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Assuntos diversos Manipulação de fichas de pronto-atendimentos
Boa noite,
Gostaria que me fosse enviado as regulamentações de Biossegurança para manipulação e arquivamento das fichas de atendimentos dos pacientes em Proto Atendimentos e APH.
Socorro Campos - Medica
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Tipos de Máscaras/Respiradores
Olá a todos.
Trabalho numa empresa de laboratórios de certificação e geramos todos os grupos de resíduos. Recentemente uma funcionária me indagou sobre o uso de máscaras de proteção individual sobre agentes biológicos. Exite um laboratório que desenvolve testes de eficácia de domissanitários em animais selvagens, inclusive ratos. Precisamos saber qual é a melhor máscara ou filtro para estar utilizando nestes laboratórios, no caso que protejam o operador contra agentes biológicos?
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
Faculdade de Direito
Curso de Especializagco em Direito Médico
Maiores Informações e Inscrições no site:
www.cepeduerj.org.br
A Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro tem o prazer de informa-lo que estão abertas as inscrições para o Curso acima referido, constante da Programação do 1: Semestre Letivo de 2006 de nossa Faculdade.
Apresentação
Uma analise abrangente da sociedade contemporânea, marcada pela complexidade, incertezas e velocidade das transformações e tendo na globalização seu fenômeno mais visível e distintivo, remete-nos a imprevisibilidade, riscos e instabilidades.
A saúde, realidade presente desde os primórdios da humanidade, parte integrante do tecido societario, interage em preceitos, significados, valores e lógicas com o sistema jurídico e sua normatividade racional.
A interação da realidade sanitaria, dos
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sistemas de saúde e seus atores com o direito e, em sequência lógica, com o sistema jurídico e suas normas, constitui o núcleo referencial deste pioneiro e inovador Curso de Especialização em Direito Médico e da Saúde.
Questões doutrinarias e normativas das relações humanas e institucionais que envolvem os interesses sobre a vida e a saúde do homem e as condições de habitalidade do meio ambiente e eventos relevantes atuais, constitutivos do entrelaçamento dos sistemas jurídico e da saúde, serão apreciados por professores e profissionais experimentados, de indiscutível conhecimento médico e saber jurídico, a partir do duplo e integrado prisma itico e social.
Direcionado tanto aos gestores e profissionais da saúde como aos operadores do Direito, o presente curso de pós-graduação vem preencher importante lacuna existente em nosso meio e habilitar a uma melhor interlocução e dialogo no campo da medicina e de direito.
Público-Alvo
O Curso de Especialização em Direito Midico esta direcionado a profissionais das areas de saúde e do direito como médicos, odontólogos, enfermeiros, administradores hospitalares, advogados, defensores públicos, membros do Ministirio Público e do judiciario e outros profissionais do setor, interessados em se capacitar nessa area do direito e se destina a esclarecer todo essa nova ordem jurídica interdisciplinar e a levar seus participantes ` reflexão sobre os novos paradigmas teóricos e profissionais do Direito Médico.
Informações Basicas
Inscrições Até o dia 31 DE MARÇO DE 2006
Carga Horaria Total 390 horas
Duração 21 meses
Horario das Aulas Quinzenalmente, aos sabados, das 8:00 `s 17:00 horas, com intervalo das 12:30 `s 14:00 horas
Início das Aulas Maio de 2006
Local das Aulas Centro Empresarial Barra Shopping
Avenida das Américas n: 4200, Barra da Tijuca
Inscrição R$ 50,00
Valor do curso 23 parcelas de R$ 525,00 (sendo a primeira no ato de matrícula)
Corpo Docente
O Curso de Especialização em Direito Médico tem, no seu corpo docente permanente, professores mestres e doutores, com acentuada vivência profissional e acadêmica, formados pelas melhores universidades brasileiras e estrangeiras, com vasta experiência na area, militância na area técnica médica e nos maiores escritórios de direito médico e de responsabilidade civil do país e autores de diversos trabalhos sobre os institutos jurídicos do Direito Médico.
