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Imunizações Sarampo - Aumento de casos
"Aumento alarmante de casos de sarampo na Europa preocupa a OMS
https://news.un.org/pt/story/2023/12/1825032
A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que a Europa registra um aumento alarmante de casos de sarampo. Entre janeiro e outubro deste ano foram confirmados pelo menos 30 mil casos da doença em 40 dos 53 Estados-membros.
A alta corresponde a mais de 3000% em comparação com os 941 infectados em todo o ano de 2022. A situação acelerou nos últimos meses, numa tendência que deve continuar se não houver medidas urgentes para conter a propagação.
Hospitalizações e mortes
Para o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, o aumento de casos de sarampo não só foi de 30 vezes, mas também ocorreram quase 21 mil hospitalizações e cinco mortes relacionadas
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à doença."
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"Saúde Única: conexão vital para enfrentar desafios globais
A abordagem One Health é uma resposta necessária e inteligente diante das crescentes ameaças representadas pelas zoonoses e doenças tropicais
Cooperação entre profissionais da medicina veterinária e da saúde humana é vital para identificar e enfrentar os desafios representados por doenças tropicais
Em um mundo interconectado em que vivemos, a interseção entre a medicina veterinária, as doenças tropicais e a abordagem de Saúde Única (One Health) emergem como pilares fundamentais para compreender e combater enfermidades que impactam humanos, animais e ecossistemas. O Dr. Fernando Nogueira Souza, médico veterinário e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Clínica Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), destaca a importância dessa abordagem em
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um mundo onde surtos de zoonoses têm se multiplicado drasticamente nas últimas décadas.
"As zoonoses são um foco crucial. Com exemplos recentes como o vírus Ebola, vírus da gripe aviária, altamente patogênicos, e as coronaviroses (MERS e Covid-19), a compreensão dessas enfermidades torna-se essencial para reconhecer a interconexão entre a saúde humana, animal e ambiental. Essa visão multidisciplinar, que integra profissionais da medicina humana, veterinária, saúde ambiental e áreas afins, é uma peça-chave para enfrentar ameaças à saúde pública, ambientais e às doenças tropicais", assinala o pesquisador.
O Dr. Souza atenta que mais de 75% das doenças infecciosas emergentes e mais de 60% das conhecidas em humanos são zoonoses, isso demanda um esforço contínuo no monitoramento e vigilância, especialmente diante das mudanças climáticas. "A imprevisibilidade do surgimento de novos surtos, o risco ocupacional e o rápido potencial de disseminação dessas doenças, realçam a necessidade de um sistema de saúde pública capaz de identificar rapidamente os primeiros sinais de tais ameaças e de reagir prontamente", enfatiza. Ainda segundo ele, a colaboração e a união de esforços entre médicos, veterinários e demais profissionais da saúde são indiscutivelmente necessários para implementar eficazmente a Saúde Única, fundamental para enfrentar as ameaças à saúde pública, as questões ambientais e afs doenças tropicais.
Outro aspecto apontado pelo Dr. Souza é a resistência antimicrobiana, um dos grandes desafios globais do século XXI. A vigilância restrita em ambientes clínicos contrasta com a circulação global de microrganismos resistentes entre humanos, animais e meio ambiente, evidenciando a importância da Saúde Única na prevenção da disseminação dessas bactérias. "Apesar da resistência antimicrobiana ser rastreada mais rigorosamente em ambientes clínicos, os microrganismos resistentes prosperam globalmente e são transmitidos de e para humanos, animais e meio ambiente saudáveis. De modo geral, a vigilância da resistência antimicrobiana fora das unidades de saúde humana é geralmente insatisfatória, e representa um desafio porque os microrganismos resistentes podem circular sem serem detectados entre humanos saudáveis, populações de animais domésticos e silvestres e o meio ambiente, favorecendo a disseminação desta resistência", acrescenta.
Colaboração interdisciplinar como pilar da Saúde Única
Nos últimos anos, vários programas e pesquisas têm enfatizado a importância de transcender as fronteiras disciplinares, fomentando parcerias entre cientistas, médicos veterinários, epidemiologistas e especialistas em saúde pública para enfrentar questões complexas de Saúde Global. Nessa linha, diversos países e organizações têm adotado estratégias One Health, que incluem vigilância ativa, compartilhamento de informações e desenvolvimento de vacinas, cruciais para compreender e controlar as enfermidades.
