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Material bilbiográfico e educativo Acidentes com material biológico - HTLV e Trypanossoma cruzi
Ao Grupo ,
Será quealguém do grupo tem alguma rotina ou referência bibliográfica sofre acidentes com material biológico onde a fonte é HTLV positivo ,chagas tb positivo ( fonte humana e laboratorial.Qual o protocolo a ser adotado?
Atenciosamente
Ana Cristina
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Sou enfermeira auditora, e a CCIH de um hospital, que é conveniado ao plano de saúde que trabalho, estabeleceu que colírios e pomadas oftálmicas são de uso único, assim teremos que pagar o valor total do frasco, mesmo que utilizado apenas 1 ou 2 ml.
Hoje pagamos por ml utilizado, por que entendemos que, se realizada a técnica correta não ocorrerá contaminação do frasco, podendo assim ser utilizado em outros pacientes.
Existe alguma restrição ao uso coletivo de colírios ?
As pomadas, até acredito que possa ser mais complicado a não contaminação.
Gostaria de saber a opinião do grupo.
Cibelli Rizzo Cohrs
Enfª auditora
Campo Grande-MS
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Oi pessoal
Ta aí uma dica minha para vocês , é pena eu não poder ir...snifs
Abraços
Marielly*
Marielly Herrera Gonzalez
Enfermeira do Controle de Infecções Hospitalares
Gastro Clínica Unidade Hospitalar
scih@hospitalgastroclinica.com.br
www.hospitalgastroclinica.com.br
23 de fevereiro de 2006 - das 8h às 13h
Simpósio Estadual - Vacina contra Rotavírus
Local: Espaço Hakka Plaza - R. São Joaquim, 460 - Liberdade - São Paulo -SP.
Objetivo: Difundir informações técnicas para a introdução da vacina contra o Rotavírus no calendário de rotina.
Inscrições gratuitas até 10/02/2006 // vagas limitadas.
Encaminho excelente editorial do site HIVandHepatitis sobre Hepatite C aguda, já traduzido para o português.
Refere-se a um artigo publicado no periódico Hepatology neste mês de fevereiro.
Valéria Saraceni
Equipe Riscobiologico.org
Hepatite C aguda: Tratar em quem, quando, como e com que terapia?
By Ronald Baker, PhD
http://www.hivandhepatitis.com/hep_c/news/ 2006/020306_a.html
Um estudo de coorte publicado em 2001, por Jaeckel et al, mostrou que 6 meses de tratamento apenas com Interferon alfa-2b padrão (Intron A), nas mesmas doses usadas para tratamento da Hepatite C crônica, foi suficiente para erradicar a infecção pelo HCV em 98% dos pacientes com HCV aguda [1].
Entretanto, a terapia ideal para a HCV aguda permanece em debate desde a publicação desse artigo. Ainda não existe consenso
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sobre quem tratar, quando tratar, qual interferon usar (convencional ou peguilado), e com qual esquema de doses. A falta de recomendações padronizadas para o tratamento da infecção aguda pelo vírus C se reflete na falta de recomendações precisas no Consenso do NIH mais recente, em 2002.
Os resultados de Jaeckel et al mostraram que o interferon alfa-2b em monoterapia por 24 semanas foi capaz de erradicar o HCV em 98% dos pacientes, independentemente do genótipo do HCV [1]. Como os interferons peguilados tomaram o lugar dos convencionais no tratamento da HCV crônica, o objetivo do estudo de Wiegand et al foi analisar a eficácia do tratamento precoce da hepatite C aguda com a monoterapia com peginterferon alfa-2b (PegIntron). Os autores publicaram os resultados finais de seu estudo aberto, não controlado, multicêntrico, no núemro do periódico Hepatology de fevereiro de 2006 [2].
