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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Calçados
[ Tradução livre Equipe Riscobiologico.org - Mensagem original em espanhol transcrita abaixo ]:
"Prezados colegas da lista de discussão:
Precisamos saber se nos centros cirúrgicos de seus hospitais ocorrem as seguintes situações, e nestes casos, como elas têm sido resolvidas:
1. a equipe deseja usar gorro e máscara cirúrgica DE TECIDO, de uso individual, encarregando-se de sua lavagem. Isto não corresponde às normatizações que temos estabelecidas de que sejam descartáveis e que sejam trocados a cada cirurgia. Argumentam que não é um fator de risco para infecção de ferida cirúrgica.
2. sabemos que o uso de sapatos ou propés não é uma medida de controle de infecção mas de higiene. Em países desenvolvidos existem calçados próprios do setor que são higienizados regularmente e são usados
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por toda a equipe. Mas como têm um custo elevado, aqui não podem ser colocados em prática. Por isso, a equipe usa calçado próprio (tamancos brancos) sem propés. O problema que vemos é que este calçado não cumpre as normas rotineiras de higiene, os profissionais circulam foram do centro cirúrgico com o mesmo calçado e além disso quando entra um profissional que não pertence a instituição traz seu calçado que foi utilizado em outro hospital.
Agradeço opiniões sobre o tema - como não se resolve fazendo uma busca na literatura, já que estas situações são muito atípicas para serem encontradas na web.
Saudações cordiais a todos.
Lic. Enf. Ma. del Carmen Ferreiro
Hospital Evangélico
Montevideo - Uruguay"
Mensagem original:
Estimados colegas de la lista de discusión:
necesitamos saber si en los block quirúrgicos de vuestros hospitales se han dado las siguientes situaciones, y en ese caso como lo han resuelto:
1- el personal desea usar gorro y mascarilla quirúrgica DE TELA, en forma personal, haciendose cargo de su lavado. Esto no corresponde a la norma que tenemos establecida de que sean descartables y que se cambie en cada cirugía. Plantean que no es un elemento de riesgo para la infección del sitio quirurgico.
2- sabemos que el uso de zapatones o cubrecalzado (propés) no es una medida de control de infecciones pero si de higiene. En paises desarrollados tienen calzado propio del sector que se higieniza regularmente y son usados por todo el equipo. Pero como tiene un costo alto, aquí no se puede llevar a la práctica. Por lo que el personal usa el calzado sanitario propio (zuecos blancos) sin cubrecalzado. El problema que vemos es que este calzado no cumple normas de higiene rutinaria, circulan fuera del block con el mismo y además cuando ingresa personal que no pertenece a la institución trae su calzado que lo ha usado en otro hospital.
Agradezco opinen sobre el tema, pues no se resuelve haciendo una busqueda de literatura, ya que estas situaciones son muy atipicas para encontrarlas en la web.
Saludos cordiales para todos,
Lic. Enf. Ma. del Carmen Ferreiro
Hospital Evangélico
Montevideo - Uruguay
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No hospital em que atuo, recentemente foi comprado um equipamento para realizar o exame ecotransesofágico. No entanto, estou tendo dificuldades para elaborar a rotina de limpeza deste material. Gostaria de saber uma melhor forma de se realizar a limpeza e desinfecção deste equipamento.
Atenciosamente,
Samantha
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Para mandar uma mensagem, envie-a para listadediscussao@riscobiologico.org.
Lista de mensagens recebidas:
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
Caros colegas de RB
encaminho abaixo o programa do VII SIMPÓSIO DE BIOSSEGURANÇA E DESCARTE DE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO E PESQUISA, evento promovido anualmente pela escola de ciências farmacêuticas da USP e que, este ano, entre diversos temas interessantes, tras a oportunidade de discutirmos a consukta pública CVS 02/07 sobre a Norma Técnica para Gerenciamento de Resíduos de Medicamentos Perigosos.
Trata-se de um evento gratuito e uma excelente oportunidade de aprender, debater e conhecer pessoas que pesquisam RSS químicos.
sds,
Vital Ribeiro
CVS SES SP
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
29 de novembro de 2007
OBJETIVO: Fornecer informações técnicas fundamentais, trocar experiências e conhecer novos conceitos no campo da biossegurança e químicos perigosos.
Químicos e outros profissionais ligados ao ensino e à pesquisa.
