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Hemodiálise - Terapia Renal Substutiva Diálise - Pacientes com Hepatite C
Oi lista!
Gostaria de saber se paciente portadores de hepatite C podem ser dializados com pacientes não portadores desta patologia. Peço informação devido no hospital onde trabalho alguns pacientes estão solicitando que tais pacientes sejam dializados em sala em separado.
Um abraço,
Edilene Silva
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Legislação e normatizações Norma Regulamentadora NR32 - Imunizações
Esclarecimento sobre NR 32
Sobre o item.......
32.2.4.17 Da Vacinação dos Trabalhadores
32.2.4.17.1 A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente,
programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no
PCMSO.
Pergunto........A todo trabalhador dos serviços de saude está especificado somente enfermagem , medicos e afins ou todos q atuam em area de saude, inclusive administrativos.??
Se sim, como instituir vacinação contra hepatite B para os profissionais que nao sao da area da saude, sendo q nao conseguimos adquirir doses sufcientes??
grata
Luiza Feldbusch
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Assuntos diversos Endocardite pós-operatória - Biopróteses
Bom dia.
Preciso saber se alguém tem vivência/experiência no acompanhamento dos índices de endocardite pós-op em pacientes submetidos a cirurgia cardíaca, para troca valvar, com a bioprótese Carpentier-Edwards.
Obrigada!
Isabella Albuquerque
Infectologista
Rio de Janeiro
isabellaca@globo.com
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Divulgação de cursos e eventos Projeto Ghente - Estudos sociais, éticos e jurídicos - Genomas na área da saúde
Células-tronco embrionárias: A Fraude
A Universidade Nacional de Seul confirmou para o mundo, via agências de notícia, que houve fraude na pesquisa pioneira liderada pelo sul-coreano Woo-Suk Hwang em pelo menos nove das onze linhagens de células-tronco embrionárias humanas (CTEHs) que teriam sido obtidas através de clonagem. Logo após esta revelação, várias reações foram despertadas. Cientistas trataram de proteger a academia, através de carta-repúdio à reação da imprensa diante da constatação da fraude; editores de dois grandes periódicos científicos, as Revistas "Science" e "Nature" já deram partida para a revisão dos procedimentos e normas de seleção e aceitação de artigos científicos, sendo que a "Science" já anunciou o cancelamento da publicação; o governo da Coréia do Sul suspendeu o título de "Cientista
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ilustre do país", dado a Woo-suk Hwang, além de investigar a co-autoria de uma assessora presidencial na pesquisa fraudulenta; a revista "Scientific American" retirou o título concedido como "Pesquisador líder de 2005", porém, o impacto maior foi na esperança do sucesso - a médio prazo - da terapia a partir de clonagem terapêutica , meta perseguida por cientistas de países onde o uso de CTEHs é permitido para pesquisa, como é o caso do Brasil.
Pacientes com doenças degenerativas, como o diabetes, osteoartrite e o mal de Parkinson, até agora sem terapia disponível, assistem a esta fraude científica como a constatação que faltava para a certeza de que um longo caminho ainda precisa ser percorrido na área da terapia celular. Achava-se que a equipe de Hwang estava perto de descobrir o método de obtenção de células-tronco embrionárias clonadas, que poderiam ser usadas em pacientes sem nenhuma rejeição.
Grandes pesquisadores estão canalizando os esforços de suas equipes para responder a muitas perguntas-chave, que levarão ao sucesso desta corrida mundial pela utilização de CTEHs como alternativa aos transplantes de órgãos. Neste longo caminho, a pressa não pode agir em detrimento da ética. Pacientes não precisam de panacéias a curto prazo. Precisam de certezas, mesmo as de longo prazo.
Para entender melhor toda crise envolvendo a fraude liderada pelo Cientista Sul Coreano, Woo-suk Hwang, reunimos no Portal Ghente documentos, matérias e artigos, divulgados ou publicados na grande imprensa desde a confirmação da fraude no trabalho realizado pelo cientista e publicado na Revista "Science" em 2004.
