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Anvisa lança novo manual sobre lavanderia hospitalar
A saúde do trabalhador é uma das principais preocupações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no novo guia de lavanderia hospitalar, produzido e atualizado pela Anvisa. O manual técnico "Processamento de Roupas de Serviços de Saúde: prevenção e controle de riscos" (http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2007/041207_1_processamento.pdf), lançado pela Agência em formato eletrônico, nesta terça-feira (4), substitui a versão publicada em 2000.
A revisão do manual, publicado pela primeira vez pelo Ministério da Saúde, em 1986, é uma resposta da Anvisa à demanda de profissionais de saúde e das unidades processadoras de roupas por informações sobre o assunto. "A atualização das orientações referentes ao processamento de roupas utilizadas nos serviços de saúde amplia o enfoque de prevenção e controle de
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riscos associados a esta atividade", explica a gerente-geral de Tecnologia em Serviços de Saúde da Anvisa, Flávia Freitas. "Além disso, novos conhecimentos em relação a riscos presentes nas unidades de processamento de roupas de serviços de saúde demandaram à necessidade de um maior controle sanitário desses serviços", completa Freitas.
O manual técnico beneficiará os serviços de saúde que dependem do processamento de roupas. O guia poderá ser utilizado por cerca de 6,5 mil unidades hospitalares inscritas no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. "Com esta publicação, a Anvisa cumpre seu papel como órgão de excelência em novas metodologias na segurança do trabalhador e no controle sanitário de serviços desta natureza", destaca Flávia Freitas.
A nova publicação considera os riscos ergonômicos, químicos, físicos, entre outros, a que estão expostos os trabalhadores. Em relação aos aspectos ergonômicos, o manual orienta para a postura adequada que os trabalhadores de lavanderias hospitalares devem adotar durante a realização das tarefas, "Muitas vezes, o funcionário da lavanderia acaba carregando muito peso, o que pode causar problemas de coluna", observa Freitas.
O manual apresenta, ainda, orientações para os trabalhadores durante a manipulação de produtos químicos e cuidados para evitar acidentes com materiais como agulhas e bisturis. "O manual é importante para a sociedade na medida em que o processamento de roupas é uma atividade de apoio que influencia consideravelmente na qualidade da assistência à saúde", destaca Freitas.
Legislação - O manual "Processamento de Roupas de Serviços de Saúde: Prevenção e Controle de Riscos" também faz referência a normas relativas aos serviços que realizam essa atividade. É o caso da Portaria 2.616/98 do Ministério da Saúde e as resoluções da Anvisa RDCs 50/2002 e 189/2003.
Equipe Riscobiologico.org
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Gostaria de saber se é permitido a esterelização de instrumental odontológico utilizando somente estufa a temperatura aproximada de 180ºC. Em caso negativo qual o processo correto? Autoclave ou glutaradeído somente?
Agradeço antecipadamente,
Anny C Rosa
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Placas de chumbo
Boa Tarde,
qual o destino devo dar para as placas de chumbo de radiografia na odontologia? Sou de Belo Horizonte e as empresas que recolhem o revelador e o fixador não trabalham com as placas.
Obrigado
Mensagem encaminhada pela colega Maíra
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Produtos químicos / Odontologia
Boa Tarde,
possuo uma clínica de Odontologia e preciso fazer meu PGRSS, entretanto não gostaria de contratar ninguém para isso, pois as ofertas que recebi foram muito altas...
Meu único problema tem sido os produtos químicos. Quanto ao revelador, fixador e placas de chumbo está tudo correto, pois já contratei uma empresa para tratá-los. Minha dúvida é quanto aos outros produtos que utilizamos como ácido fosfórico, óleo mineral, edta, primer, anestesia entre outros...
Na vigilância sanitária me falaram que, por não ter FISPQ, deveria enviar todos os frascos vazios para incineração, mas eu gasto cerca de 1 frasco de cada produto por ano e estão vazios sem resquícios do produto.
O que devo fazer, pois não sei onde conseguir essas informações...?
