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Assuntos diversos nfecção por micobactérias - Videocirurgias
Mensagem encaminhada na LISAS = Lista de Adversidades em Saúde
http://lisas.anvisa.gov.br
De: ProMED-PORT
Fonte: Gazeta Online [31.08.2007]
http://gazetaonline.globo.com/noticias/minutoaminuto/local/local_ materia.php?cd_matia=347871&cd_site=843
Contaminação por micobactéria atinge 94 pessoas e Saúde já admite epidemia no Espírito Santo
Já chega a 94 o número de casos suspeitos de infecção por micobactéria em pacientes submetidos a videocirurgias no Espírito Santo. A quantidade de casos confirmados, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), já chega a 52.
A situação é tão preocupante que o governo criou um Comitê Técnico para resolver a epidemia. Na manhã desta sexta-feira [31/08/2007] foi realizada a segunda [2ª] reunião.
O diretor do Centro de Referência do Hospital das Clínicas, o pneumologista Valdério Dettoni, que participou da reunião afirmou que várias medidas já foram tomadas. "Nós
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já recebemos uma partida de medicamentos, estamos discutindo a questão do fluxo de informações, coletas de materiais para exames, como deve ser feito o encaminhamento de pacientes e agilizando o atendimento dos doentes. Além disso, estamos tomando medidas no que diz respeito à esterilização dos materiais cirúrgicos".
Os casos de micobactéria ocorrem principalmente em videocirurgias, como a de redução de estômago, cirurgia na vesícula e artroscopias.
O pneumologista admitiu que o problema já deixou de ser um surto e virou uma epidemia. "Como já aconteceu em vários lugares do Brasil está adquirindo uma característica de epidemia. Mas é uma epidemia diferente já que não é uma doença que se transmite de uma pessoa para outra. O que aconteceu foi uma contaminação de equipamentos e por meio desses é que tudo isso começou."
Como problemas ocasionados por cirurgias podem surgir até um [01] ano depois da intervenção, o número de casos ainda pode crescer muito.
O comitê preferiu não divulgar quais hospitais estão infectados com a micobactéria, mas Dettoni afirmou que nenhum centro está imune ao problema.
O pneumologista disse ainda que todas as medidas estão sendo tomadas e espera que o problema seja contornado no menor espaço de tempo possível.
A principal fonte de contaminação por micobactéria são os instrumentos cirúrgicos com deficiência na esterilização. Uma [01] das novas regras de limpeza é a utilização do autoclave, uma forma de esterilizar o instrumento a partir do calor. Entretanto, há materiais que só podem ser esterilizados por meio de fórmulas químicas e é isso que está sendo adequado para garantir a segurança dos procedimentos.
Equipe Riscobiologico.org
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Doenças emergentes, alertas sanitários Infecção por micobactérias - Videocirurgias
Mensagem encaminhada na LISAS = Lista de Adversidades em Saúde
http://lisas.anvisa.gov.br
De: ProMED-PORT
Fonte: Gazeta Online [31.08.2007]
http://gazetaonline.globo.com/noticias/minutoaminuto/local/local_ materia.php?cd_matia=347871&cd_site=843
Contaminação por micobactéria atinge 94 pessoas e Saúde já admite epidemia no Espírito Santo
Já chega a 94 o número de casos suspeitos de infecção por micobactéria em pacientes submetidos a videocirurgias no Espírito Santo. A quantidade de casos confirmados, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), já chega a 52.
A situação é tão preocupante que o governo criou um Comitê Técnico para resolver a epidemia. Na manhã desta sexta-feira [31/08/2007] foi realizada a segunda [2ª] reunião.
O diretor do Centro de Referência do Hospital das Clínicas, o pneumologista Valdério Dettoni, que participou da reunião afirmou que várias medidas já foram tomadas. "Nós
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já recebemos uma partida de medicamentos, estamos discutindo a questão do fluxo de informações, coletas de materiais para exames, como deve ser feito o encaminhamento de pacientes e agilizando o atendimento dos doentes. Além disso, estamos tomando medidas no que diz respeito à esterilização dos materiais cirúrgicos".
Os casos de micobactéria ocorrem principalmente em videocirurgias, como a de redução de estômago, cirurgia na vesícula e artroscopias.
