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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Guia de Doenças Ocupacionais
Boa Tardecolegas de lista
estou procurando o Guia de Doenças Ocupacionais que, segundo informações, vai servir de base para avaliações da NR 32. Vocês podem me ajudar a conseguir esse Guia?
abraços
Valter
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Legislação e normatizações Adicional de Insalubridade
Trabalho em um hospital federal, recebi insalubridade por 20 anos, me tiraram agora dizendo que pelo entendimento da legislação, só quem atende o público tem direito, pergunto:
O lugar, um arquivo fechado de prontuarios que rodam o hospital inteiro, sem ventilação, luminosidade e limpesa necessária, deixa de ser insalubre?
Estranho esse conceito, pois só se deixa pela própria legislação se tornar insalubre qdo a melhores de ambiente, o que acontece totalmente ao contrario neste local.
O perito não entrou no setor, só colocou insalubre para as pessoas que não entram em contato constante com o público.
Desde já agradeço algum esclarecimento,
Sarah
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Legislação e normatizações Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
Caros colegas,
Gostaria de receber um exemplo prático das fases do PPRA:
Antecipação, reconhecimento, avaliação e controle.
Ou seja, trabalho num laboratório de doenças infecciosas, como eu faria para antecipar os riscos, reconhecer avaliar e controlar os riscos presentes no laboratório.
Espero resposta,
Grato,
André Bruno.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Infectologista / MG
Boa tarde
Foi através de um colega de trabalho que consegui o endereço eletrônico do grupo.
Sou responsável pelo serviço de recrutamento e seleção da UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí em Pouso Alegre /MG e estou recrutando médico infectologista para o Hospital Escola que possuímos.
Os interessados devem encaminhar os seus currículos para seleção@univas.edu.br ou reginaldo@univas.edu.br.
O horário de trabalho é flexível devendo ser cumprido 20h semanais.
Agradeço e aguardo retorno
Reginaldo Marcos
Psicólogo do Departamento de Recursos Humanos
(35) 3449-2191
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - MG
Prezados colegas listeiros,
O Departamento de Vigilância Sanitária do Município de Juiz de Fora - MG estará promovendo no dia 21/03/2007, o 1° Simpósio sobre Prevenção e Controle de Riscos em Serviços de Atenção Materna e Neonatal. A inscrição é gratuita e a programação pode ser vista a seguir:
Data: 21 / março / 2007
Local:
Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora
Rua Braz Bernardino, nº 59 - Centro
Juiz de Fora - MG - CEP: 36.010.320
Inscrições: Departamento de Vigilância Sanitária, pessoalmente ou através do telefone (32) 3690.7472
Programação:
8:30 - Entrega de Material
9:00 - Abertura:
Prefeito Alberto Bejani
Maria Aparecida Soares - Secretária de Saúde, Saneamento e Desenvolvimento Ambiental SSSDA /JF
Dr José Geraldo - Sub-Secretário
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de Atenção Básica e Secundária SSSDA/JF
Vanessa L. Bejani - Superintendente da Associação Municipal de Apoio Comunitário - AMAC
Vicente de Paula - Presidente da Câmara Municipal
Fernando Farinelli - Presidente do Conselho Municipal de Saúde
José Laerte - Gerente da Regional de Saúde
Gilson Lopes - Coordenador da Vigilância Sanitária da GRS-JF
Maria Ângela da Paz -Assessora de Tecnologia em Serviços de Saúde -GGTES/ANVISA
Vera Maria Burnier Ganimi Filha - Chefe da Vigilância Sanitária Municipal
Sônia Maria Rodrigues -Chefe do Departamento de Epidemiologia
9:15- Programa de Prevenção e Controle de Riscos em Serviços de Atenção Materna e Neonatal
Drª Maria Ângela da Paz - Médica Ginecologista Assessora de Tecnologia em Serviços de Saúde -GGTES - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
10:10 - Café
10:30 - Qualidade do Pré Natal no Município de Juiz de Fora
Prof. Dr. Tadeu Coutinho - UFJF
11:15 - Panorama da Mortalidade Materna
Terezinha de Jesus Nascimento Martins Costa - Assistente Social do Comitê Municipal de Mortalidade Infantil de Juiz de Fora
13:30 - Panorama da Mortalidade Neonatal em Juiz de Fora
Maria da Consolação Magalhães - Enfermeira do Comitê Municipal de Mortalidade Infantil de Juiz de Fora
12:00 - Almoço
14:00 - Aleitamento Materno: Da biossegurança à Ecologia do Desenvolvimento Humano
Dr João Aprígio - Diretor da Rede Latino-Americana de Bancos de leite humano
15:30 - O uso do leite humano ordenhado é seguro?