Professores
Nelson Massini - Coordenador (Médico Legista e Advogado; Perito Forense; Prof. Titular das Faculdades de Direito da UFRJ e UERJ; Mestre e Doutor em Medicina Legal pela UNICAMP - SP)
Roberto Lauro Lana - Coordenador (Médico e Advogado; Prof. da Faculdade de Medicina (FESO); Especializado em Direito Médico; Mestre em Direito pela UCAM; Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico)
Antônio Macena de Figueiredo - (Advogado, Enfermeiro, Mestre em Educação, Pós-graduado em Adminsitração Hospitalar e em Enfermagem, Professor de Ética Profissional e Bioética da Universidade Federal Fluminense, Membro da Sociedade Brasileira de Bioética/DF)
Carlos Alberto Jaimovitch - (Cirurgico Plástico; Perito Forense)
Eduardo Takemi - (Advogado, Mestre em Direito Civil, Doutor em Direito Civil pela UERJ, Professor dos Cursos de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da UERJ e do IBMEC, Consultor de Responsabilidade Civil de Planos de Saúde)
Frederico Bonaldo - (Advogado, Mestre em Direito Civil, Professor de Direito Civil da Universidade Candido Mendes, Professor dos Cursos de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da UERJ)
Gustavo Kloh - (Advogado, Mestre em Direito Civil, Professor de Direito Civil da PUC-RJ e dos Cursos de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da UERJ)
José Paravidino de Macedo Soares - (Médico, Professor do Instituto de Saúde da Comunidade da Universidade Federal Fluminense - UFF, membro do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina da UFF)
Jorge Darze - (Médico, Presidente do Sindicato dos Médicos)
Ilida Siguin - (Defensora Pública, Especialista em Bioética, autora de diversos livros sobre Bioética e Biodireito )
Paulo César Melo da Cunha (Advogado, Administrador de Empresas, Gerente da Consultoria Normativa da Procuradoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, Mestrando em Direito Empresarial - UCAM)
José Carlos Maldonado de Carvalho - (Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Professor da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro - EMERJ-RJ, autor do livro: Responsabilidade Civil Médica)
Marilena Corrja - (Médica, Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, Professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ, autora do livro Novas Tecnologias Reprodutivas. Limites da Biologia ou Biologia sem limites?).
Miguel Kfouri Neto - (Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Parana, Mestre em Direito, Professor na Faculdade de Direito de Curitiba e na Escola de Magistratura do Parana, Titular da Academia Paranaense de Letras Jurídicas, autor dos livros: Responsabilidade Civil do Médico e Culpa Médica e Ônus da Prova)
Genival Veloso de França - (Médico, Advogado, Ex-Professor Titular de Medicina Legal nos cursos de Medicina e Direito da Universidade Federal da Paraíba, Professor Titular de Medicina Legal da Escola Superior da Magistratura da Paraíba, Membro Titular da Academia Internacional de Medicina Legal e Medicina Social, Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências Médico-Sociais, autor dos livros: Medicina Legal; Direito Médico; Pareceres (I); Comentarios ao Código de Ética Médica; Comentarios ao Código de Processo Ético-Profissional dos Conselhos de Medicina do Brasil; Pareceres (II); Noções de Jurisprudência Médica; Erro Médico - origens e consequências; Flagrantes Médico-Legais I, II, III e IV)
Sylvio Capanema de Souza - (Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Presidente da 10* Câmara Cível, Professor dos Cursos de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da UERJ, Conferencista na EMERJ-RJ)
Talvane de Moraes - (Psiquiatra Forense; Professor da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, Ex-Diretor do Instituto Médico-Legal)
Yama Souto - (Médico; Bacharel em Direito; membro da Sociedade Brasileira de Bioética)
Também serão convidados Professores Palestrantes especialmente indicados
Programa
Com duração total de, no mínimo, 390 horas-aula, o programa compue-se de disciplinas fundamentais, exigindo ainda acentuada carga de leitura extra-classe. Para obter o certificado de pós-graduação, o aluno devera, além de cursar as disciplinas equivalentes à carga horaria total, apresentar e sustentar monografia de conclusco de curso sobre um dos temas tratados.
Informações Adicionais
Secretaria de Pss-Graduação Lato Sensu
UERJ - Faculdade de Direito
Rua Sco Francisco Xavier, 524, 7: andar - Bloco B - Sala 7003
Maracanã - Rio de Janeiro - RJ - CEP 21550-013
Fone (21) 2587-7229, 2566-9154
Processo Seletivo - A seleção sera feita através de prova escrita e entrevista. O resultado sera divulgado através dos telefones da Secretaria de Pós-Graduação Lato Sensu.
Depois de fazer a inscrição pela Internet, os candidatos aprovados deverão comparecer à Secretaria da Faculdade de Direito (UERJ Maracanã - Sala 7003 - bloco B), e entregar as cópias dos seguintes documentos: Carteira de Identidade, CPF, Diploma de Graduação ou Declaração de Conclusão, Histórico Escolar, Curriculum Vitae, a cópia do Formulario de Inscrição e a Guia paga.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico – RJ
Prezados colegas,
Estamos promovendo o I Simpósio sobre Central de Esterilização e Centro Cirúrgico no dia 10 de maio de 2006 - Centro de Convenções do C.B.C. Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Botafogo - RJ.
