Perfil do público: profissionais de enfermagem que atuam em CME e na área de insumos e equipamentos utilizados na CME.
Local: Auditório do Hotel Transamerica Executive Paulista
Rua São Carlos do Pinhal, 200
Bela Vista - São Paulo / SP
Investimento: R$330,00
Vagas limitadas.
Inscrições: http://bit.ly/2DTAbMM
TEMAS:
Detergente enzimático ou detergente alcalino no processo de limpeza do Produto para Saúde? LUCIANA MARTINS - Enfermeira Especialista em Controle de Infecção Hospitalar - São Paulo
Os componentes da autoclave e as implicações na segurança do processo de esterilização ELENA LORENZO - Especialista em Infecção Hospitalar -
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Matachana Espanha
A digitalização no sistema de controle do monitoramento do processo de esterilização ELAINE GURGEL - Coordenadora CME Hospital São Carlos - Fortaleza
Como implementar princípios de liderança eficazesna prática diária da CME? MARA MÁRCIA MACHADO - KCO do Instituto Qualisa de Gestão IQG - São Paulo
Um dia na vida de um endoscópio RAQUEL MURANO - Enfermeira Especialista pela Olympus University Endoscope - São Paulo
Biofilme em instrumental cirúrgico: da aderência à maturação, qual o tempo necessário? ADRIANA DE OLIVEIRA - Prof. Dra. Universidade Federal de Minas Gerais
Qual o custo do material consignado de ortopedia processado e devolvido sem utilização? IDALINA BRASIL - Diretora de Enfermagem da CME do Instituto de Ortopedia e Traumatologia da FMUSP SP
Processamento seguro de pinças decirurgia robótica CYBELE FERREIRA IOSHIDA - Coordenadora da CME do Hospital Santa Catarina - São Paulo
O futuro da CME é hoje? MARIA VIRGINIA GODOY DA SILVA - Prof. Dra. Universidade Veiga de Almeida - Rio de Janeiro
+ 2 Simpósios Satélites inseridos na Programação Oficial sob Coordenação Pedagógica da Prof. Dra. MARIA VIRGINIA GODOY DA SILVA da Universidade Veiga de Almeida - Rio de Janeiro
Coordenação pedagógica do curso: Profª Dra. Maria Virginia Godoy da Silva - Universidade Veiga de Almeida - Rio de Janeiro.
ORGANIZADOR
NasceCME: o Núcleo - NasceCME - atua como ferramenta à promoção de conhecimento e educação para profissionais da Saúde no segmento de processamento de produtos e áreas correlatas.
Com o objetivo de disseminar conteúdos de qualidade e as melhores práticas nas CMEs (Centrais de Material e Esterilização) do país, desde 2009, ganha credibilidade e abrangência na comunidade de Saúde através do trabalho centrado nos preceitos éticos e respeitabilidade.
Convidamos você a conhecer as iniciativas do NasceCME Group através dos nossos diversos canais e mídias.
Mensagem encaminhada pelos organizadores
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual/Barreira - Máscaras / Respiradores
REGISTRO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE
Qual o propósito de uma máscara PFF2 ter registro no Ministério da Saúde ?
A cartilha da ANVISA fala que toda máscara PFF2 deve ter RMS e cita uma RDC porém não encontrei nenhuma referência a esta máscara na referida RDC.
Existem mascaras que tem CA e RMS e tem mascaras que tem somente CA, como as pessoas administram quimioterapicos existe ali o risco químico e o biológico sendo que a especificação da PFF2 atende a ambos.
Qual o impedimento legal para se utilize a máscara que não tenha RMS nestes procedimentos ? em nosso Hospital testamos ambos os casos e a máscara que não possui RMS foi aprovada pelos trabalhadores enquanto que a que possui foi reprovada pelos trabalhadores.
At
Davi
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Avelino da Silva Técnico em Segurança do Trabalho
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Sistemas de vigilância e números em geral Material Biológico - Guia de Vigilância em Saúde
Prezados colegas,
Gostaríamos de divulgar a publicação da Versão 2019 do GUIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE editado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS).
Material bilbiográfico e educativo Material Didático - HIV/AIDS/IST
Olá , bom dia ,
alguém pode disponibilizar uma aula, power point, etc e material para uma palestra AIDS e DST, para uma empresa com 50 funcionários, , certo de sua habitual atenção
Edevaldo Kersul
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratórios - Documentos
pessoal, preciso de ajuda.
