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IV CURSO DE CAPACITAÇÃO DE INSTRUMENTAÇÃO EM OFTALMOLOGIA
DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO
OBJETIVO:
Capacitar instrumentadoras(es) cirúrgicas(cos) nas cirurgias oftalmológicas, abordando também processos de esterilização, tempos cirúrgicos, intercorrências, técnicas assépticas, identificação e conservação do instrumental, processos de esterilização, etc..
O curso tem foco na capacitação de instrumentadoras cirúrgicas, porém também atingem as atividades de enfermagem nos níveis técnico e fundamental.
PROGRAMA:
Biossegurança hospitalar
T écnicas assépticas e agentes químicos esterilizadores
Anatomia oftalmológica
Fisiologia e Anestesiologia Oftalmológica
Facectomias Extracapsular e por Facoemulsificação
Dobradura de Lentes intra-oculares
Implante de Anel de Tensão Capsular (CTR)
Glaucoma e cirurgias combinadas
Cirurgias refrativas
Anel Ferrara e Transplante de Córnea
Vitrectomias Anterior /Posterior
Infusão de Óleo, Perfluocarbono e gases
Cirurgias Plásticas em Oftalmologia
Pequenos procedimentos (pterígio, calázio, t. palpebral, etc.).
Aparelhos Facoemulsificadores (Sovereign, Legacy, Millenium, etc...).
Aparelhos de Vitrectomia (Accurus, Millenium, etc...).
Como
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cuidar do instrumental cirúrgico
Quais convênios cobrem honorário da instrumentadora
Aspectos legais que envolvem as cirurgias
Catálogo com principais instrumentais de cirurgias oftalmológicas (CD-ROM)
PALESTRANTES:
Enf. Viviane Ramos - Enf. Chefe da 1.a Enf. SCMRJ / Clínica de Olhos Realengo - COR
Jeane Mello de Andrade - Chefe da Instrumentação Cirúrgica da 1.a Enf da SCMRJ
Dr. Péricles Espósito - Clínica de Olhos Realengo
Dra. Ana Paula Cardoso Maia - Clínica de Olhos Realengo
Dr. Carlos Alberto Paiva Neto - SCMRJ /Pró Oftalmo
Dr. Luis Alberto Molina - Hospital da Piedade / Oculistas Associados
Dr. Sansão Kaack - Hospital Miguel Couto
Dra. Patrícia Cotin - Hospital de Olhos de Niterói / SCMRJ
Dr. Gilberto Carvalho - CBMERJ / Clínica de Olhos Realengo
Janilda Clemente - Clínica Rio de Janeiro.
Aulas aos sábados
Início: 09 de Março de 2007
Horário: 8:30/13:00h.
Duração: 4 meses
Local: 1ª Enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro
Rua Santa luzia, 206 Castelo- Rio de Janeiro/RJ
Investimento:
R$ 25,00* no ato da inscrição
R$ 150,00 no primeiro mês
R$ 175,00 nos meses seguintes
* Não há devolução do valor da inscrição em caso de desistência.
* Não há custos extras com apostilas, xerox ou com o CD-ROM.
Cerimônia de formatura com entrega de diplomas do curso.
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Gostaria de saber qual a distância do chão (centímetros) deve ter uma prateleira para armazenamento de insumos, dentro do posto de enfermagem.
Desde já agradeço.
Enfª Djanine/RJ
djaninebrandao@yahoo.com.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Encerram-se no próximo dia 15 de fevereiro as inscrições para o Curso de Especialização em "Gestão e Controle Ambiental em Serviços de Saúde" da Universidade Federal de São Paulo.
Informações e inscrições on line na página da Pro- Reitoria de Extensão da Universidade Federal de São Paulo, PROEX http://procdados.epm.br/dpd/proex/index.htm (entrar na relação de cursos / especialização, Departamento de Medicina, "GESTÃO E CONTROLE AMBIENTAL EM SERVIÇOS DE SAÚDE". link para inscrição on line no final da pagina.
Equipe PROEX - 5085 0248, 5085 0247 ou 5085 0245.
Este curso pretende mostrar as diversas interfaces de atuação do futuro gestor ambiental hospitalar, um novo âmbito profissional oferecido pela UNIFESP. A capacitação de recursos humanos para a área de Gestão e Controle Ambiental em Serviços de
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Saúde tem como foco principal a implantação de sistemas de gestão ambiental aplicados às necessidades individuais dos serviços de saúde, introduzindo conceitos nunca abordados antes em cursos na área de saúde.
