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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - MT
Prezados Colegas do Risco Biológico
Estarei em Cuiabá no próximo dia 14 ministrando a palestra Biossegurança em Odontologia.
GRATUITO- inscrições ABO CUIABÁ 65-3623-9897 - Haverá também sorteio de brindes fornecidos pela Dental Centroeste- (65)3614-2100
Material Fornecido Certificado de participação, Manual de Biossegurança (105 p), pasta e caneta
Programa do curso:
" Conceitos em Biossegurança "
" Processo de limpeza, embalagem, esterilização, monitorização química e biológica no processo de esterilização em autoclaves."
" Medidas de Prevenção para evitar a transmissão de doenças entre pacientes e profissionais (EPI; Desinfecção; Barreiras; Esterilização)"
" Controle de Infecção Cruzada e Principais doenças transmissíveis"
" Padronização e Rotinas: Dicas práticas para facilitar o dia a dia no consultório"
" Legislação e Exigências da ANVISA: Adequação do consultório à legislação vigente
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(Instalações físicas e Equipamentos)"
Aguardo o pessoal de Cuiabá.
Abraços
Liliana Junqueira de P. Donatelli
Bióloga CRB 18469/01-D
Mestre em Saúde Coletiva -Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP
Consultora de Biossegurança em Saúde Cristófoli
Tel- 14-3224-1003 cel. 14-9771-5273
E-mail liliandonatelli@uol.com.br
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Áreas de apoio Higienização / Limpeza de serviços de saúde
Olá colegas da lista, através deste venho solicitar sua ajuda no que diz respeito aos ultimos lancamentos de produtos que saõ utilizados na higienização hospitalar. Sou biologa especialista em CCIH a um ano, porém não trabalho em hospital, mas recentimente fui convidada a trabalhar em um grande hospital com coordenadora de Higienização e Limpeza incluindo a Lavanderia, por isso peço sua ajuda em informar os produtos mais utilizados ha higienização das enfermarias, UTIs, Centro Cirúrgico, Corredores, Banheiros, Lavanderia e etc.... e como utilizarmos.
Grata por vossa colaboração, agradeço deste já.
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Um abraço Fernanda Pinheiro.
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico e educativo - Biossegurança
Prezados colegas,
Parabenizo a todos pelas informações importantíssimas que são abordadas aqui.
Sou supervisora de um laboratório de análises clínicas em Salvador e implantei o PGRSS aqui e estou precisando dar um treinamento de Biossegurança. Gostaria de saber se vocês tem informações atualizadas ou se sabem aonde posso conseguir este material.
Também gostaria de saber qual a situação dos resíduos em suas cidades. Aqui em Salvador a prefeitura terceirizou o serviço de recolhimento do resíduos biológico, mas não abrange todos os serviços de saúde.
Atenciosamente,
Maria Helena
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
2ª Jornada de Saúde Ocupacional em Hospitais e Demais Serviços de Saúde
Dia 14 de junho de 2007
Hotel Holiday Inn Parque Anhembi em São Paulo
Faz parte dos eventos que acontecerão durante a Hospitalar - Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Clínicas e Consultórios, considerado o maior evento especializado da América Latina.
A promoção dessa Jornada é da Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde - FENAESS, Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo- FEHOESP e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo - SINDHOSP e realização do Centro Brasileiro de Segurança e Saúde Industrial - CBSSI.
O tema dessa 2ª Jornada é Insalubridade em Hospitais e Demais
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Serviços de Saúde. As palestras e apresentações são imperdíveis.
Maiores informações no site - http://www.cbssi.com.br ou no tel 0800 10 9494.
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Encaminhamos os links de dois artigos recentemente publicados no periódico The Journal of Infectious Diseases sobre a transmissão entre pacientes do vírus da hepatite B após cirurgias orais ambulatoriais.