Contudo, o Dr. Souza destaca que o maior desafio para tentar implementar uma abordagem de Saúde Única para lidar com doenças tropicais reside na integração dos esforços multidisciplinares em âmbito global, nacional, regional e local. Essa sinergia entre médicos, farmacêuticos, veterinários, enfermeiros, biólogos e outros profissionais de saúde é essencial para prevenir, prever e controlar as zoonoses. "Para o sucesso de um programa é fundamental o trabalho em conjunto de forma holística, ou seja, a criação de uma rede coesa capaz de difundir as contribuições de diferentes conhecimentos entre os principais intervenientes (por exemplo, médicos, médicos veterinários, enfermeiros, biólogos, biomédicos, farmacêuticos e demais profissionais de saúde), que geralmente atuam separadamente nos dias de hoje", justifica.
A interligação entre a medicina veterinária, as doenças tropicais e o conceito de Saúde Única não é apenas uma estratégia, mas uma necessidade crescente para proteger a Saúde Global. Essa abordagem holística não só beneficia a saúde de humanos e animais, mas também preserva a diversidade ecológica, contribuindo para um futuro mais saudável e sustentável para todos. Investimentos contínuos em pesquisa, políticas públicas e programas educacionais são vitais para fortalecer a abordagem de Saúde Única, enquanto a conscientização e a colaboração entre diferentes áreas são fundamentais para enfrentar os desafios das zoonoses de maneira eficiente e sustentável. O enfoque One Health é uma resposta necessária e inteligente diante das crescentes ameaças das zoonoses. Reconhecer a interdependência entre a saúde humana, animal e ambiental é crucial para proteger e promover o bem-estar global."
Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - https://sbmt.org.br/saude-unica-conexao-vital-para-enfrentar-desafios-globais/
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Infecção pelo HIV/AIDS Farmacêuticos - Prescrição e administração de produtos injetáveis
"CFF regulamenta a prescrição e administração de produtos injetáveis por farmacêuticos
A nova normativa, aprovada por maioria dos 27 conselheiros federais do Pleno, beneficiará os profissionais que atuam em diferentes áreas
A ausência de uma resolução regulamentando a prescrição e administração de produtos injetáveis por farmacêuticos foi sanada na terça-feira, 19/12, durante a última Reunião Plenária Ordinária do ano do Conselho Federal de Farmácia (CFF). A nova normativa, aprovada por maioria dos 27 conselheiros federais do Pleno, beneficiará os profissionais que atuam em diferentes áreas que requerem a prescrição e a administração destes produtos, como a tricologia e a saúde estética.
"A resolução foi amplamente debatida no plenário e esclarecida que vem para auxiliar os farmacêuticos que atuam nas mais diversas áreas e trabalham
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com injetáveis a terem segurança nas suas atividades. A SOBRACIFE enaltece hoje o trabalho exemplar do presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João (@farmaceuticowalterjorgejoao) e conselheiros federais pelo apoio aos profissionais farmacêuticos", publicou em suas redes sociais a Sociedade Brasileira Científica de Farmácia Estética, entidade que representa os farmacêuticos estetas.
Momentos antes da votação, o presidente do CFF fez um apelo aos conselheiros. Ele classificou como "insuportável" que o farmacêutico na saúde estética, por exemplo, tenha que depender de outros profissionais para adquirir os produtos que utiliza nos procedimentos que realiza por falta de uma resolução do conselho que o respalde. "Vamos à luta", conclamou. "Quando não podíamos ser farmacêuticos clínicos e nem prescrever MIPs (medicamentos isentos de prescrição) nós levamos um bombardeio tremendo e vencemos. Tem muitos colegas atuando, com muito profissionalismo e muita propriedade que necessitam disso, e que não podem sequer adquirir o produto", acrescentou.
A resolução dispondo sobre a competência e as atribuições do farmacêutico na prescrição e administração de produtos injetáveis será publicada nos próximos dias, após passar pelos ajustes aprovados em Plenário e pela revisão final."
