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Legislação e normatizações Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - Novos Integrantes
Mensagem encaminhada pelo colega Silvio Valle
Biossegurança - 26/12/2005 - 13:07:24
CTNBio já tem novos integrantes e reunião marcada
Foram publicados hoje (26), no Diário Oficial da União, os nomes dos integrantes da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio/MCT). No total, são 27 membros titulares e a mesma quantidade de suplentes. Estes pesquisadores são responsáveis por prestar apoio técnico e assessoramento ao Governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança e de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e seus derivados.Além da publicação dos integrantes, também foi definida a data da primeira reunião da CTNBio: será amanhã, dia 27, às 15h, no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Na pauta, além da instalação, estão programadas a escolha do
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presidente da comissão e a definição do cronograma de trabalho para 2006. Logo após a abertura da primeira reunião da CTNBio, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, falará com a imprensa.A publicação da portaria com o nome dos novos integrantes da CTNBio ocorre exatamente um mês após a publicação do decreto que regulamentou a Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105/05). A nova legislação é responsável pela criação de normas de segurança e mecanismos de fiscalização para todas as atividades relacionadas aos OGM, pela reestruturação da CTNBio, pela criação do Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) e pela regulamentação das pesquisas com células-tronco embrionárias. A CTNBio, segundo a Lei de Biossegurança, é uma comissão técnica vinculada ao MCT, com caráter consultivo e deliberativo.Ao MCT coube a indicação de 12 membros titulares e 12 suplentes. Os escolhidos saíram de listas tríplices, formuladas por representantes de instituições de pesquisa e sociedades científicas, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). No total, foram analisados 144 currículos na fase de pré-seleção.
Demais membros
A CTNBio é integrada também por representantes dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Saúde, Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Defesa, Relações Exteriores, além da Secretaria Especial da Aquicultura e Pesca da Presidência da República.A sociedade civil é representada por um especialista em defesa do consumidor, indicado pelo ministro da Justiça; um especialista na área de saúde, indicado pelo ministro da Saúde; um especialista em meio ambiente, indicado pelo ministro do Meio Ambiente; um especialista em biotecnologia, indicado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; um especialista em agricultura familiar, indicado pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, e ainda, um especialista em saúde do trabalhador, indicado pelo ministro do Trabalho e Emprego.
Principais mudanças
Com a regulamentação da Lei de Biossegurança, várias mudanças referentes ao funcionamento e natureza da CTNBio foram realizadas em relação à legislação até então em vigor (Lei nº 8.974/95). Entre elas está a criação de um colegiado multiministerial, o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), como instância para recursos das decisões da CTNBio; a ampliação de seus membros, de 18 para 27 componentes, e a exclusão do setor empresarial ligado à biotecnologia; e a responsabilidade sobre os estudos de impacto ambiental no caso de pesquisas e liberação comercial de novos produtos.
O decreto de regulamentação também estabeleceu que a reunião da CTNBio poderá ser instalada com a presença de 14 de seus membros, incluído, pelo menos, um representante de cada uma das áreas referidas. As decisões da CTNBio serão tomadas com votos favoráveis da maioria absoluta de seus membros, exceto nos processos de liberação comercial de OGM e derivados, para os quais se exigirá que a decisão seja tomada com votos favoráveis de pelo menos dois terços dos membros.
