posto de enfermagem, todo "ensanguentado", realizamos a assepsia, fechamos com gaze e micropore e explicamos que nosso serviço não atende este caso, tentando conduzi-lo ao serviço de urgência/emergência.
Nosso serviço responde por consultas médicas, procedimentos de enfermagem, mas infelizmente este tipo de situação, ou até memso com sinais de precordialgia, por exemplo.
Minha preocupação é a seguinte, nós atendemos, e se ao sair daqui, no trajeto para casa, algo ocorre, como comprovar que o cidadão esteve aqui, sugerimos buscar atendimento porém o paciente
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achou desnecessário.
Existe algum formulário, algum termo que a lista de discussão poderia me auxiliar.
Obrigada
Enfermeira Márcia
Porto alegre/Rs
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Conceitos e condutas gerais Riscos biológicos - Recepcionistas de clínicas
Bom dia,
Quero tirar minhas duvidas em relação a exposição de risco biológico para recepcionistas que trabalham em clinicas.
Elas tem o contato com o paciente sim, porem é no atendimento, será considerado exposição para esse tipo de risco; Se for sim por se tratar de uma clinica devemos rever a exposição a esse risco também em outros setores já que a maioria das pessoas mantém um contato com clientes. Tal é o caso de motoristas e cobradores de ônibus, quer exposição maior.
Se deve ser considerado as pessoas que trabalham na área administrativa tb estão expostos , pois tb circulam nos ambientes da clinica.
Infelizmente a norma 32 é muito complexa.Por isso a gente só considera as pessoas que trabalham diretamente, e
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habitual e permanente a sua jornada de trabalho.
Juçara
Tec. De segurança
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No Brasil, mais de 2,5 milhões de trabalhadores estão empregados no setor saúde. Desde a implantação do Programa de Saúde da Família (PSF) pelo Ministério da Saúde em 1994, as Unidades Básicas de Saúde constituem a base do Sistema Único de Saúde (SUS). Elas fornecem serviços de pediatria, ginecologia,
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pré-natal, vacinação, odontologia, entre outros. As unidades de saúde vinculadas ao PSF possuem uma ou mais Equipes de Saúde da Família, constituídas por, no mínimo, um médico da família, um enfermeiro, dois auxiliares de enfermagem e quatro agentes comunitários de saúde, que são responsáveis por uma área que inclui de 600 a 1.000 famílias.
Atualmente, mais de um milhão de trabalhadores atuam na atenção primária à saúde. A segurança dos pacientes e o acesso a um atendimento de alta qualidade estão ligados ao bem-estar desses trabalhadores. Os acidentes e as doenças entre os trabalhadores da saúde afetam a qualidade da atenção prestada à população. Isso se torna ainda mais relevante quando se trata da atenção básica, já que a Unidade Básica de Saúde é o local procurado por 54% dos brasileiros que precisam de atendimento.
Uma pesquisa elaborada pela doutoranda em epidemiologia, Leila Posenato Garcia, sob orientação do prof. Dr. Luiz Augusto Facchini, junto ao Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da UFPel (RS), investigou os acidentes de trabalho entre trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde. O estudo foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A defesa de tese de doutoramento será realizada no dia 29 de fevereiro de 2008, às 14:30h, no auditório do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da UFPel.
Para a pesquisa, foram entrevistados 1.249 trabalhadores das Unidades Básicas de Saúde do Município de Florianópolis (SC). Os acidentes de trabalho mais freqüentes foram os acidentes envolvendo sangue e fluidos corporais. Esse tipo de acidente de trabalho é de grande relevância para os trabalhadores da saúde, pois pode resultar na transmissão de doenças, como a hepatite B, a hepatite C e a AIDS. Observou-se que os técnicos de enfermagem, os auxiliares de consultório dentário e os dentistas foram as categorias que mais sofreram esse tipo de acidente.
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) se tornaram uma força de trabalho numerosa e essencial na Estratégia de Saúde da Família. Embora realizem um trabalho muito importante, que inclui a realização visitas domiciliares voltadas à educação e promoção de saúde, esses trabalhadores estão expostos a diversas situações de perigo. Além dos acidentes de trabalho convencionais, como quedas, pancadas e torções, também foram registrados casos de mordeduras e picadas de animais, além de inúmeras situações de violência entre os agentes de saúde.
Observou-se que as condições de trabalho precárias, as cargas de trabalho e a insatisfação com o trabalho resultaram na maior ocorrência de acidentes de trabalho. Além disso, os trabalhadores há menos tempo no emprego tiveram maior chance de se acidentar do que aqueles que trabalham há mais tempo.
A situação revelada pelo estudo evidencia a necessidade de se prestar mais atenção à saúde daqueles que cuidam da saúde da população. O SUS necessita de políticas que valorizem as condições de trabalho e saúde de seus trabalhadores. A melhoria das condições de trabalho nas Unidades Básicas de Saúde é fundamental para reduzir a ocorrência de acidentes de trabalho. A realização de concursos públicos para a contração de servidores para o quadro permanente das Secretarias Municipais de Saúde, como está sendo feito atualmente em Florianópolis, é outra medida imprescindível. O grande número de contratos temporários e terceirizados entre os trabalhadores da atenção básica resulta em uma alta rotatividade desses trabalhadores, que também está relacionada à ocorrência dos acidentes de trabalho. Também há necessidade de programas de educação permanente direcionados à organização, à saúde e à segurança do trabalho.
Citando o Relatório Final da 12ª Conferência Nacional de Saúde: Saúde se faz com gente, gente que cuida de gente. Por isso, os trabalhadores não podem ser vistos como mais um recurso na área de saúde. A saúde da população depende da saúde dos trabalhadores da saúde e da qualidade do seu trabalho que, por sua vez, dependem das condições de trabalho e da capacitação para o seu exercício. O trunfo mais valioso do SUS é seu capital humano, que merece valorização e respeito.
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