Patient-to-Patient Transmission of Hepatitis B Virus Associated with Oral Surgery http://www.journals.uchicago.edu/cgi-bin/resolve?JID36695PDF
Editorial - Transmission of Hepatitis B in the Health Care Setting: The Elephant in the Room ... or the Mouse?
http://www.journals.uchicago.edu/cgi-bin/resolve?JID37128PDF
Agradecemos o alerta dos artigos encaminhado pela colega Jacqueline.
Equipe Riscobiologico.org
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
10º Curso de Atualização em Biossegurança Hospitalar
As inscrições para o 10º Curso de Atualização em Biossegurança Hospitalar já estão abertas. O curso que conta com carga horária total de 36 horas, acontecerá nos dias 11, 14, 18 e 25 de maio, das 9h às 18h, no Anfiteatro A do Centro de Estudos Olinto de Oliveira (CEOO), no Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). No ato da inscrição, será preciso apresentar a cópia do certificado de conclusão de curso superior. Outras informações: 2554-1714 ou 2553-6504 ou cestudos@iff.fiocruz.br .
Corpo Docente:
Hamilton Coelho - IFF/ Fiocruz
Franz Reis Novak - IFF/ Fiocruz
Kátia Liberato - IFF/ Fiocruz
Ana Cecília Pedrosa de Azevedo - Fiocruz / Vigilância Sanitária/ RJ
Hermann Schatzmayr - Fiocruz
João Aprígio Guerra de Almeida - IFF/ Fiocruz
Silvio
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Valle - Fiocruz
Marguerita Abdalla - Vigilância Sanitária/ RJ
Luiz Guilherme Pessoa da Silva - IFF/ Fiocruz- Pro-Matre
Marco Antônio F. da Costa - Fiocruz
Paulo Roberto Carvalho - Fiocruz
Tenente-Coronel Médico Túlio Fonseca Chebli - Exército Brasileiro
Temas abordados:
Exposição ocupacional ao raio X
Manuseio de perfurocortante
Uso abusivo de degermantes
Qualidade e biossegurança
Equipamentos de proteção individual
Doenças emergentes e reemergentes
Gerenciamento de resíduos
Obstetrícia biossegura
Biossegurança no banco de leite humano
Responsabilidade civil, criminal e ética do profissional de Saúde
Doenças ocupacionais por patógenos sanguíneos
Riscologia química
Príons
Coordenadores:
Hamilton Coelho - IFF/ Fiocruz
Silvio Valle - Fiocruz
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - SP
Resíduos de Serviços de Saúde: decisão judicial restabelece regras
A 12ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo restabeleceu os efeitos da Resolução nº 358/2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), especialmente no que diz respeito ao anexo 1 da norma (classificação dos resíduos de serviços de saúde). Também reafirmou o disposto na Resolução RDC nº 306/2004 da Anvisa, sobre o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.
A sentença responde ao pedido de tutela antecipada interposto pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisa e Análises Clínicas do Estado de São Paulo (SINDHOSP) contra a Resolução 33/2005 da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA). O sindicato argumentou que a norma da
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SMA impôs ônus mais pesado para os prestadores de serviços de saúde de São Paulo, em comparação às regras que devem ser seguidas pelas demais unidades da federação.
Entenda o caso
Em 17/11/2005, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo editou a Resolução 33, determinando novos procedimentos para o gerenciamento e o licenciamento de resíduos de serviços de saúde do estado, em desacordo com as resoluções 306/2004 da Anvisa e 358/2005 do Conama. O SINDHOSP ingressou com medida judicial contra a resolução da SMA, requerendo sua suspensão, até o julgamento final do processo.
No dia 24/2, foi deferido o pedido de tutela antecipada para suspender os efeitos do artigo 2º e do anexo I da Resolução SMA 33/2005, assegurando aos associados do SINDHOSP (exclusivamente) a obrigatoriedade de cumprir apenas as resoluções da Anvisa e do Conama.
Segundo a sentença, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo extrapolou os limites de sua competência ao criar novos critérios de classificação de resíduos, contrariando o disposto nas resoluções da Anvisa e do Conama. Leia a íntegra da sentença http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2007/290307_sentenca.pdf.