Abordaremos os seguintes temas :
- Revisão do Guideline AORN sobre técnicas assépticas em Centro cirúrgico
- Métodos de Esterilização a baixa temperatura :
- Opções
- Legislação
- Vantagens e desvantagens
- Atuação da Tecnovigilância no Centro Cirúrgico :
- Visão da Gerência de risco - Como deve ser realizada a investigação e a notificação dos casos
- Visão da Engenharia - medidas de prevenção
- Validação
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de Processos em Central de Esterilização
- Reprocessamento de produtos médico-hospitalares - O que há de novo .
Não deixem de participar deste simpósio!
Atenciosamente,
Marisa dos Santos Márcia Vasques
Presidente da AECIHERJ Vice-Presidente da AECIHERJ
I SIMPÓSIO SOBRE CENTRAL DE ESTERILIZAÇÃO E CENTRO CIRÚRGICO DA A.E.C.I.H.E.R.J
Centro de Convenções do C.B.C.
Colégio Brasileiro de Cirurgiões em Botafogo
Rua Visconde Silva, nº 52 - 1º andar
Rio de Janeiro - RJ
10 de Maio de 2006
Programação
8h00 Inscrições / Credenciamento
8h50 Abertura
09h00 - 9h45 Revisão do Guidelines AORN sobre Técnicas Assépticas em Centro Cirúrgico
15' Perguntas
10h00 Métodos de Esterilização à Baixa Temperatura
11h00 - 12h00 Atuação da Tecnovigilância no Centro Cirúrgico
25' Visão da Gerência de Risco "Como Deve Ser Realizada a Investigação" e a Notificação dos Casos
25' Visão da Engenharia - medidas de prevenção
10' Perguntas
12h00 - 13h30 Almoço
13h30 - 14h00 Validação de Processos em Central de Esterilização
15' Perguntas
14h15 - 14h30 Coffee-Break
14h30 - 15h15 Reprocessamento de Produtos Médico-Hospitalares - O Que há De Novo?
15' Perguntas
15h30 - 17h00 Encerramento
NÃO PERCA A DATA LIMITE PARA A SUA INSCRIÇÃO COM DESCONTO: VAGAS LIMITADAS!
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES - SECRETARIA EXECUTIVA : NYTY EVENTOS
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
2a Turma - Curso Básico para Implantação da NR 32 - Norma de Segurança e Saúde nos Serviços de Saúde
O Projeto TSPV promove a 2a Turma do Curso Básico para Implantação da NR 32. O Curso irá oferecer um programa supervisionado e avalizado pelos Coordenadores das Bancadas do Governo, Trabalhadores e Empregadores, do Grupo Técnico Tripartite construtor da NR 32 e terá uma carga horária de 16 horas.
Inscrições no site: www.nosbusiness.com.br/nr32cursoimplantacao
Serviço:
Data: 10 e 11 de abril
Horário: das 08h00 às 18h00
Local: HB Flat Ninety - Al. Lorena, 521 - São Paulo
Contato: (11) 46129448
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de serviços de saúde - Coletores de papelão
Caros colegas de grupo,
Como já manifestei antes, me preocupo bastante com o uso de caixas de papelão como padrão para coleta de RSS pérfuro cortantes (Grupo E) no Brasil, objeto inclusive de uma norma técnica da ABNT. Sempre justifiquei minha preocupação com os inúmeros relatos de acidentes, principalmente envolvendo funcionários da coleta e tratamento, especialmente fora dos hospitais, aqueles que vão ter contato com as "caixinhas" depois da estocagem e do transporte, durante o qual ocorre exposição das mesmas à umidade e aos esforços mecânicos típicos do transporte (carga, trânsito e descarga) nos carros de coleta externa.
Depois de anos procurando, sem encontrar, algum país que usasse caixas de papelão, como as nossas, fui descobrir que na África, a OMS
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vem recomendando o uso de um dispositivo semelhante, conhecido como "safety box". Pesquisando, descobri que a recomendação e especificação dessas caixas está vinculada a situações de extrema falta de recursos, típica dos países da África Sub-Saariana, conforme podemos observar pela frase reproduzida abaixo, seguida de minha tradução livre:
"the cardboard safety boxes were a low cost replacement for no sharps collection or ad hoc sharps collection in very limited resource primary health care settings, and intended to be burned on site - the "Safety box and incinerator container"."
tradução livre: "A caixa de segurança (safety boxes) de papelão é um substituto de baixo custo destinado a unidades de atenção primária, com recursos muito limitados (nota da tradução: entenda-se aqui, "recursos muito limitados", como os mais pobres dentro das regiões mais pobres África), que não disponham de nenhuma coleta ou tenham coleta precária de pérfuro cortantes e que se proponham a fazer a queima no próprio local, da caixa de segurança e do contêiner de incineração."
