Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso de Pós-Graduação - SP
Biossegurança
Curso de pós-graduação (lato sensu) que visa capacitar os alunos nos conceitos e conhecimentos fundamentais sobre Biossegurança, que possibilite trabalhar de forma segura ante os diferentes riscos e preparando-os para o mercado de trabalho interpretando e aplicando as normas, recomendações e regulamentações estabelecidas pelos organismos nacionais e internacionais. A Biossegurança é a aplicação dos conhecimentos, técnicas, meios e equipamentos para prever a exposição do pessoal a agentes potencialmente infecciosos. A Biossegurança é fruto do desenvolvimento tecnológico e da busca da qualidade de vida, é em resumo "Segurança para a Vida".(Duração:18 meses)
O profissional que se forma neste curso pode trabalhar em laboratórios e em estabelecimentos de saúde, onde está presente o risco biológico, como especialista em Biossegurança, realizando trabalhos que visam aplicações
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de normas, recomendações e regulamentações nacionais e internacionais com a finalidade de prevenir a exposição dos trabalhadores a agentes potencialmente infecciosos.
Aulas expositivas e atividades práticas em campo, estudos de casos, seminários e visitas técnicas.
Trabalho de conclusão de curso: monografia
Pós-graduação (lato sensu) - Especialização em Biossegurança (expedido pelo Centro Universitário Senac).
SENAC JABAQUARA
Av. do Café, 298
Jabaquara
São Paulo-SP
Cep: 04311-000
Telefone: (11) 5017-0697
Fax: (11) 5017-2910
e-mail: pos.jabaquara@sp.senac.br
Centro Universitário Senac
Pós-graduação lato sensu em Biossegurança - 2006
Componentes Curriculares - Carga Horária
Introdução ao estudo da Biossegurança - 30
Gestão de Riscos em Biossegurança - 30
Riscos Biológicos - 30
Biossegurança em Laboratório Biológico - 30
Biossegurança em estabelecimento de saúde
Saúde no Trabalho - 30
Metodologia científica - 30
Biossegurança em Biotério
Animais de laboratório - 30
Contaminantes químicos 30
Controle das radiações - 30
Proteção contra incêndios - 30
Gestão da Biossegurança
Sistemas Integrados de Gestão - 30
Investigação de incidentes, acidentes e exposições do trabalho - 30
Procedimentos integrados e integrais em Biossegurança - 30
Procedimentos de emergências - 30
Biossegurança e P+L - 30
Controle dos resíduos - 30
Carga Horária Total do Curso - 480
Processo Seletivo:
Inscrição on line, entrevista e análise de curriculum vitae.
Início: 10/11/2005
Término: 30/01/2006
Taxa de Inscrição: R$ 50,00
Número de Vagas: 30
Início: 02/2006
Término: 07/2007
Obs: aulas quinzenais
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Cestos/Lixeiras
Oi pessoal da lista!
Bom, aproveitando toda a onda em que o pessoal tem se envolvido bastante com o PGRSS ( ainda bem, pois o meio ambiente agradece!! J ) tenho uma dúvida que gostaria de dividir e pedir auxílio de vocês.......
Diante aos cestos de resíduos ou se preferirem... "lixeiras", sabemos que o correto por questão de bom senso e biossegurança é que exista a menor manipulação possível do cesto pelo colaborador, sendo assim, o cesto ideal é o que possui acionamento mecânico por pedal. Falando nisso, alguém sabe algum ponto da RDC 306 ou CONAMA 358 em que frisa isso ???? J Se souber, me mostre por favor a luz !!! risos
Sendo assim, gostaria de saber de vocês se
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TODOSSSSSSSSs vocês erradicaram dos hospitais TODASSSSSS as lixeiras sem acionamento à pedal, ou seja, vocês retiraram do hospital todas as lixeiras sem tampa ou aquelas com tampa do tipo báscula ????
Ouuuuuuuuu........vocês exigiram somente lixeiras SOMENTE com acionamento à pedal em setores críticos, como: UTI, Centro Cirúrgico, Ala de Internações , Pronto Atendimento e entre outros ?????
Bom, gostaria de uma voz amiga para debater disso comigo, se possível!
Um grande abraço
Enfª Marielly Herrera
SCIH & CCIH
Informes e contatos Contatos - Visita em Central de Esterilização
Queridos Colegas do Risco Biológico
Estarei no dia 13 sexta-feira em São Paulo ( farei o curso da Célia Wada no sábado), e gostaria de aproveitar a oportunidade de visitar uma central de esterilização de algum Hospital em São Paulo.
Presto consultoria para empresa que fabrica autoclave de pequeno porte ( 12 e 21l), e gostariade saber em área uma autoclave do hospital deste porte poderia servir .Pensei tavez na esterilização de mamadeiras em lactário, ou para pequenas cirurgias...
Alguém me convida? Favor responder no meu e-mail. Obrigada.
Liliana Junqueira de P.Donatelli
Bióloga CRB 18469/01-D
Mestranda em Saúde Coletiva- Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP
Consultora de Biossegurança em Saúde Cristófoli
Tel-14-3224-1003 14-9771-5273
E-mail lilianadonatelli@uol.com.br
Email consultoria@cristofoli.ind.br
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Hemodiálise - Terapia Renal Substutiva Diálise - Pacientes com Hepatite C
Oi lista!
