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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Testagem pré-operatória
Pergunto aos companheiros de Lista:
É lícito um serviço cirúrgico só realizar cirurgias eletivas mediante a realização e resultado do teste anti-hiv?
Tenho procurado legislação sobre o assunto e não encontro resposta exata para a minha questão.
O Serviço de Ginecologia de um hospital público onde trabalho, não quer realizar nenhuma cirurgia eletiva sem o resultado do teste anti-hiv, alegando que precisa proteger os seus profissionais. Discordo veementemente dessa conduta, uma vez que medidas de biossegurança precisam ser adotadas em quaisquer circunstâncias e não apenas em caso de pacientes soro-positivos.
Além disso, na SMS-Rio, o resultado de um teste anti-hiv leva, em média, trinta dias para retornar, após a coleta e envio do material ao laboratório de referência, o que acaba "atravancando" a
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agenda desses procedimentos cirúrgicos.
Não quero ser injusta com meus colegas cirurgiões mas também não acho justo acatar, sem questionar, uma rotina que, a meu ver, acaba por prejudicar às pacientes e, efetivamente, não traz benefícios ao serviço ou aos médicos.
Alguém pode me ajudar a encontrar legislação específica sobre o assunto, ou regulamentação, ou portaria, ou norma, seja do CFM, do Ministério da Saúde ou outro órgão legítimo?
Obrigada desde já.
Wálria Toschi
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Líquidos corpóreos
Boa tarde
Para quem possa me ajudar, gostaria de saber como é conceituado Líquidos Corpóreos na forma livre. O que quer dizer a Forma Livre desses Líquidos Corpóreos?
Item relacionado a RDC306 no grupo A1
Agradeço desde já a ajuda
Rodrigo Moura
Santa Casa de Bragança Paulista-SP
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Assuntos diversos Educação Médica e Pesquisa no Brasil
Estou repassando para leitura e reflexão.
Cordiais saudações e bom carnava l!!
Paulo Roberto Rebello
Alguma coisa está errada por aqui"
MIGUEL SROUGI
ESPECIAL PARA A FOLHA
Em 17 de fevereiro último, tomei posse na Faculdade de Medicina da USP envolvido por sentimentos intensos. O primeiro deles de reconhecimento pela graça. Num país que tem 53 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza, eu consegui escapar. Num país onde apenas 10% da população adulta chegou à universidade, eu consegui ser incluído. Num país que agora tem 305 mil médicos e menos de 50 atingem a posição de professor titular na USP, eu fui escolhido. Estava tomado, também, por outro sentimento.
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Passava a ter uma nova tribuna para debater três temas seminais da área médica, ainda não bem resolvidos e que me despertam um certo desconforto: o sentido real da ciência e da pesquisa em nosso meio, o nosso papel como educadores médicos e a iniqüidade dos sistemas públicos de saúde. Quando falo em sentido real da ciência e pesquisa, penso que o nosso país não despertou completamente para uma nova realidade, que está transformando as sociedades mais desenvolvidas. Nelas, consolidou-se um novo paradigma, segundo o qual os investimentos em pesquisa devem ser intensamente promovidos sempre que eles ampliarem o estoque de conhecimentos e forem seguidos de desenvolvimento ecnológico, ou seja, quando produzirem avanços que beneficiem a sociedade e promovam o bem-estar do homem. Aqui no Brasil, essa idéia não foi bem compreendida, por isso, o conhecimento tem sido gerado sem um compromisso maior com a qualidade e com sua aplicação prática enriquecedora. Como conseqüência, importamos o saber e remetemos anualmente para o exterior cerca de US$ 4 bilhões, sob o rótulo de "transferência de tecnologia". Para quem não entendeu, US$ 4 bilhões representam quase o dobro de tudo o que o governo federal destina para a educação do povo brasileiro a cada ano. O papel transformador que a promoção da ciência e da pesquisa pode ter sobre o destino de uma nação tem na Coréia um exemplo emblemático. Em 1976, o Brasil registrou nos Estados Unidos três vezes mais patentes do que a Coréia e a nossa renda per capita era três vezes maior. Com investimentos maciços em educação e em desenvolvimento tecnológico, a Coréia registrou, no ano de 2004, cerca de 4.000 patentes nos Estados Unidos; o Brasil, somente 220. Nesse mesmo ano, a renda per capita na Coréia atingiu US$20.400; no Brasil, ela foi de apenas US$ 7.700. A segunda questão