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Legislação e normatizações Legislação NR32 - Calçados fechados
Bom dia colegas de lista
Estamos implantando a NR 32 em nosso Hospital e encontrando algumas dificuldades quanto a alguns ítens.
Um deles é:
32..24.5 - O empregador deve vedar:
e) o uso de calçados abertos.
Em nossa instituição não fornecemos calçados para a Enfermagem e agora como a Norma nos obriga a vedar o uso de calçados abertos alguns funcionários alegam que: se a instituição obriga o uso ela deve fornecer o calçado. O que vocês acham disso?
ABRAÇOS "Feliz Páscoa a Todos"
Valter
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Conceitos e condutas gerais Testagem de paciente-fonte - Consentimento
Meu nome é Milton, sou médico do trabalho e faço parte do SESMT de um Hospital de nível terciário. Gostaria de receber opiniões a respeito da seguinte situação: um paciente encontrava-se anestesiado sendo submetido a uma laparotomia exploradora. Durante o ato cirúrgico, o cirurgião sofre um acidente pérfuro-cortante com a agulha de sutura e, pelas características do ferimento, o mesmo é de alta probabilidade de contaminação pelo HIB, hep. B e C. O profissional acidentado solicitou de imediato a colheita de sangue sua e do paciente para a feitura dos testes recomendados, inclusive do teste rápido, porém o hospital negou-se a colher o sangue do paciente, com a alegativa de que para isso precisaria da autorização do mesmo. Sabendo-se que a
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eficácia máxima da quimioprofilaxia para o HIV é de 81% quando instituída dentro das primeiras 2hs. após o acidente, pergunto:
1. foi ético e lícito o hospital ter agido desta maneira?
2. caso, devido as circunstâncias, o sangue do paciente tivesse sido colhido, haveria infração ética e penal?
3. caso, por uma fatalidade, o paciente fosse HIV+ e o profissional fosse contaminado, o mesmo não poderia ajuizar ações de dano moral e físico contra o hospital pela não feitura do exame?
4. o profissional poderia ter colhido exame alegando "legítima defesa" da sua saúde?
5. deveríamos agir como se fosse paciente-fonte desconhecido e instituir logo as medidas profiláticas adequadas?
Aguardo opiniões.
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Centro Cirúrgico e CME Cirurgias - Microrganismos multirresistentes
Olá Pessoal!!!
Gostaria de saber de vocês , como é a rotina no centro cirúrgico para a realização de cirurgias em pacientes colonizados ou com infecção vigente por bactérias multirresistentes e também a rotina para realização das cirurgias infectadas. Nas literaturas tenho visto que não há recomendações de horário ou limpeza terminal após cirurgias infectadas. É correto? podemos realmente seguir essa recomendação ou podemos tentar direcionar as rotinas dessas cirurgias?
Um grande abraço a todos!!
Aproveito para parabenizar ao pessoal organizador da lista e a todos os listeiros pelas discussões, que tanto nos ajudam e nos eriquecem profissionalmente e pessoalmente!!
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Doenças emergentes, alertas sanitários Gripe Aviária - Origem da Crise
Panorama Agroecologia
RELATÓRIO ASSINALA À INDÚSTRIA AVÍCOLA MUNDIAL COMO ORIGEM DA CRISE DA GRIPE AVIÁRIA
A evidência que temos aqui e ali, desde Holanda em 2003 ao Japão em 2004 e no Egito em 2006, é que o vírus letal da gripe aviaria se inicia nas granjas avícolas industriais e a partir dali se estende.
COMUNICADO DE IMPRENSA DA GRAIN [1]
A produção de frangos em pequena escala e as aves silvestres estão sendo injustamente culpadas pela crise da gripe aviaria que agora afeta amplas zonas do mundo. Um novo relatório [2] de GRAIN mostra como a indústria avícola multinacional está na raiz do problema e deveria ser o foco de todos os esforços para controlar a gripe aviaria.
A
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expansão das redes mundiais de produção e comércio avícola industrial criou as condições ideais para a emergência e transmissão de vírus letais como a cepa H5N1 da gripe aviaria. Uma vez dentro das granjas industriais densamente povoadas, o vírus pode rapidamente chegar a ser letal e amplificar-se. O ar espesso e carregado de vírus das granjas infectadas é transferido à distância, quando as redes de comércio mundial propagam a doença através de diversos portadores: aves vivas, frangos de um dia de vida, carne, plumas, ovos incubados, ovos, esterco dos frangos e rações. [3]
"Toda atenção está centrada atualmente nas aves migratórias e nas galinhas domésticas como fonte do problema", diz Devlin Kuyek de GRAIN. "Mas estes não são efetivamente os vetores da gripe aviaria altamente patogênica. O vírus lhes mata, mas é improvável que sejam elas quem o propaguem".