Dr Franz Reis Novak - FIOCRUZ
16:30 - Café.
16:45 - Ações do Banco de Leite no município de Juiz de Fora.
Márcia MIshay - Coordenadora Executiva do Banco de Leite - AMAC /JF
17:10 - Projeto Arquitetônico do Banco de Leite conforme a legislação sanitária
Arquiteta Marta Mª Burnier Ganimi - Pesquisadora da UFRJ
17:30 - Mesa Redonda
18:00 - Encerramento.
Vera Maria Burnier Ganimi Filha - Chefe do Departamento de Vigilância Sanitária do Município de Juiz de Fora
O I° Simpósio sobre o Controle de Riscos em Serviços de Atenção Materna e Neonatal inicia as atividades de educação permanente no ano de 2007 do Departamento de Vigilância Sanitária/SSSDA da Prefeitura de Juiz de Fora.
O evento está voltado para profissionais da área da saúde lotado na rede pública e privada. Seu objetivo principal é contribuir com o Pacto Nacional para redução da Mortalidade Materna e Neonatal, através da difusão das ações de Vigilância Sanitária, que visam à prevenção, o controle dos riscos e a qualidade dos ambientes voltados à atenção materna e neonatal.
Denise Campos Pereira
Chefe da Seção de Farmácia e Bioquímica
Supervisão de Medicamentos e Congêneres
Departamento de Vigilância Sanitária
Tel.32 3690 7472 Fax.32 3216 8944
PREFEITURA DE JUIZ DE FORA
Visite o nosso site: www.pjf.mg.gov.
e-mail: smec.dvisa@pjf.mg.gov.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - RJ
Olá amigos de CIH RJ,
Repassando a reportagem juntamente c/ anexo, encaminhada pela Marisa Santos - Infecto do INCL e do Pró-Cardíaco.
Aproveito p/ informá-los que sobre esse comunicado, acontecerá um Seminário que merece a participação da maioria de nós.
Segue abaixo:
"Gestão de Resíduos Sólidos dos Estabelecimentos de Saúde do Município do Rio de Janeiro: Atualidades e perspectivas"
Data: 21/03/07
Horário: 09:00 às 12:30 hs
Local: Auditrório Fecomércio - Rua Marquês de Abrantes 99 / térreo - Flamengo
Realização: SINDHRIO - (21) 2579-2227 ou pelo e-mail sindhrio@sindhrio.org.br e Centro de Educação em Saúde do Senac Rio
Inscrição: GRATUITA via telefone ou email
PROGRAMAÇÃO:
9:00 - Abertura - Adriano Londres - Presidente do SINDHRIO
Painel 1:
9:15 - Segregação, Plano de gerenciamento
[ + ] Exibir tudo
e disposição final de resíduos de risco biológicos
Dr. Luis Carlos da Fonseca e Silva - ANVISA
9:40 - Alternativas de curto, médio e longo prazo para a disposição segura de resíduos de risco biológico no município do Rio de Janeiro
Dr. José Henrique Penido - COMLURB
10:05 - A visão da FEEMA sobre o momento atual no município do Rio de Janeiro
Dr. Ana Cristina Rangel Henney - FEEMA
10:30 - Coffee Break
10:50 - Debates: Buscando soluções para o Rio de Janeiro
Moderadora:
Gisele Couto - CES/SENAC
Participantes:
Dr. Luis Carlos da Fonseca e Silva - ANVISA
Dr. José Henrique Penido - COMLURB
Dra. Ana Cristina Rangel Henney - FEEMA
Sr. Adriano Londres - SINDHRIO
12:30 - Encerramento
Mensagem encaminhada pela colega Kátia
Rio de Janeiro, 16/03/2007
Prezado Associado,
A partir da notificação encaminhada pelo Ministério Público à Comlurb, determinando a interdição do Aterro Sanitário de Gramacho ao lixo hospitalar a partir do próximo dia 24, a Direção do SINDHRIO informa aos associados que tomou conhecimento desta decisão, extraoficialmente, na terça-feira.