Relação dos integrantes da CTNBio
I - Especialistas da Área de Saúde Humana:
- José Luiz de Lima Filho - Titular;
- Jorge Elias Kalil Filho - Suplente;
- Eliana Saul Furquim Werneck Abdelhay - Titular;
- Luiz Hildebrando Pereira da Silva - Suplente;
- Renato Sérgio Balão Cordeiro - Titular;
- Dora Selma Fix Ventura - Suplente;
II - Especialistas da Área Animal:
- Vasco Ariston de Carvalho Azevedo - Titular;
- Fernando Araripe Gonçalves Torres - Suplente;
- Aníbal Eugênio Vercesi - Titular;
- Carlos Masur - Suplente;
- Carlos Augusto Pereira - Titular;
- Maria Lúcia Zaidan Dagli - Suplente;
III - Especialistas da Área Vegetal:
- Edilson Paiva - Titular;
- Paulo Augusto Vieira Barroso - Suplente;
- Vânia Moda-Cirino - Titular;
- José Antônio Peters - Suplente;
- Márcio de Castro Silva Filho - Titular;
- João Lúcio de Azevedo - Suplente;
IV - Especialistas da Área de Meio Ambiente:
- Giancarlo Pasquali - Titular;
- Patrícia Machado Bueno Fernandes - Suplente;
- Horácio Schneider - Titular;
- Guarino Rinaldi Colli - Suplente;
- Weligton Carvalho - Titular;
- Antônio Euzébio Goulart Sant'Ana - Suplente;
V - Representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia:
- Luiz Antônio Barreto de Castro - Titular;
- Aron Jurkiewicz - Suplente;
VI - Representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:
- Bivanilda Almeida Tápias - Titular;
- Gisele Ventura Garcia Grilli - Suplente;
VII - Representantes do Ministério da Saúde:
- Suzane Jacob Serruya - Titular;
- Gilherme Franco Netto - Suplente;
VIII - Representantes do Ministério do Meio Ambiente:
- Rubens Onofre Nodari - Titular;
- Paulo Yoshio Kageyama - Suplente;
IX - Representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário:
- Magda Zanoni - Titular;
- Francisco Roberto Caporal - Suplente;
X - Representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:
- Carlos Alberto Moreira Filho - Titular;
- Marco Antônio Zago - Suplente;
XI - Representantes do Ministério da Defesa:
- Clóvis Eduardo Godoy Ilha - Titular;
- a ser indicado - Suplente;
XII - Representantes da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República:
- João Donato Scorvo Filho - Titular;
- Carla Maria Medeiros y Araújo - Suplente;
XIII - Representantes do Ministério das Relações Exteriores:
- a ser indicado - Titular;
- a ser indicado - Suplente;
XIV - Especialistas em Defesa do Consumidor:
- Vidal Serrano Nunes Júnior - Titular;
- Moacir Roberto Darolt - Suplente;
XV - Especialistas na área de Saúde:
- Walter Colli - Titular;
- Erna Geessien Kroon - Suplente;
XVI - Especialistas em Meio Ambiente:
- Lia Giraldo - Titular;
- Francisco Luiz Araújo Câmara - Suplente;
XVII - Especialistas em Biotecnologia:
- Alexandre Lima Nepomuceno - Titular;
- José Antônio Vistin - Suplente;
XVIII - Especialistas em Agricultura Familiar:
- a ser indicado - Titular;
- a ser indicado - Suplente;
XIX - Especialistas em Saúde do Trabalhador:
- a ser indicado - Titular;
- a ser indicado - Suplente
Assessoria de Imprensa do MCT
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Legislação e normatizações Consulta Pública ANVISA - Transporte de cadáver humano
Está na nossa seção de Bionews:
Anvisa propõe novas regras para transporte de cadáver humano
A Anvisa lançou, no dia 20/12, Consulta Pública sobre a fiscalização sanitária no translado internacional, intermunicipal e interestadual (aéreo e entre portos) de restos mortais humanos. O controle sanitário é essencial para garantir as boas práticas na prestação de serviços referentes ao preparo e ao acondicionamento adequado (urna funerária) dos restos mortais humanos, a fim de evitar exposição a fatores de risco durante o transporte.
O objetivo da proposta é definir responsabilidades e uniformizar os procedimentos técnico-administrativos para o tratamento e o translado de restos humanos. Entre outros tópicos, o regulamento técnico propõe uma lista de documentos que será exigida para análise, pelas autoridades sanitárias competentes, no
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embarque e desembarque de urnas funerárias.
O texto está disponível, na íntegra, por meio da Consulta Pública nº 89 (http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/ CP/CP%5B13056-1-0%5D.PDF), que permanecerá aberta por 30 dias. Qualquer pessoa pode enviar suas críticas ou sugestões por escrito para o endereço SEPN 511, bloco "A", edifício Bittar II, 3º andar, Asa Norte, Brasília-DF, CEP 70750-541, ou para o e-mail: ggpaf@anvisa.gov.br.