O texto acima faz parte das considerações de um técnico da OMS (o próprio moderador da lista SIGN) respondendo à queixa de um chefe do controle de infecção de um hospital universitário em Cape Town, cidade de grande porte da África do Sul, reclamando que, após a substituição recente dos coletores plásticos pelas "safety boxes", o número de acidentes com agulhas, envolvendo os coletores de lixo aumentaram de 1 ou 2 casos nos últimos 3 anos, para 27 em 2005! (vejam a mensagem completa ao final desta)
A proposta das "safety boxes" da OMS prevê que as mesmas sejam coletadas dentro de outras caixas, chamadas de "incinerator container" e se destinam obrigatoriamente a um sistema emergencial de queima no próprio local ("on site burning"), como tentativa radical de romper com o tráfico de seringas endêmico e dominante em certas regiões da África, onde, não raro, todas as seringas disponíveis no comércio local são originadas do reaproveitamento ilegal de seringas que chegam à região durante campanhas internacionais de vacinação ou ajuda humanitária às vítimas da AIDS.
Segundo os padrões de qualidade propostos pela OMS para as "safety boxes", a resistência das paredes deve suportar uma agulha com a pressão de 15 N. Em consulta ao Departamento de Embalagens do IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, as caixas em uso no Brasil não têm atendido ao padrão de resistência da ABNT, que estabelece, aqui no Brasil, o teste anda menos rigoroso, com apenas 12 N de pressão na agulha.
Entre as empresas brasileiras, existe a prática de apresentar laudos de resistência das caixinhas, sem nenhuma validade. A profusão de laudos falsos existe porque só são válidos laudos de testes feitos com amostras coletadas diretamente entre os produtos efetivamente vendidos, o que invalida qualquer "laudo" apresentado antes da venda do produto, ou cuja amostra testada não tenha sido retirada do lote efetivamente entregue. Ainda segundo o IPT, os produtos entregues para teste são mais resistentes que os que são fornecidos no mercado, com a mesma marca! Ou seja, empresas oferecem para os testes, amostras mais resistentes que os produtos que vendem.
Em resumo, se os coletores para pérfuro cortantes que existem no Brasil são testados com padrões inferiores aos "safety boxes" da OMS, os quais são usados apenas emergencialmente, em situações de extrema pobreza na África, onde a única justificativa para sua precariedade é a obrigatoriedade de que sejam queimados no próprio estabelecimento gerador, evitando o risco da coleta externa e, mesmo assim, a OMS recomenda a utilização de caixas secundárias, também de papelão, onde os coletores são mantidos em segurança maior que a dos nossos sacos plásticos brancos, até que sejam queimados, então é preciso perguntar: _Qual o sentido de usarmos coletores de papelão no Brasil, em condições de uso muito mais severas, que incluem armazenagem, carga de veículos, coleta e transporte e descarga dos veículos, além da operação manual nas unidades de tratamento, enquanto nossos estabelecimentos de saúde até que têm recursos para comprar seringas descartáveis, não estando em situação de calamidade, nem miséria absoluta, nem estando dependentes de doações de entidades filantrópicas internacionais?
Se nenhum país do mundo civilizado, que não esteja passando por situação de calamidade, usa esse tipo de acondicionamento. Se existem inúmeros trabalhos relatando o alto número de acidentes envolvendo essas caixinhas. Se os pérfuro cortantes são os RSS mais perigosos e os que mais causam danos! Se a maior prioridade em qualquer plano de segurança para RSS é o controle dos acidentes com pérfuro cortantes, em qualquer lugar do mundo! Se está mais do que comprovado que a melhor relação custo/prevenção está no controle desse tipo de acidente, que tira vidas, traumatiza pessoas e custa milhões para o SUS em terapia anti-retroviral!!! PORQUE CONTINUAMOS A USAR CAIXAS DE PAPELÃO NA COLETA DE PC?
Vejam a transcrição da íntegra da troca de mensagens divulgada pela SIGN hoje, 8 de março de 2006.
Saudações a todos,
Vital Ribeiro
CVS SES SP
Plastic Sharps Container VS Cardboard Safety Box
Shaheen Mehtar, IPC/TAH/SU, posts raises serious concerns about the use and
safety of cardboard safety boxes in one of South Africa's Teaching Hospitals
and suggests serious public health impacts in Sub-Saharan Africa.
The moderator forwarded Professor Mehtar's posting to the SIGN Secretariat
for comment ahead of SIGNposting. Selma Khamassi, SIGN/WHO replies below,
confirming the urgency of ensuring ISO standards and a prequalification
procedure for sharps containers in order to avoid such problems.
The moderator also posts a personal response with links to current
specifications and procurement guidelines.
It should be noted that the 2005 SIGN meeting in November 2005 discussed the
need for action on Safety box standards and guidelines for safety box usage.
