Saudações a todos,
Estamos implantando em nosso hospital o Centro de Alta Complexidade em Oncologia. Surgiram dúvidas em relacão ao tipo de tecido do capote utilizado.
Em pesquisa na OSHA observamos que o tecido deve ser pouco permeável, mas que tecido seria este? Deveria ser macacão ou avental?
Silvana Ramos Médica do Trabalho
Silvana Barros Enf.ª Quimioterapia
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Contaminação ocular por fungos
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
Suspeita é que o ReNu com MoistureLoc, da Bausch & Lomb,
provoque infecção
Suspenso produto para lente de contato
FABIANE LEITE
DA REPORTAGEM LOCAL
A empresa de produtos oftalmológicos Bausch & Lomb anunciou ontem a
suspensão temporária da comercialização no Brasil de um de seus produtos
para a limpeza de lentes de contato, o ReNu com MoistureLoc. Há suspeita, em
razão de investigações nos EUA, de que o produto esteja relacionado com
casos de contaminação ocular por fungos -o que pode levar à cegueira.
A Bausch & Lomb destacou que até o momento não houve registro de perda de
visão.
O produto consumido pelos brasileiros provém dos EUA. Mas não há casos de
infecção registrados no Brasil. A Bausch & Lomb já
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havia determinado nesta
semana a retirada do produto das prateleiras norte-americanas.
Outros países, além do Brasil e dos EUA, também foram afetados pela decisão
da empresa, mas o laboratório não informou quais.
Representantes do laboratório no Brasil não souberam informar a participação
do produto no mercado nacional. O Renu com MoistureLoc chegou ao país há
cerca de 70 dias, informou a empresa ontem à noite.
Uma investigação realizada pelo Centro de Controle de Doenças
norte-americano mostrou que, de 28 usuários de lentes de contato com
infecção, 21 relataram ter utilizado somente produtos da marca ReNu -entre
elas a versão MoistureLoc.
Os primeiros casos de contaminação, no entanto, ocorreram em Cingapura,
Malásia e Hong Kong.
"A lente de contato impregnada por fungo pode levar à uma infecção grave.
Mesmo tratada e curada, muitas vezes pode ser necessário um transplante de
córnea. E quando não tratada, pode causar cegueira", afirmou Rubens Belfort,
titular da Oftalmologia da Universidade Federal de SP. "Fizemos um
rastreamento e não há registro de casos no Brasil", afirmou ainda o
professor.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, responsável pela segurança dos
remédios no Brasil, foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou
sobre o caso. Médicos oftalmologistas vinham cobrando do órgão providências,
após a retirada do produto nos EUA nesta semana.
Produtos permanecem
O laboratório destacou que seguem no mercado outros três produtos para
limpeza de lentes de contato da linha ReNu que podem ser utilizados segundo
a orientação do oftalmologista.
FONTE: www.folha.com.br - 14/04/06
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Hemodiálise / Contaminação de água
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
13/04/2006 - 16h19m
Hospital suspende serviço de hemodiálise por causa de contaminação da água
Letícia Lins - O Globo
RECIFE - O serviço de hemodiálise do hospital Barão de Lucena - um dos maiores da rede pública de saúde no estado - encontra-se suspenso, porque uma inspeção de rotina da Vigilância Sanitária Estadual detectou presença de mercúrio na água utilizada pelos doentes renais. A concentração detectada é 2,5 maior do que o nível máximo permitido. A maior parte dos 85 pacientes que se submetia ao tratamento foi deslocada para outros hospitais.
O problema só foi encontrado porque na inspeção de rotina foi realizado por engano um outro tipo de exame na água do hotel. É a primeira vez que se acha
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mercúrio na água usada para hemodiálise no estado.
Técnicos do próprio hospital e da Secretaria de Saúde investigam o motivo da contaminação. Em princípio, acredita-se que ela tenha ocorrido a partir de um defeito na bóia utilizada nos tanques de armazenamento de água do hospital.
Em 1996, 136 pessoas foram intoxicadas e 106 morreram devido à contaminação da água usada na hemodiálise no Instituto de Doenças Renais de Caruaru, que atendia a pacientes de todo o agreste pernambucano.