Gostaria de saber se paciente portadores de hepatite C podem ser dializados com pacientes não portadores desta patologia. Peço informação devido no hospital onde trabalho alguns pacientes estão solicitando que tais pacientes sejam dializados em sala em separado.
Um abraço,
Edilene Silva
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Legislação e normatizações Norma Regulamentadora NR32 - Imunizações
Esclarecimento sobre NR 32
Sobre o item.......
32.2.4.17 Da Vacinação dos Trabalhadores
32.2.4.17.1 A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente,
programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no
PCMSO.
Pergunto........A todo trabalhador dos serviços de saude está especificado somente enfermagem , medicos e afins ou todos q atuam em area de saude, inclusive administrativos.??
Se sim, como instituir vacinação contra hepatite B para os profissionais que nao sao da area da saude, sendo q nao conseguimos adquirir doses sufcientes??
grata
Luiza Feldbusch
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Assuntos diversos Endocardite pós-operatória - Biopróteses
Bom dia.
Preciso saber se alguém tem vivência/experiência no acompanhamento dos índices de endocardite pós-op em pacientes submetidos a cirurgia cardíaca, para troca valvar, com a bioprótese Carpentier-Edwards.
Obrigada!
Isabella Albuquerque
Infectologista
Rio de Janeiro
isabellaca@globo.com
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Divulgação de cursos e eventos Projeto Ghente - Estudos sociais, éticos e jurídicos - Genomas na área da saúde
Células-tronco embrionárias: A Fraude
A Universidade Nacional de Seul confirmou para o mundo, via agências de notícia, que houve fraude na pesquisa pioneira liderada pelo sul-coreano Woo-Suk Hwang em pelo menos nove das onze linhagens de células-tronco embrionárias humanas (CTEHs) que teriam sido obtidas através de clonagem. Logo após esta revelação, várias reações foram despertadas. Cientistas trataram de proteger a academia, através de carta-repúdio à reação da imprensa diante da constatação da fraude; editores de dois grandes periódicos científicos, as Revistas "Science" e "Nature" já deram partida para a revisão dos procedimentos e normas de seleção e aceitação de artigos científicos, sendo que a "Science" já anunciou o cancelamento da publicação; o governo da Coréia do Sul suspendeu o título de "Cientista
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ilustre do país", dado a Woo-suk Hwang, além de investigar a co-autoria de uma assessora presidencial na pesquisa fraudulenta; a revista "Scientific American" retirou o título concedido como "Pesquisador líder de 2005", porém, o impacto maior foi na esperança do sucesso - a médio prazo - da terapia a partir de clonagem terapêutica , meta perseguida por cientistas de países onde o uso de CTEHs é permitido para pesquisa, como é o caso do Brasil.
Pacientes com doenças degenerativas, como o diabetes, osteoartrite e o mal de Parkinson, até agora sem terapia disponível, assistem a esta fraude científica como a constatação que faltava para a certeza de que um longo caminho ainda precisa ser percorrido na área da terapia celular. Achava-se que a equipe de Hwang estava perto de descobrir o método de obtenção de células-tronco embrionárias clonadas, que poderiam ser usadas em pacientes sem nenhuma rejeição.
Grandes pesquisadores estão canalizando os esforços de suas equipes para responder a muitas perguntas-chave, que levarão ao sucesso desta corrida mundial pela utilização de CTEHs como alternativa aos transplantes de órgãos. Neste longo caminho, a pressa não pode agir em detrimento da ética. Pacientes não precisam de panacéias a curto prazo. Precisam de certezas, mesmo as de longo prazo.
Para entender melhor toda crise envolvendo a fraude liderada pelo Cientista Sul Coreano, Woo-suk Hwang, reunimos no Portal Ghente documentos, matérias e artigos, divulgados ou publicados na grande imprensa desde a confirmação da fraude no trabalho realizado pelo cientista e publicado na Revista "Science" em 2004.
Um dos hospitais onde presto consultoria vem passando por um problema sério de infecções (principalmente respiratórias) por Acinetobacter sp., no CTI. Soube que outros passam pelo mesmo problema e gostaria de saber se podemos trocar idéias...
Um abraço,
Isabella Albuquerque
Infectologista
Rio de Janeiro
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Mensagem encaminhada pela colega Sonia Chaves
Gerente de Risco- Hospital dos Servidores do Estado
LISAS = Lista de Adversidades em Saúde
Entre 2004 e 2005, o número de doentes de dengue cresceu em 23 das 27 unidades da federação. O maior aumento foi no Ceará, onde os casos subiram quase sete vezes de um ano para o outro - de 3.093 para 20.918. Também foi o Estado onde ocorreu a maior parte das mortes pela dengue hemorrágica. Das 43 registradas no Brasil, 19 foram no Ceará - mais que o dobro das mortes em todo o País em 2004.
