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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos EPI - Reutilização de Luvas de Procedimento
Bom Dia!
Gostaria de saber se alguem tem alguma informação sobre reutilização de luva de procedimento em laboratório de analises clínicas, para a realização de coleta de material.
Agradeço desde já
Enfa Tatiana
CCIH/RJ
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Chat sobre NR 32
Não houve tempo de avisar na lista, mas vale a pena conferir no arquivo de chats do site CCIH.med.br, o chat com nosso colega Dr. Paulo Roberto Leal, que contou também com a participação do Dr. Aizenaque Grimaldi de Carvalho, presidente da Sociedade Paulista de Medicina do Trabalho - Foi realizado no último dia 30 !
O endereço é:
http://www.ccih.med.br/chat/chat.html
Equipe Riscobiologico.org
Saúde do trabalhador da Saúde
A cada crise institucional que passa nosso país, a sociedade vai aprofundado seu conhecimento sobre os meandros do poder, particularmente as interfaces entre política e jogos de interesses, que para não comprometer a credibilidade das instituições exige progressiva transparência em suas decisões. Até que ponto este panorama se repete na
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aprovação de Leis e Portarias com decisões no mínimo substanciadas em frágeis evidências científicas, mas envolvendo muito dinheiro para sua realização? Enfim, como discernir entre estar prevalecendo interesses econômicos, disfarçados em avanços sociais ou preocupação efetiva com a saúde coletiva? Nós do controle de infecção já estamos calejados até, desde a morte do Presidente Tancredo Neves ou da Doença dos Legionários do Ex-ministros Sergio Motta, em nos depararmos com "soluções mágicas", portarias ou propostas que muitas vezes procuram na Lei o que lhes falta nas evidências científicas, para tornar obrigatório o seu emprego em nossas instituições de saúde. Outras vezes, decisões de gabinete, dissociadas da prática, geram também problemas incríveis para seu cumprimento ou fiscalização, mesmo quando existe forte justificativa para seu emprego, considerando-se a diversidade sócio-econômica e cultural abissal que existe entre estes vários brasis.
Um exemplo muito recente disto foi a regulamentação dos Resíduos dos Serviços de Saúde que após uma árdua luta entre ANVISA e CONAMA se chegou a um consenso, que agora apresenta muitas dificuldades para sua implantação, quando descemos aos níveis Estaduais, Municipais ou mesmo dentro de cada instituição de saúde. Por outro lado, esta complexidade legal e científica não pode levar a atitudes mercantilistas travestidas em bem estar para coletividade e nem em omissões que comprometam efetivamente nosso ecossistema. Por isso, a cada nova determinação temos que estar muito atentos tanto nos interesses comerciais envolvidos como nas evidências científicas que comprovem seu real benefício para a coletividade e na viabilidade das exigências regulamentadas. Esta é a proposta do nosso site, desde seu início há mais de cinco anos, ao discutir artigos científicos relacionados principalmente à prevenção e controle de infecção hospitalar e na sua ampla interatividade com seu internauta, especialmente nas páginas do Chat, fórum e no "sua opinião", além da possibilidade de escolha dos temas que serão resumidos em nosso "notícias e destaques".
No início da minha atividade profissional atuei também como médico do trabalho e me recordo durante o curso de especialização ter estranhado nada ser dito sobre os profissionais da área de saúde, agentes biológicos e até mesmo a incoerência da proibição na época do trabalho noturno para funcionários do sexo feminino e o que ocorria nos hospitais, com predominância do sexo feminino nesse e nos outros períodos. Ou seja, uma lei incoerente, paternalista e que não valia para nós. Neste sentido e o que tudo se somou à minha vida profissional desde então vejo com bons olhos a iniciativa de uma regulamentação específica para o setor de saúde, mas ao mesmo tempo mantenho-me atendo como cidadão às possíveis interferências de outros fatores a determinar essas normas. Envio em anexo para vocês um E-mail recebido sobre o tema, com os links para consulta e cumprindo nosso papel crítico e de difusão científica programamos para o dia 30, quarta que vem, a partir das 20:00 na sala de debates do Chat a discussão dessa Portaria, onde estaremos recebendo o Dr. Paulo Roberto Leal, médico do Trabalho do Hospital do SEPACO. Além disso, a esta Portaria será o tema debatido na próxima reunião do Núcleo da Apoio ao Controle de Infecção Hospitalar (NACIH), do Programa CQH a se realizar no auditório da Associação Paulista de Medicina, com entrada franca, sito na Avenida Luiz Antonio 393. Além do Dr Paulo, este evento contará com a participação do Dr. Aizenaque Grimaldi de Carvalho, presidente da Sociedade Paulista de Medicina do Trabalho.
