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Assuntos diversos Assuntos diversos - Diluição de medicamentos
OLá galerinha do risco biológico
Comprei um livro que mostra a quantidade e o tipo de diluente para injetáveis, só que a mairia dos medicamentos (segundo o livro) devem ser diluídos em soro fisiológico ou glicosado. Há profissionais que dizem que os medicamentos devem ser diluídos em solução isotônica, mas quem tem prática em hospital sabe que a maioria dos medicamantos são diluídos em água destilada(solução hipotônica) . A minha pergunta é: A diluição de medicamentos em água destilada diminue o efeito ou a estabilidade da medicação???????????
Desde já agradeço os esclarecimentos
Karina Almeida
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
OAB/SP promove debate sobre a prática do reuso de materiais médicos descartáveis
A prática, recentemente regulamentada pela ANVISA, não traz segurança aos trabalhadores da saúde, que questionam as reais eficiências do reuso de produtos médicos de uso único
Em uma parceria com a FETSESP - Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo - a OAB/SP irá realizar no próximo dia 27 de abril, na sede da entidade no Centro de São Paulo, o debate "Advertência à prática do reuso de produtos médico-hospitalares de uso único". A intenção é levantar as questões jurídicas que envolvem esse processo, pontos conflitantes, deficiências da prática e os riscos a que estão expostos trabalhadores e a sociedade.
Apesar de muitos materiais médico-hospitalares
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apresentarem em sua embalagem a definição "de uso único" (descartáveis), não são raros os estabelecimentos de saúde que utilizam esses instrumentos até o seu desgaste total. O presidente da FETSESP, Edison Laércio de Oliveira, explica que o uso contínuo de materiais projetados para serem utilizados uma única vez apresenta um grande risco à sociedade e aos trabalhadores que manuseiam esses equipamentos, uma vez que se tornam focos de contaminação, pois é comum permanecerem vestígios de outros procedimentos e de um reprocessamento ineficiênte. Além disso, as peças ficam mais vulneráveis e suscetíveis às rupturas durantes as intervenções cirúrgicas.
Segundo o Diretor de Comunicação da FETSESP, Pedro Tolentino, a Federação recebe mensalmente, em média, 900 pedidos de orientação sobre o reuso, vindos dos 13 sindicatos associados a ela. "Geralmente, as dúvidas são sobre a utilização, como proceder em situações de exposição aos materiais reprocessados e, em muitos casos, há relatos de acidentes ocorridos durante o manuseio", reitera. Tolentino afirma que os pedidos têm aumentado consideravelmente mês a mês, principalmente após a publicação da norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego, NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde-, que, entre outras, coisas inibi o reprocessamento.
Serviço:
Data: 27/04/06
Local: São Paulo - Sede da OAB
Praça da Sé, 385 - Centro
Horário: das 14h30 às 17h30.
Inscrições Gratuitas (vagas limitadas)
Telefone: (11) 4612.9448
http://www.tspv.com.br/reuso
Assessoria de imprensa:
OAB - Ordem dos Advogados do Brasil
Santa Maria - assessoria.imprensa@oabsp.org.br - Tel. (11) 3291-8179 / 8182
Projeto TSPV e FETSESP
Sabrina Fernandes - sabrina.daffrenos@uol.com.br - Tel. (11) 4612-9448 / Cel. (11) 8366-9821
CONHEÇA TODA A PROGRAMAÇÃO..... (http://www.tspv.com.br/reuso/index.htm)
Responsabilidade social
FETSESP
OABSP
TSPV
NOS
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Legislação e normatizações Legislação NR32 - Debate
Caros colegas do nosso Riscobiológico
Gostaria de colocar uma discussão sobre a "nossa NR-32" tão esperada por todos os amantes dos EAS, pois a NR-9 e outras não atendiam a demanda desta complexa organização, que são os IAS.
Temos alguns regulamentos, portarias da Anvisa e do Ministério da Saúde e o MTE ???, quando aparecia era com NRs antigas e defasadas que pouco tinham a ver com os EAS.
Esperamos e temos, todos, responsabilidade, pois ela veio, com avanços, mas certamente poderia vir muito melhor.
Vejamos, não toca na proteção ao trabalhador, quanto aos agentes, isto é: água, ar, esgoto, ar medicinal, vácuo, e quanto aos agentes químicos também deixa muito a desejar.
Esperei quanto aos quimioterápicos, para corrigir o que está falho na RDC-220
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de 21/09/2004 da Anvisa, no tocante a análise do ambiente de manipulação, mas fugiu da discussão sobre classificação se salas.
Quanto a resíduos tem, até coisas melhores, pois diz no item 32.5.6 que o Depósito temporário de resíduos "deve ser utilizado apenas para os fins a que se destina;", pois eu nunca gostei muito deste negócio da RDC-306 que permite que o DTRSS ficasse junto com a Sala de Utilidades, desde que aumentássemos esta.
Caros colegas, julgo que temos uma missão, colaborar para a melhoria da NR-32, e vou tentar humildemente contribuir com críticas construtivas à respeito destes agentes:
A) AR
B) Água
C) Vácuo
D) Ar medicinal
E) Esgoto
Esperando ter contribuído com as minhas dúvidas e incertezas.
André Luiz Lopes
Engenheiro Hospitalar
Rio de Janeiro
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Resíduos de Serviços de Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Caros colegas participantes do grupo, venho informar que acabei de lêr uma noticia da Inbravisa
(http://www.maxpressnet.com.br/noticia.asp? TIPO=PA&SQINF=216872)
relatando o fato que as VISAs estaduais e municipais do Estado de São Paulo não estão cobrando dos estabelecimentos de saúde o Plano de Gerenciamento, devido ao impasse da SMA33 e RDC 306. Gostaria de colocar esta questão em discussão, pois é uma noticia muito delicada e põe em cheque com os trabalhos desenvolvidos pelos gestores ambientais dos estabeleciementos.
