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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - SP
Resíduos de Serviços de Saúde: decisão judicial restabelece regras
A 12ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo restabeleceu os efeitos da Resolução nº 358/2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), especialmente no que diz respeito ao anexo 1 da norma (classificação dos resíduos de serviços de saúde). Também reafirmou o disposto na Resolução RDC nº 306/2004 da Anvisa, sobre o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.
A sentença responde ao pedido de tutela antecipada interposto pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisa e Análises Clínicas do Estado de São Paulo (SINDHOSP) contra a Resolução 33/2005 da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA). O sindicato argumentou que a norma da
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SMA impôs ônus mais pesado para os prestadores de serviços de saúde de São Paulo, em comparação às regras que devem ser seguidas pelas demais unidades da federação.
Entenda o caso
Em 17/11/2005, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo editou a Resolução 33, determinando novos procedimentos para o gerenciamento e o licenciamento de resíduos de serviços de saúde do estado, em desacordo com as resoluções 306/2004 da Anvisa e 358/2005 do Conama. O SINDHOSP ingressou com medida judicial contra a resolução da SMA, requerendo sua suspensão, até o julgamento final do processo.
No dia 24/2, foi deferido o pedido de tutela antecipada para suspender os efeitos do artigo 2º e do anexo I da Resolução SMA 33/2005, assegurando aos associados do SINDHOSP (exclusivamente) a obrigatoriedade de cumprir apenas as resoluções da Anvisa e do Conama.
Segundo a sentença, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo extrapolou os limites de sua competência ao criar novos critérios de classificação de resíduos, contrariando o disposto nas resoluções da Anvisa e do Conama. Leia a íntegra da sentença http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2007/290307_sentenca.pdf.
Assessoria de Imprensa ANVISA
Equipe Riscobiologico.org
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Caros colegas listeiros
Gostaria de saber se algum de vocês conhece algum método não-letal de se espantar pombos. Comecei a trabalhar numa Unidade de Saúde da Família, aonde os pombos entram dentro de consultórios, sala de enfermagem e recepção.
Agradeço antecipadamente!
CINTHIA MENDES RODRIGUES
ENFERMEIRA
(16) 97747892
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Em nossa instituição temos um setor de fracionamento de medicamentos onde são utilizadas máquinas seladoras, o processo é o seguinte: fraciona-se todo o medicamento, liquido ou solido, logo após vem a selagem, o plástico utilizado é o comum ( sacos transparente ou com coloração), este processo é realizado diariamente num período de 8 horas de trabalho, digamos que seja 4 horas de selagem. os funcionários trabalham paramentados, utilizam mascaras tipo cirúrgicas, a nossa preocupação a este respeito é com a saúde dos trabalhadores expostos a estes gases. O que queremos é descobrir qual produto a ser monitorado, comparar o LT da NR-15 e tomarmos as medidas necessárias quanto a integridade física dos trabalhadores envolvidos no processo.
quero agradecer a vossa
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atenção dispensada sobre este assunto.
Saudações
J. Carlos
TST
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Doenças emergentes, alertas sanitários Infecções por micobactérias x Cirurgias
Mensagem enviada pela colega Corina
REPASSANDO...
Amigos:
Ontem houve um simpósio sobre micobacterioses iatrogênicas após cirurgia
videolaparoscópica no CBC/RJ. As informações que vieram de lá são muito
importantes e impressionantes (assustadoras!), e vou tentar sintetizar
para vocês: Desculpem o e-mail longo, mas é prioridade. Por favor,
divulguem para suas listas de cirurgiões e enfermeiros.
1. Infecções do sítio operatório (ISO) por micobactérias de crescimento
rápido (MCR) estão sendo registradas ultimamente, ligadas principalmente
à cirurgia videolaparoscópica (CVL), plástica (essencialmente inserção
de próteses de mama e lipoaspiração). No RJ está ocorrendo um surto, com
156 casos notificados desde março de 2006 (o surto foi verificado desde
novembro 2006), originários de 22 hospitais (públicos e privados) em 5
municípios e médicos diferentes, a
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maioria em pacientes de
colecistectomia (mas incluindo outros casos, inclusive artroscopias).
Este surto já tem medidas de controle (controladas pela SES e MS), com
notificação obrigatória (ficha padrão), diagnóstico específico
referenciado a laboratórios (Noel Nuttels) e financiamentos
governamentais e tratamento distribuído em unidades referenciadas (HUAP,
HUCFF, HUGG, HSE-DIP, IPEC-FIOCRUZ (para o IFF), HUPE, Hélio Fraga). Não
foram relatados casos pediátricos até o momento.