A clínica era abastecida por caminhões-pipa e a água ficava armazenadas em tanques. O ambiente facilitava a proliferação de bactérias que liberavam uma toxina fatal. Esta toxina provocava hepatite, fazendo com que os doentes renais, já debilitados, entrassem em coma, com o fígado em colapso.
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Resíduos de Serviços de Saúde Descarte de fixadores ortopédicos
Boa Noite
Por favor,solicito informações sobre o descarte dos fixadores ortopédicos usados nas cirurgias ortopédicas,como devo acondicionar?Que tipo de tratamento?
Agradeço.
Josandreia B. Oliveira
Enfermeira PGRSS - HGIS
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Legislação e normatizações Legislação NR32 - Calçados fechados
Bom dia colegas de lista
Estamos implantando a NR 32 em nosso Hospital e encontrando algumas dificuldades quanto a alguns ítens.
Um deles é:
32..24.5 - O empregador deve vedar:
e) o uso de calçados abertos.
Em nossa instituição não fornecemos calçados para a Enfermagem e agora como a Norma nos obriga a vedar o uso de calçados abertos alguns funcionários alegam que: se a instituição obriga o uso ela deve fornecer o calçado. O que vocês acham disso?
ABRAÇOS "Feliz Páscoa a Todos"
Valter
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Conceitos e condutas gerais Testagem de paciente-fonte - Consentimento
Meu nome é Milton, sou médico do trabalho e faço parte do SESMT de um Hospital de nível terciário. Gostaria de receber opiniões a respeito da seguinte situação: um paciente encontrava-se anestesiado sendo submetido a uma laparotomia exploradora. Durante o ato cirúrgico, o cirurgião sofre um acidente pérfuro-cortante com a agulha de sutura e, pelas características do ferimento, o mesmo é de alta probabilidade de contaminação pelo HIB, hep. B e C. O profissional acidentado solicitou de imediato a colheita de sangue sua e do paciente para a feitura dos testes recomendados, inclusive do teste rápido, porém o hospital negou-se a colher o sangue do paciente, com a alegativa de que para isso precisaria da autorização do mesmo. Sabendo-se que a
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eficácia máxima da quimioprofilaxia para o HIV é de 81% quando instituída dentro das primeiras 2hs. após o acidente, pergunto:
1. foi ético e lícito o hospital ter agido desta maneira?
2. caso, devido as circunstâncias, o sangue do paciente tivesse sido colhido, haveria infração ética e penal?
3. caso, por uma fatalidade, o paciente fosse HIV+ e o profissional fosse contaminado, o mesmo não poderia ajuizar ações de dano moral e físico contra o hospital pela não feitura do exame?
4. o profissional poderia ter colhido exame alegando "legítima defesa" da sua saúde?
5. deveríamos agir como se fosse paciente-fonte desconhecido e instituir logo as medidas profiláticas adequadas?
Aguardo opiniões.
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Centro Cirúrgico e CME Cirurgias - Microrganismos multirresistentes
Olá Pessoal!!!
Gostaria de saber de vocês , como é a rotina no centro cirúrgico para a realização de cirurgias em pacientes colonizados ou com infecção vigente por bactérias multirresistentes e também a rotina para realização das cirurgias infectadas. Nas literaturas tenho visto que não há recomendações de horário ou limpeza terminal após cirurgias infectadas. É correto? podemos realmente seguir essa recomendação ou podemos tentar direcionar as rotinas dessas cirurgias?
Um grande abraço a todos!!
Aproveito para parabenizar ao pessoal organizador da lista e a todos os listeiros pelas discussões, que tanto nos ajudam e nos eriquecem profissionalmente e pessoalmente!!
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso
Com a finalidade de informar os profissionais de saúde, a Coordenação de Cursos de Biossegurança dispõe inteiramente grátis o curso on-line de Biossegurança Hospitalar.
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Doenças emergentes, alertas sanitários Gripe Aviária - Origem da Crise
Panorama Agroecologia
RELATÓRIO ASSINALA À INDÚSTRIA AVÍCOLA MUNDIAL COMO ORIGEM DA CRISE DA GRIPE AVIÁRIA
A evidência que temos aqui e ali, desde Holanda em 2003 ao Japão em 2004 e no Egito em 2006, é que o vírus letal da gripe aviaria se inicia nas granjas avícolas industriais e a partir dali se estende.