Desde então, no que toca a Comunicação Institucional, passou a adotar uma postura pró-ativa junto à imprensa, com o intuito de fazer prevalecer, no noticiário, a preocupação da entidade quanto à questão, bem como o de induzir o Poder Público a apresentar uma alternativa factível à questionável proibição. Os primeiros resultados dessas ações já aparecem na imprensa de hoje, em especial no jornal O Globo. Durante o dia de hoje já temos agendado encontros com órgãos de imprensa. Para melhor entendimento sobre o tema em questão encaminhamos em anexo o release divulgado ontem.
Contudo, tais ações, que deverão ser mantidas nos próximos dias, não excluem outras providências. Estão em andamento as medidas administrativas cabíveis sendo que, caso não se chegue a um entendimento, rapidamente tomaremos medidas judiciais.
Atenciosamente,
Adriano Londres
Presidente - SINDHRIO
Promotora interdita Gramacho ao lixo hospitalar,
mas não diz aonde os hospitais devem colocá-lo
Notificação não aponta violação de normas da Anvisa
As 12 toneladas de lixo produzidas diariamente pela rede de hospitais privados do município do Rio de Janeiro poderão ficar sem destino a partir do próximo dia 24. O mesmo poderá acontecer, num prazo de três meses (12 de Junho), com mais 33 toneladas de lixo/dia, provenientes da rede pública. É o que determina notificação encaminhada pela promotora Ana Paula Petra, da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente, à Comlurb no dia 13 de março de 2007.
A medida - comunicada oficialmente pela Comlurb a todos os estabelecimentos de assistência à saúde através de publicação no Diário Oficial do Município - surpreendeu o setor, uma vez que a promotora não aponta alternativas para o despejo e também porque todos os procedimentos de segurança no manejo do lixo estão sendo rigorosamente observados pela rede privada. Esses procedimentos atendem integralmente ao disposto nas resoluções Anvisa 306/04 e CONAMA 358/05, que tratam do gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde. O cumprimento a estas normas é fiscalizado pela Agência de Vigilância Sanitária do Estado e à FEEMA, cabendo à Comlurb fiscalizar os procedimentos das empresas que efetuam a coleta do lixo.
"Além da falta de justificativas técnicas para uma medida tão radical, nociva à própria população, o que mais nos surpreende são a insensibilidade e a indiferença com as suas conseqüências. Sem o Aterro de Gramacho, o parque tecnológico do Rio de Janeiro é insuficiente para atender à demanda do mercado de disposição final de lixo infectante. Sendo assim, para onde será levado este lixo? E por que prazos diferentes para a rede pública e a rede particular? E qual a justificativa técnica, se não houve violação de qualquer norma?" questiona Adriano Londres, presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio de Janeiro (Sindhrio).
Porém, esta não é a pior conseqüência da Notificação do Ministério Público. O uso de outros destinos finais para o lixo infectante irá acarretar um acréscimo de mais de 100% no manuseio do lixo hospitalar. Por causa deste custo adicional, técnicos do setor apontam que as pequenas clínicas, ambulatórios e consultórios médico-dentários voltarão a jogar seu lixo infectante junto com o lixo domiciliar, provocando um retrocesso de 20 anos na gestão dos resíduos de serviços de saúde.
A preocupação do Sindhrio com o manejo do lixo tem sido constante, como comprovam a série de consultas que tem feito a órgãos públicos e a entidades especializadas, bem como os Seminários que tem promovido sobre o tema, como o da próxima terça-feira 21 ("Gestão de Resíduos Sólidos dos Estabelecimentos de Saúde do Município do Rio de Janeiro: Atualidades e Perspectivas"), a partir das 8h30, no auditório da Fecomércio (Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo).
O evento, programado desde o início do ano, contará a participação dos melhores especialistas da Anvisa, da Comlurb e do setor privado. Convidada a participar deste seminário, a Promotora Ana Paula Petra, através de sua assessoria, disse não poder participar do evento por estar com a agenda cheia.
Outros dois seminários sobre o mesmo tema foram realizados em 01 de fevereiro de 2002 ("Resíduos Hospitalares e Saúde Pública - entenda a questão") e em 02 de outubro de 2003 ("Resíduos de Serviços de Saúde - entendendo a questão"), sempre com o intuito de orientar as instituições de saúde a cumprir estritamente com as normas de segurança, o que vem ocorrendo, conforme tem atestado a própria Comlurb.
O assunto também foi tema de reportagem de capa do boletim bimensal da entidade ("Informe Sindhrio"), que circula para todos os associados e dirigentes do setor de saúde, nas edições de março-abril de 2004 e Janeiro-Fevereiro de 2007.