2. Estas bactérias (3 tipos até o momento: M abscessus, o principal tipo
no surto, M chelonae, M fortuitum) são ubíquas, vivem na água (formam
biofilme em encanamentos) e são extremamente resistentes (sobrevivem até
em água destilada e concentrações baixas de cloro), mas não resistem ao
calor (> 30 oC). Vivem na violeta de genciana, e já houve surtos em
cirurgia plástica (nos EUA) desta fonte (precisamos tomar cuidado com as
marcações nas hipospádias!). Houve tb um surto nos EUA em que a fonte
era o óleo lubrificante usado em instrumentos de CVL e um surto (mal
estudado) no Pará com cerca de 300 casos, em 2004, todos após CVL.
3. O QC tem latência grande (de 2-8 semanas até > 1 a Pop), com eritema
e drenagem serosa a partir da ferida, dor local, febre baixa ou ausente,
evolução para induração/ granulomas palpáveis/ violáceos e fístulas
espontâneas. Não responde a antibióticos comuns e drenagem.
4.O diagnóstico é feito por biópsia (= granulomas), baciloscopia e
cultura (a cultura leva 5-7d, não é como tuberculose, e deve ser feita a
partir da peça de biópsia colocada em soro fisiológico), e a espécie da
bactéria é identificada por técnicas de biologia molecular. O TSA é
difícil tecnicamente, e é funcamental testar as MIC.
5. Glutaraldeído não basta para livrar os instrumentos deste grupo de
bactérias. Há problemas com o tempo de exposição necessário (> 12 h),
concentração (ciluída pela inserção de objetos molhados) e contaminação
com matéria orgânica (especialmente biofilmes dentro das tubulações
longas dos objetos de CVL). Há casos de culturas (+) em glutaraldeído,
além de relatos de resistência e seleção de cepas! Ácido paracético é
mais aceitável para controle de micobactérias, com tempo de exposição de
1h, custo maior e incompatibilidade com alguns metais.
6. As recomendações de tratamento
O tratamento é controverso, pela falta de evidências de qualidade
disponíveis e porque as infecções pós operatórias devem ser consideradas
profundas (envolvendo além da pele e TCSC) e o principal agente do surto
é o M abscessus, multiresistente. O proposto pelo MS inclui dois
esquemas, fornecidos pelo governo (doses de adultos):
1. todo VO e ambulatorial: claritromicina (500 mg VO 12/12h) +
etambutol (1,2 g/d - 3 cp) + terizidona (500-750 mg/d, 2-3
cápsulas)(esta droga é importada). Duração do tto 6 meses (custo tto ~
R$ 4360)
2. todo VO/ IM ou EV: claritromicina (500 mg VO 12/12h) +
amicacina (1g IM 3x/semana por 3 meses) + terizidona (500-750 mg/d, 2-3
cápsulas)(esta droga é importada). Duração do tto 6 (custo tto ~ R$ 4150)
3. Monoterapia só pode ser admitida para casos de infecções
comprovadamente superficiais. Terapia para tuberculose NÃO é recomendada.
O tratamento cirúrgico (excisão ampla de todos os tecidos afetados -
drenagem e debridamento limitado não são suficientes), retirada de
próteses e corpos estranhos é bastante deformante, mas fundamental na
maioria dos pacientes.
Os pacientes de CVL devem ser sistematicamente monitorados pelas CCIHs
por um tempo longo após a cirurgia, para detecção de casos (latência
longa).
7. As recomendações para prevenção:
NÃO reprocessar material descartável (lembrar tb portaria ANVISA
R126, referente justamente a esses problemas). A sugestão é
substituí-los na medida do possível por material permanente, sempre que
houver problemas financeiros para substituir os descartáveis.
Artigos reaproveitáveis, por definição, precisam ser completamente
desmontáveis (todos os componentes) para limpeza.
NÃO há garantias de que as óticas autoclaváveis não sejam
prejudicadas pelo processo caso já tenham sido expostas a desinfecção
química anteriormente. A sugestão é consultar os fabricantes.
NÃO usar gelo não estéril ou água corrente em cirurgias.
NÃO usar água corrente para lavar feridas abertas.
A limpeza (= remoção rigorosa de material orgânico e biofilme) é
essencial (a presença de material orgânico impede a esterilização, mesmo
em autoclave), e não pode ser obtida pelos meios habituais (limpeza
manual), especialmente em tubulações longas (foram feitas demonstrções).
Foi sugerido que as lavadoras ultra-sônicas devam ser usadas pelas
centrais de material para este fim.