COMUNICADO DE IMPRENSA DA GRAIN [1]
A produção de frangos em pequena escala e as aves silvestres estão sendo injustamente culpadas pela crise da gripe aviaria que agora afeta amplas zonas do mundo. Um novo relatório [2] de GRAIN mostra como a indústria avícola multinacional está na raiz do problema e deveria ser o foco de todos os esforços para controlar a gripe aviaria.
A
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expansão das redes mundiais de produção e comércio avícola industrial criou as condições ideais para a emergência e transmissão de vírus letais como a cepa H5N1 da gripe aviaria. Uma vez dentro das granjas industriais densamente povoadas, o vírus pode rapidamente chegar a ser letal e amplificar-se. O ar espesso e carregado de vírus das granjas infectadas é transferido à distância, quando as redes de comércio mundial propagam a doença através de diversos portadores: aves vivas, frangos de um dia de vida, carne, plumas, ovos incubados, ovos, esterco dos frangos e rações. [3]
"Toda atenção está centrada atualmente nas aves migratórias e nas galinhas domésticas como fonte do problema", diz Devlin Kuyek de GRAIN. "Mas estes não são efetivamente os vetores da gripe aviaria altamente patogênica. O vírus lhes mata, mas é improvável que sejam elas quem o propaguem".
Por exemplo, em Malásia, a taxa de mortalidade por causa do H5N1 entre as galinhas aldeanas é só 5%, o que indica que o vírus tem grandes dificuldades para propagar-se entre as ninhadas de frangos produzidos em pequena escala.
Os focos de H5N1 em Laos, cercado por países infectados, só se registraram numas poucas granjas industriais do país que se abastecem com frangos incubados na Tailândia. Os únicos casos de gripe aviaria em frangos caseiros, que representam cerca do 90% da produção em Laos, ocorreram nas proximidades das granjas industriais.
"A evidência que temos aqui e ali, desde Holanda em 2003 ao Japão em 2004 e no Egito em 2006, é que o vírus letal da gripe aviaria se inicia nas granjas avícolas industriais e a partir dali se estende", explica Kuyek.
O primeiro foco na Nigéria começou este ano numa só granja industrial de propriedade de um ministro do gabinete, distante das rotas das aves migratórias, mas conhecida por importar ovos incubados sem registro. Na Índia, as autoridades locais afirmam que o H5N1 surgiu e se estendeu desde uma granja industrial de propriedade da maior empresa avícola do país, "Venkateshwara Hatcheries".
Uma interrogante incandescente é por que os governos e as agencies internacionais como a FAO (Organização das nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) não fazem nada para pesquisar como as granjas industriais e seus produtos, tais como esterco e rações, estendem o vírus. Pelo contrário, estão usando a crise como uma oportunidade para aprofundar a industrialização do setor.
Multiplicam-se as iniciativas para proibir a produção de frangos ao ar livre e eliminar aos pequenos produtores, e repor as granjas com frangos modificados geneticamente. A rede de cumplicidade com uma indústria envolvida numa roda de mentiras e encobrimentos parece completa.
"Os camponeses estão perdendo seus meios de vida, suas raças de frangos nativos e estão sendo expulsos do mercado, e alguns especialistas dizem que estamos à beira de uma pandemia humana que poderia matar milhões de pessoas. Kuyek conclui. "Quando se darão conta os governos que para proteger os frangos e as pessoas da gripe aviaria, precisamos proteger-lhes da indústria avícola mundial?".
[1] GRAIN é uma ONG que promove a gestão sustentável e o uso da biodiversidade agrária baseada no controle popular sobre os recursos genéticos e seu conhecimento local. http://www.grain.org/é/
[2] O relatório completo, " Jugando al gallito ciego: el papel central de la industria avícola en la crisis de la gripe aviar ", está disponível em http://www.grain.org/briefings/?ide=197 .
[3] As camas e fezes de frango procedentes dos solos das indústrias avícolas são ingredientes comuns na alimentação animal.
CONTATE-NOS: Carlos A. Vicente - Responsável de informação para América Latina GRAIN / Gianone 195, (1727) Marcos Paz, Buenos Aires, Argentina Telefax: (54 220) 4771165. E-mail: carlos@grain.org
Mensagem encaminhada pelo colega Silvio Valle
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