Obrigado
Márcia
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento - SP "Gestão de Pessoas"
15 de dezembro de 2007
Programação
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08h00 - Entrega de material
08h30 - Welcome Coffee
09h00 - Abertura
09h10 - A Hotelaria Hospitalar, a Qualidade e a Gestão de Pessoas
09h50 - Formando o profissional de Hotelaria Hospitalar
10h40 - PESSOAS DA HOTELARIA HOSPITALAR
• O perfil do gestor
• O perfil dos colaboradores
12h10 - Intervalo para almoço
13h10 - BOAS PRÁTICAS NA GESTÃO DE PESSOAS
•
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Recrutamento e seleção
• Treinamento e desenvolvimento
• Gestão por competências
• Avaliação de desempenho
16h10 - Coffee Break
16h25 - BOAS PRÁTICAS NA GESTÃO DE PESSOAS
• Comunicação
• Motivação
Local
Auditório do Centro de Estudos do Hospital e Maternidade São Luiz
R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 211 - 2º andar - Itaim/São Paulo - SP
Legislação e normatizações Legislação NR4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicin
Passo aos colegas este trabalho do Engenheiro de segurança do trabalho André Lopes Netto sobre um tópico da NR - 4, que até agora está parada.
Achei muito interessante.
Esperando ser útil
André Luiz E. Lopes
Engenheiro Hospitalar
Rio de Janeiro
SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO - SOBES
www.sobes.org.br / sobes@sobes.org.br
Engenheiro André Lopes Neto
NR 4 - EM BUSCA DO EQUILÍBRIO
O controle das condições ambientais propiciando a redução dos riscos presentes na execução das atividades laborais não se restringe, em absoluto, ao levantamento quantitativo ou avaliação qualitativa dos agentes agressivos.
Esse controle baseia-se muito mais na interpretação das condições em que cada um desses agentes interage com o trabalhador, alcançada em conjunto pelo próprio interessado e os especialistas que vivenciam seu dia
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a dia no chão da fábrica.
Reconhecemos que as técnicas utilizadas na aferição das substâncias agressivas e poluentes nos locais de trabalho vêm evoluindo de forma pronunciada, assim como se aperfeiçoam os índices que correspondem à concentrações aceitáveis ao organismo humano, as quais, pela busca incessante de parâmetros seguros, vêm sendo modificadas e reduzidas ( na maior parte das vezes).
Essas pesquisas, conduzidas em laboratórios e centros técnicos dos países mais desenvolvidos e empenhados em alcançar níveis de otimização das condições de trabalho, representam investimentos financeiros de monta, tanto no que tange ao pessoal altamente especializado dedicado a essas tarefas, como no que se refere ao custo, cada vez maior, que os equipamentos representam.
Por essas razões, entende-se que mesmo empresas de padrão econômico elevado possam não dispor de equipamentos e aparelhos laboratoriais específicos, fazendo-se necessária a contratação de terceiros para coleta de amostras de agressivos químicos ou determinação de intensidade de agentes físicos nos ambientes de trabalho, bem como das conseqüentes tarefas laboratoriais indispensáveis à quantificação desses agentes.
Porém, mesmo considerando a importância desses dados e informações, são eles apenas subsídios para o diagnóstico técnico das condições de trabalho, eis que esse decorre , fundamentalmente, da interação dos trabalhadores com os profissionais especializados, os primeiros estribados nas experiências do dia a dia e os segundos embasados em seus conhecimentos técnicos
Para que haja essa interação, imperiosa se faz a convivência rotineira entre o
profissional especializado e o trabalhador no local de trabalho , vivenciando juntos cada problema do ambiente laboral .
Num Serviço terceirizado, com visitas intermitentes ou inspeções pontuais à
organização, jamais será possível alcançar-se essa interação, tão necessária ao
reconhecimento dos possíveis problemas antes mesmo que suas conseqüências se façam sentir.