Diante da situação preocupante, o governo cearense anunciou ontem que irá dirigir suas atenções às 17 cidades que em 2005 concentraram 80% dos
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casos, incluindo Fortaleza.
Segundo o secretário estadual da Saúde, Jurandi Frutuoso, um dos principais problemas do Ceará é o fato de muitas pessoas não permitirem que os vigilantes de saúde entrem em suas casas à procura de focos do mosquito transmissor da doença. "O índice chegou a 9%", diz Frutuoso. "Uma única casa de onde não eliminamos o mosquito já é suficiente para contaminar um quarteirão inteiro."
O secretário destacou que o Estado prioriza a notificação dos casos. "Aqui não existe subnotificação. Dos 184 municípios, 178 identificaram a doença." Apesar dos números pouco animadores, o Ministério da Saúde confirma que o Ceará é um dos Estados que mais têm se empenhado no combate à dengue - da eliminação do mosquito às campanhas de conscientização. "Em 2006, certamente vamos ter bem menos casos", aposta o secretário da Saúde.
43 mortes
O número de mortes por dengue no ano passado foi o segundo maior da história do País. A doença matou pelo menos 43 pessoas entre janeiro e novembro, segundo o Ministério da Saúde. O número de vítimas aumentou cinco vezes em relação a 2004, quando houve oito mortes.
O saldo de mortos só não é maior que o de 2002, ano em que o Brasil teve a sua pior epidemia de dengue. Naquele ano,
morreram 150 pessoas. O Estado que mais sentiu a força da doença foi o Rio. A maior parte das 43 mortes do ano passado
(32) foi registrada no Nordeste. Os Estados mais afetados foram o Ceará e a Bahia - 19 e 8 mortes, respectivamente.
A dengue, no entanto, pode ter sido ainda mais fatal. Em primeiro lugar, porque o balanço nacional não contabiliza os números de dezembro, que ainda estão sendo apurados pelos Estados. Depois, porque o Ministério da Saúde ainda não recebeu os dados de outubro e novembro do Rio e os de novembro da Bahia. E, finalmente, porque muitas vezes a dengue é confundida com outras doenças, principalmente a leptospirose.
Sorotipo 3, o pior
Segundo o Ministério da Saúde, o elevado número de mortes é justificado pela dispersão do sorotipo 3 da dengue pelo
País. Foi esse sorotipo que provocou a histórica epidemia de 2002. "No ano passado, a doença atingiu principalmente
cidades de médio porte do Nordeste e cidades de grande porte do Norte, locais em que a população ainda não havia
tido contato com o sorotipo 3", afirma Fabiano Pimenta Júnior, diretor de Gestão da Secretaria Nacional de Vigilância em Saúde.
O Brasil tem hoje em circulação os sorotipos 1, 2 e 3. Quem se infecta uma vez não contrai mais o mesmo sorotipo, mas
pode ser infectado pelos outros dois. Os sintomas de uma segunda infecção são geralmente muito mais fortes e podem
incluir hemorragias - é a dengue hemorrágica que leva às mortes.
O tipo 3, que chegou ao Brasil no final de 2000 e continua se espalhando pelo País, é o mais forte de todos. Segundo um levantamento feito pelo Centro de Referência da Dengue, em Campos (RJ), 65% dos doentes da cidade desenvolveram
dengue hemorrágica logo na primeira vez em que contraíram a doença - e não na segunda, como costuma ocorrer.
SC e RS estão livres
Os três tipos da dengue estão em praticamente todo o Brasil.
Os únicos Estados livres da doença são Santa Catarina e Rio Grande do Sul - os poucos casos registrados são "importados".
Em Rondônia existem apenas os sorotipos 1 e 3.
Uma das preocupações dos especialistas em saúde é que o tipo 4 pode chegar ao Brasil a qualquer momento. Ele já existe em três países vizinhos - Venezuela, Peru e Guiana Francesa. Com quatro sorotipos em circulação no País, as habituais epidemias da doença ficariam ainda mais perigosas.
Troca de prefeitos
A quantidade de doentes no ano passado foi 60% maior do que no ano anterior - 186.702 casos em 2005, contra 117.519 em 2004. O número, no entanto, foi bem menor que em anos anteriores - principalmente se comparado com os mais de 794 mil doentes em 2002. Entre as causas apontadas para o aumento entre 2004 e 2005 está a troca de prefeitos, o que
interrompeu as ações contra a doença em várias cidades.
O combate à dengue - que consiste basicamente na eliminação do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti - é feito
pelos Estados e pelos municípios, sob coordenação e financiamento do Ministério da Saúde. Dos R$ 736 milhões que o ministério destinou no ano passado aos governos locais para ações de vigilância em saúde, estima-se que 70% tenham
sido aplicados na dengue.
"A doença havia sido erradicada do Brasil na década de 60, mas acabou voltando na década de 80", lembra Luiz José de
Souza, coordenador do Centro de Referência da Dengue. "Agora se espalhou de tal forma que chegamos à conclusão de que não podemos mais erradicá-la, principalmente por causa da falta de saneamento. Como teremos de conviver com ela, o que nos resta é a prevenção."
Fonte: BBC Brasil
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