Material de CVL deve necessariamente esterilizado, preferencialmente
em autoclave (esterilização rápida emergencial ´flash´ - statim - não
pode ser substitutivo rotineiro!). Desinfecção de alto nível NÃO serve,
sendo no momento aceita apenas para óticas não autoclaváveis.
8. Os problemas de custos e modificações na logística hospitalar foram
amplamente discutidos.
Lisieux
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Infecção pelo HIV/AIDS HIV/AIDS - Exposições cutâneas
Existe possibilidade de transmissão de HIV através de sangue coagulado, por
exemplo paciente HIV internado e após exame vêem-se manchas de sangue no
lençol. Ou ao dar a mão para paciente vê-se que está com sangue coagulado na mão ( como se tivesse se coçado e sujou o dedo de sangue). O que fazer
nestas situações; usar luva sempre que for ter contato com pacientes HIV
internados ( o que não se faz de rotina)? Como garantir a integridade da
pele das mãos na qual se pode ter machucados microscópicos em cutículas?
Mensagem encaminhada pela colega Maria
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Legislação e normatizações Legislação - Área de Descanso para Enfermagem
Caros,
Existe algo (lei, decreto, norma...) que torne obrigatório um local de descanso para os Auxiliares de enfermagem e Enfermeiros de palntão noturno? ou algo independente do turno de trabalho.
Atenciosamente,
Bruna Flor
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - MG
8º Simpósio de Prevenção e Controle da Infecção Hospitalar
17 a 19 de maio
Minascentro, Belo Horizonte/MG
Informações e inscrições no site:
www.suporteeventos.com.br/ccih
Programa:
17/05/2007 - Quinta-feira
PROGRAMAÇÃO DO CURSO PRÉ-SIMPÓSIO (14 - 18HS)
Local: Escola de Enfermagem UFMG
Data: 17/05/2007
Rua Alfredo Balena, 190 - Bairro Santa Efigênia - Belo Horizonte - MG
Curso 1 - Desinfecção e Esterilização
Local: Anfiteatro Laís Neto
Fernando Bustamante / SP
Ivone Coutinho Mussel / MG
Curso 2 - Laboratório de Microbiologia no Controle da Infecção Hospitalar
Local: Anfiteatro Roseni
Guilherme Birchal Collares / MG
Lucienne França Reis Paiva / MG
/ MG
Conferência: Gerenciamento de Risco, Situação Atual e Diretrizes
Cláudio Maierovitch Pessanha Henriques / DF
21h30 - Coquetel
18/05/2007 - Sexta-feira
7h15 Entrega do material
8h00 - 9h00 Conferência:
Sistema Integrado de Vigilância Epidemiológica para Instituições de Saúde
-Antônio Tadeu Fernandes / SP
Coordenação : Wanessa Trindade Clemente / MG
9h00 - 9h30 Visita aos Stands
9h30 -10h30 Conferência:
Controle de Infecção Hospitalar no Ambiente: água, ar e superfície
-Maria Clara Padoveze / SP
Coordenação: Nelma de Jesus Braz / MG
10h30 -11h45
Mesa redonda:
Processamento de Artigos Hospitalares
::Critérios de Avaliação de Riscos no Reprocessamento de Artigos
- Kazuko Uchikawa Graziano / SP
::Validação de Processos de Esterilização
-Gerson Roberto Luqueta / SP
Coordenação: Martinha Regina de Oliveira / MG
11h45 -13h15 Intervalo
12h00 -13h00 Simpósio Satélite
13h15 -14h30 Mesa Redonda :
Uso racional de antimicrobianos: Como fazer ?
::Importância, Diretrizes, Ferramentas, Impacto e Adesão aos Protocolos
Cláudia Murta / MG
::Auditoria Informatizada - Avaliação de Consumo de Antimicrobianos (DDD) e correlação com o Perfil de Resistência.