Equipe Riscobiologico.org
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Resíduos de Serviços de Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - Custos
Prezados Colegas,
Gostaria de saber se alguém teria como me enviar a alocação dos custos para implantação de um PGRSS em um estabelecimento( que não tem nada implantado) como manda a RDC 306 da ANVISA e CONAMA, pois estou desenvolvendo um trabalho de Mestrado sobre o assunto.
Sarah
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Transporte entre unidades
Olá colegas da lista,
Em nosso hospital já está implantado o PGRSS.
Porém temos outras 2 unidades laboratoriais,fora do Hospital, que também geram perfuro cortantes .
Pergunto: Posso fazer o transporte destes PF em carro da empresa, desde essas Unidades até o Hospital ( onde fica a maior parte de noosos resíduos)?
É necessária alguma identificação sobre o conteúdo do veículo , quando realizarmos esse transporte?
Pensamos em adaptar uma condução que usamos para malotes, que tem o logotipo da empresa e acrescentarmos uma placa magnética (removível) nas laterais , com símbolo de infectante , do tipo: LIXO HOSPITALAR.( só quando estivermos transportando esses materiais)
Pensamos em comprar um container rígido para nessas ocasiões, acomodar as caixinhas de
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papelão com os Perfuro-cortantes.
O que voces acham?
Obrigada
Ana Beatriz
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Informes e contatos Informe Riscobiologico.org - Influenza
Prezados colegas,
Gostaríamos de divulgar a disponibilidade de excelentes slides das apresentações que ocorreram durante o Seminário Internacional sobre a Pandemia de Influenza, realizado em novembro, no Rio de Janeiro: a situação epidemiológica atual da Influenza, as Medidas de Controle de Infecção Hospitalar, a experiência das estratégias de controle da SARS no Canadá, entre outros.
Vale a pena conferir na nova seção sobre Influenza do site (www.riscobiologico.org).
Equipe Riscobiologico.org
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos - Situação SP
Aumenta nossa decepção com as atuais políticas públicas.....
Tínhamos tantas esperanças mas, a cada dia que passa, a cada postura tomada, mais desacreditamos...
Progredimos de um lado, retrocedemos de outro
Qual terá sido a "intenção" da prefeitura com a extinção da taxa do lixo? Porque isso foi feito? Qual a finalidade?
Consciência ambiental é que não foi.
Será que a população já aprendeu a separar e dar um destino mas consciente para seus resíduos?
Logicamente que não....muito pelo contrário.....geração de 12 mil e 14 mil toneladas de lixo domiciliar e comercial por dia.... Sem falar em entulhos e lixo hospitalar onde não está sendo nem ao menos sendo cumprida a legislação preconizada pela ANVISA que obriga esse destino correto.
Nossa preocupação
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é que, se continuarmos a "jogar tudo no lixo"...em breve não termos mais nada para jogar....
Se a mentalidade não for modificada e as pessoas passarem a ter um pouco mais de raciocínio e lembrar que
NO UNIVERSO NADA SE PERDE NADA SE CRIA, TUDO SE TRANSFORMA.....em pouco tempo, toda a matéria existente sobre a terra estará "enterrada"....
Será que as pessoas ainda não acordaram?
Será que as pessoas não se importam?
Qual será o futuro de nossa população?
Talvez estejamos tentando arrumar uma situação que não tenha mais solução.
Parece que as pessoas não estão preocupadas com nada além do "seu jardim"....
De um lado, uma população desinformada, desinteressada, descomprometida, consumista.
De outro, grandes "empresários" do lixo com grande interesse em que mais e mais lixo seja gerado
E para completar o quadro tétrico e patético...temos no centro de tudo a prefeitura, apática, conivente e
........fazendo "meio de campo" com os dois...tira a taxa do lixo e aumenta o loby dos empresários....isso é o fim!
Infelizmente, neste final de ano, este é o nosso parecer e o nosso desencanto....