As funções do gestor estarão relacionadas à adequação da instituição de saúde às legislações ambientais específicas para áreas como hemodiálise e gestão de resíduos de saúde, implantação de rotinas para controle e prevenção de infecção relacionada ao ambiente, gestão de riscos, tecnovigilância, biossegurança, acreditação, possibilidades de reuso da água, tratamento de efluentes não domésticos, segurança do trabalhador, qualidade, roteiros de inspeção de instituições de saúde, arquitetura e engenharia hospitalar, informatização de dados ambientais, impacto de radiações eletromagnéticas intra e extra-hospitalar, elaboração de documentos institucionais para licenciamento ambiental (Impacto na vizinhança - RIVI/SVMA, outorga de poços artesianos para a CETESB), entre outros.
Alguns dos Módulos previstos: Gestão e Controle ambiental em serviços de saúde, Biossegurança, Conceitos de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar, Gestão de Riscos e Acreditação, Gerenciamento e Informatização de dados ambientais, Arquitetura Hospitalar e Meio Ambiente, Legislação ambiental aplicada a Serviços de Saúde, Gerenciamento de Residuos - adequação à legislação ambiental vigente, entre outros.
A duração será de 12 meses, duas noites por semana (terças e quintas), com cerca de 80 temas divididos em disciplinas e módulos temáticos coordenados por professores, doutores ou pesquisadores vinculados a instituições de ensino, universidades e centros de pesquisa de renome no pais. Em cada aula será desenvolvido um dos temas que serão integrados no final do curso. O aluno terá provas por módulo e vai apresentar uma monografia no final do curso.
Vagas limitadas.
Investimento:
Incrição:R$ 150,00
Matricula: R$ 70,00
Mensalidades: 12 x R$470,00
Curso credenciado na Proex/UNIFESP. Certificado pelo INEP/MEC como Pós-Graduação lato sensu, 360 horas.Será oferecido estágio de 100 horas.
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Lidocaína
Prezados Listeiros, gostaria de saber se alguém tem conhecimento de bibliografia que fale sobre o uso de anestésicos tipo " Cloridrato de Lidocaína 2% - com 20 ml, após aberto e utilizado uma pequena quantidade do mesmo. Pergunto: Quanto tempo após aberto posso utilizá-lo ainda com segurança ?
Abraços
Douglas
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Legislação e normatizações NR-32 - Constituição da Comissão Tripartite Permanente Nacional
Prezados colegas,
Divulgamos abaixo mensagem recebida através do mailing do Projeto TSPV (Trabalhador Saudável - Paciente Vivo).
Equipe Riscobiologico.org
D.O.U publica a composição da CTPN NR-32
O Diário Oficial da União publicou no dia 23/01/07 a composição da CTPN (Comissão Tripartite Permanente Nacional) da NR-32. A criação da comissão estava prevista nas "Disposições Finais" da norma regulamentadora NR-32, primeira norma trabalhista de segurança e saúde no Brasil e no mundo voltada especificamente para serviços de saúde. Cabe à Comissão atender as dúvidas e dificuldades encontradas pelos profissionais ligados à saúde quanto à implantação e desenvolvimento continuado da NR-32.
Segundo Mauro Daffre, idealizador do Projeto TSPV (Trabalhador Saudável - Paciente Vivo) e representante da CNI
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(Confederação Nacional da Indústria) na CTPN, mesmo com boa parte dos itens da NR-32 já em vigor, as dúvidas ainda são muito freqüentes. "Recebo diariamente e-mails de empresários e profissionais com dúvidas sobre a implantação, prazos e algumas exigências da NR-32". Para ele, a constituição da comissão representa um grande avanço e, a partir de agora, a tendência é de haver um aceleramento quanto à aplicabilidade da nova NR. "Esperamos apenas que o governo não tarde a marcar as reuniões para que possamos atender as dúvidas e atuar junto às dificuldades encontradas no processo de implantação da NR-32".
Para ver a Portaria e quem são os representantes do governo, empregadores e dos trabalhadores: http://www.nosbusiness.com.br/download/Portaria_02_CTPN_NR_32.pdf
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Imunizações Vacina contra Papilomavírus Humano x Saúde Pública
JC e-mail 3191, de 25 de Janeiro de 2007.