O pneumologista admitiu que o problema já deixou de ser um surto e virou uma epidemia. "Como já aconteceu em vários lugares do Brasil está adquirindo uma característica de epidemia. Mas é uma epidemia diferente já que não é uma doença que se transmite de uma pessoa para outra. O que aconteceu foi uma contaminação de equipamentos e por meio desses é que tudo isso começou."
Como problemas ocasionados por cirurgias podem surgir até um [01] ano depois da intervenção, o número de casos ainda pode crescer muito.
O comitê preferiu não divulgar quais hospitais estão infectados com a micobactéria, mas Dettoni afirmou que nenhum centro está imune ao problema.
O pneumologista disse ainda que todas as medidas estão sendo tomadas e espera que o problema seja contornado no menor espaço de tempo possível.
A principal fonte de contaminação por micobactéria são os instrumentos cirúrgicos com deficiência na esterilização. Uma [01] das novas regras de limpeza é a utilização do autoclave, uma forma de esterilizar o instrumento a partir do calor. Entretanto, há materiais que só podem ser esterilizados por meio de fórmulas químicas e é isso que está sendo adequado para garantir a segurança dos procedimentos.
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Odontologia Odontologia - Prevenção e Controle de Riscos
Anvisa divulga pesquisa sobre risco no serviço odontológico
Os resultados da pesquisa "Prevenção e controle de riscos nos serviços odontológicos" da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foram divulgados no 18º Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro (Ciorj.
De acordo com a pesquisa, 53.70% dos dentistas entrevistados que utilizam solução de glutaraldeído para a esterilização de artigos odontológicos declararam não respeitar o tempo mínimo (10 horas) necessário ao processo de esterilização, o que representa risco para o paciente. No último mês de janeiro, 389 profissionais responderam aos questionários da Anvisa, durante o 25º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (Ciosp).
"As informações levantadas evidenciam a existência de riscos associados à assistência odontológica e auxiliarão a
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Anvisa no direcionamento de ações regulatórias", afirma a gerente-geral de Tecnologia em Serviços de Saúde (GGTES) da Anvisa, Flávia Freitas.
Outros dados da pesquisa foram apresentados em banner fixado no estande da Anvisa no congresso do Rio de Janeiro (RJ) e podem ser conferidos no endereço:
http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/ organiza/prevencao_odonto.pdf?id=6207.
Equipe Riscobiologico.org
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Conceitos e condutas gerais Anatomia Patológica - Resistência ao formol
Amigos listeiros,
Estou realizando o levantamento de riscos em um Laboratório de Anatomia Patológica, gostaria de saber se alguém sabe da existência de alguma referência ou literatura que fale sobre agentes biológicos resistentes ao Formol.
Fábio Barbosa Miranda
Técnico de Segurança do Trabalho
Lavras - MG
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Legislação e normatizações Legislação - Estabilidade após acidentes com material biológico
Boa Tarde
Trabalho em um prestadora de serviços de higiene, e temos como clientes
vários hospitais.
Minha dúvida, é sobre o controle imunológico em colaboradores acidentados por
material biológico. A empresa pratica de "boa fé" a estabilidade do
colaborador durante o período da janela, porém isso as vezes gera problemas e
até sabemos de colaboradores que se perfuram (claro que c/material esteril)
para voltar a janela e não ser desligado.
Sei que não existe legislação que de estabilidade para essa situação, porém
gostaria de saber se alguem pratica essa politica e se passa por dificuldades
semelhantes?
Marcelo Arice / Curitiba
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Ingressei a pouco tempo na área da saúde, e por isso tenho tido dificuldade para indicar assuntos interessantes relativo a área da patologia clinica para nossa proxima SIPAT. Quem poder me indique temas e até mesmo palestrantes na região de BH.
Desde já agradeço,
Juliana.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento do Hospital dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro promove em outubro de 2007 o segundo CURSO DE BIOSSEGURANÇA EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.
Destina-se a profissionais de nível superior e ocorrerá sempre às quartas-feiras, nos dias 03, 10, 17 e 31 de outubro e no dia 07 de novembro de 8h às 17h30. A carga horária é de quarenta horas.