Assessoria de Imprensa ANVISA
Equipe Riscobiologico.org
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Caros colegas listeiros
Gostaria de saber se algum de vocês conhece algum método não-letal de se espantar pombos. Comecei a trabalhar numa Unidade de Saúde da Família, aonde os pombos entram dentro de consultórios, sala de enfermagem e recepção.
Agradeço antecipadamente!
CINTHIA MENDES RODRIGUES
ENFERMEIRA
(16) 97747892
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Em nossa instituição temos um setor de fracionamento de medicamentos onde são utilizadas máquinas seladoras, o processo é o seguinte: fraciona-se todo o medicamento, liquido ou solido, logo após vem a selagem, o plástico utilizado é o comum ( sacos transparente ou com coloração), este processo é realizado diariamente num período de 8 horas de trabalho, digamos que seja 4 horas de selagem. os funcionários trabalham paramentados, utilizam mascaras tipo cirúrgicas, a nossa preocupação a este respeito é com a saúde dos trabalhadores expostos a estes gases. O que queremos é descobrir qual produto a ser monitorado, comparar o LT da NR-15 e tomarmos as medidas necessárias quanto a integridade física dos trabalhadores envolvidos no processo.
quero agradecer a vossa
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atenção dispensada sobre este assunto.
Saudações
J. Carlos
TST
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Doenças emergentes, alertas sanitários Infecções por micobactérias x Cirurgias
Mensagem enviada pela colega Corina
REPASSANDO...
Amigos:
Ontem houve um simpósio sobre micobacterioses iatrogênicas após cirurgia
videolaparoscópica no CBC/RJ. As informações que vieram de lá são muito
importantes e impressionantes (assustadoras!), e vou tentar sintetizar
para vocês: Desculpem o e-mail longo, mas é prioridade. Por favor,
divulguem para suas listas de cirurgiões e enfermeiros.
1. Infecções do sítio operatório (ISO) por micobactérias de crescimento
rápido (MCR) estão sendo registradas ultimamente, ligadas principalmente
à cirurgia videolaparoscópica (CVL), plástica (essencialmente inserção
de próteses de mama e lipoaspiração). No RJ está ocorrendo um surto, com
156 casos notificados desde março de 2006 (o surto foi verificado desde
novembro 2006), originários de 22 hospitais (públicos e privados) em 5
municípios e médicos diferentes, a
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maioria em pacientes de
colecistectomia (mas incluindo outros casos, inclusive artroscopias).
Este surto já tem medidas de controle (controladas pela SES e MS), com
notificação obrigatória (ficha padrão), diagnóstico específico
referenciado a laboratórios (Noel Nuttels) e financiamentos
governamentais e tratamento distribuído em unidades referenciadas (HUAP,
HUCFF, HUGG, HSE-DIP, IPEC-FIOCRUZ (para o IFF), HUPE, Hélio Fraga). Não
foram relatados casos pediátricos até o momento.
2. Estas bactérias (3 tipos até o momento: M abscessus, o principal tipo
no surto, M chelonae, M fortuitum) são ubíquas, vivem na água (formam
biofilme em encanamentos) e são extremamente resistentes (sobrevivem até
em água destilada e concentrações baixas de cloro), mas não resistem ao
calor (> 30 oC). Vivem na violeta de genciana, e já houve surtos em
cirurgia plástica (nos EUA) desta fonte (precisamos tomar cuidado com as
marcações nas hipospádias!). Houve tb um surto nos EUA em que a fonte
era o óleo lubrificante usado em instrumentos de CVL e um surto (mal
estudado) no Pará com cerca de 300 casos, em 2004, todos após CVL.
3. O QC tem latência grande (de 2-8 semanas até > 1 a Pop), com eritema
e drenagem serosa a partir da ferida, dor local, febre baixa ou ausente,
evolução para induração/ granulomas palpáveis/ violáceos e fístulas
espontâneas. Não responde a antibióticos comuns e drenagem.