Discussion, comments and additions please: sign@uq.net.au
or use your reply button
Subject: RE: Post00334 2nd RFI + Remover Review + Abstracts + News
Date: Wed, 22 Feb 2006
From: Mehtar S To: SIGN Moderator
Dear SIGN,
We have changed from a robust plastic sharps container to the WHO
recommended container this year.
The result has been disastrous.
In 2002, 2003 and 2004 we had one or two needlestick injuries among our
general portering staff (waste collectors). In 2005, after we changed to
cardboard containers we had 27!
Surely this is not what the WHO would like to see in Sub-Saharan Africa
where BBV such as HIV vary between 12 to 40% on the continent (as opposed to
0.6% in the Northern Hemisphere).
I would like someone to take up this issue from the Occupational Health
perspective in hospitals.
Regards
Prof Shaheen Mehtar
MBBS, FRCPath(UK), FCPath(SA), MD(Lon)
Head Unit for Infection Prevention & Control
Tygerberg Academic Hospital, Stellenbosch University
PO Box 19063, Tygerberg 7505
Cape Town, Western Cape
tel: 27 21 938 9452
Fax: 27 21 938 9166
Mobile: 082 852 3697
Date: Tue, 07 Mar 2006
To: allanbass@bigpond.com
From: "Khamassi, Selma" Subject: RE: plastic sharps container VS WHO recommended container
Dear Shaheen
I'm really sorry to hear about what happened to the waste handlers when
you switched to cardboard safety boxes. I would like to ask you what
kind of safety boxes you used and where were they produced.
Safety boxes recommended by WHO must be conform to strict specifications
(please see the Product Quality and Safety on the WHO website - details
below).
One of the things SIGN is planning to work on this year is putting iso
standards and a prequalification procedure for sharps containers in
order to avoid such problems.
Best regards
Selma
Dr Selma Khamassi
MO, Injection Safety& Related Infection Control
Safe Injection Global Network (SIGN) Secretariat
HTP/EHT/BTS
World Health Organization
20 Appia Avenue -CH 1211 Geneva 27 -Switzerland
Tel: +4122 7913431
Fax: +4122 79148 36
From: Sign Moderator
[mailto:signmoderator@bigpond.com]
Sent: 01 March 2006 05:28
To: SMEHTAR@sun.ac.za
Subject: plastic sharps container VS WHO recommended container
Dear Shaheen,
This is very important. My apologies for the delay in reading and replying
to your message - the university POPmail server tagged it as spam - and I
only reviewed the spam today.
My recollection is that the cardboard safety boxes were a low cost
replacement for no sharps collection or ad hoc sharps collection in very
limited resource primary health care settings, and intended to be burned
on site - the "Safety box and incinerator container". The Safety box for
used syringes and needles is derived for the incinerator version.
The boxes should meet minimum resistance to piercing specs - I have appended
the extracts of the safety box specifications at the end of this message.
A few questions arise:
* Are the boxes used in your hospital compliant with the specification?
* Are they used without overfilling?
Safety boxes are widely used (and abused). It would be good to identify
the failure mode and remedy this problem as soon as is possible.
regards and best wishes,
allan
The relevant WHO specifications are:
E10/IC.1 Safety box and incinerator container.
E10/IC.2 Safety box for used syringes and needles
The WHO. equipment performance specifications and test procedures for EPI,
section E10 Injection accessories. WHO/EPI/LHIS/97.13 can be found online
at: http://www.who.int/vaccines-documents/DocsPDF/ www9512/e10-9512.pdf
The specifications dealing with piercing follow below.
The very useful WHO guide to "Procuring Single-use Injection Equipment and
Safety Boxes", WHO/BCT/03.04 is in the SIGN toolbox at:
http://www.who.int/injection_safety/toolbox/docs/en/ Procurement.pdf
E10/IC.1 Safety box and incinerator container. Can be used for initial
distribution of syringes; containment of contaminated syringes and
needles; and finally for disposal by incineration.
Resistance to piercing:
* Container shall accept 100 x 0.5 ml syringes, 25 mm needles. Needles
shall not penetrate container walls when filled up to the filling line, but
at least with 100 x 0.5 ml syringes with unsheathed fixed needles and
dropped according to standard drop test (described in E10/PROC/1). No
syringes to be spilled from the container during test (see BS 7320:1990
appendix C).
* The average of forces needed to penetrate samples taken from each
position shall be not less than 15 N, and the force required to penetrate
any one sample from wherever taken shall not be less than 12.5 N.
And
E10/IC.2 Safety box for used syringes and needles. Can be used for initial
distribution of syringes and containment of contaminated syringes and
needles.
Resistance to piercing:
* Container shall accept as many 0.5 ml syringes, 25 mm needles as needed
to fill the box completely but with a minimum specified in "Net capacity".