Entre fevereiro de 2001 e fevereiro de 2004, foram avaliados 89 pacientes com hepatite C aguda, provenientes de 53 centros alemães, coordenados dentro do grupo de estudo HEP-NET. Os pacientes haviam contraído o HCV através do uso de droga intravenosa, por relação sexual, procedimentos médicos, acidentes com materiais perfurocortantes e outras fontes potenciais (tatuagem, acupuntura). Sessenta e seis por cento dos pacientes eram portadores do genótipo viral 1 do HCV.
Todos os pacientes do estudo receberam peginterferon alfa-2b na dose de 1.5 microgram/kg, uma vez por semana, durante 6 meses. O tratamento foi iniciado após uma média de 76 dias (variação entre 14 e150 dias) da exposição presumida.
A resposta de final de tratamento [End-of-treatment response (ETR)] e a resposta virológica sustentada [sustained virological response (SVR)] foram definidas como HCV-RNA não detectável no final do tratamento e após 24 semanas de seguimento, respectivamente.
Resultados
- ETR foi de 82% no final de tratamento e 71% ao final do seguimento.
- Dos 89 pacientes, 65 (73%) tiveram adesão à terapia, recebendo 80% das doses de interferon dentro de 80% da duração esperada da mesma.
- As taxas de ETR e SVR dentro dessas subpopulações foram de 94% e 89%, respectivamente.
- Um nível máximo de alanina aminotransferase de mais de 500 U/L antes do início da terapia foi o único fator associado ao sucesso da terapia.
Em conclusão, os autores escreveram que "na infecção HCV aguda, o tratamento precoce com peginterferon alfa-2b leva a uma boa taxa de resposta virológica em indivíduos que têm adesão ao tratamento."
"O alto número de pacientes que perderam o seguimento aponta para a importância de uma seleção criteriosa de pacientes e monitoramento contínuo durante a terapia".
"Assim, estudos futuros deverão identificar os fatores predisponentes para o clearance viral espontâneo, para se evitar tratamentos desnecessários".
Comentário
Surpreendentemente, os resultados obtidos no estudo mais recente de Wiegand et al, utlizando o peginterferon alfa-2b (PegIntron) foram piores do que os encontrados no estudo anterior de 2001 de Jaeckel et al, que utilizou o interferon alfa-2b (Intron A) convencional. Num editorial, também publicado no número de fevereiro de 2006 da Hepatology [3], Antonio Craxi e Anna Licata da GI and Liver Unit at the University of Palermo, Italy mostraram que, no estudo de Jaeckel et al, os pacientes obtiveram uma ETR de 98% e uma SVR de 98%, utilizando o interferon alfa-2b convencional, versus uma ETR de 82% e uma SVR de apenas 71% no estudo mais recente de Wiegand et al, usando o peginterferon alfa-2b. Além disso, apontaram para o fato de que no estudo de Jaeckel, uma dose de indução de IFN obteve um clearance viral precoce em 4 semanas de terapia em 72% dos pacientes. Os dados de 4 semanas do outro estudo não se encontram disponíveis.
A taxa mais baixa de SVR no estudo de Wiegand provavelmente se deveu aos altos níveis de não adesão dos pacientes, disseram Craxi e Licata em ssu editorial. Vinte e um por cento dos pacientes não tomaram nem 80% das doses em 80% do tempo estipulado para o tratamento. Muitos deles saíram do estudo ou perderam o seguimento.
Craxi e Licata sugerem que, devido ao risco de baixa adesão e perda de seguimento, talvez fosse mais produtivo não oferecer a todos os pacientes a terapia imediata para infecção aguda pelo virus C e sim, "aguardar e identificar os pacientes com clearance viral espontâneo". Eles enfatizam o número alto de abandonos e falta de adesão entre os usuários de drogas intravenosas no estudo de Wiegand: "A proposta de tratar os usuários de drogas na fase aguda deve ser cuidadosamente pesado contra a probabilidade de resolução espontânea."