Concluindo é muito importante que a gente se informe, opine, e lute para implantar medidas que contribuam com a saúde de nosso segmento profissional. Portanto participem do debate no Chat e da reunião do NACIH.
Newsletter - Dr Antonio Tadeu Fernandes
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Co-infecção com Hepatite C
1o DE DEZEMBRO
DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS
* Cerca de 40 milhões de pessoas no mundo estão infectadas pelo vírus HIV, de acordo com dados da UNAIDS.
* No Brasil, há 600 mil portadores soropositivos, segundo levantamento feito pelo Programa Nacional DST/AIDS
* Desses, 30% (180 mil) também podem estar infectados por um outro agente infeccioso: o vírus C, uma doença que afeta o fígado e pode ser fatal se não diagnosticada e tratada precocemente.
* A co-infecção pelos vírus C e HIV tornou-se um dos mais graves problemas de saúde pública do Brasil, uma vez que a doença hepática passou a ser a principal causa de morte entre os portadores do vírus HIV também infectados pela hepatite C.
* Nos indivíduos soropositivos, a
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hepatite C evolui mais rapidamente para a cirrose ou câncer de fígado. Enquanto um portador que apresenta somente o vírus da hepatite C leva, aproximadamente, 30 anos para desenvolver essas doenças, o soropositivo infectado pelo vírus C precisa de apenas sete anos para chegar a esse quadro.
* O uso de drogas injetáveis ou transfusão de sangue, feita antes de 1992, elevam o risco de co-infecção em 70 a 80%.
* Há chance de CURA para a hepatite C cerca de 40% desses pacientes
Se tiver interesse em fazer uma reportagem sobre o tema co-infecção, durante a cobertura do Dia Mundial de Combate à Aids, entre em contato com:
Ana Paula Sartori
In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação
Tel. 55 11 3323-1579
ana.sartori@inpresspni.com.br
www.inpresspni.com.br
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Histórico
Cronologia da aids
Fonte: AFP e Programa de DST/Aids do Ministério da Saúde brasileiro.
Cronologia de eventos importantes na história da epidemia de Aids:
- Décadas de 1920 ou 1930s (especulação): O vírus da imunodeficiência símia (SIV), que destrói as células do sistema imunológico destes animais, salta a barreira das espécies para os humanos, depois que um caçador na África Oeste-central é mordido por um animal infectado ou manuseia carne infectada.
- 1978: Homossexuais dos Estados Unidos e da Suécia começam a apresentar os primeiros sinais de uma doença desconhecida, que mais tarde seria chamada de Aids.
- 1981: Oito jovens homossexuais de Nova York são diagnosticados com Sarcoma de Kaposi, um câncer de pele que normalmente afeta idosos, enquanto
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cinco homossexuais de Los Angeles adoecem com uma forma rara de pneumonia. Juntos, estes casos alertam as autoridades americanas para algo novo: uma enfermidade que aniquila o sistema imunológico e expõe o corpo a doenças oportunistas.
- 1982: (Julho) A nova doença é batizada com o nome de Aids, sigla em inglês para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. (Dezembro) Um bebê de 20 meses morre de uma infecção relacionada com a Aids depois de uma transfusão de sangue, dando o primeiro indício de que a doença poderia ser transmitida por outras vias, além das relações homossexuais.
- 1983: (Maio) Cientistas do Instituto Pasteur, na França, chefiados por Luc Montagnier, isolam o vírus que invade os leucócitos, provocando a Aids. Eles denominam o agente causador da doença como LAV (siga em inglês para Lympadenopathy-associated virus). Os primeiros sinais, encontrados em homens africanos na Europa, mostram que heterossexuais também podem ser infectados, gerando uma ansiedade generalizada. (Novembro) A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece uma vigilância global. O número conhecido de casos de Aids (só nos Estados Unidos) é de 3.064 até o fim do ano.
Registrados os primeiros casos de Aids no Brasil. Em São Paulo é implantado o primeiro programa oficial de controle da doença, ao qual se segue o programa no estado do Rio de Janeiro e o Programa de Aids na Divisão de Dermatologia Sanitária. - 1984: O cientista americano Robert Gallo anuncia ter isolado o vírus, o qual batizou de HTLV-III, mas fica claro que o agente é o mesmo do LAV, identificado um ano antes, na França.