Needles shall not penetrate container walls when filled with half their
capacity 0.5 ml syringes with unsheathed fixed needles and dropped according
to standard drop test (described in E10/PROC/2). No syringes to be spilled
from the container during test. (see BS 7320:1990 appendix C)
* The average of forces needed to penetrate samples taken from each
position shall be not less than 15 N, and the force required to penetrate
any one sample from wherever taken shall not be less than 12.5 N.
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Parabéns para todas nós neste dia 8 -dia internacional das mulheres.
Agradecemos ,Deus,a fibra que nos deste para exercermos com dedicação o exercício da maternidade , o olhar pra o próximo e desmpenho de multiplas funções fazendo de nós seres capazes de fazer a diferença.Parabéns a todas nós que caminhamos na busca do Amor e na aplicabilidade em toda as áreas.
Somos duplamente privilegiadas no desempenho como profissionais de SAÙDE, pois o trabalho diário nos faz pessaos melhores...
Att
Angela Aly
................................................
Dia Internacional da Mulher
Por que o Dia 08 de março - Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica,
[ + ] Exibir tudo
para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, deflagrou-se um grande incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 08 de Março como "Dia Internacional da Mulher".
Com a Celebração deste Dia pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
PARABÉNS A TODAS VOCÊS MAJESTOSAS E MARAVILHOSAS MULHERES.Dia da mulher
JAKOBI, Heinz Roland
Médico e Tecnólogo em Processamento de Dados
www.jakobi.com.br
MULHERES, TRABALHO E FAMÍLIA
A partir da década de 70 até os dias de hoje, a participação das mulheres no mercado de trabalho tem apresentado uma espantosa progressão. Se em 1970 apenas 18% das mulheres brasileiras trabalhavam, chega-se a 2002 com metade delas em atividade.
No entanto, o trabalho das mulheres não depende tão somente da demanda do mercado e das suas qualificações para atendê-la, mas decorre também de uma articulação complexa de características pessoais e familiares. A presença de filhos, associada ao ciclo de vida das trabalhadoras, à sua posição no grupo familiar - como cônjuge, chefe de família etc -, à necessidade de prover ou complementar o sustento do lar , são fatores que estão sempre presentes nas decisões das mulheres de ingressar ou permanecer no mercado de trabalho.
Tradicionalmente, os efeitos da maternidade na vida profissional das mulheres eram evidenciados, até a década de 70, pela diminuição das taxas femininas de atividade a partir da idade de 25 anos, quando, presumivelmente, os filhos eram ainda pequenos.
A partir de meados dos anos 80, entretanto, uma reversão dessa tendência vem se consolidando, indicando que a atividade produtiva fora de casa tornou-se tão importante para as mulheres quanto a maternidade e o cuidado com os filhos. Em primeiro lugar, os efeitos da maternidade no trabalho feminino permanecem, mas foram bastante atenuados, uma vez que as taxas de atividade das mulheres com idade entre 25 e 29 anos passaram a se assemelhar - e até superar - àquelas das mulheres entre 20 e 24 anos.
Ainda que a presença de crianças pequenas seja um limitador real da atividade feminina, outras variáveis podem vir a estimulá-la: a presença de serviços públicos e particulares de atenção à maternidade ( mais comuns em zonas urbanas), a necessidade econômica das famílias para fazer frente, seja ao desemprego de vários de seus membros, seja à renda domiciliar diminuída ou mesmo, ainda que em menor medida, a presença de um maior poder aquisitivo de um segmento de famílias o qual, mesmo na ausência daqueles serviços, propiciam às trabalhadoras o necessário suporte para a sua ausência do lar. É isso que os dados para 1998 parecem sinalizar e que fica ainda mais claro em 2002: neste último ano, a taxa de atividade das mulheres com filhos com idade até 2 anos (51,9%) apresenta-se apenas um pouco menor que aquela total (54,0%) , embora ainda distante da taxa das mulheres com filhos maiores de 7 anos ( 69,1%), as quais, mais liberadas do cuidado com crianças pequenas, podem se dedicar mais integralmente ao trabalho.
Em segundo lugar, as mulheres têm permanecido no mercado de trabalho cada vez por mais tempo: se em 1970 apenas 19% e 15%, respectivamente, das mulheres com idade entre 40 e 49 anos e 50 e 59 anos estavam ativas, em 2002 as taxas de atividade nas mesmas faixas etárias eram, respectivamente, 66,7% e 50%.
Outro indicador , revelador desse movimento , é a crescente participação das cônjuges no mercado de trabalho: num período de 22 anos ( 1980/2002) as suas taxas de atividade passaram de 20 para 56%, portanto, quase triplicando no período.