Um dos hospitais onde presto consultoria vem passando por um problema sério de infecções (principalmente respiratórias) por Acinetobacter sp., no CTI. Soube que outros passam pelo mesmo problema e gostaria de saber se podemos trocar idéias...
Um abraço,
Isabella Albuquerque
Infectologista
Rio de Janeiro
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Mensagem encaminhada pela colega Sonia Chaves
Gerente de Risco- Hospital dos Servidores do Estado
LISAS = Lista de Adversidades em Saúde
Entre 2004 e 2005, o número de doentes de dengue cresceu em 23 das 27 unidades da federação. O maior aumento foi no Ceará, onde os casos subiram quase sete vezes de um ano para o outro - de 3.093 para 20.918. Também foi o Estado onde ocorreu a maior parte das mortes pela dengue hemorrágica. Das 43 registradas no Brasil, 19 foram no Ceará - mais que o dobro das mortes em todo o País em 2004.
Diante da situação preocupante, o governo cearense anunciou ontem que irá dirigir suas atenções às 17 cidades que em 2005 concentraram 80% dos
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casos, incluindo Fortaleza.
Segundo o secretário estadual da Saúde, Jurandi Frutuoso, um dos principais problemas do Ceará é o fato de muitas pessoas não permitirem que os vigilantes de saúde entrem em suas casas à procura de focos do mosquito transmissor da doença. "O índice chegou a 9%", diz Frutuoso. "Uma única casa de onde não eliminamos o mosquito já é suficiente para contaminar um quarteirão inteiro."
O secretário destacou que o Estado prioriza a notificação dos casos. "Aqui não existe subnotificação. Dos 184 municípios, 178 identificaram a doença." Apesar dos números pouco animadores, o Ministério da Saúde confirma que o Ceará é um dos Estados que mais têm se empenhado no combate à dengue - da eliminação do mosquito às campanhas de conscientização. "Em 2006, certamente vamos ter bem menos casos", aposta o secretário da Saúde.
43 mortes
O número de mortes por dengue no ano passado foi o segundo maior da história do País. A doença matou pelo menos 43 pessoas entre janeiro e novembro, segundo o Ministério da Saúde. O número de vítimas aumentou cinco vezes em relação a 2004, quando houve oito mortes.
O saldo de mortos só não é maior que o de 2002, ano em que o Brasil teve a sua pior epidemia de dengue. Naquele ano,
morreram 150 pessoas. O Estado que mais sentiu a força da doença foi o Rio. A maior parte das 43 mortes do ano passado
(32) foi registrada no Nordeste. Os Estados mais afetados foram o Ceará e a Bahia - 19 e 8 mortes, respectivamente.
A dengue, no entanto, pode ter sido ainda mais fatal. Em primeiro lugar, porque o balanço nacional não contabiliza os números de dezembro, que ainda estão sendo apurados pelos Estados. Depois, porque o Ministério da Saúde ainda não recebeu os dados de outubro e novembro do Rio e os de novembro da Bahia. E, finalmente, porque muitas vezes a dengue é confundida com outras doenças, principalmente a leptospirose.
Sorotipo 3, o pior
Segundo o Ministério da Saúde, o elevado número de mortes é justificado pela dispersão do sorotipo 3 da dengue pelo
País. Foi esse sorotipo que provocou a histórica epidemia de 2002. "No ano passado, a doença atingiu principalmente
cidades de médio porte do Nordeste e cidades de grande porte do Norte, locais em que a população ainda não havia
tido contato com o sorotipo 3", afirma Fabiano Pimenta Júnior, diretor de Gestão da Secretaria Nacional de Vigilância em Saúde.
O Brasil tem hoje em circulação os sorotipos 1, 2 e 3. Quem se infecta uma vez não contrai mais o mesmo sorotipo, mas
pode ser infectado pelos outros dois. Os sintomas de uma segunda infecção são geralmente muito mais fortes e podem
incluir hemorragias - é a dengue hemorrágica que leva às mortes.