seminal que me sensibiliza é a da educação médica. O exercício da medicina realizado na sua dimensão maior apóia-se em dois pilares: o conhecimento científico e o humanismo. Este conceito, aparentemente óbvio, explica por que o bom médico não é aquele apenas dotado de ilustração técnica mas também aquele que tem compaixão e estabelece relações humanas profundas, aquele que se posta ao lado do seu paciente, como leal companheiro de viagem. Com toda a intolerância que prevalece na nossa sociedade, incapaz de aceitar até os fatos médicos inexoráveis, como a decadência física pela idade e as doenças ou a morte incontornáveis, com todo o ambiente indigente no qual atua um sem-número de médicos brasileiros e com todas as imperfeições da natureza humana, que atinge inclusive os médicos, é ainda possível produzir bons médicos? Tenho certeza de que sim. Michelangelo dizia que cada bloco de mármore bruto esconde uma figura esculpida, pronta para ser liberada com um pouco de trabalho e talento. Essa é a função dos educadores médicos. Descobrir nos blocos amorfos os pequeninos Davis e Pietás dotados não apenas de conhecimentos para curar mas principalmente de sentimentos humanísticos genuínos que irão reconfortar. E moldar nos blocos amorfos cidadãos que, além de amenizar o sofrimento, sejam capazes de influenciar suas comunidades, modificando o cotidiano das pessoas, transformando a sociedade e ajudando a desenhar um novo país. Finalmente, na área de assistência médica, mais do
que propor soluções para o nosso sistema público de saúde, injusto e perdulário, gostaria de expressar um pouco das minhas angústias. De acordo com o Projeto do Milênio, patrocinado pelas Nações Unidas, se cada país em desenvolvimento aplicar corretamente, a cada ano, US$ 110 por habitante, ao cabo de dez anos estarão resolvidos os problemas da fome, da mortalidade materna e infantil e das doenças transmissíveis que assolam os países do Terceiro Mundo. No Brasil, são gastos, anualmente, US$ 124 por habitante na área de saúde e nem o mais convicto otimista pode achar que as coisas estão bem ou irão ficar bem. Alguma coisa está errada por aqui!
A bem da verdade, não só aqui mas também em todo o planeta. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, enquanto no Japão a expectativa de vida da população aproxima-se de 85 anos, existem 13 países no mundo, os mais pobres, obviamente, onde a expectativa de vida é menor que 35 anos; em Serra Leoa, a vida média de seus habitantes é de apenas 26 anos. A própria Organização Mundial da Saúde dá uma das explicações para essa injustiça, a chamada "desproporção 10/90": Cerca de 90% dos recursos mundiais gastos na saúde são consumidos pelos 10% mais ricos da população; os restantes 90% dos habitantes do planeta recebem apenas 10% do total de recursos. Fico aflito quando leio isso; meu desconforto aumenta quando desconfio que isso deva estar acontecendo no Brasil. Infelizmente minhas aflições não terminam por aí; na verdade, elas se tornam quase insuportáveis quando descubro que o Brasil pagou, em 2005, R$ 157 bilhões de juros da sua dívida. Cento e cinqüenta e sete bilhões de juros, sem reduzir a nossa dívida e sem atenuar as injustiças, a penúria e a desigualdade no Brasil. Cento e cinqüenta e sete bilhões de juros, enquanto o governo federal gastou somente R$ 7 bilhões com a educação e R$ 33 bilhões com a saúde para assistir a todo o povo brasileiro. Não quero ser panfletário, muito menos pregar a irresponsabilidade, mas alguma coisa está errada por aqui!
No início do texto, lembrei que 53 milhões de brasileiros vivem abaixo dos limites da dignidade humana, o que me remete a um outro país, aquele dos outros 132 milhões, onde, em algumas áreas, a renda per capita anual chegou a quase R$ 17 mil em 2003 (no Maranhão foi inferior a R$ 2.500), onde os índices de analfabetismo situam-se em 7% (na região Nordeste é de 31%), onde a taxa de mortalidade infantil em 2003 foi de 17 para cada mil nascimentos (no Maranhão foi de 56). Como membro do grupo dos 132, sou tomado por uma aflição quase insuportável quando imagino que o outro Brasil pode estar cantando Chico Buarque de Holanda: "Sei que estás em festa, pá / Fico contente / E enquanto estou ausente / Guarda um cravo para mim / Sei que há léguas a nos separar / Tanto mar, tanto mar / Sei também quanto é preciso, pá / Navegar, navegar". Enquanto nossos governantes não oferecem os barcos e portos seguros, acho que não custa nada tentarmos fazer a nossa parte.