Também em 2002 , ¼ dos chefes de família brasileiros eram do sexo feminino; entre as regiões do país, a maior taxa se verificou na região Norte (28,7%) e, a menor, na Sul (23,8%) e entre todas as unidades da federação, foi no Amapá onde se verificou a maior proporção de chefes de família do sexo feminino no país (40,7%). Em contrapartida, a menor foi encontrada no Estado de Mato Grosso: apenas 20% dos chefes de família eram mulheres.
Na maioria das unidades da federação, predominam entre as chefes de família as mulheres pretas e pardas e, invariavelmente, o rendimento mensal dos domicílios chefiados por mulheres é inferior àquele dos domicílios cujos chefes são do sexo masculino. Assim, em 2002, 53% das chefes de família contavam com um rendimento domiciliar mensal de até 3 salários-mínimos (SM) e apenas 45% dos chefes do sexo masculino. Observe-se ainda que em menos de 5 anos, entre 1998 e 2002 o nível de rendimento das famílias, sejam elas chefiadas por homens ou mulheres se deteriorou visivelmente: em 1998, 35,3% e 42,4% dos domicílios chefiados, respectivamente, por homens e mulheres auferiam até 3 SM mensais.
É possível afirmar, portanto, que, no âmbito da oferta de trabalhadoras, tem havido significativas mudanças. Restam, no entanto, algumas continuidades que dificultam a dedicação das mulheres ao trabalho ou fazem dela uma trabalhadora de segunda categoria. Em primeiro lugar, as mulheres seguem sendo as principais responsáveis pelas atividades domésticas e pelo cuidado com os filhos e demais familiares, o que representa uma sobrecarga para aquelas que também realizam atividades econômicas. Exemplificando concretamente essa sobrecarga, confronte-se a grande diferença existente entre a dedicação masculina e a feminina aos afazeres domésticos: os homens gastam nessas atividades, em média, 10,6 horas por semana e as mulheres, 27,2 horas. Outra medida é o número de horas mais freqüente dedicado a essas tarefas: 7 horas semanais para os homens e 20 horas para as mulheres.
Estando ou não no mercado, todas as mulheres são donas-de-casa e realizam tarefas que, mesmo sendo indispensáveis para a sobrevivência e o bem-estar de todos os indivíduos, são desvalorizadas e desconsideradas nas estatísticas, que as classifica como "inativas, cuidam de afazeres domésticos". Numa perspectiva conservadora, passando a considerar na taxa de atividade feminina o percentual das mulheres que, em 2002, se dedicavam exclusivamente aos afazeres domésticos (ou as donas-de-casa em "período integral") , a taxa de atividade global das mulheres seria muito superior,_ 72,3%, praticamente empatando com a dos homens.
Essas grandes tendências verificadas na interface "trabalho feminino e família" - além de vários outros detalhamentos-, podem ser visualizadas nas tabelas que se seguem.
Taxas de atividade segundo faixas de idade e sexo (Brasil)
Taxas de atividade segundo faixas de idade e sexo (Regiões, 1993, 1995, 1998, 2002)
Taxa de atividade segundo posição na família e sexo (Brasil)
Taxa de atividade segundo posição na família e sexo (Regiões, 1993, 1995, 1998, 2002)
Taxa de atividade das mulheres que tiveram filhos, por idade da mulher (Brasil - 1993,1995,1998 e 2002)
Taxa de atividade das mulheres que tiveram filhos, segundo faixa etária do último filho vivo
(Brasil, 1998 e 2002)
Taxas de atividade global das mulheres de 10 anos e mais, por posição na família (Brasil, 1993 e 2002)
Chefes de família segundo o sexo e as regiões do Brasil (2002)
Chefes de família segundo o sexo e as unidades da federação (2002)
Mulheres chefes de família segundo "raça/cor":proporção das "pretas e pardas" segundo unidades da federação (2002)
Rendimento domiciliar mensal dos chefes de família segundo o sexo(Brasil - 1998 e 2002)
Número de horas semanais dedicadas aos afazeres domésticos por pessoas de 10 anos e mais, segundo o sexo. (Brasil - 2002)
Dedicação aos afazeres domésticos: média e moda do número de horas semanais, segundo o sexo. (Brasil - 2002)
Disponíveis em http://www.fcc.org.br/mulher/series_historicas/tabelas/mtf1.html
Mensagem encaminhada pelo colega JAKOBI, Heinz Roland
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico
Prevenir Infecções preservando o Ambiente
VI Congresso Pan-Americano
X Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar
11 a 15 de setembro de 2006 - Porto Alegre - RS
Centro de Evento da FIERGS
TEMAS PRELIMINARES
Desinfecção e Esterilização
Controle de Infecções em Unidades de Terapia Intensiva
E pidemiologia Hospitalar
Prevenção de Infecções em pacientes especiais
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Estratégias de controle de infecção na preservação do meio ambiente