PROGRAMAÇÃO
8 hs Credenciais
8:30 hs Abertura
Profa. Dra. TEREZINHA DE JESUS ANDREOLI PINTO
Diretora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
Prof. Dr. MÁRIO HIROYUKI HIRATA
Presidente da CIBio-Comissão Interna de Biossegurança da FCF-USP
Prof. Dr. ORLANDO ZANCANARO JÚNIOR
Presidente da Comissão de Descartes Laboratoriais da FCF-USP
9 às 9:50 hs Palestra: "A nova norma técnica sobre gerenciamento dos resíduos de medicamentos no Estado de São Paulo"
Vital de Oliveira Ribeiro Filho
Arquiteto e Administrador Hospitalar e de Sistemas de Saúde
Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde de SP
9:50 às 10:30 hs Intervalo
10:30 às 11:20 hs Palestra: "Tratamento para resíduos laboratoriais sem identificação e/ou misturados"
Eduardo Miranda Aviz Haddad
Engenheiro Químico pós-graduado em Engenharia Sanitária e Ambiental
Diretor Técnico da SANIPLAN
11:20 às 12 hs Mesa Redonda: "Descartes de medicamentos e resíduos misturados"
Coordenador: Prof. Dr. Orlando Zancanaro Junior
Presidente da Comissão de Descartes
Laboratoriais da FCF-USP
12 às 13:30 hs Intervalo
13:30 às 14:15 hs Palestra: "Biossegurança e riscos dos OGMs: Metodologia para avaliação de plantas geneticamente modificadas - GMP - RAM"
Profa. Dra. Katia Regina Evaristo de Jesus Hitzschky
Pesquisadora da Área de Biossegurança. Linha de Pesquisa : Avaliação de Impactos e Tecnologia
EMBRAPA Meio Ambiente
14:15 às 15 hs Palestra: "Validação de equipamentos para laboratórios de Biossegurança"
Prof. Dr. Marco Antonio Stephano
Professor Doutor do Departamento de Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica
FCF-USP
15 às 15:30 Intervalo
15:30 às 16:15 hs Palestra: "Rotulagem de Alimentos"
Profa. Dra. Regina S. Minazzi Rodrigues
Instituto Adolpho Lutz
16:15 às 17 hs Palestra: "A ANVISA e a Biossegurança"
Dr. Dirceu Raposo de Mello
Diretor Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
17:00hs Encerramento
Entrega dos certificados
PROMOÇÃO E ORGANIZAÇÃO
CIBio- Comissão Interna de Biossegurança da FCF-USP
Comissão de Descartes Laboratoriais da FCF-USP
APOIO
Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária
Pró-Reitoria de Pesquisa
Pró-Reitoria de Graduação
Pró-Reitoria de Pós-Graduação
FIPFARMA - Fundação Instituto Pesquisas Farmacêuticas
LOCAL DO EVENTO
Auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)
Rua do Lago, 876 - Cidade Universitária
05508-080 - São Paulo - SP
COMISSÃO EXECUTIVA
CIBio- Comissão Interna de Biossegurança da FCF-USP
Comissão de Descartes Laboratoriais da FCF-USP
INSCRIÇÕES
Gratuitas
INFORMAÇÕES
Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Av. Prof. Lineu Prestes, 580 - bloco 13A
Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira
E-mail: fcfeventos@usp.br
www.fcf.usp.br
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Isolamento/Precauções - Tuberculose / Meningite
Bom dia!
Gostaria de receber orientação e onde encontrar(material bibliográfico) de como proceder isolamento de pacientes com tuberculose e com meningite dentro de uma UTI, teria que ser pressão negativa para a Tb? Já fornecemos as máscaras N95 para equipe multiprofissional, teria algum outro procedimento? e a meningite? Grata, Lúcia (enfermeira)
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento - SP
III Semana de Controle de Infecção Hospitalar e Epidemiologia da Santa Casa de Barretos
PROGRAMAÇÃO
03/12/2007- Segunda-Feira
19:30 h- Isolamento e Precauções
Christian Emmanuel da Silva Pelaes
Enfermeiro do Controle de Infecção Hospitalar e do Núcleo Hospitalar Epidemiológico da Santa Casa de Franca-SP
Especialista em Infecção Hospitalar e Epidemiologia Hospitalar
20:30 h- Controle de bactérias multirresistentes em ambiente hospitalar
Drº Fernando Belíssimo Rodrigues
Médico Infectologista da CCIH do HC de Ribeirão Preto
Professor da Faculdade de Medicina do Centro Universitário Barão de Mauá
04/12/2007- Terça-Feira
19:30 h- A condição bucal pode influenciar no estabelecimento da pneumonia nosocomial?