Célia Wada
O ESTADO DE S.PAULO - 23/12/2005
Avanços na água e recuo no lixo
Washington Novaes
Quase ao mesmo tempo em que o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) aprovava a cobrança pelo uso da água em todas as bacias hidrográficas brasileiras e a Assembléia Legislativa paulista votava o Projeto de Lei 676/2000, que também prevê essa cobrança pelo uso de recursos hídricos nas bacias do Estado, a Câmara Municipal paulistana decidia extinguir a cobrança, em vigor há três anos, da Taxa do Lixo em residências da capital e em outros geradores de até 200 litros diários de resíduos. Dois avanços e um recuo.
Com a aprovação da lei na Assembléia paulista, estarão sujeitos à cobrança de taxa pelo consumo de água a indústria, a agricultura, empresas de abastecimento e consumidores domésticos de mais de 10 metros cúbicos (10 mil litros) por mês, ou seja, mais de 330 litros por dia. Quem consumir mais pagará, no máximo, um centavo por metro cúbico. E se concedeu um prazo de quatro anos para que os irrigantes agrícolas se adaptem - ou seja, concedeu-se uma isenção temporária exatamente a alguns dos maiores consumidores (e desperdiçadores de água em pivôs centrais, mais de 50% do total consumido). A arrecadação prevista com a cobrança é de R$ 453 milhões anuais.
É um avanço importante, porque fortalecerá a consciência da relativa escassez de recursos hídricos e da necessidade de conservar esse bem decisivo, como observou este jornal em editorial (O custo da água, 19/12, A3). Levará certamente indústrias paulistas (que consomem 3,6 bilhões de metros cúbicos por ano) a tratar a água usada e reutilizá-la. Como levará as empresas de abastecimento, que distribuem 3,2 bilhões de metros cúbicos anuais, a cuidar mais da conservação das redes urbanas, onde o desperdício é alto. E conservar um litro de água pode custar entre cinco e sete vezes menos que gerar um litro "novo". Resta ver se os sistemas de financiamento, principalmente bancos públicos, passarão a privilegiar projetos de conservação de redes, assim como equipamentos mais econômicos na irrigação.
Já com a decisão do CNRH se espera que as bacias hidrográficas nacionais, onde serão aplicados os recursos advindos da cobrança pelo uso da água, venham a arrecadar R$ 40 bilhões - dinheiro mais do que necessário, diante da degradação de todas as bacias, do extremo sul do País à Bahia, segundo a Agência Nacional de Águas.
Quanto à extinção da Taxa do Lixo no Município de São Paulo, é uma decisão a lamentar. Alega-se que já havia uma cobrança embutida no IPTU. Mas teria sido melhor abolir esta e manter a Taxa do Lixo, pela mesma razão da cobrança pelo uso da água - criar consciência da necessidade de reduzir a geração de resíduos. Segundo algumas notícias, nos seus três anos de vigência a taxa contribuiu para uma queda em torno de 15% no lixo domiciliar e comercial gerado. E produziu uma arrecadação de R$ 195,8 milhões anuais.
No Brasil, costuma-se esquecer que o primeiro objetivo de uma política competente de resíduos deve ser exatamente reduzir a sua geração. Porque os padrões de produção e consumo no mundo já são insustentáveis. E porque é cada vez mais difícil encontrar áreas para deposição do lixo.
A cidade de São Paulo está gerando entre 12 mil e 14 mil toneladas de lixo domiciliar e comercial por dia. Seus aterros só têm capacidade para receber resíduos durante mais uns três anos - colocando São Paulo na mesma situação de Curitiba, Belo Horizonte, Recife e outras, que já não têm lugares adequados para recebê-los. Problema semelhante ao de Nova York (Estados Unidos), que manda suas 12 mil toneladas diárias por caminhão para 500 quilômetros de distância, pagando US$ 720 mil por dia (US$ 30 por tonelada para transportar, outros US$ 30 para depositar em aterros privados). Ou de Toronto (Canadá), que também esgotou seu aterro e tem de mandar seus resíduos em comboio ferroviário especial para 800 quilômetros de distância, gastando US$ 100 milhões anuais.