Por exemplo, em Malásia, a taxa de mortalidade por causa do H5N1 entre as galinhas aldeanas é só 5%, o que indica que o vírus tem grandes dificuldades para propagar-se entre as ninhadas de frangos produzidos em pequena escala.
Os focos de H5N1 em Laos, cercado por países infectados, só se registraram numas poucas granjas industriais do país que se abastecem com frangos incubados na Tailândia. Os únicos casos de gripe aviaria em frangos caseiros, que representam cerca do 90% da produção em Laos, ocorreram nas proximidades das granjas industriais.
"A evidência que temos aqui e ali, desde Holanda em 2003 ao Japão em 2004 e no Egito em 2006, é que o vírus letal da gripe aviaria se inicia nas granjas avícolas industriais e a partir dali se estende", explica Kuyek.
O primeiro foco na Nigéria começou este ano numa só granja industrial de propriedade de um ministro do gabinete, distante das rotas das aves migratórias, mas conhecida por importar ovos incubados sem registro. Na Índia, as autoridades locais afirmam que o H5N1 surgiu e se estendeu desde uma granja industrial de propriedade da maior empresa avícola do país, "Venkateshwara Hatcheries".
Uma interrogante incandescente é por que os governos e as agencies internacionais como a FAO (Organização das nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) não fazem nada para pesquisar como as granjas industriais e seus produtos, tais como esterco e rações, estendem o vírus. Pelo contrário, estão usando a crise como uma oportunidade para aprofundar a industrialização do setor.
Multiplicam-se as iniciativas para proibir a produção de frangos ao ar livre e eliminar aos pequenos produtores, e repor as granjas com frangos modificados geneticamente. A rede de cumplicidade com uma indústria envolvida numa roda de mentiras e encobrimentos parece completa.
"Os camponeses estão perdendo seus meios de vida, suas raças de frangos nativos e estão sendo expulsos do mercado, e alguns especialistas dizem que estamos à beira de uma pandemia humana que poderia matar milhões de pessoas. Kuyek conclui. "Quando se darão conta os governos que para proteger os frangos e as pessoas da gripe aviaria, precisamos proteger-lhes da indústria avícola mundial?".
[1] GRAIN é uma ONG que promove a gestão sustentável e o uso da biodiversidade agrária baseada no controle popular sobre os recursos genéticos e seu conhecimento local. http://www.grain.org/é/
[2] O relatório completo, " Jugando al gallito ciego: el papel central de la industria avícola en la crisis de la gripe aviar ", está disponível em http://www.grain.org/briefings/?ide=197 .
[3] As camas e fezes de frango procedentes dos solos das indústrias avícolas são ingredientes comuns na alimentação animal.
CONTATE-NOS: Carlos A. Vicente - Responsável de informação para América Latina GRAIN / Gianone 195, (1727) Marcos Paz, Buenos Aires, Argentina Telefax: (54 220) 4771165. E-mail: carlos@grain.org
Mensagem encaminhada pelo colega Silvio Valle
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
A Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/SP, em parceria com a Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo - FETSESP, promove no próximo dia 27/04 debate para tratar a questão do reuso de produtos médico-hospitalares descartáveis, portanto, de uso único. O evento antecipa as comemorações do dia 28 de abril, Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, data celebrada mundialmente pela OIT em memória das vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.
SOBRE O TEMA
Apesar de muitos instrumentos hospitalares apresentarem a classificação "material de uso único", não são raros os estabelecimentos de saúde que ignoram essa advertência e utilizam esses produtos até o seu desgaste total. Entretanto, essa é uma prática no mínimo polêmica
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e que pode custar caro à sociedade e aos trabalhadores da saúde que manuseiam esses materiais. O preço a se pagar por isso é uma exposição desnecessária aos riscos biológicos, ou ainda, a aquisição de doenças como as hepatites B e C ou o HIV. E mais, o custo da vida humana e a dor dos familiares das vítimas não podem ser matematizados.