Vacina contra HPV já é aplicada
Pacientes pagam, em média, R$ 500 por dose
Adriana Dias Lopes escreve para "O Estado de SP":
A primeira e única vacina aprovada contra o HPV, vírus responsável por 70% dos casos de câncer de colo do útero, chegou ontem à rede privada de saúde do país.
O preço final ao consumidor vai ficar em torno de R$ 500 por dose em clínicas e laboratórios de análise, mas ele pode subir em breve.
O valor é mais baixo do que previa o fabricante, o laboratório Merck. A idéia era de que a dose saísse da fábrica com valor próximo
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disso e que as clínicas a vendessem por até R$ 700.
Há uma semana, no entanto, conforme adiantou o Estado no dia 19, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, órgão do governo federal que estabelece os preços dos remédios no País, definiu o preço da dose: R$ 364,16.
O laboratório entrou com recurso contra o valor do governo e vai mantê-lo, mesmo com o produto no mercado - a Merck importou inicialmente 45 mil doses.
"A referência de preço usada pelo governo foi o valor da vacina nos EUA (US$ 120), onde ela é fabricada. Não podemos vender pelo mesmo valor aqui", analisa diz João Sanches, diretor de Comunicação da Merck.
O fabricante estuda formas de facilitar o acesso da vacina ao consumidor com empresas reguladoras de crédito.
Enquanto isso, algumas clínicas parcelam o valor da vacina. Marília Gimenez, de 23 anos, trainee de uma multinacional, tomou a primeira dose ontem na Clínica Cepidi e dividiu o preço.
"Há dois meses estou atrás da liberação dessa vacina", diz Marília. "Sei o que é a doença, minha amiga tem HPV e não quero passar por isso."
Mesmo antes da chegada ao mercado, pacientes já faziam "fila" para comprar o produto. Nos laboratórios Delboni, 50 mulheres aguardavam a vacina. Por causa do preço, a encomenda na maioria dos centros será pela demanda.
É remota a possibilidade de estoque. No Fleury, uma das maiores redes do país, a compra inicial será de cem doses.
A vacina Gardasil protege contra quatro tipos de HPV - dois deles oncogênicos (tipos 16 e 18), que respondem pelos casos de câncer de útero, e os tipos 6 e 11, responsáveis por 90% das verrugas genitais.
A aplicação é feita em três doses - a segunda é dada dois meses depois da primeira e a terceira, após seis meses da inicial. Estudos clínicos mostraram que ela imuniza mulheres de 9 a 26 anos - a eficácia em pacientes mais velhas está em teste.
O tempo de proteção é de cinco anos. A vacina da Merck é vendida em 50 países.
Nos próximos meses, chegará outra vacina contra HPV ao mercado - ainda em análise nas agências reguladoras de saúde, incluindo o Brasil.
É a Cervarix, do laboratório GlaxoSmithKline. Para mulheres de 10 a 55 anos, ela protege contra quatro tipos de HPV (16, 18, 31 e 45), todos oncogênicos.
A contaminação do HPV pode ocorrer em qualquer tipo de contato com a área genital, mesmo oral ou por manuseio. Os homens atuam como vetores da doença. Na maioria das vezes a infecção não tem sintomas.
O vírus pode ser detectado pelo exame papanicolau. Para 2006, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) esperava 20 mil novos casos de câncer de colo de útero no Brasil.
(O Estado de SP, 25/1)
Mensagem encaminhada pelo colega Silvio Valle
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Visitas hospitalares x Menores
Prezados listeiros, gostaria de saber se alguém tem experiência relacionada aos procedimentos indicados para visitas em unidades de internação clínica/cirúrgica de crianças menores de 12 anos. No hospital que trabalho a entrada de crianças "sadias" nas unidades de internação, são proibidas, porém recebemos diversas demandas no sentido de autorizar as mesmas, principalmente quando o paciente é de longa permanência.
Douglas
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Lavanderia
Olá pessoal, estou concluindo o curso de especialização em Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar CCIH e meu trabalho de conclusão monografia e sobre medidas de biossegurança utilizadas na lavanderia (profissionais), gostaria que alguém me enviasse algum material bibliográfico com este tema.
deste já agradeço a colabração de todos.
um forte abraço
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Fernanda Pinheiro
meu email joseliafpinheiro@bol.com.br
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