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Informes e contatos Informe Riscobiologico.org - Novidades no site
Prezados colegas,
Confiram as novidades no site Riscobiologico.org:
- Trabalhos apresentados no congresso - APIC 33rd Annual Educational Conference and International Meeting - realizado na Flórida - junho, 2006
- Relatório final do Simpósio Internacional sobre Reuso de Produtos de Uso Único na Área de Saúde - Maio, 2006 - Brasília
- Novos artigos sugeridos
- Novos manuais sugeridos
Equipe Riscobiologico.org
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratório - Microqueimador / incinerador elétrico
Vocês sabem onde eu posso adquirir microqueimador ou incinerador elétrico para alça e agulha bacteriológica, visando substituir o Bico de Bunsen na cabine de segurança biológica?
Eliene Barreto
Farmacêutica Bioquímica
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"Os profissionais de saúde, da rede pública e privada, devem estar alertas à possibilidade de importação do vírus do sarampo, notadamente no período de retorno dos participantes da Copa do Mundo de Futebol de 2006, na Alemanha".
Esse alerta técnico foi divulgado no site do CRM/SP e transcrevo a seguir.
Saudações.
Paulo Leal
Médico do Trabalho
Alerta Técnico
Sarampo - Alerta para viajantes
No Brasil, o sarampo é doença de notificação compulsória desde 1968. A partir de 2000, a transmissão autóctone de sarampo foi interrompida no País.
Em março de 2006, o primeiro surto de sarampo ocorreu na Venezuela após quatro anos de controle da doença. No continente europeu ocorreram casos, mais recentemente, na Alemanha e na Espanha.
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Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil, esses surtos alertam para a necessidade de proteção contra o sarampo aos viajantes brasileiros antes de sua viagem, pois é grande a chance de se expor à infecção ao viajar para áreas de risco e de ocorrer casos de sarampo importados ou relacionados à importação no país.
A vacina tríplice viral (SCR) protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba. A vacina contra o sarampo é a medida de prevenção mais eficaz. No calendário nacional de vacinação de rotina, a primeira dose deve ser administrada a toda criança de um ano de idade e uma segunda dose àquelas de cinco a seis anos de idade.
Os adultos nascidos depois de 1960, sem comprovação de nenhuma dose, devem receber pelo menos uma dose da vacina tríplice viral (SCR).
A vacina está contra-indicada para pessoas com antecedente de reação anafilática sistêmica após ingestão de ovo de galinha, grávidas e indivíduos que fizeram uso de imunoglobulina humana normal (gamaglobulina), sangue total ou plasma nos três meses anteriores.
O viajante deve receber a vacina tríplice viral 15 dias antes de viajar, para a sua completa proteção e de seus familiares.
No presente, são consideradas áreas de risco para viajantes brasileiros os países da Europa onde o sarampo está com surtos epidêmicos em evidência, isto é, na Alemanha, Espanha e, na região das Américas, a Venezuela.
Os profissionais de saúde, da rede pública e privada, devem estar alertas à possibilidade de importação do vírus do sarampo, notadamente no período de retorno dos participantes da Copa do Mundo de Futebol de 2006, na Alemanha.
Convém assinalar que todos os profissionais da saúde da rede pública e privada tenham redobrada atenção a qualquer caso suspeito de doença exantemática, principalmente em pessoas com história recente (30 dias) de viagem a Europa ou que tiveram contato com pessoas que viajaram ao exterior e notifiquem imediatamente à Secretaria de Saúde do seu município para a realização oportuna das medidas de prevenção e controle (vacinação de rotina, vacinação de bloqueio, busca de faltosos, etc.), no intuito de evitar a reintrodução do vírus do sarampo no estado.
A definição de caso suspeito de sarampo é:
"Toda pessoa que apresente febre e exantema* acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite, independente da idade e situação vacinal".
Recomenda-se a leitura dos Planos de Erradicação do Sarampo e de Controle da Rubéola, dos informes técnicos e a relação dos postos de vacinação, para viajantes que se destinam às áreas de risco, que se encontram disponíveis no seguinte endereço eletrônico: http://www.cve.saude.sp.gov.br
Documento elaborado pela Equipe Técnica:
DDTR/CVE/CCD/SES-SP/Divisão de Imunização/CVE/CCD/SES-SP/ANVISA, em 06/06/2006.
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Legislação e normatizações NR32 - Atendimento pré-hospitalar
Caros listerios,
Temos acompanhado as dúvidas e medidas tomadas em relação a NR 32 para hospitais e serviçoes afins, porém até agora não vi ninguém abordar os serviços de Atendimento Pré - Hospitalar! Alguém está implantando algo? Quais as dificuldades sentidas e o que é impraticável aplicar???
No aguardo,
Tatiana Rodrigues
Enf.ª do trabalho -DSSMA
Curitiba - Paraná - Brasil
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Hepatites virais Hepatites - Exames de admissão, periódico e demissional
Boa noite a todos,
Gostaria de saber quais exames devem ser realizados pelos profissionais de saúde com relação a hepatite B e C nos exames de admissão,periódico e demissional.
Suely
Técnica em Segurança do Trabalho
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não biológicos - Quimioterapia
Colegas do grupo,
Gostaria da opinião de vocês quanto aos serviços de quimioterapia que o hospital que trabalho estará iniciando.
1) Necessita de chuveiro de emergencia e lava olhos?
2) Qual a classificação de insalubridade?
Tenho certeza que muitos de vocês já tem esta atividade e poderão me auxiliar nesta momento. Estamos contratando empresa para realizar PPRA e enquadrar nova atividade.
Adriano
Departamento de Segurança e Serviços
HSP-Araraquara.
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Gerenciamento de fluxo
Prezados senhores,
Como quase todos gestores de resíduos, tenho problemas com espaço para armazenamento de carros coletores de resíduos. No armazenamento temporário, não temos espaço para armazenar além dos carros que recebem os sacos também os coletores para o traslado, desta forma, temos carros coletores de 700 litros em uma área reservada para os mesmos próximo ao abrigo externo e em horários definidos a coleta dos resíduos é realizada em separado (resíduos comum, reciclável, infectante e químico) e desta forma o coletador segue até os abrigos temporários faz a transferências dos sacos de um carro para o outro e em seguida segue até o abrigo externo onde faz nova transferência, procede com a higienização do carro e então o estaciona
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no local novamente onde o mesmo permanece preparado aguardando a próxima retirada.
Pergunta: quando a RDC 306 coloca que no armazenamento temporário não é permitida a retirada dos sacos dos coletores ali estacionados, quer dizer que este tipo de procedimento está errado? se positivo alguém pode me informar como estão fazendo nos hospitais? Os hospitais que tenho visitado segue a mesma rotina que temos aqui.
Agradeço desde já.
Patrícia
Responsável pelo PGRSS - HUS
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