Teresa Márcia Nascimento Morais
Cirurgiã-Dentista especialista em Periodontia
Mestre em Odontologia pela USP
Coordenadora do Departamento de Odontologia da Santa Casa de Barretos
Autora do livro "Cardiologia e Odontologia: uma visão integrada".
20:30 h- Tabagismo e Profissionais da Saúde
Drº Benedito Aparecido
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Caiel
Médico Pneumologista da Santa Casa de Barretos
05/12/2007- Quarta-feira
19:30 h- Dengue: Aspectos Clínicos
Drª Vanessa Soares de Oliveira e Almeida
Médica Infectologista da CCIH da Santa Casa de Barretos
Responsável pelo Departamento de Clínica Médica da Santa Casa de Barretos
Especialista em Infecção Hospitalar
Epidemiologia da Dengue em Barretos e Notificação Compulsória
Gisele Fernanda Longui
Enfermeira do Controle de Infecção Hospitalar e Coordenadora do Núcleo Hospitalar Epidemiológico da Santa Casa de Barretos
Especialista em Unidade de Terapia Intensiva
Especialista em Infecção Hospitalar
20:30 h- Atualização e manejo no uso de cateter intravascular
Karina Hiraici Sadao
Enfermeira Especialista em Oncologia
Pós-Graduada em Administração Hospitalar
Coordenação Técnica:
Drª Vanessa Soares de Oliveira e Almeida
Enfª Gisele Fernanda Longui
Realização:
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da Santa Casa de Barretos
Contatos:
(17) 3321-2537 -CCIH
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Mestrado / SP
"Mestrado em Enfermagem"
Universidade Federal de São Carlos
Programa de Pós-graduação em Enfermagem
Mestrado - Seleção 2008
Área de Concentração
Cuidado e trabalho em saúde e enfermagem
Linhas de Pesquisa
Processo de Cuidar em Saúde e em Enfermagem
Trabalho e Gestão em Saúde e em Enfermagem
Clientela: Enfermeiros
Vagas: 10
Inscrições
de 28 a 30 de janeiro de 2008.
Informações
Secretaria do PPGEnf (Departamento de Enfermagem)
Fone: (16) 3351 - 8334
www.ppgenf.ufscar.br
Histórico O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem- PPG-Enf- Nível Mestrado foi aprovado pela CAPES em 26/07/2007 e criado na UFSCar em 05/09/2007.
Objetivos:
Qualificar profissionais que atuam nas áreas de enfermagem e de saúde para o desenvolvimento de atividades de pesquisa e de docência para a produção de novos conhecimentos utilizando o método científico e contribuindo para a melhoria da qualidade do
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cuidado em enfermagem e saúde. O mestre a ser formado deverá ser capaz de desenvolver investigação científica com rigor metodológico e a partir de uma visão crítica da realidade e de princípios éticos. O conhecimento produzido deverá ter caráter inovador, ser socialmente relevante e assim contribuir para a melhoria da qualidade do cuidado em enfermagem e saúde.
Clientela: Enfermeiros
Vagas: 10 vagas anuais
Área de Concentração
Cuidado e trabalho em saúde e enfermagem
Envolve estudos sobre o cuidado em saúde e enfermagem a indivíduos, famílias e coletividades nas diferentes fases do ciclo vital. Abrange estudos qualitativos e também epidemiológicos sobre temas relevantes em nossa sociedade como as doenças crônico-degenerativas, as doenças transmissíveis, o envelhecimento e a gestão em saúde. O trabalho permeia parte destes estudos, tornando abrangente a abordagem realizada e contribuindo assim para o desenvolvimento de conhecimento socialmente relevante. As necessidades geradas pelas mudanças no trabalho no mundo globalizado que se refletem no trabalho em geral e no trabalho em saúde são estudadas no contexto do envelhecimento da população trabalhadora, do recrudescimento das doenças transmissíveis, das mudanças nas estratégias de assistência à saúde, como a Reforma Psiquiátrica e o Programa de Saúde da Família e da gestão em saúde e enfermagem, com foco nos sistemas de qualidade, no uso de informática e no trabalho em saúde e enfermagem.