Os pesquisadores italianos sugerem ainda que o peginterferon dado uma vez por semana pode não ser tão efetivo quanto o interferon convencional dado 3 vezes por semana, para infecção aguda por HCV: "O problema real, na era dos PEG IFNs," escrevem Craxi e Licata, "é se os resultados podem ser reprodutíveis com esquemas de uma vez por semana."
A comparabilidade das dosagens entre os IFNs convencional e peguilado é também preocupante. Altas doses de IFN nas primeiras semanas de tratamento parecem ser mais efetivas, de acordo com Craxi e Licata. No estudo de Jaeckel et al, um regime de 5 MU of IFN uma vez por dia por 4 semanas, seguido de 5 MU de IFN duas vezes por semana por 20 semanas levou à SVR em quase todos os pacientes.
Resultados similares foram obtidos por Delwaide et al, [4] usando a mesma tática de indução com altas doses. Uma meta-análise realizada por Craxi e Licata [5] traz mais evidências de que o tratamento com uma dose diária de IFN convencional é a melhor opção para se obter uma SVR. Todos os estudos usaram interferon alfa convencional e tentaram otimizar a farmacodinâmica com doses diárias.
O uso de terapia combinada com ribavirina poderia melhorar a taxa de SVR? Craxi e Licata acham que não: "Dados de um pequeno estudo com IFN convencional, com ou sem ribavirina, não sugeriu melhora da eficácia." [6]
Resumo
Em resumo, persistem mais perguntas do que respostas sobre o melhor manejo da infecção aguda pelo HCV. Em geral, as evidências apontam para o uso da monoterapia com IFN convencional, embora seja aconselhável realizar uma boa triagem dos pacientes, na tentative de identificar os possíveis portadores de uma resolução espontânea da infecção, evitando o tratamento desnecessário.
Claramente, não existe uma "receita de bolo" aplicável a todos os pacientes com HCV aguda. Quem, quando, como e com que terapia começar (IFN convencional ou peguilado) são dúvidas essenciais [7]. Até agora, nenhum estudo evidenciou benefício da terapia combinada com ribavirina.
Se um paciente parece não estar conseguindo uma resolução espontânea, a decisão sobre tratamento deve ser altamente individualizada, e baseada em fatores que poderiam influenciar os resultados: condição clínica básica, probabilidade de adesão, habilidade para tolerar os efeitos adversos, inclusive psiquiátricos, genótipo viral, idade e história de uso de drogas intravenosas.
03/02/06
Fontes:
1. J Wiegand and others (for the German HEP-NET Acute HCV Study Group). Early monotherapy with pegylated interferon alpha-2b for acute hepatitis C infection: The HEP-NET acute-HCV-II study. Hepatology 43: 250-256. February 2006.
2. A Craxi and A Licata. Acute hepatitis C: In search of the optimal approach to cure (Editorial). Hepatology 43(2): 221-224. February 2006.
Referências;
1. E Jaeckel and others. Treatment of acute hepatitis C with interferon alfa-2b. N Engl J Med 2001; 345: 1452-1457.
2. J Wiegand and others (for the German HEP-NET Acute HCV Study Group). Early monotherapy with pegylated interferon alpha-2b for acute hepatitis C infection: The HEP-NET acute-HCV-II study. Hepatology 43(2): 250-256. February 2006.
3. A Craxi and A Licata. Acute hepatitis C: In search of the optimal approach to cure (Editorial). Hepatology 43(2): 221-224. February 2006.
4. Delwaide J, Bourgeois N, Gerard C, De Maeght S, Mokaddem F, Wain E, et al. Treatment of acute hepatitis C with interferon alpha- 2b: early initiation of treatment is the most effective predictive factor of sustained viral response. Aliment Pharmacol Ther 2004; 20: 15-22.
5. A Licata, A Craxi and others. When and how to treat acute hepatitis C? J Hepatol 2003; 39: 1056-1062.
6. P Rocca and others. Early treatment of acute hepatitis C with interferon alpha-2b or interferon alpha-2b plus ribavirin: study of sixteen patients Gastroenterol Clin Biol 2003; 27: 294-299.
