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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Colegas, gostaria de convidar a todos para o VIII Encontro de Enferemagem em Centro Cirúrgico e Centro de Material e Esterilização, que será realizado nos dias 9 e 10 de novembro de 2006, na Cidade de
Campinas- SP. Assim que tiver disponível a ficha de inscrição avisarei a todos. Abraços
Cristina Kavanagh Enf. da CME Caism Unicamp
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Efluentes / Hemodiálise
Caros colegas,
Trabalho em clínica de hemodiálise e gostaria que, se possível pudessemos debater a respeito do que tem sido feito pelas autoridades sanitárias e pelos próprios EAS, quando se trata do grande volume de rejeito obtido no tratamento dialítico(aproximadamente 120 litros/4h de sessão/paciente/3x-semana - imaginem esse volume multiplicado por 400 pacientes!).
Falamos muito em resíduos sólidos, água contaminada, porém a discussão do efluente das máquinas de diálise pós tratamento parece não ser alvo de grandes discussões. Se neutralizamos a microbiota do efluente geramos resíduo químico e aí? Armazenarei em tambores e depois onde todas as clínicas irão armazenar esses tambores? Que podemos fazer? Criar uma estação de tratamento interna? às custas de quem?
Será que alguém já tem alguma alternativa
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menos onerosa e que possa nos adequar à consiciência ambiental?
Por favor, enviem-me sugestões, pois é muito preocupante essa situação.
Alessandra Viegas - Farmacêutica e responsável pelo PGRSS
Podem enviar contato pelo email: quaraim@superig.com.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - RJ
Venha Participar da I Semana de Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Balbino nos dias 18 e 19 de maio.
O evento é gratuito.
Segue em anexo a programação e maiores informações.
Atenciosamente
Enfa Tatiana Magalhães
Coordenadora da CCIH - Hospital Balbino
[ Riscobiologico.org - Informações do anexo transcritas para o corpo deste e-mail. ]
I SEMANA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
18 E 19 DE MAIO DE 2006
TEMAS:
INFUSÃO CONTÍNUA DE ANTIBIÓTICO
BACTÉRIA MULTIRRESISTENTE
REUSO DE PRODUTOS DE USO ÚNICO NA ÁREA DE SAÚDE
EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
Organização:
Enfª. Tatiana Magalhães
Drª. Ana Luiza Oliveira
PROGRAMAÇÃO:
18/05/2006
08h - Abertura
08:30h - Reprocessamento de Produto Médico Hospitalar.
RDC 30 e RE 515.
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O que há de Novo?
Moderadora: Enfa Tatiana Magalhães
( Coordenadora da CCIH - Hospital Balbino)
Palestrantes: Enfa Izabel Cristina Oliveira Vital ( coordenadora do Centro Cirúrgico- Hospital Balbino)
Enfa Andrea Raquel
( Coordenadora da CME - Hospital Balbino )
09:30h - Coffe Break
10:45h - Escolha da Embalagem Ideal para sua Unidade.
Palestrante: Enfa Izabel Cristina de Oliveira Vital
11: 45h: Intervalo
15h - A Importância da Higienização das Mãos
Palestrante: Enfa Tatiana Magalhães
19/05/2006
08:30h - Infusão Contínua de Antibiótico
Palestrante: Dra. Ana Luiza Oliveira
( Infectologista da CCIH - Hospital Balbino)
Esterlita Bouças ( Farmacêutica do Hospital Balbino)
10h - Coffe Break
10:30h - Bactéria Multirresistente. O que fazer?
Palestrante: Dra. Simone Nouer
( Infectologista da CCIH do HUCFF )
11:30h - Encerramento com Brunch
Conceitos e condutas gerais Contaminação ocupacional por HTLV II
Prezados colegas,
Encaminho abaixo o abstract de uma publicação recente na American Journal of Infection Control sobre a contaminação com o HTLV II de um trabalhador de saúde após acidente percutâneo por recapeamento de uma agulha usada para coleta de sangue arterial.
Cristiane Rapparini
Infectologista - Rio de Janeiro
Am J Infect Control. 2006 Apr;34(3):158-60.
HTLV-II transmission to a health care worker.
Menna-Barreto M.
From the Division of Neurology, Hospital Sao Lucas, Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul (PUCRS) and HTLV Reference Center, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Porto Alegre, Brazil.
Health care workers, mainly in emergency and forensic services, are at risk of exposure to bloodborne pathogens. Human T-cell lymphotropic virus type I and type II (HTLV-I and HTLV-II) are
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cosmopolitan human delta retroviruses causing endemic infection in Japan, the Caribbean basin, South America, and sub-Saharan Africa, and in clusters among intravenous drug users in Europe and the United States. The seroprevalence of HTLV-I and HTLV-II among Brazilian blood donors ranges from 0.08% to 1.35%. HTLV-I transmission to a Japanese researcher has already been reported. We describe the transmission of HTLV-II infection to a Brazilian laboratory worker caused by a needlestick injury when she was recapping a syringe after collecting material for arterial blood gas analysis. To our knowledge, this is the first report of an occupational transmission of HTLV-II to a health care worker.
PMID: 16630982 [PubMed - in process]
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Assuntos diversos Infecção associada à assistência à saúde
Caros amigos da lista
Gostaria de divulgar este artigo.
Abraços
André Luiz Lopes
Engenheiro Hospitalar
Rio de Janeiro
Infecção hospitalar
Quase a metade delas pode ser evitada ou contida por meio de medidas simples e práticas
S egundo a Sociedade Brasileira de lnfectologia, o problema acresce de cinco a dez dias a internação hospitalar. Muitos casos poderiam ser evitados com o simples ato de lavar as mãos. Médicos e especialistas de todo o país, reunidos no dia 15 de maio - Dia Nacional de Prevenção e Combate a lnfecção Hospitalar, fizeram um alerta para os riscos de contaminação e dificuldades de combater a doença.