4.O diagnóstico é feito por biópsia (= granulomas), baciloscopia e
cultura (a cultura leva 5-7d, não é como tuberculose, e deve ser feita a
partir da peça de biópsia colocada em soro fisiológico), e a espécie da
bactéria é identificada por técnicas de biologia molecular. O TSA é
difícil tecnicamente, e é funcamental testar as MIC.
5. Glutaraldeído não basta para livrar os instrumentos deste grupo de
bactérias. Há problemas com o tempo de exposição necessário (> 12 h),
concentração (ciluída pela inserção de objetos molhados) e contaminação
com matéria orgânica (especialmente biofilmes dentro das tubulações
longas dos objetos de CVL). Há casos de culturas (+) em glutaraldeído,
além de relatos de resistência e seleção de cepas! Ácido paracético é
mais aceitável para controle de micobactérias, com tempo de exposição de
1h, custo maior e incompatibilidade com alguns metais.
6. As recomendações de tratamento
O tratamento é controverso, pela falta de evidências de qualidade
disponíveis e porque as infecções pós operatórias devem ser consideradas
profundas (envolvendo além da pele e TCSC) e o principal agente do surto
é o M abscessus, multiresistente. O proposto pelo MS inclui dois
esquemas, fornecidos pelo governo (doses de adultos):
1. todo VO e ambulatorial: claritromicina (500 mg VO 12/12h) +
etambutol (1,2 g/d - 3 cp) + terizidona (500-750 mg/d, 2-3
cápsulas)(esta droga é importada). Duração do tto 6 meses (custo tto ~
R$ 4360)
2. todo VO/ IM ou EV: claritromicina (500 mg VO 12/12h) +
amicacina (1g IM 3x/semana por 3 meses) + terizidona (500-750 mg/d, 2-3
cápsulas)(esta droga é importada). Duração do tto 6 (custo tto ~ R$ 4150)
3. Monoterapia só pode ser admitida para casos de infecções
comprovadamente superficiais. Terapia para tuberculose NÃO é recomendada.
O tratamento cirúrgico (excisão ampla de todos os tecidos afetados -
drenagem e debridamento limitado não são suficientes), retirada de
próteses e corpos estranhos é bastante deformante, mas fundamental na
maioria dos pacientes.
Os pacientes de CVL devem ser sistematicamente monitorados pelas CCIHs
por um tempo longo após a cirurgia, para detecção de casos (latência
longa).
7. As recomendações para prevenção:
NÃO reprocessar material descartável (lembrar tb portaria ANVISA
R126, referente justamente a esses problemas). A sugestão é
substituí-los na medida do possível por material permanente, sempre que
houver problemas financeiros para substituir os descartáveis.
Artigos reaproveitáveis, por definição, precisam ser completamente
desmontáveis (todos os componentes) para limpeza.
NÃO há garantias de que as óticas autoclaváveis não sejam
prejudicadas pelo processo caso já tenham sido expostas a desinfecção
química anteriormente. A sugestão é consultar os fabricantes.
NÃO usar gelo não estéril ou água corrente em cirurgias.
NÃO usar água corrente para lavar feridas abertas.
A limpeza (= remoção rigorosa de material orgânico e biofilme) é
essencial (a presença de material orgânico impede a esterilização, mesmo
em autoclave), e não pode ser obtida pelos meios habituais (limpeza
manual), especialmente em tubulações longas (foram feitas demonstrções).
Foi sugerido que as lavadoras ultra-sônicas devam ser usadas pelas
centrais de material para este fim.
Material de CVL deve necessariamente esterilizado, preferencialmente
em autoclave (esterilização rápida emergencial ´flash´ - statim - não
pode ser substitutivo rotineiro!). Desinfecção de alto nível NÃO serve,
sendo no momento aceita apenas para óticas não autoclaváveis.
8. Os problemas de custos e modificações na logística hospitalar foram
amplamente discutidos.
Lisieux
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