7. H Wedemeyer, E Jackel and others. Whom? When? How? Another piece of evidence for early treatment of acute hepatitis C. Hepatology; 39: 1201-1203.
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Prezados Senhores: sou novo nesta lista e peço desculpas se minha pergunta já tiver sido feita por outras, mas sendo vocês mais especialistas do que eu no assunto arrisco a perguntar:
Pode o funcionário ficar imune com apenas duas doses de vacina para hepatite B? Como faz para saber ?
Há no momento vacina para hepatite C?
Acrescendo que gostei muito da página e parabenizo os organizadores.
Aguardo a resposta
José Paiva
Enfermeiro Divisão de Câncer do Hospital São Bento
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Interdição de Medicamentos
Mensagem encaminhada pela colega Walria - Rio de Janeiro
Secretaria de Saúde determina interdição de diversos produtos
O Globo
RIO - O secretário de Saúde, Gilson Cantarino, determinou a interdição da empresa W4C Indústria e Comércio Ltda., além da interdição, suspensão da venda, fabricação e uso de todos os lotes dos produtos fabricados pela firma.
A empresa fabrica cosméticos e produtos sanitários tem sede em São Gonçalo.O secretário também determinou a interdição da empresa Rama Boutique Beauté Ltda-Me e a suspensão da venda, fabricação, comercialização e uso de todos os lotes dos produtos fabricados pela firma.
O lote 4.0002 do medicamento sulfato ferroso Sulfaq F Simões, fabricado em 1 de outubro de 2004 e validade até 31 de outubro de 2006, teve
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interdição cautelar, suspensão da venda, distribuição e uso determinados pelo secretário. A amostra coletada pela Vigilância Sanitária estadual apresentou resultados insatisfatórios quanto aos ensaios de teor de sulfato ferroso e uniformidade de conteúdo.
Também foi proibido o lote 24003QP do medicamento Depakote Sprinkle 125 mg (divalproato de dódio), fabricado em julho de 2004 e validade até o mesmo mês deste ano, da Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Segundo a Resolução 2.945, houve a troca da embalagem secundária do produto. Dentro da caixa de Depakote Sprinkle 125 mg, lote 24003QP, foi encontrado o produto Depakene 250 mg cápsulas, lote 19011QP.
Cantarino determinou a interdição do Laboratório de Análises Clínicas Diagnolab, em Búzios, na Região dos Lagos e do Azevedo Serviços Médicos e Diagnósticos Ltda, em Itaboraí, na Região Metropolitana.
O lote 22 do azeite de oliva Quinta da Boa Vista, fabricado em 26 de setembro de 2005 e com validade até 26 de setembro de 2008, importado e enlatado por Oli Ma Indústria de Alimentos Ltda., localizada em Itaquaquecetuba, São Paulo foi condenado. Outro produto interditado pelo secretário foi o lote do arroz integral, marca Douglas Produtos Naturais, fabricado em 5 de dezembro de 2005 e com validade até 5 de março de 2006, reembalado por Douglas Produtos Naturais Ltda., localizada no Rio.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - BA
II CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO - SST
Data: 04 e 11/02/2006 - Horário: 08 às 17
A. Manoel Dias da Silva, 979-Golden Park Hotel-Pituba- Salvador-BA
Objetivo:
Capacitar os Profissionais de Saúde e Segurança do Trabalho, visando atender as demandas das empresas que buscam no mercado profissionais capacitados para o exercício da profissão e deixando-os em condições de entender e/ou elaborar os módulos oferecidos na sua empresa.