São Paulo já deveria ter dois novos aterros (privados) em implantação, mas isso está enrolado na complicada negociação com empresas privadas quanto ao preço dos serviços de coleta e deposição, em torno de R$ 10 bilhões por 20 anos. E implantar um novo aterro é dificílimo: ninguém o quer por perto; é indispensável uma área grande, com lençol freático profundo (para não contaminar lençóis subterrâneos), ventos que não espalhem odores indesejáveis, rede viária capaz de suportar o intenso trânsito de caminhões.
Nos países com políticas de resíduos mais eficientes, a cobrança proporcional à geração é a regra. Na Alemanha, por exemplo - onde o consumidor paga uma taxa que varia segundo o volume do contêiner que usa e ainda tem de separar o lixo -, a cobrança levou em poucos anos a uma redução de quase 20% nos resíduos gerados. E à redução quase a zero do lixo destinado a aterros. Quase tudo é reciclado ou incinerado para gerar energia. Em São Paulo, hoje, se reciclam 1.800 toneladas por mês, menos de 1% do lixo coletado. Sem falar em entulhos e lixo hospitalar.
E sem falar na inacreditável mistura das políticas de lixo com financiamento de campanhas eleitorais, evidenciada nas CPIs em andamento. Mistura que se explica pelo imenso volume de dinheiro envolvido na coleta e disposição do lixo no País. São 229 mil toneladas diárias coletadas, segundo o IBGE. Se se tomar um preço médio de R$ 30 por tonelada coletada, serão quase R$ 7 milhões por dia no País, ou mais de R$ 2 bilhões por ano. E hoje grande parte da operação está a cargo de empresas que não têm interesse em reduzir o lixo, porque ganham por tonelada coletada.
É uma área em que as políticas públicas ainda terão de avançar muito.
Washington Novaes é jornalista. E-mail: wlrnovaes@uol.com.br
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Gostaríamos de comunicar a publicação de excelente material na MMWR sobre
estratégias para eliminação da transmissão do vírus da hepatite B nos Estados Unidos.
Ele pode ser integralmente acessado no endereço:
http://www.cdc.gov/mmwr/ PDF/rr/rr5416.pdf
O link já está na primeira página do site (www.riscobiologico.org).
Abaixo segue o resumo sobre a publicação.
Um abraço
Equipe Riscobiologico.org
Recommendations and Reports - Volume 54, No. RR-16 - December 23, 2005
A Comprehensive Immunization Strategy to Eliminate Transmission of Hepatitis B Virus Infection in the United States
Recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP)
Part 1: Immunization of Infants, Children, and Adolescents
This report is the first of a two-part
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statement from the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) that updates the strategy to eliminate hepatitis B virus (HBV) transmission in the United States. The report provides updated recommendations to improve prevention of perinatal and early childhood HBV transmission, including implementation of universal infant vaccination beginning at birth, and to increase vaccine coverage among previously unvaccinated children
and adolescents. Strategies to enhance implementation of the recommendations include
1) establishing standing orders for administration of hepatitis B vaccination beginning at birth,
2) instituting delivery hospital policies and procedures and case management programs to improve identification of and administration of immunoprophylaxis to infants born to mothers who are hepatitis B surface antigen (HBsAg) positive and to mothers with unknown HBsAg status at the time of delivery, and 3) implementing vaccination record reviews for all children aged 11--12 years and children and adolescents aged <19 years who were born in countries
with intermediate and high levels of HBV endemicity, adopting hepatitis B vaccine requirements for school entry, and integrating hepatitis B vaccination services into settings that serve adolescents.
The second part of the ACIP statement, which will include updated recommendations and strategies to increase hepatitis B vaccination
of adults, will be published separately.
Appendix A: Case Finding and Management of Hepatitis B Surface Antigen (HBsAg)--Positive Persons During Delivery of Vaccination Services
Appendix B: Immunization Management Issues
Appendix C: Postexposure Prophylaxis of Persons with Discrete Identifiable Exposures to Hepatitis B Virus (HBV)
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Website
Portal disponibiliza teses sobre saúde pública na internet
Está no ar o Portal de Teses e Dissertações da Biblioteca Virtual de Saúde Pública - BVS - http://thesis.cict.fiocruz.br/.