Antônio Tadeu Fernandes / SP
::Estratégias de Tratamento de Bactérias Multidroga Resistentes
Tereza Cristina Teixeira Sukiennik / RS
Coordenação: Francelli Aparecida Cordeiro Neves / MG
14h30 -15h40 Mesa Redonda:
Laboratório de Microbiologia no Controle da Infecção Hospitalar
:: Coleta de Material Microbiológico: Aceitabilidade e Representatividade
José Carlos Serufo / MG
:: Controle Interno da Qualidade: Validação do Resultado
Luciana Di Gouveia Viana / MG
::Certificação e Acreditação de Laboratório Clínico
Luisane Vieira / MG
Coordenação: Lucienne França Reis Paiva / MG
15h40 -16h00 Visita aos Stands
16h00 -16h50 Conferência :
Indicadores de Processo e de Resultado na Prevenção e no controle da Infecção nos Serviços de Saúde
Crésio Romeu Pereira / SP
Coordenação: Adriana Cristina de Oliveira / MG
16h50 -18h00 Mesa redonda:
Hemovigilância: Eventos Adversos e Medidas de Prevenção
:: Investigação de Surto
Fernanda Fuscaldi Almeida / MG
::Prevenção e Detecção de Eventos Adversos em Hemoterapia
Marcelo de Lima Souza / MG
Coordenação: Guilherme Augusto Armond / MG
18h00 -18h30 Conferência :
Importância da NR 32 no Gerenciamento do Risco
Edgardo José Duarte Sequéira / MG
Coordenação: Geraldo Primo / MG
19/05/2007 - Sábado
8h00 - 9h30 Mesa redonda:
Resistência Microbiana
:: Identificação de Resistência: Antibiograma, MIC e Detecção Molecular
Guilherme Birchal Collares / MG
:: Marcadores e Análise do Perfil de Resistência de Microrganismos de Instituições Hospitalares
Ianick Souto Martins / RJ
:: Rede Nacional de Monitoramento da Resistência Microbiana
Leandro Queiroz Santi / DF
Coordenação: Stella Sala Soares Lima / MG
9h30 - 10h00 Visita aos Stands
10h00 - 11h45 Controle e Notificação de Doenças Emergentes e Reemergentes
:: Tuberculose
Bruno Horta Andrade / MG
:: Varicela / Rubéola
Andréa Luchesi / MG
:: Gripe Aviária
Edgardo José Duarte Sequéira / MG
Coordenação: Ana Lúcia Nogueira Diniz / MG
12h00 Encerramento
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
Prezados Colegas,
A Universidade do Grande Rio - UNIGRANRIO, gostaria de informar a todos a realização do Curso de Extensão: Gerenciamento de Resíduos de Saúde e Biossegurança: Seus Impactos no Meio Ambiente.
Seguem abaixo as informações sobre o evento.
Atenciosamente,
Prof. Rogério Alves
Comisão de Biossegurança da UNIGRANRIO
Prof. Ludimar Corrêa de Oliveira
Comissão de Resíduos de Saúde da UNIGRANRIO
Gerenciamento de Resíduos de Saúde e Biossegurança: Seus Impactos no Meio Ambiente
Data: 12 de maio de 2007 (Sábado)
Horário: 8:00 às 17:00
Local: Auditório " Prof. Dr. Wilson Chagas de Araújo"
Rua Prof. José de Souza Herdy, 1160 - Bairro 25 de Agosto - Duque de Caxias - RJ
Investimento: R$ 25,00 - Vagas Limitadas
Informações e Inscrições Online:
www.unigranrio.com.br/biosseguranca
www.unigranrio.com.br/residuos
Informações Adicionais:
Tel: (21) 2672-7751
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso
O Projeto TSPV acaba de lançar o 1º Curso On-line de Higiene e Saúde em Serviços de Saúde, com foco na NR 32, e de autoria de enfermeira e especialista em controle de infecção hospitalar, Silvana Torres. Essa é uma forma que o Projeto encontrou de democratizar o ensino, uma vez que recebemos uma forte demanda por esses cursos em outros estados do país. Para ter acesso ao curso, o profissional interessado deve acessar o site www.nosbusiness.com.br fazer a inscrição e pagar uma taxa de apenas R$ 69,00. O curso ficará no ar por tempo indeterminado, sendo que o aluno que adquirir o curso terá um prazo de 60 dias para finalizar os estudos. O curso tem uma carga horário de
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20 horas e é totalmente interativo. No curso o aluno terá além da aula virtual, um vasto e rico material de apoio para download, entre outras coisas.
Informações: www.nosbusiness.com.br ou (11)4612-9448.
Mensagem encaminhada pela colega Sabrina
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Degermação das mãos - Escovas
Boa tarde colegas listeiros,
Estou com uma dúvida em relação à escova/esponjas para degermação das mãos.
Bem o caso é que foi feito um edital para aquisição deste material e em sua especificação descreveram como material estéril e uma firma entrou com recurso afirmando que não há no mercado este material estéril, porém fiu verificar e existe , não apenas uma , mas de vários fabricantes.
A minha dúvida é se realmente estas escovas/esponjas necessitam ser estéreis? Consta no edital escova embebida em solução anti-séptica e sem solução enti-séptica?
Segundo informações dos fabricantes, existem as duas, sendo que obviamente, a não estéril é mais barata.
Visando não onerar a compra desnecessariamente, solicito algum esclarecimento, caso saibam.
Desde já, obrigada.
Ariany/SES/DF
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