MÓDULOS:
1 - Como Elaborar o PPRA
Arnóbio Barata - Eng. de Segurança do Trabalho
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Data: 04/02/2006 - Horário: 08 às 10 horas
2 - LTCAT
Raimundo Abílio Loureiro - Eng. De Segurança do Trabalho
Data: 04/02/2006 - Horário: 10 às 12 horas
3 - PCMSO
Dr. Cláudio Silva - Médico Ocupacional
Data: 04/02/2006 - Horário: 13 às 15 horas
4 Como Fazer Estatísticas de Acidentes de Trabalho
Caio Oliveira - Técnico de Segurança do Trabalho
Data: 04/02/2006 - Horário: 15 às 17 horas
5- Permissão de Trabalho Seguro
Carlos Thadeu - Téc. de Segurança do Trabalho
Data: 11/02/2006 - Horário: 08 às 10 horas
6 - Avaliações Ocupacionais dos Agentes de Riscos Ambientais
Joana Angélica B. Palma - Higienista Ocupacional.
Data: 11/02/2006 - Horário: 10 às 12 horas
7 - Como Elaborar o Programa SMS - exigência Petrobrás
Roberto Guerra - Eng. de Segurança do Trabalho
Data: 11/02/2006 - Horário: 13 às 15 horas
8 - Administração de Emergências
Luiz Henrique Alvarez - Especialista em Prevenção de Incêndios e Emergências
Data: 11/02/2006 - Horário: 15 às 17 horas
DIREITO: Pasta, Certificado, Coffee-Breack.
PÚBLICO ALVO:
Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Médicos e Enfermeiras do Trabalho, Higienistas Ocupacionais, Profissionais de RH, Cipistas, Estudantes de cursos afins e demais interessados.
Informações e Inscrições:
Tel. (71) 3276-2517 - prevencaoeventos@uol.com.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
TSPV promove Curso de capacitação para implementação da NR 32
Entre os dias 22 e 23 de fevereiro o Projeto TSPV (Trabalhador Saudável - Paciente Vivo) promoverá o curso de Capacitação para Implementação da NR 32. Após dois anos de trabalho o GTT - Grupo Técnico Tripartite -, responsável pela construção da NR 32, finalmente pôde concluir a nova norma, aprovada em 16 de novembro de 2005 pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Com isso, é chegado o momento de empregadores, trabalhadores e governo se prepararem para fazer valer as diretrizes previstas na NR, que começa a vigorar, efetivamente, em 16 de abril deste ano. "Quando a norma foi criada o GTT estabeleceu prazos para a implementação dos itens da NR. Eles
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variam de 05 a 17 meses, conforme a complexidade do item. Sendo assim, em abril deste ano é o prazo para que muitos dos itens previstos comecem a valer", explica o coordenador do Projeto TSPV e diretor da NÓS Negócios Oportunidade Serviços, Mauro Daffre.
O Curso está sob a Coordenação Geral da psicóloga e especialista em treinamento empresarial, Norma Felix, e da pedagoga, pós-graduada em Transdisciplinaridade da Saúde, Educação e Liderança, Vilma Daffre Herlinger. Na grade de docentes estão: a pedagoga e técnica de segurança do trabalho Vera Lúcia Cantalupo, que atua no ramo há 25 anos e atualmente coordena o Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde e o Programa de Qualidade ISO 9001 do H.P.E.V; o Diretor da Federação dos Trabalhadores da Saúde e técnico Radiologista, Pedro Tolentino; também faz parte desse grupo a enfermeira e diretora da ANENT (Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho), Ivone Martini de Oliveira. Para encerrar a grade de instrutores contamos com a participação do Médico do Trabalho, Auditor Fiscal da Delegacia Regional do Trabalho do Estado de São Paulo -DRT/SP e Diretor da ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho), Mário Bonciani que trará suas contribuições no aspecto governamental.
O Projeto TSPV teve início em 2004, logo que o Grupo Técnico Tripartite da NR 32 foi formado. De lá para cá, o programa passou por 04 cidades (São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador), além de ter participado da realização de vários outros eventos, reunindo ao todo cerca de 2.000 pessoas presencialmente, além de ter mobilizado mais de 40.000 internautas que puderam acompanhar via Internet os trabalhos do GTT-NR32 durante todo esse período.