Ainda segundo Adriano, se a Promotora quisesse ajudar a solucionar o problema de destinação final do lixo hospitalar, antes de fechar a única instalação com capacidade de atender ao mercado, deveria apoiar os processos das unidades que se acham em fase de licenciamento ambiental, muitos dos quais se encontram parados sem qualquer motivo de ordem técnica.
Assessoria de Imprensa do Sindhrio:
Meta Consultoria e Comunicação Ltda.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Treinamentos NR-32:
29 e 30 de Março (quinta e sexta-feira)
Local: Auditório APS Associados
Endereço: Largo Padre Péricles, 145 - 17º andar - Perdizes - São Paulo
Telefone: 3666 1430
Site: www.apsbr.com.br
Curso promovido pela APS orienta estabelecimentos de saúde para normas obrigatórias
Treinamento para adequação à NR-32 previne acidentes, melhora o atendimento e prepara estabelecimentos para as inspeções
A APS está promovendo o Treinamento NR-32, curso desenvolvido para adequação à norma do Ministério do Trabalho que implementa medidas de proteção à segurança e à saúde dos profissionais e, consequentemente, dos pacientes de estabelecimentos de saúde. O curso é ministrado pelo coordenador de Biossegurança da APS Associados, o biólogo e pesquisador Fábio Assumpção, pós-graduado em Biologia (USP) e Biossegurança (Fiocruz). Fábio trabalhou nas UC Berkeley
[ + ] Exibir tudo
e UC San Francisco, onde fez parte da equipe recipiente de um Nobel em Medicina e Fisiologia. Especializado na área hospitalar pela FGV, foi convidado do grupo Tripartite junto ao MTE, para elaboração da NR-32.
Nas aulas são explanados planos de correção e prevenção de situações de risco, como acidentes físicos, químicos, biológicos e até radioativos. Por meio de slides, filmes e dinâmicas de grupo, são apresentados casos com resultados positivos de aplicação de medidas de segurança. "O curso é voltado para um público vasto: desde administradores, médicos, universitários, radiologistas e profissionais da área de saúde em geral, até engenheiros, técnicos de segurança e advogados", afirma o instrutor.
Consta, dentre as novas exigências da NR-32, que o funcionário deve ser informado dos riscos a que está sujeito, bem como os procedimentos em caso de acidentes no trabalho. A norma prevê ainda que nenhum trabalhador deve iniciar suas atividades sem o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs).
APS
De acordo com Alberto Pereira, diretor presidente da APS Associados, a nova norma preenche uma grande lacuna em termos de proteção ao trabalhador. Alberto acredita que a NR 32 trará uma mudança cultural que beneficiará também os empregadores. "Não investir em segurança e saúde do trabalhador pode ter um custo muito elevado. Acidentes comuns como picadas de agulha e deslocamento de pacientes podem acarretar em despesas entre U$ 300 a U$ 11.000", salienta.
Há 10 anos atuando em Assessoria Profissional de Sistemas, a APS Associados presta serviços de diagnósticos em SSMA, engenharia de segurança, saúde ocupacional, gestão de meio ambiente, implantação de sistemas de gestão (ISO 14001 e OHSAS 18001), além da promoção de cursos e treinamentos. A APS conta, atualmente, com 280 funcionários em oito estados brasileiros. Entre seus principais clientes estão Alcoa, Rio Polímeros, Samarco, Magnesita, AstraZeneca, Carrefour, Companhia Vale do Rio Doce, Leroy Merlin, Andrade Gutierrez, Firmenich, Klabin, Mineração Rio do Norte, Suzano Papel e Celulose, John Deer e Votorantim Celulose e Papel.
Divulgação encaminhada pelos organizadores do Curso
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Áreas de apoio Áreas de apoio - Almoxarifado/Fornecedores
Prezados Listeiros,
Trabalho em um laboratório de um grande hospital e estou tendo
problemas com materiais e insumos vindo do almoxarifado. Gostaria de
compartilhar com vcs a fim de que alguém pudesse dividir experiências
comigo e que possam ser úteis para outras pessoas também.
O problema é que muitas vezes, o almoxarifado recebe dos fornecedores,
materiais fora das especificações, com a temperatura inadequada,.
Quando chega ao lab, não sabemos que houve este desvio, podendo
comprometer o resultado da análise. Já tentei fazer um check list para
verificar especificações, mas não houve comprometimento. Gostaria de
saber como acontece em outros hospitais e se existe algum trabalho ou
manual que fale sobre as consequências em utilizar um produto fora das
especificações para que eu possa sensibilizá-los.