Tópicos:
Fundamentos de Biossegurança: Conceituação, histórico, legislação.
Conceito de Risco: Tipos de risco, Mapa de Risco; VISA
Risco biológico e níveis de contenção.
Percepção e avaliação de risco em Laboratório.
Gerenciamento de Resíduos Hospitalares.
Biossegurança Hospitalar face às doenças infecciosas. Tipos de precaução.
Proteção contra doenças de transmissão respiratória.
Proteção contra doenças transmitidas por líquidos biológicos (HIV, HBV, HCV)
Acidentes
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com material biológico.
Imunizações em profissionais de saúde
Qualidade em Biossegurança Hospitalar
Dimensões Psicossociais da Biossegurança em Hospital
Vigilância em Saúde do Trabalhador no ambiente hospitalar.
Será fornecido certificado (baseado em frequência e avaliação).
Informações e inscrições:
Centro de Estudos e Aperfeiçoamento do HSE, rua Sacadura Cabral 178, prédio dos Ambulatórios, 5 andar.
Tel. 2253-6462 (direto) com Denise ou Alex das 8 às 16h, dias úteis.
Taxa de inscrição: R$ 70,00.
Número de vagas: 40 (quarenta).
Jacqueline Menezes
Médica infectologista
Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias
Hospital dos Servidores do Estado
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Riscobiologico.org - http://www.riscobiologico.org
Para mandar uma mensagem, envie-a para listadediscussao@riscobiologico.org.
Lista de mensagens recebidas:
http://www.riscobiologico.org/interativo/lista/listaprincipal.asp.
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Áreas de apoio Lavanderia - Acondicionamento de roupas
Gostaria de saber se existe alguma legislação especifica sobre acondicionar roupas sujas que irão para uma lavanderia, pois o nosso serviço é terceirizado. Solicitei aquisição de sacos plásticos resistentes em cores diferentes da utilizada atualmente (branco leitoso - para residuos), mas fui informado que irão implantar sacos de tecidos para hamper.
Antonio Carlos
Técnico de Segurança do Trabalho
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Venho buscar junto ao grupo opiniões sobre a incidência de Pseudomonas
Multirreistente (ou, melhor dizendo, ultra resistentes), sensível somente a
Polimixina B, especialmente num cenário de um Centro de tratamento de
Queimados.
Gostaria de saber o que existe de experiência em situações de prevalência de
Microorganismos Multirresistentes, uso de balneoterapia, curativos
industrializados em queimados.
Posso dizer que num CTQ com 20 leitos, 2 para cuidados intensivos, existe
uma situação de alta prevalência de M.O com padrão de multirresistência
(MRSA, gram negativos ESBL, psendomonas MR) variando entre 50 a 60%. Os
pacientes apresentam
também um período de internação prolongado, e o tratamento é baseado em
salas de curativos, bloco cirúrgico de queimados e balneoterapia.
Utiliza-se uma gama de opções para
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curativos, desde a sulfadiazina de prata,
dersane, como também os curativos industrializados como placas de alginato
de cálcio com prata.
Existe por nosso parte (CCIH) um indicativo de que os pacientes com
colonização para germes multirresistenstes não sejam encaminhados para
balneoterapia, embora a cultura da maca de banho ser negativa. Não incluímos
nesse padrão os casos de MRSA, pois já o consideramos como flora endêmica.
Os curativos com sulfadiazina devem ser direcionados apenas nas primeiras
fases do tratamento (entrada, de 72 a 96 horas), sendo, contudo,
contra-indicado na presença de secreções. A equipe responsável pelo setor
nos passou que as placas de alginato de cálcio não tem representado muita
resolutibilidade, o que nos surpreendeu.
Perguntas: Como está a prevalência de MRs nos CTQs?
Qual é aexperiência da Equipe com BalneoterapiaX Multirresistentes?
Quais os produtos mais indicatos HOJE EM DIA para o tratamento dessas
feridas?
Qual é a média do tempo de internação desses pacientes em um CTQ?
Obrigado antecipadamente
Fernando Molento
Prevenção e Controle de infecções Hospitalares e Gerenciamento de Resíduos
Belém-PA
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