Miguel Srougi, 59, médico, pós-graduado em urologia pela Harvard Medical School (EUA), é professor titular de urologia da Faculdade de Medicina da USP.
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Biotecnologia, OGM Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - Nomeação
SAÚDO A TODOS !!
Considerando o nome do nosso site envio matéria para reflexão de todos que se interessam pelo polêmico tema pois diz respeito a todos os cidadãos brasileiros pois enquanto se discute se um pedaço de gaze é "infectante" ou não coisas "cabeludas" rolam nos bastidores ....
Cordiais saudações.
Paulo Roberto Rebello - médico
VISA/EAD-ENSP
DEMQS-ENSP/FIOCRUZ
Da Folha de São Paulo
26/02/2006
Ciência em Dia
Mais carnaval na CTNBio
MARCELO LEITE
COLUNISTA DA FOLHA
Não faltam credenciais a Colli para dirigir a famigerada comissão
Walter Colli, bioquímico e biólogo molecular, professor-titular da USP, começou com o pé esquerdo na nova CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) -ou começaram com o pé esquerdo dele, tanto faz. Na primeira reunião plena após a regulamentação da nova
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Lei de Biossegurança (número 11.105), há dez dias, Colli foi incluído no topo da lista tríplice de nomes para presidir a comissão que, pelo visto, continuará a ser técnica antes de ser nacional. Sem perda de tempo, foi nomeado presidente pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende.
Colli declarou ao jornal "O Estado de S.Paulo" que a reunião havia sido "extremamente produtiva", mas que não tinha idéia de quanto tempo seria necessário para "colocar ordem na casa" (a comissão ficou meses paralisada, enquanto a nova lei não era regulamentada).
Descrevendo-se a si mesmo como um cientista de grande reputação ("Sou muito respeitado"), disse que os ambientalistas não têm razão para preocupar-se com sua gestão: "Eles vão gostar de mim".
Não é o que parece. Convencidas de que Colli é um defensor dedicado dos alimentos transgênicos no estilo da velha e controversa CTNBio, entidades socioambientalistas como Greenpeace, Terra de Direitos e Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) estão questionando a lisura de sua indicação para a comissão, pelo Ministério da Saúde, como representante da sociedade civil atuante no setor. Segundo disse a ambientalista Gabriela Couto ao jornal "Correio Braziliense", o Ministério da Saúde alega que teria recolhido sugestões de 98 entidades, mas sem informar quais. As ONGs ameaçam entrar na Justiça para impugnar a indicação.
O segundo candidato mais votado foi o bioquímico Renato Cordeiro, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Cordeiro perdeu para Colli por quatro votos (teve 11, contra 15 do colega da USP). Segundo Rubens Nodari, representante do Ministério do Meio Ambiente na comissão, Cordeiro foi o nome que surgiu consensualmente entre aqueles que defendem uma renovação do órgão regulador dos transgênicos. "Mas a velha CTNBio parece que se renova na nova CTNBio", lamentou.
A objeção quanto ao processo formal da inclusão de Colli na CTNBio já havia sido apresentada ao MCT em 27 de dezembro, quando Rezende empossara a nova comissão. A data, entre o Natal e o Ano Novo, pareceu escolhida a dedo para atenuar repercussões negativas. De todo modo, o Idec apresentou na ocasião ao ministro da Saúde, Saraiva Felipe, um pedido de esclarecimentos sobre o processo de indicação de Colli. Era perfeitamente previsível, assim, que sua indicação para presidir o órgão enfrentaria resistência.
Não faltam credenciais a Colli para dirigir a famigerada comissão. Tampouco parece impeditivo para integrá-la, ou presidi-la, o fato de alguém ser favorável por princípio à modificação genética de produtos agrícolas. No máximo se poderia dizer que faltou um pouco de prudência, ou tino político, na escolha.
O resumo do enredo é que a CTNBio continua um verdadeiro carnaval.
Marcelo Leite é doutor em Ciências Sociais pela Unicamp, autor dos livros paradidáticos"Amazônia, Terra com Futuro" e "Meio Ambiente e Sociedade" (Editora Ática) e responsável pelo blog Ciência em Dia ( cienciaemdia.zip.net). E-mail: cienciaemdia@uol.com.br
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Conceitos e condutas gerais Acidentes de trabalho com material biológico - HIV e Hepatite C
Aos colegas ..RB....solicito informação sobre os seguintes ítens:
1) Na indicação do uso do esquema expandido: ITRN + 1 IP : AZT + 3TC + NFV ou AZT + 3TC + IDV/r
A eficacia do esquema profilático (nos casos de acidentes perfurocortantes) AZT + 3TC + IDV/ ritonavir é comparavel ao do .AZT + 3TC + IDV???? isto é, sem o ritonavir??........