- 1985: Os primeiros testes comerciais com o vírus da Aids ajudam a livrar os bancos de sangue contaminado. Celebra-se a primeira Conferência Internacional sobre Aids. O ator de Hollywood Rock Hudson se torna a primeira personalidade a morrer de Aids. Os casos da doença agora aparecem em todas as regiões do mundo. É identificado o primeiro caso na China.
- 1986: O agente causador da Aids passa a ser oficialmente denominado vírus da imunodeficiência humana (HIV). No Brasil é criado o Programa Nacional de DST (doenças sexualmente transmissíveis) e Aids. - 1987: A primeira droga anti-HIV, a zidovudine (AZT) é aprovada depois que testes demonstraram sua eficácia na redução, mas não na cura, da progressão do vírus. O AZT pertence a uma classe de medicamentos denominada inibidor da transcriptase reversa, que impede a replicação do vírus. O presidente da Zâmbia, Kenneth Kaunda, anuncia que seu filho morreu de Aids, um marco na campanha contra o estigma que ronda a doença na África. O presidente americano, Ronald Reagan, que foi acusado de ter negligenciado a Aids, faz um discurso no qual descreve a doença como "inimigo público nº1".
- 1988: A Organização Mundial da Saúde institui o 1º de dezembro como o Dia Internacional de Combate à Aids. A data torna-se um marco para a mobilização, a conscientização e a prevenção da doença no mundo.
- 1990: Morre Ryan White, um jovem americano hemofílico infectado com HIV, cuja proibição de freqüentar a escola por ser soropositivo deu início a uma campanha de combate ao preconceito contra a Aids.
- 1991: Morre Freddy Mercury, vocalista do grupo de rock Queen. O astro do basquete americano Earvin "Magic" Johnson anuncia que tem HIV.
- 1992: O astro do tênis Arthur Ashe anuncia ter sido infectado numa transfusão de sangue nove anos antes. Julgamento na França de autoridades sanitárias acusadas de permitir que sangue contaminado com HIV fosse usado em transfusões.
- 1993: Sinais de preocupação surgem diante da resistência ao AZT apresentada entre usuários de longo prazo da droga. Morre de Aids o bailarino russo Rudolf Nureyev. Casos da doença começam a surgir na África do Sul.
- 1994: Estudos demonstram que o AZT é capaz de impedir a transmissão do HIV de mãe para filho.
- 1995: Duas novas classes de medicamentos anti-HIV, que também combatem a replicação, são aprovadas: os inibidores de protease e os inibidores não-nucleosídeos de transcriptase reversa. Usados em combinação, elas podem reduzir a carga viral abaixo de níveis detectáveis, um feito que desperta o otimismo de que uma possível cura tenha sido encontrada.
- 1996: As Nações Unidas criam o Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids (UNAids). Introdução do teste de carga viral, um padrão de medida da progressão da doença. A epidemia começa a piorar no Leste europeu, na antiga União Soviética, na Índia e na China.
- 1997: O número de mortes causadas por Aids cai nos Estados Unidos pela primeira vez desde 1981. Surgem evidências de efeitos colaterais tóxicos e de resistência aos novos medicamentos anti-retrovirais.
- 1998: Naufragam as esperanças de que o coquetel de anti-retrovirais fosse uma cura. Surgem evidências de "reservatórios" de HIV onde o vírus hiberna e retorna quando a terapia é interrompida.
- 1999: A nevirapina se torna a droga de escolha para prevenir a transmissão de mãe para filho.
- 2000: O sul da África se torna o epicentro do que hoje é uma pandemia global. Em Botsuana, quase um em quatro adultos e 40% das mulheres grávidas têm HIV. O presidente sul-africano, Thabo Mbeki, é atacado em todo o mundo por questionar que a Aids seja causada pelo HIV. Companhias farmacêuticas começam a baratear os preços dos medicamentos para países pobres.
- 2001: A companhia farmacêutica indiana Cipla promete fazer genéricos mais baratos de drogas anti-Aids, pressionando as multinacionais a cortar os preços mais adiante. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pede a criação de um "fundo de guerra" para a Aids entre 7 e 10 bilhões de dólares por ano, comparados com o um bilhão de dólares que eram gastos. A Aids se torna a causa principal de morte na África subsaariana.
Durante a rodada de negociações de Doha, no Catar, o Brasil defende a proposta vitoriosa de priorizar as necessidades da população aos direitos de patentes, dando apoio político e legal ao país em suas negociações, levando a significativas reduções de preço sem que a quebra de patentes tenha sido efetivada até o momento.