Qualidade integrada ao controle de infecções
Prevenção de riscos ocupacionais
Controle da resistência bacteriana
CURSOS PRÉ-CONGRESSO - DATA DE RALIZAÇÃO: 11/SETEMBRO/2006
2 Turnos
Vigilância Epidemológica das Infecções Hospitalares
Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Controle de Infecção em
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áreas de Apoio
1 Turno
Controle de Infecção Relacionado a Arquitetura
Controle de Infecção Relacionado a Fisioterapia
Controle de Infecção Relacionado a Odontologia
Controle de Infecção em Pediatria e Neonatologia
Legislação Relacionada ao Controle de Infecções
CONVIDADOS ESTRANGEIROS
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Homero Bagnulo - Uruguai
Jaime Labarca - Chile
Kennet Leeper - USA
Luis Cuellar Ponce de Léon - Peru
Marlene Vallejos - Chile
Nicola Petrosillo - Itália
Rosa Rosales - Peru
Samuel Ponce de León - México
William Rutala - USA
TEMAS LIVRES
O envio de Temas Livres para o Congresso será efetuado através do site do evento. Para obter maiores informações e enviar o seu tema livre, acesse o site www.abih.org.br, clicando no link do Congresso. No site você encontra os procedimentos e todas as informações necessárias para envio dos temas livres.
Prazo de envio: 30 de junho de 2006.
Regulamento e ficha de inscrição no site após 10 de março de 2006.
Confira o site oficial do evento:
www.abih.org.br
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Conceitos e condutas gerais Acidentes de trabalho com material biológico
Repassando.
Cordiais saudações.
Paulo Roberto Rebello
São Paulo, domingo, 05 de março de 2006
Riscos biológicos de acidentes são mal-avaliados
DA REPORTAGEM LOCAL
Um corte ou uma pequena perfuração nas mãos pode passar despercebido como acidente de trabalho. Mas, no setor de saúde, são os pequenos ferimentos que escondem as lesões mais graves.
Provocados por manipulação de agulhas, cateteres intravenosos, lâminas e vidrarias e por contato com fluidos corpóreos, ferimentos inofensivos à primeira vista expõem o trabalhador a doenças como hepatite e Aids.
"Muitos profissionais vitimados por lesões na pele não notificam as ocorrências por não acreditarem na possibilidade de contaminação. As reais conseqüências desses casos ainda são desconhecidas, devido à ausência de registros e de programas de acompanhamento", diz Maria Helena
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Palucci Marziale, professora da USP e coordenadora da Repat (Rede de Prevenção de Acidentes de Trabalho com Material Biológico em Hospitais Brasileiros), instituição ligada à universidade.
Segundo dados recolhidos pela entidade, as vítimas dos acidentes com risco biológico são, predominantemente, mulheres, auxiliares de enfermagem, entre 20 e 29 anos (leia mais à pág. 3).
O Brasil tem quatro casos de soroconversão do HIV; nos Estados Unidos, segundo Marziale, os casos de HIV chegam a 191 e os de hepatite B, a 800 infectados. (AR)
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Legislação e normatizações Legislação e normatizações - Coleta de hemoculturas
Colegas de Lista,
peço desculpas pelo meu repertório de perguntas polêmicas mas estou retornando de férias e encontrei algumas pendências por resolver.
Pergunto aos colegas:
- Existe algum documento legal, resolução de conselhos e/ou norma de Boas Práticas em Laboratório de Análises Clínicas que informe de quem é a atribuição (categoria profissional) de colher amostra de sangue para hemoculturas?
Pode parecer bobagem mas no Hospital onde trabalho isso está se tornando um problema porque o Chefe de Laboratório, bem como o Gerente Administrativo, ambos Farmacêuticos Bioquímicos, alegam que esta atribuição é do Médico, ou no máximo do Enfermeiro mas nunca do Técnico de Laboratório.
Eu não quis polemizar porque discussões corporativistas não levariam a lugar algum e então decidi procurar algum documento que legitimasse
[ + ] Exibir tudo
essa alegação para que pudesse acatá-la, uma vez que eles não nos apresentaram nada por escrito. Há duas semanas procuro alguma resposta através de documentos disponíveis na internet e não encontrei nenhuma informação.
Assim, diante da colaboração tão valiosa que me prestaram na última semana sobre a testagem pré operatória, decidi consultá-los na expectativa de que possam me indicar alguma referência bibliográfica, ou um outro documento que me subsidie com argumentos sólidos para contestar ou que me faça aceitar a determinação dos meus colegas Farmacêuticos.
Agradeço antecipadamente.
Abraços a todos.
Wálria Toschi
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