Portanto, o apoio externo terceirizado às atividades de segurança ou de saúde pode, no máximo , caracterizar-se como auditorias para garantir que a rotina interna da organização não se tenha equivocado na análise dos problemas ou como fornecedores de subsídios técnicos de levantamento de dados no campo e do conseqüente apoio laboratorial.
As atividades relacionadas com a segurança e saúde do trabalhador , principalmente as que dizem respeito à Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho, não podem ser encaradas unicamente pelo seu lado comercial, nem mesmo puramente técnico.
Elas devem ser entendidas como algo transcendental, de doação, em que os
profissionais envolvidos encarem suas atuações como um processo de envolvimento emocional, quase sacerdotal, em benefício do homem.
A remuneração é, sem dúvida importante, eis que imprescindível à sobrevivência, mas, acima de tudo, é essencial que a satisfação pessoal do profissional esteja presente e vibrante face ao papel desempenhado em sua relação com a sociedade.
Pelo já comentado, depreende-se o equívoco da tentativa de substituição dos
Serviços Especializados próprios ( no caso Serviços de Engenharia de Segurança e de Medicina do trabalho) , com toda a gama de envolvimento entre os profissionais especializados e os locais de trabalho por Serviços terceirizados, distantes física e emocionalmente da realidade cotidiana dos trabalhadores e, sem qualquer conhecimento das relações e experiências existentes nos estabelecimentos em função de sua presença intermitente nos mesmos , transformando cada João ou Manoel em apenas um número em seus relatórios.
As relações que os profissionais de segurança e saúde alimentam com os
trabalhadores de suas empresas dependem do conhecimento , o mais amplo possível, das experiências vividas em conjunto , das dificuldades encontradas na análise de cada problema e nas alegrias decorrentes das respectivas soluções.
É notório que, no atual contexto, para grande parte das empresas ( a maioria de
pequeno porte) é impraticável a manutenção de Serviços próprios. Esses casos
precisam de soluções que atendam ao papel social que cumpre, de um lado ao Poder Público e, de outro, às associações de classe - tanto empresariais, como de trabalhadores, representar.
Em se tratando de condições de segurança e saúde, é essencial o comprometimento conjunto das duas vertentes sociais: capital e trabalho.
A eles há que aliar-se o Poder Público, criando regras compatíveis com a garantia da integridade física do trabalhador e a viabilidade financeira das empresas.
O inimaginável é que, pelo fato de que o atual contexto não atende a todas as
empresas, adote-se solução simplista, qual seja a de desmontar uma estrutura que, se não é a ideal, é a melhor possível no que se refere ao atendimento aos objetivos prevencionistas .
Se existem segmentos empresariais que não se encontram contemplados na atual legislação e que, portanto , não dispõem de Serviços próprios, poder-se-iam admitir para estes , Serviços de caráter multi-empresarial, organizados por áreas geográficas e/ou atividades congêneres, constituídos por profissionais vinculados a esses segmentos ou a associações que os articule , garantindo a integração dos profissionais com os trabalhadores, única forma lógica para o sucesso da prevenção de acidentes.
Aqueles segmentos, no entanto, que por força da legislação vigente , já possuem
Serviços próprios em função do grau de risco e do número de trabalhadores, devem ser mantidos assim como se encontram, face aos resultados positivos já alcançados.
A nosso ver, solução a seguir indicada representa o equilíbrio entre o real e o ideal:
"Ampliar o atendimento às áreas ainda não atingidas sem afetar aquelas onde o
atendimento já vem sendo adequadamente feito."
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Trabalho em um Hospital de pesquisas e recebo em grande quantidade embalagens de gelox de vários tipos; Já tentei doar a instituições de saúde em época de vacinação, e não consegui.Temo que a matéria utilizada, o gel, não seja conveniente desprezar sem um devido cuidado e/ou tratamento isso sem falar no plástico que na maioria das vezes é extremamente duro e visto como material de reciclagem porém em contato com este gel ele é realmente reciclavel. O que fazer alguem tem experência sobre o tema ?
Se alguém quizer a doação está de pé ?
Mensagem encaminhada pela colega Márcia
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