2) A solicitação do PCR qualitativo para Hepatite C é rotineira no acompanhamento de fonte + para hEP C ou só é realizado para confirmação diagnostica qdo o anti HCV é positivo???
Grato
Klaus Junke
Med Trab/ SP
Méd do Trabalho
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Tenho uma certa duvida, trabalho com tatuagens e paira uma certa duvida quanto a esterilização de bicos e agulhas. As agulhas não podem entrar em estufas, pois as soldas derretem, entao, utilizo o germirio após soldar as agulhas por 18, já que não possuo autoclave. Gostaria de saber se esse processo é eficaz,e se posso usar as luvas de procedimentos para manipular o germirio, ou são outras luvas que tenho que usar.
Grato.
Marcus Ambra
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Áreas de apoio Arquitetura/Engenharia – Pias em unidades de terapia intensiva
Bom Dia, estamos com um problema aqui em nosso hospital, ganhamos um CTI novo, porém a obra que foi entregue na semana passada conta com pias para lavagem das mãos totalmente fora dos padrões, tipo aquela que quando vamos lavar as mãos espalha água para todo lado além de molhar o profissional por ser muito rasa.
Gostariamos de saber se alguém possui especificações para compra de novas pias, pois não conseguimos abrir até hoje esta nova unidade por conta deste problema.
Contamos com a ajuda de voces no envio desta especificação.
Abraços,
Sonia Neves
CCIH/IPEC/FIOCRUZ
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
PGRSS - Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
19/04/2006 - 4ª feira - São Paulo/SP
Vagas Limitadas - Inscrições no link: http://www.maisprojetos.com.br/produtos/cursos/ info_cas_01.htm
DATA E LOCAL:
· 19 de Abril de 2006 - 4ª feira - das 8h30 às 17h30 - Hotel Heritage - Rua Fernando de Albuquerque, 122 - Cerqueira César - São Paulo/SP (02 quadras da Av. Paulista - estação Consolação do Metrô)
OBJETIVO:
Introduzir conceitos técnicos-estratégicos da gestão ambiental corporativa e apresentar as principais ferramentas dos SGAs (Sistema de Gestão Ambiental) com ênfase no gerenciamento de resíduos de saúde em conformidade com as normas e resoluções técnicas CONAMA/ANVISA. Ao Final do curso os participantes terão condições de identificar e implantar ferramentas
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de gestão ambiental em conformidade com as normas e resoluções ambientais obrigatórias para os resíduos de saúde
PUBLICO ALVO:
Profissionais da área da saúde com funções de liderança e/ou chefia, e que atuam nos segmentos da Qualidade, Projetos, Saúde, Segurança e Meio Ambiente. Proprietários, Autônomos, Consultores e Assessores ligados á área da saúde, e demais interessados no tema.
INFORMAÇÕES:
· Carga Horária: 8 horas
· Metodologia: Exposição dialogada, Dinâmicas e exercícios de Grupo, Estudo de Caso.
Suporte: O participante receberá material didático impresso, certificado de participação, senha para free download de conteúdo complementar, e terá até 10 dias a contar da data de realização do curso para tirar dúvidas com os docentes via email.
· Investimento:
· R$ 150 ,00 até 07/04/2006
· R$ 170,00 de 10 à 14/04/2006
· R$ 200,00 a partir de 17/04/2006
CONTEUDO PROGRAMÁTICO:
BLOCO I - Introdução a Gestão Ambiental
. Evolução da variável ambiental sob a ótica da gestão
· Práticas Ambientais: SGA - Sistema de Gestão Ambiental., Iso 14001, Responsible care (Atuação Responsável), Gestão Integrada, EIA/RIMA, Licenciamento Ambiental, Legislação e Órgãos Fiscalizadores
Indicadores e Certificações.
BLOCO II: - Leitura e Interpretação das normas e resoluções técnicas
· Definições sobre o tratamento e a destinação dos Resíduos dos Serviços da Saúde. - Resolução CONAMA nº 358 de 29 de Abril de 2005-Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.