O tipo 3, que chegou ao Brasil no final de 2000 e continua se espalhando pelo País, é o mais forte de todos. Segundo um levantamento feito pelo Centro de Referência da Dengue, em Campos (RJ), 65% dos doentes da cidade desenvolveram
dengue hemorrágica logo na primeira vez em que contraíram a doença - e não na segunda, como costuma ocorrer.
SC e RS estão livres
Os três tipos da dengue estão em praticamente todo o Brasil.
Os únicos Estados livres da doença são Santa Catarina e Rio Grande do Sul - os poucos casos registrados são "importados".
Em Rondônia existem apenas os sorotipos 1 e 3.
Uma das preocupações dos especialistas em saúde é que o tipo 4 pode chegar ao Brasil a qualquer momento. Ele já existe em três países vizinhos - Venezuela, Peru e Guiana Francesa. Com quatro sorotipos em circulação no País, as habituais epidemias da doença ficariam ainda mais perigosas.
Troca de prefeitos
A quantidade de doentes no ano passado foi 60% maior do que no ano anterior - 186.702 casos em 2005, contra 117.519 em 2004. O número, no entanto, foi bem menor que em anos anteriores - principalmente se comparado com os mais de 794 mil doentes em 2002. Entre as causas apontadas para o aumento entre 2004 e 2005 está a troca de prefeitos, o que
interrompeu as ações contra a doença em várias cidades.
O combate à dengue - que consiste basicamente na eliminação do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti - é feito
pelos Estados e pelos municípios, sob coordenação e financiamento do Ministério da Saúde. Dos R$ 736 milhões que o ministério destinou no ano passado aos governos locais para ações de vigilância em saúde, estima-se que 70% tenham
sido aplicados na dengue.
"A doença havia sido erradicada do Brasil na década de 60, mas acabou voltando na década de 80", lembra Luiz José de
Souza, coordenador do Centro de Referência da Dengue. "Agora se espalhou de tal forma que chegamos à conclusão de que não podemos mais erradicá-la, principalmente por causa da falta de saneamento. Como teremos de conviver com ela, o que nos resta é a prevenção."
Fonte: BBC Brasil
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Mensagem encaminhada pela Sonia Chaves - Rio de Janeiro
[ Riscobiologico.org - Por um erro nosso, esta mensagem deixou de ser encaminhada no final de dezembro. Pedimos desculpas à colega Sonia e aos demais participantes. ]
Para conhecimento, estou enviando uma matéria sobre medicamentos falsificados do Diário Catarinense (SC) em 27/12/2005.
Diário Catarinense (SC)
27/12/2005
Geral
Falsificação faz mal à saúde
Artigos piratas até podem parecer inofensivos, mas são verdadeiras ameaças
JOSÉ LUÍS COSTA/ Agência RBS
Sempre que questionado sobre os perigos dos medicamentos clandestinos, o oncologista e professor universitário Sérgio Lago,
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57 anos, recorda a história de um doente que se tratava com um remédio sul-coreano. Vítima de câncer nos pulmões, o paciente usou por 40 dias a droga injetável na quimioterapia, mas não sofria os efeitos colaterais típicos.
Não tinha queda de cabelo, náuseas ou vômito nem apresentava melhora. Pedi para trazer o remédio que usava - diz o médico.
Para espanto de Lago, as identificações na embalagem eram o nome - semelhante aos existentes no mercado -, e a origem da fábrica, em Seul. Não tinha bula, endereço do laboratório, responsável técnico e registro junto às autoridades sul-coreanas. Lago trocou a medicação, e o doente melhorou.
Segundo especialistas, drogas para tratar câncer e Aids são as preferidas pelos falsários.
- Para tratar o câncer há pelo menos uma centena de drogas. A metade deve ter inúmeras cópias que desconheço - assegura Lago.