Assunto é guarda de resultados de exames da laboratório de análises clínicas.
O serviço é próprio.
Os exames são para atender Pronto Socorro, ambulatório próprio e internação do próprio hospital. Situação é esta.
Temos caixas e caixas de resultados de exames guardados de qualquer jeito, muitos inclusive foram jogados fora porque uma goteira causou inundação na sala onde estavam guardados e além disso algum resultados estavam no sistema e foram perdidos. (não são de anatomia patológica cuja guarda é especial).
já procurei em todos os locais possíveis e não acho na explicitamente diga que podem ser desprezados já que os resultados tem uma validade de cerca de 6 meses (um pouco mais, um pouco menos). A maior parte fica mesmo com os
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pacientes que recebem quando da alta, mas não regra, também não são anexados ao prontuário automaticamente.
Preciso jogar tudo fora por causa de risco de incêndio. O que aconselham
Obrigada
Solange Trewikowski São Paulo
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Infecção pelo HIV/AIDS HIV/AIDS - Indetectável / Intransmissível
"DIAHV atualiza informações sobre o conceito Indetectável = Intransmissível
O termo é válido para Pessoas Vivendo com HIV que estejam com carga viral indetectável no mínimo há seis meses de tratamento
A Nota Informativa Nº 5, de 14 de maio de 2019 divulgada pelo Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde (DIAHV/SVS) do Ministério da Saúde, atualiza informações sobre o conceito do termo indetectável = intransmissível para Pessoas Vivendo com HIV (PVHIV). O termo é válido desde que as PVHIV estejam com carga viral do HIV indetectável há pelo menos seis meses.
A justificativa para o uso do conceito está apoiada nas evidências científicas de que as PVHIV em Tratamento
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Antirretroviral (TARV) e carga viral indetectável não transmite o vírus por via sexual. O termo Indetectável = Intransmissível (I = I) já é utilizado por cientistas e instituições de referência sobre o HIV em abrangência mundial.
O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos (PCDT) do Ministério da Saúde traz recomendações atualizadas para a composição dos esquemas de TARV a fim de assegurar a eficácia do tratamento, bem como o fluxo para o seguimento do cuidado das PVHIV.
Recomenda-se que seja realizado exame de carga viral a cada seis meses, além do uso regular de preservativos nas relações sexuais, porque elas têm a função de proteger as pessoas vivendo com o vírus de outras infecções sexualmente transmissíveis.
Para amamentação, entretanto, ainda não há evidência científica que justifique a adoção do conceito I = I, porque o vírus pode ser transmitido para o bebê durante amamentação, mesmo quando a mãe esteja com a carga viral indetectável. Assim, o tratamento continua via cabergolina, distribuída em todo o Sistema Único de Saúde (SUS), para inibição da lactação e de fórmula láctea para alimentação do recém-nascido exposto ao HIV durante a gestação e parto.
Atualmente, além do tratamento das pessoas que vivem com o vírus e o uso do preservativo, existem outras formas de prevenção que utilizadas de formas isoladas ou combinadas podem evitar a transmissão do HIV, como a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP)."
A Nota Informativa Nº 5/2019 - DIAHV/SVS/MS http://www.aids.gov.br/pt-br/legislacao/nota-informativa-no-52019-diahvsvsms
Equipe Riscobiologico.org
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Gostaríamos de divulgar as novas diretrizes do CDC-EUA sobre Tuberculose entre trabalhadores da saúde.
Equipe Riscobiologico.org
"Triagem, Testagem e Tratamento da Tuberculose de Trabalhadores da Saúde (TS): Recomendações da Associação Nacional de Controladores de Tuberculose e do CDC, 2019
Recomendações atualizadas para triagem e testagem de TS incluem: avaliação individual de risco (admissional), avaliação de sintomas e testagem de pessoas sem TB prévia e sem infecção latente por TB (LTBI), nenhum teste seriado de rotina na ausência de exposição ou transmissão contínua, tratamento para TS diagnosticado com infecção latente, rastreamento anual de sintomas para pessoas com infecção latente não tratada e educação anual para TB de todos os trabalhadores da saúde."