· Foco na correção na fonte e de integração entre os vários órgãos envolvidos para fins do licenciamento e fiscalização,
· Foco na redução do volume dos resíduos dos serviços de saúde na fonte geradora, como forma de garantir a proteção da saúde e do meio ambiente.
· Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços da saúde - Resolução RDC nº 306, de 07 de Dezembro de 2004 - ANVISA,
· Abrangência de implantação do PGRSS,
· Responsabilidades dos serviços geradores de RSS,
· PGRSS - Plano de Gerenciamento dos Resíduos - Competências e atributos;
· Definições e aplicabilidade do RSS: Manejo, Segregação, Acondicionamento, Identificação, Transporte Interno, Tratamento, Armazenamento temporário e externo, Coleta e Transporte Externos; segundo a classificação dos grupos de resíduos.
· Segurança Ocupacional
Programa de Educação Continuada.
BLOCO III - PGRSS - Programa de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços da Saúde
· Implantação PGRSS - Da teoria a prática
· Exercícios práticos:
· Identificar os passos de implantação,
· Classificar os resíduos de acordo com a classificação
DOCENTES:
Lucimeire Graziela Martini: Pedagoga (FSB), pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos (ESAN);com experiência de 15 anos na área da saúde em Gerenciamento do Sistema de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente em hospital certificado pela ISO 9.000, ISO 14.000, e Acreditação Hospitalar. Atuação como Auditor Líder e Representante Administrativo do SGQMA; Avaliador da Acreditação Hospitalar. Experiência com Gerenciamento Administrativo / Financeiro de Ambulatórios Médicos. Atuação na área de Recursos Humanos em Educação Continuada e Seleção de Pessoal. Participou como integrante técnica da primeira implantação e certificação ISO14000 em Hospitais na América Latina.
Marilena Lino de Almeida Lavorato: Especialista em Gestão Ambiental (IETEC), Gestão Estratégica de Negócios (FGV), Gestão Empresarial Estratégica com ênfase em Responsabilidade Social (USP), Marketing (ESPM), e Sociologia e Política com ênfase em Globalização (EPGSP/SP). Disciplinas especiais: IDA - Indicadores de Desempenho Ambiental e PPA - Políticas Públicas Ambientais (USP). Tem publicado artigos técnico-científicos em portais e revistas especializadas. Diretora Executiva MAISPROJETOS (Gestão Sócioambiental), Coordenadora GMGA - Grupo Multidisciplinar de Gestão Ambiental, Organizadora do Prêmio Benchmarking Ambiental Brasileiro, Coordenadora do Núcleo de Estudos "Adoção das Boas Práticas Ambientais nas Empresas e Instituições" do Setor de Estudos Marketing e Relações Institucionais do Projeto BECE/JMA e colunista JMA - Jornal do Meio Ambiente (Editor laureado em 1999 pela ONU com o Prêmio Global 500 de Meio Ambiente)
IMPORTANTE:
As trocas de nomes das inscrições pagas poderão ser feitas até 03 dias úteis antes da data de realização do curso, ou seja, até o dia 16/04/2006
Não haverá devolução do pagamento para desistentes a partir de 16/04/2006. As desistências pagas anterior a esta data (16/04/2006) poderão optar entre indicar um novo participante no seu lugar ou ter a devolução do valor pago mediante depósito em conta informando banco, agência e conta para depósito. Tal procedimento só será aceito mediante solicitação formal do participante (escrita e enviada por email e com a confirmação também por email do recebimento e aceite) até o dia 13/04/2006
· A empresa organizadora reserva o direito da não realização deste curso caso não haja número suficiente de inscritos e se compromete a devolver as inscrições pagas mediante depósito bancário na conta e agência informada pelo inscrito.
Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Tempo de armazenamento de laudos
Pessoal,
Solicito informações sobre o tempo de retenção dos laudos de tratamento dos resíduos de serviço de saúde. Por exemplo, o laudo de incineração dos resíduos devem ficar armazenados/ guardados na empresa geradora por quanto tempo ?
Grata,
Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Periodicidade de coleta
Caros colegas da lista
Necessito com a máxima urgência encontrar em qual legislação consta a periodicidade das coletas dos RSSS. Visto que tanto a RDC 306 como CONAMA 358, não são específicas. Conto com o auxílio de todos.
Grande abraço,
Tatiana Rodrigues
Enf.ª do trabalho -DSSMA
Volvo do Brasil Ltda
Curitiba - Paraná - Brasil
Phone: +55-041- 3317-8538
http:tatiana.rodrigues@volvo.com
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