Legislação e normatizações Insalubridade - Vigias/Seguranças
Boa tarde a todos
Gostaria de levantar a seguinte situação.
Os vigias (Seguranças) que ficam na porta de clínicas e pronto socorro ou transitando pelos corredores dando orientações diversas a visitantes e são chamados para auxiliar funcionários da enfermagem a segurar pacientes em macas ou camas, devido agitação. A estes profissionais, cabe ou não o pagamento de adicional de insalubridade?
Grato
Cleber Barreto
Téc. Seg. Trabalho
Cleber Barreto
clebarreto@yahoo.com.br
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Saudações a todos,
Estamos implantando em nosso hospital o Centro de Alta Complexidade em Oncologia. Surgiram dúvidas em relacão ao tipo de tecido do capote utilizado.
Em pesquisa na OSHA observamos que o tecido deve ser pouco permeável, mas que tecido seria este? Deveria ser macacão ou avental?
Silvana Ramos Médica do Trabalho
Silvana Barros Enf.ª Quimioterapia
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Contaminação ocular por fungos
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
Suspeita é que o ReNu com MoistureLoc, da Bausch & Lomb,
provoque infecção
Suspenso produto para lente de contato
FABIANE LEITE
DA REPORTAGEM LOCAL
A empresa de produtos oftalmológicos Bausch & Lomb anunciou ontem a
suspensão temporária da comercialização no Brasil de um de seus produtos
para a limpeza de lentes de contato, o ReNu com MoistureLoc. Há suspeita, em
razão de investigações nos EUA, de que o produto esteja relacionado com
casos de contaminação ocular por fungos -o que pode levar à cegueira.
A Bausch & Lomb destacou que até o momento não houve registro de perda de
visão.
O produto consumido pelos brasileiros provém dos EUA. Mas não há casos de
infecção registrados no Brasil. A Bausch & Lomb já
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havia determinado nesta
semana a retirada do produto das prateleiras norte-americanas.
Outros países, além do Brasil e dos EUA, também foram afetados pela decisão
da empresa, mas o laboratório não informou quais.
Representantes do laboratório no Brasil não souberam informar a participação
do produto no mercado nacional. O Renu com MoistureLoc chegou ao país há
cerca de 70 dias, informou a empresa ontem à noite.
Uma investigação realizada pelo Centro de Controle de Doenças
norte-americano mostrou que, de 28 usuários de lentes de contato com
infecção, 21 relataram ter utilizado somente produtos da marca ReNu -entre
elas a versão MoistureLoc.
Os primeiros casos de contaminação, no entanto, ocorreram em Cingapura,
Malásia e Hong Kong.
"A lente de contato impregnada por fungo pode levar à uma infecção grave.
Mesmo tratada e curada, muitas vezes pode ser necessário um transplante de
córnea. E quando não tratada, pode causar cegueira", afirmou Rubens Belfort,
titular da Oftalmologia da Universidade Federal de SP. "Fizemos um
rastreamento e não há registro de casos no Brasil", afirmou ainda o
professor.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, responsável pela segurança dos
remédios no Brasil, foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou
sobre o caso. Médicos oftalmologistas vinham cobrando do órgão providências,
após a retirada do produto nos EUA nesta semana.
Produtos permanecem
O laboratório destacou que seguem no mercado outros três produtos para
limpeza de lentes de contato da linha ReNu que podem ser utilizados segundo
a orientação do oftalmologista.
FONTE: www.folha.com.br - 14/04/06
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Hemodiálise / Contaminação de água
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
13/04/2006 - 16h19m
Hospital suspende serviço de hemodiálise por causa de contaminação da água
Letícia Lins - O Globo
RECIFE - O serviço de hemodiálise do hospital Barão de Lucena - um dos maiores da rede pública de saúde no estado - encontra-se suspenso, porque uma inspeção de rotina da Vigilância Sanitária Estadual detectou presença de mercúrio na água utilizada pelos doentes renais. A concentração detectada é 2,5 maior do que o nível máximo permitido. A maior parte dos 85 pacientes que se submetia ao tratamento foi deslocada para outros hospitais.
O problema só foi encontrado porque na inspeção de rotina foi realizado por engano um outro tipo de exame na água do hotel. É a primeira vez que se acha
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mercúrio na água usada para hemodiálise no estado.
Técnicos do próprio hospital e da Secretaria de Saúde investigam o motivo da contaminação. Em princípio, acredita-se que ela tenha ocorrido a partir de um defeito na bóia utilizada nos tanques de armazenamento de água do hospital.
Em 1996, 136 pessoas foram intoxicadas e 106 morreram devido à contaminação da água usada na hemodiálise no Instituto de Doenças Renais de Caruaru, que atendia a pacientes de todo o agreste pernambucano.
A clínica era abastecida por caminhões-pipa e a água ficava armazenadas em tanques. O ambiente facilitava a proliferação de bactérias que liberavam uma toxina fatal. Esta toxina provocava hepatite, fazendo com que os doentes renais, já debilitados, entrassem em coma, com o fígado em colapso.
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Resíduos de Serviços de Saúde Descarte de fixadores ortopédicos
Boa Noite
Por favor,solicito informações sobre o descarte dos fixadores ortopédicos usados nas cirurgias ortopédicas,como devo acondicionar?Que tipo de tratamento?
Agradeço.
Josandreia B. Oliveira
Enfermeira PGRSS - HGIS
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