O Portal que foi criado com o objetivo principal de estimular a disseminação e integração dos conhecimentos e práticas de saúde veiculados nas teses de saúde pública é apoiado pela BIREME e liderado pela Biblioteca da ENSP, com a colaboração das Bibliotecas da Faculdade de Saúde Pública da USP e do Instituto de Medicina Social da UERJ. Navegue pelo Portal.
O portal pretende ainda oferecer uma visão de conjunto das dissertações e teses na área de saúde pública; dando tratamento digital e veiculação eletrônica com atualização permanente das dissertações e teses, além de possibilitar a
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dinamização do acesso através da integração com a BVS Saúde .
Equipe Riscobiologico.org
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Prezados Colegas do Risco Biológico
Aí vai uma sugestão para as férias:
Abraços
Liliana Junqueira de P.Donatelli
Bióloga CRB 18469/01-D
Mestranda em Saúde Coletiva- Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP
Consultora de Biossegurança em Saúde Cristófoli
Tel-14-3224-1003 14-9771-5273
E-mail lilianadonatelli@uol.com.br
Email consultoria@cristofoli.ind.br
CURSO DE ATUALIZAÇÃO
O Departamento de Saúde Pública da FMB-UNESP promove em fevereiro de 2006 ,curso de INTRODUÇÃO À ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO.
O Curso é organizado e ministrado pelo professor As Dr. Ildeberto Muniz de Almeida, pela T.O. Renata Bonequini (coordenadora do CRST da Prefeitura Municipal de Botucatu) e pelo eng Érico Guerreiro (doutorando em Engenharia de produção UFSCar).
Local e datas:
Faculdade de Medicina de Botucatu - salas 1 e 2 do Vestiário Central (ao lado da Cantina)
Dias: 08, 09 e
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10 (quarta a sexta feira) e
15, 16 e 17 de fevereiro.
Horário> 14 às 18 horas.
Justificativa:
No Brasil a realização de análises ergonômicas de atividades é obrigatória para empresas com empregados celetistas, conforme determinação da Norma Regulamentadora 17, da Portaria MTE 3214/78, com nova redação dada pela Portaria MTE 3751, de 23/11/99.
Atualmente as estatísticas oficiais de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho mostram elevadas incidências de distúrbios músculo-esqueléticos cuja origem e evolução é largamente associada a inadequações dos sistemas de trabalho que podem ser identificadas e corrigidas com intervenções ergonômicas.
A Ergonomia constitui campo de conhecimento que oferece metodologia e técnicas adequadas para análise e compreensão de situações de trabalho de maneiras a possibilitar sua transformação visando melhorias da segurança, da saúde e da produtividade desses sistemas de trabalhos.
Objetivos do curso:
Apresentar conceitos básicos da Ergonomia da Atividade, apresentar a metodologia de análise ergonômica do Trabalho e discutir exemplos de sua aplicação.
Conteúdo programático:
Análise ergonômica do trabalho e Conceitos fundamentais da Ergonomia
Metodologia de Análise ergonômica
Ergonomia e Saúde
Ergonomia cognitiva
Ergonomia e segurança do trabalho.
Clientela:
Profissionais de saúde e segurança (médicos do trabalho e engenheiros de segurança do trabalho, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas) engenheiros de métodos e processos, arquitetos, psicólogos, desenhistas industriais, técnicos de segurança do trabalho, cipeiros, profissionais ligados à higiene do trabalho, sindicalistas, desde que atendam os seguintes critérios:
Condições para inscrição:
Comprovante de pagamento da taxa de inscrição.
(R$ 200,00)
Informações complementares:
www.fmb.unesp.br (vide informações sobre o curso)
email: dspaula@fmb.unesp.br (informações verbais ou solicitar envio de folder)
14 3882 3309 ou 14 3811 6352 ou 6200.
Resultados previstos:
Constituir embrião de grupo de interessados no estudo da Ergonomia
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