- 2002: O Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária começa a fazer suas primeiras alocações. O Fuzeon, o primeiro de uma nova classe de medicamentos anti-HIV denominados inibidores de fusão, que visa a evitar que o vírus se acople às células imunológicas, ao invés de replicar-se dentro delas após invadi-las, demonstra eficácia entre pessoas com resistência aos tratamentos existentes.
- 2003: O presidente americano, George Bush, anuncia planos para gastar 15 bilhões de dólares em cinco anos no combate à Aids na África e no Caribe. Fracassa o primeiro teste com uma vacina contra o HIV. O novo diretor-geral da OMSA, Lee Jong-Wook, coloca a Aids como sua prioridade máxima e pede que três milhões de pobres tenham acesso aos medicamentos anti-retrovirais até o fim de 2005. O premier chinês, Wen Jiabao, se tprna o primeiro chefe de Estado do país a apertar a mão publicamente de um paciente com Aids. Cai o preço dos medicamentos anti-retrovirais, com a ajuda de um acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC) para permitir aos países pobres e vulneráveis importarem medicamentos genéricos.
- 2004: A África do Sul finalmente começa a fornecer anti-retrovirais aos hospitais. A cúpula do G8 convoca uma iniciativa denominada Global HIV Vaccine Enterprise, que implementará a coordenação e o intercâmbio de informações entre os pesquisadores de vacinas do mundo.
- 2005: Grande aumento do acesso a anti-retrovirais nos países pobres, embora os resultados devam ficar bem atrás da meta "Three by Five" (três milhões de pessoas até 2005). Voltam as preocupações com recursos para a Aids, depois que os doadores deram prioridades às catástrofes naturais. Em seu estudo anual, a UNAids e a OMS, afirmam que a Aids matou 3,1 milhões de pessoas em 2005 e que cinco milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus HIV no ano. O total de pessoas vivendo com HIV/Aids atinge o recorde de 40,3 milhões.
Nestor - Rio de Janeiro
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Informes e contatos Informe Riscobiologico.org – Congresso Brasileiro de Infectologia
Prezados colegas,
Informamos que já estão disponíveis no site (www.riscobiologico.org) os resumos de trabalhos, apresentados no Congresso Brasileiro de Infectologia que terminou hoje em Belo Horizonte, relacionados ao tema "Riscos biológicos para trabalhadores da área da saúde".
Estão também disponíveis os slides apresentados pelos palestrantes na Mesa Redonda sobre Acidentes Ocupacionais com Material Biológico (realizada no dia 29/11):
=== Monitoramento de acidentes com exposição a material biológico
=== Alcyone Artioli Machado
=== Vacinação do Profissional de Saúde
=== José Geraldo Leite Ribeiro
=== Risco Sanitário Hospitalar: Projeto Riscobiologico.org
=== Cristiane Rapparini
E também a aula do Prof Eduardo Alexandrino Medeiros sobre Prevenção de Infecção associada à Assistência à Saúde: Isolamento, também apresentada no dia 29.
Agradecemos muito aos palestrantes pela autorização e disponibilização
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de seus slides.
Equipe Riscobiologico.org
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - Pará
Srs Participantes da Lista,
estamos a uma semana da I Jornada Paraense de Epidemiologiae Controle das Infecções a ser realizada no período de 05-07 de dezembro próximo com organização da Associação Paraense dos Profissionais em Controle das Infecção Hospitalar.
Para nós, o evento assume importância core. POr favor adiante a informação, e caso necessário, 91-32016625/aspacih@globo.com
Agradecimentos,
Lourival Rodrigues Marsola
Presidente da Jornada
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Imunizações Imunizações - Hepatite B x Imunossupressão
Caros listeiros
Faço controle dos funcionários que realizaram vacina da hepatite B, porém um funcionário teve carcinoma de mediastino há dois anops e após as quimioterapias,está com a imunidade muito baixa para hepatite B (abaixo de 10), o que fazer? Refazer as doses de vacina. Uma ou três?
Obrigado
Carla Sfreddo
Enfermeira do Trabalho
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não-biológicos - Quimioterápicos x Vazamento
QUAL O RISCO DE NA INFUSÃO DE QUIMIOTERAPICO
O EQUIPO COM A MEDICAÇÃO EM BOMBA ROMPER
DEIXANDO VAZAR O MEDICAMENTO.
EXISTE RISCO DE SE TRANSPORTAR ESTE EQUIPO
COM MEDICAÇÃO QUIMIOTERAPICA PARA OUTRO LUGAR SEM PARAMENTAÇÃO?
Mensagem encaminhada pela colega Corina
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