Em novembro de 2005, tendo consciência dos perigos que envolvem a prática do reprocessamento de produtos médico- hospitalares de uso único, o Ministério do Trabalho e Emprego, através de Comissão Tripartite, aprovou a norma regulamentadora NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde - com 100% de consenso e que, entre outras coisas, inibi o reuso.
Em Fevereiro de 2006, foi publicado pela ANVISA as Resoluções de nº 30 e 515 que regulamentam a prática do reuso, o que acalorou essa discussão.
Entretanto, os trabalhadores da saúde não confiam em tal procedimento, realidade que pode ser notada por meio de dados da Pesquisa "Fatores de (IN) Segurança para Pacientes e Profissionais da Saúde" que o Projeto TSPV em parceria com a ABPA (Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes) e ANENT (Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho) vem recolhendo nos últimos dois anos. Segundo esse estudo, realizado em 04 capitais (São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador) e que pesquisou 410 profissionais ligados ao setor, 69,2% dos respondentes não acham o reprocessamento seguro e confiável; 70,2% não acreditam que após o processo os produtos mantenham suas caracterísitcas iniciais; 74,5 afirmam que os pacientes não têm conhecimento que os produtos reprocessados são utilizados em outro paciente; 77,5% não se sentem confortáveis em utilizar tais produtos em si ou em familiares. E mais: 61,5% não acreditam que a ANVISA terá condições de fiscalizar o reprocessamento.
Por conta deste cenário conflitante é que a OAB e a FETSESP, em uma parceria em defesa do interesse da sociedade, convida a comunidade, trabalhadores da saúde, prestadores de serviço, advogados, técnicos de segurança, entre outros, para debater a questão.
DEBATEDORES
O debate será conduzido pela OAB, representada pelo seu Presidente Luiz Flávio Borges D'Urso, que terá ao seu lado o Presidente da FETSESP, Edison Laércio de Oliveira. São convidados deste debate a presidente da ANENT (Associação Nacional das Enfermeiras do Trabalho) Ruth Miranda, Médico e Responsável pelo Setor de Endoscopia das Vias Biliares e Pancreáticas da Santa Casa de SP, Tadayoshi Akiba, a Coordenadora Geral e representante do Governo no GTT (Grupo Técnico Tripartite) da NR 32, Noeli Martins e o Diretor-Presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello.
CENÁRIO MUNDIAL
O cenário mundial assume importância nesse assunto, uma vez que sinaliza os aspectos de desenvolvimento tecnológico e científico presentes nos países mais desenvolvidos, os quais devem ser tomados como parâmetro pelo Brasil.
Na União Européia, a Comissão de Saúde entende que produtos de uso único não devem ser reprocessados, como forma de proteção da saúde pública, uma vez que, após o uso do mesmo, há perda de suas características originais, ou que, em função de outros riscos reais ou potenciais à saúde do usuário, não permite seu reprocessamento.
O reprocessamento é proibido, como por exemplo, na França, Inglaterra, Itália e Espanha. Na Alemanha, Suíça e Suécia, o procedimento é permitido, no entanto, devem ser observados alguns requisitos técnicos e responsabilidades, mediante consentimento do paciente.
Na China, Austrália e América Latina, com exceção do Brasil, é vetado o reprocessamento de materiais médico- hospitalares descartáveis.
Atualmente, o Canadá sofre as influências das normas norte-americanas, que são favoráveis ao reuso de produtos de uso único. Entretanto, mesmo sendo os Estados Unidos adepto à prática, por medidas de segurança o país adotou diretrizes de alto rigor na intenção de minimizar os riscos que a atividade pode trazer. Sendo que, o FDA tem atuado fortemente junto as empresas reprocessadoras que não conseguem comprovar que os métodos de limpeza e esterilização utilizados resultam em produtos seguros para o paciente.
PÚBLICO-ALVO
Todas as categorias de profissionais do setor da saúde, prestadores de serviços, advogados, técnicos de segurança, consultores, categorias da indústria e comércio, empresários do ramo, pacientes, entre outros.
Maiores informações: http://www.tspv.com.br/reuso/index.htm
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Assuntos diversos Riscos biológicos em atendimento pré-hospitalar
Colegas do RB,
Alguém do grupo tem trabalho ou algum contato com a questão do risco biológico no Atendimento Pré-Hospitalar? Tipo Corpo de Bombeiros, SAMU, RESGATE, etc? Vamos aqui socializar referências/experiências acerca de um assunto tão pouco discutido.
Elisângelo Silva
ENFERMEIRO
Corpo de Bombeiros
Goiânia-GO
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