Linhas de Pesquisa
1. Processo de cuidar em saúde e enfermagem.
Contempla estudos relativos ao processo de cuidar nas diferentes fases do ciclo vital, no âmbito individual e familiar, abrangendo aspectos objetivos e subjetivos.
2. Trabalho e gestão em saúde e enfermagem
Abrange os estudos com enfoque coletivo que são permeados pelo trabalho, no contexto da globalização de economia e das conseqüentes mudanças no mundo do trabalho. Contemplam os aspectos relativos às tecnologias, à qualidade e aos recursos humanos na gestão de serviços, à gestão dos trabalhadores e ás doenças transmissíveis.
Corpo Docente
Anamaria Alves Napoleão
Carmen Lúcia Alves Filizola Cristina Paiva de Sousa
Giselle Dupas
Márcia Niituma Ogata
Maria Silvia Monteiro
Noeli Marchioro L. Andrade Ferreira Rosely Moralez de Figueiredo
Silvia Zem Mascarenhas
Sofia Cristina Iost Pavarini
Inscrição
Local: Poderá ser feita pessoalmente ou por procuração junto à Secretaria do PPGEnf, no Departamento de Enfermagem/UFSCar.
Documentos:
- Formulário fornecido no ato da inscrição;
- Comprovante original de proficiência em língua inglesa.
Serão aceitos os seguintes testes e respectivos escores, com validade de 3 anos:
. IELTS - escore mínimo 5,0;
. TEAP* (Test of English for Academic Purpose) - escore mínimo 5,0
. TOEFL - escore mínimo 550
* Site: http//www.teseprime.org
- Duas cópias impressas do Curriculum Lattes (http://lattes.cnpq.br), sendo uma delas documentada;
- Duas cópias do projeto de pesquisa (modelo www.ppgenf.ufscar.br)
- Carta da instituição de trabalho assegurando o afastamento parcial ou total, ou a adequação do horário de trabalho do candidato, para o desenvolvimento de atividades do programa;
- Duas fotos 3x4 recentes e datadas;
- Carta de aceite preliminar do orientador (o candidato deverá, antes de se inscrever para o processo seletivo, contatar um possível orientador segundo sua área de interesse) que demonstre disponibilidade em orientá-lo, caso venha a ser selecionado.
- Cópia autenticada de:
. Cédula de identidade
. CPF
. Cédula de registro no COREn;
. Certidão de nascimento ou casamento;
. Título de eleitor
. Prova de quitação com o serviço militar (homens)
. Diploma e histórico escolar da graduação em Enfermagem.
Seleção
Inscrição: 28 a 30/01/2008
Resultado da seleção: 22/02/08.
Matrícula: 25 a 27/02/2008.
Início do Curso: março de 2008.
Informações
www.ppgenf.ufscar.br
Fone: (16) 3351-8334
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Especificações de sacos
Prezados Senhores,
Estou realizando um nova especificação para os sacos de lixo infectante, comum e para coleta seletiva e gostaria de obter informações sobre a espessura ideal dos sacos, consultei as NBR's respectivas do assunto, porém não encontrei nada que deixe claro que espessura o saco deve ter para cada caso.
Se alguém tiver experiência com estas especificações agradeço o apoio.
Patrícia
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11:00 - 12:00 h:
Resistência de Pneumococo em Infecções do SNC no Brasil. Ainda Podemos Utilizar β-Lactâmicos para Tratamento? David Barroso (IOC- Fiocruz)
12:00 - 13:30 h
Almoço
13:30 - 15:00 h:
Micobactéria de Crescimento Rápido em Videocirurgia. Mais Um Patógeno Resistente?
13:30 - 14:00
Avaliação Molecular das Cepas do Surto do Rio de Janeiro.
Cristina Lourenço (HIPEC-Fiocruz)
14:00 - 14:30
Andréa d'Avila Freitas (HUPE-UERJ)
14:30 - 15:00
Discussão
14:00 - 15:30 h:
Intervalo
Acinetobacter Multirresistente. Estratégias para o Controle.
15:30 - 16:00
Situação da Resistência no Brasil. O Que Ainda Temos para Tratamento?
Flavia Rossi (USP)
16:30 - 17:00
Como Conseguir o Controle após a Introdução no Hospital?
Marisa Santos ( Infecto/INCL)
17:00 -17:30
Discussão
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÔES:
AECIHERJ:
aeciherj@aeciherj.org.br
Tel.: 2232-9401