A origem dos medicamentos clandestinos é a mesma da maioria dos produtos piratas: a Ásia. A Organização Mundial de Saúde (OMS) proibiu a venda de cinco tipos de drogas ao tratamento da Aids fabricadas na Índia. Não havia provas da eficácia do medicamento.
Os remédios para doenças graves despertam interesse do mercado clandestino pela alta rentabilidade e pelo baixo risco de punição, em caso de danos.
- A falsificação de medicamento é crime hediondo, com pena de até 15 anos, mas é difícil obter provas. Quando há um óbito, não se sabe se foi pela evolução natural do câncer, que resistiria ao mais rigoroso tratamento, ou se foi o remédio - diz o promotor Rogério Queiroz, da Promotoria do Consumidor do Ministério Público da Bahia.
Em 1998, pelo menos 11 pessoas morreram por ingestão de uma droga pirata. Naquela época, lembra o advogado carioca Otto Licks, em um dos maiores hospitais de São Paulo, analgésicos piratas eram ministrados a pacientes.
- Para não ouvir os gritos de dor dos doentes à noite, as enfermeiras juntavam dinheiro do próprio bolso e iam comprar o medicamento original na farmácia da esquina - diz.
Estimativa da OMS, em 2001, aponta que 100 mil mortes no planeta podem estar relacionadas à falsificação de remédios. Em 2003, ano em que a legislação brasileira passou a exigir novos testes de qualidade às drogas similares, vieram à tona os mais graves casos de fraude em medicamentos no país. Morreram 21 pessoas sob suspeita de ingerir medicamento contaminado com veneno para rato e 12 ficaram cegas supostamente por causa de um colírio clandestino.
( joseluis.costa@zerohora.com.br )
Diário Catarinense (SC)
27/12/2005
Geral
25% dos remédios têm desvio de qualidade, atesta a OMC
Um em cada quatro medicamentos em drogarias e farmácias hospitalares de países em desenvolvimento teria desvios de qualidade, calcula a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Fariam parte desse perfil os medicamentos falsificados ou piratas. Conforme a OMS, é considerado falso o remédio que não contém princípio ativo - ou contém, mas fora da dosagem correta - e também aquele que apresenta uma substância não prevista na fórmula.
Segundo dados da Confederação Internacional de Indústrias Farmacêuticas, a falsificação atinge 8% de todo o mercado mundial de medicamentos.
Cerca de 70% dos casos de adulterações, ocorreriam em países em desenvolvimento da África, da Ásia, do Leste Europeu e da América Latina.
Na Nigéria, um xarope com detergente matou uma centena de crianças. No México, uma pomada contendo serragem causou queimaduras em dezenas de pessoas.
Para se ter uma idéia do problema no Brasil, basta lembrar o que disse um dirigente da Associação Brasileira de Redes de Farmácia em 2000.
Em depoimento à CPI dos Medicamentos, o empresário, então sócio de um grupo de 80 drogarias, disse que existia "muita porcaria" no mercado e admitiu venda de remédios conhecidos no jargão farmacêutico por BO (bom para otário). Ou seja, sem qualidade e sob suspeita de serem inócuos.
O cartel de medicamentos no Brasil beira 32 mil rótulos. Investigações da Polícia Federal reveladas à CPI da Pirataria da Câmara dos Deputados no ano passado apontaram a existência de 2 mil atacadistas no país suspeitos de vender remédios falsificados ou contrabandeados para farmácias, clínicas e hospitais.
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Regimento Interno
Amigos,
Recorro mais uma vez para um novo pedido: O Regimento Interno do Comitê de Gerenciamento de Resíduos. Quem tiver favor enviar para: scih@irmadulce.org.br
Eternamente agradecido e um feliz 2006!!!!
Gustavo Mustafa Tanajura.
Gerente de Risco Sanitário Hospitalar do Projeto Hospitais Sentinela - ANVISA
Líder e Infectologista do SCIH
Obras Sociais Irmã Dulce - Bahia
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