A iniciativa veio com o propósito de levar à sociedade o debate acerca da nova norma e os problemas enfrentados pelos profissionais do setor da saúde, como a falta de cultura de segurança; os altos índices de registros de acidentes apresentados pelo setor nos últimos levantamentos realizados pelo Ministério da Previdência Social (MPS), entre outros. Segundo o MPS, o setor ocupa o 1º lugar no ranking de registros de acidentes. Em 2004, no último levantamento realizado pelo órgão, do total de 458.956 acidentes notificados, 30.161 correspondiam ao setor de saúde. O fato agravante é que houve um aumento de acidentes de mais de 30% em relação a 2003, quando o setor registrou 23.108 registros.
O TSPV conta, desde suas primeiras ações, com o apoio direto dos representantes das bancadas do governo, do trabalhador e classe patronal do GTT-NR32. Tal aprovação dá credibilidade e segurança aos trabalhos que esta iniciativa realiza e/ou promove. "Conquistamos um grande avanço com a aprovação e publicação da norma NR32, agora é preciso tirar, efetivamente, esses conceitos e diretrizes do papel e levarmos para a prática. Por isso, resolvemos dar início a segunda etapa do Projeto TSPV: a promoção da educação", diz o Coordenador do Projeto, Mauro Daffre.
Serviço:
Data: de 22 a 23 de Fevereiro
Local: São Paulo - HB Flat Ninety
Av. Lorena, 521 - Jardim Paulista
Horário: das 8h às 18h00.
Inscrições: R$ 1.190,00
(vagas limitadas)
Telefone: (11) 4612.9448 http://www.nosbusiness.com.br/ nr32cursoimplantacao
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A Associação Paulista de Medicina do Trabalho promove no próximo dia 18 de fevereiro, no Auditório da Faculdade de Saúde Pública da USP, o Seminário NR-32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde. O evento pretende destacar o histórico de construção da Norma Regulamentadora n.º 32, do Ministério do Trabalho e Emprego, e seus principais aspectos.
O seminário contará com a participação de membros do grupo de trabalho que elaborou a norma e acontece no sábado, das 8h30 às 16h30. A Faculdade de Saúde Pública fica na av. Dr. Arnaldo n.º 715, Cerqueira César, na capital paulista. Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone 3107.7979
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ou pelo site www.spmt.org.br
Assessoria de Comunicação Social
FUNDACENTRO
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Cerca de 50.000 pessoas já foram contagiadas pela epidemia de 'chikungunya'
A epidemia de 'chikungunya', um virus que não é mortal mas provoca febres
altas, contagiou cerca de 50.000 pessoas em um ano nas ilhas francesas de
Reunião (Oceano Índico), segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelas
autoridades sanitárias.
O vírus, que é transmitido por um mosquito, provoca febre e sensação de
cansaço durante semanas, obrigando o enfermo a se deslocar curvado, daí o
nome chikungunya, "o que anda curvado", no dialeto swahili.
A doença, para a qual não há vacina nem tratamento preventivo, passa por um
recrudescimento desde o início da temporada de chuvas em dezembro.
"Estamos
[ + ] Exibir tudo
atualmente com 15.000 casos por semana, o que dá um total de cerca de 50.000 casos, 45.000 deles registrados desde meados de dezembro", disse a imprensa o doutor Philippe Renault, médico epidemiológico da Célula
Inter-Regional da Reunião de Mayotte (CIRE).
O vírus se estendeu pela África subsaariana, o sudeste asiático e, desde
2005, pelo Oceano Índico.
Comentário:
[Chikungunya e um alfavirus da familia Togaviridae, transmitido por vetor
culicídeo. Causa uma doença semelhante a dengue, de menor gravidade mas com artropatia mais intensa. Não é encontrado nas Américas - ljs]
ProMED-Port
http://www.promedmail.org
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