A infecção hospitalar é um problema sério de saúde em todo o mundo, apesar dos progressos alcançados no que diz
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respeito ao controle e tratamento. Estudo publicado na Inglaterra no ano de 2000 estimou que cem mil infecções são adquiridas em hospitais da Inglaterra a cada ano. Em torno de cinco mil mortes são causadas por essas infecções com um custo estimado de 1,8 bilhão de dólares. Nos Estados Unidos o número de mortes relacionadas à infecção hospitalar é de 89 mil/ano a um custo adicional de 4,5 bilhões de dólares. No Brasil, não há dados oficiais atualiza dos sobre o número de casos, mas levantamentos feitos por sociedades médicas projetam que entre 5% e 15% dos pacientes
internados desenvolvem o problema. Além disso, aumenta, em média, de cinco a dez dias o período de internação. Esses dados têm sustentado a real necessidade de programas efetivos de controle de infecção, o qual vem, progressivamente, compondo uma parte do controle de qualidade hospitalar.
MEDIDAS DE CONTROLE
Apesar de o problema ser grave, a infecção hospitalar pode ser prevenida numa proporção que varia entre 30% e 40%. "É necessário um grande esforço de toda a equipe hospitalar para manter a infecção sobre controle dentro dos padrões preconizados pelas instituições nacionais e internacionais que lidam com o problema. Toda a equipe deve ser continuamente capacitada com relação às medidas de controle", afirma o coordenador científico da Sociedade Brasileira de lnfectologia, professor Eduardo Medeiros.
O número de infecções hospitalares pode ser reduzido, se forem efetivamente colocados em prática hábitos simples, como a lavagem e a higiene das mãos. Estudos recentes mostram que, por mais que se lavem as mãos, sempre podem ficar bactérias nas unhas e dobras. Além disso, jóias, como anéis, devem ser retiradas no momento da higienização, pois são fatores de alto risco para infecções.
Considerada doença grave, a infecção hospitalar é causada por microorganismos que se desenvolvem no ambiente hospitalar e que costumam ser mais resistentes aos tratamentos. De acordo com o especialista, as infecções graves adquiridas em ambiente hospitalar estão se tornando um importante problema de saúde pública em todo o mundo e estão diretamente relacionadas ao tempo de internação e ao procedimento realizado.
Uma amostra realizada pelo Ministério da Saúde em 99 hospitais das capitais brasileiras apresentada em 1994, envolvendo um total de 8.624 pacientes com mais de 24 horas de internação, revelou que, entre as infecções hospitalares mais prevalentes, estão as respiratórias (28,9%), cirúrgicas (15,6%) e de pele (15,5%). A região Sudeste é a que apresenta o maior índice de doenças (16,4%), seguida do Nordeste (13,1%), Norte (11,5%) e Sul (9%). O levantamento mostrou também que os hospitais públicos são os campeões em registros de infecção, com índice de 18,4% no universo estudado, seguidos por instituições de ensino (11,8%), hospitais privados com fins lucrativos (10,1%) e privativos sem fins lucrativos (10%) tratamento das infecções não têm mais eficácia. O uso indiscriminado de antibióticos gera resistência da bactéria ao tratamento, o. que torna o problema mais difícil de ser debelado. Além disso, soma-se o fato de que são poucos os medicamentos em desenvolvimento para o combate de bactérias resistentes.
Segundo o especialista, o que mais preocupa são as bactérias super-resistentes a antibióticos, como o Staphylococcus aureus, muito freqüente nos hospitais. As bactérias resistentes são facilmente disseminadas pelo contato com a pele (mãos), superfícies e objetos e têm capacidade de colonizar ou infectar pacientes, além de serem facilmente disseminadas por contaminação de pele (mãos) e superfícies e objetos inanimados. Para cada paciente sabidamente infectado por um microorganismo resistente, há freqüentemente muitos colonizados (efeito iceberg) e a colonização do hospedeiro é um fator de risco para o desenvolvimento de infecção.
Fonte:Revista Medicina Social (ABRAMGE) Abr/Mai/Jun 2006
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Assuntos diversos Resistência a antimicrobianos por uso animal / ambiente
Amigos, tenho observado o uso de antibióticos na conservação de peles de gado verdes. O produto, em pó, é diluído em piscinas onde as peles são imersas. O manuseio desse tipo de produto e o descarte no ambiente, mesmo em estações de tratamento de efluentes, não poderá gerar resistência, dada a quantidade usada ?
Um abraço.
Augusto.
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Uso de luvas para acessos vasculares periféricos
Boa tarde a todos.Preciso fundamentar a questao do uso de luvas de procedimento para punção com scalp.Normatizamos para que as luvas sejam utilizadas porque teve casos de acidente, e a luva é uma barreira de proteção. Hoje a administração questionou o custo disso, sei que um acidente e suas proporções nao tem preço, nao com isso que me preocupo, só quero saber se está claro em alguma literatura este uso.
Até breve, aguardo ansiosa.
Enfª Sonia. SCIH.
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Assuntos diversos Sistema de gerenciamento - PPRA e PCMSO
Boa tarde,
É com satisfação que participo deste grupo de discussão de risco biológico, aqui no Hospital Sírio Libanês estamos a todo vapor para alcançarmos as adequações necessárias por conta da NR-32.
Gostaria de receber indicações de assessorias em segurança e medicina do trabalho que pudessem oferecer um sistema de gerenciamento de PPRA e PCMSO informatizados, de colegas da área que já utilizem este sistema.
Muito obrigado.
Higino Ferreira
Segurança do Trabalho - 3155-0600
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