Ministério da Saúde incorpora vacina contra a dengue no SUS
Brasil é o primeiro país a incorporar o imunizante no sistema público de saúde. PNI definirá como será a vacinação em públicos e regiões prioritárias diante da limitação de doses oferecidas pelo fabricante
"Nota Informativa: Infecções respiratórias por Mycoplasma pneumoniae - Organização Pan-Americana da Saúde.
Em 22 de novembro de 2023, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma declaração sobre o aumento de doenças respiratórias em crianças no norte da China (2). De acordo com a declaração, o sistema de vigilância de doenças respiratórias do país indicou um aumento nas consultas ambulatoriais e internações hospitalares pediátricas por pneumonia causada por Mycoplasma pneumoniae desde maio de 2023 e por vírus sincicial respiratório, adenovírus e influenza desde outubro de 2023.
A duração da doença varia de dias a meses. A infecção bacteriana secundária e outras complicações, como o envolvimento do sistema nervoso central e a síndrome de Stevens Johnson, são raras; casos fatais são raros.
Em todo o
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mundo, ela ocorre de forma esporádica, endêmica e, às vezes, epidêmica, afetando todas as idades e com taxas de ataque variáveis. As epidemias ocorrem com mais frequência no final do verão e no outono; a doença endêmica não segue um ritmo sazonal, mas pode haver variação de ano para ano e entre áreas geográficas. A M. pneumoniae causa surtos frequentes nas escolas e em casa."
"Fatores de risco ocupacionais podem impactar a saúde das trabalhadoras grávidas
Pesquisa da Fundacentro aborda maternidade e condições de trabalho no setor hospitalar
Os impactos dos riscos ocupacionais hospitalares na saúde das trabalhadoras gestantes são pauta de artigos publicados pela tecnologista da Fundacentro, Soraya Wingester Vasconcelos, em parceria com especialistas das Universidades do Porto (U. Porto) e da Federal de Minas Gerais (UFMG). Os estudos foram publicados na Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT - https://rbmt.org.br/details/1813/pt-BR) e no livro Occupational and Environmental Safety and Health V (OESH-V - https://doi.org/10.1007/978-3-031-38277-2_53).
Complicações gestacionais nas trabalhadoras da área da saúde
Em "Gravidez e condições de trabalho no setor hospitalar: uma revisão de escopo", disponível na RBTM (https://rbmt.org.br/details/1813/pt-BR), as autoras realizam um levantamento de evidências científicas sobre os
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riscos ocupacionais aos quais as trabalhadoras grávidas estão expostas e as causas do absenteísmo.
As complicações mais comuns na gravidez dessas profissionais são as dores no pescoço, nas costas e na cintura pélvica. Também foi constatado que o trabalho noturno e por turnos são fatores de risco que podem desencadear o aborto espontâneo, o trabalho de parto prematuro e distúrbios hipertensivos da gestação.
Os resultados da pesquisa ainda evidenciam a lacuna e a necessidade de estudos específicos sobre questões relacionadas à proteção da maternidade e ao trabalho das trabalhadoras gestantes no setor hospitalar.
"A maternidade impõe muitos desafios às trabalhadoras devido à legislação inconsistente de proteção à maternidade, inexistência de licença parental remunerada, perdas financeiras e de oportunidades de carreira. [...] Convém considerar mecanismos que possam dificultar ou facilitar a aplicação de medidas de proteção à maternidade em diferentes níveis para reduzir as desigualdades de acesso. Além disso, é essencial reconhecer a discriminação contra gravidez e gênero no local de trabalho e inserir regras específicas de proteção à maternidade na legislação de saúde e segurança ocupacional, em nível nacional", concluem as especialistas.
Avaliação e percepção de riscos ocupacionais
A exposição das trabalhadoras grávidas a riscos ocupacionais pode levar a complicações gestacionais, principalmente no ambiente hospitalar. A avaliação destes riscos e como as trabalhadoras da saúde os percebem são fundamentais para a proteção da maternidade no ambiente de trabalho.
Atentas à questão, a tecnologista da Fundacentro e especialistas da U. Porto e da UFMG realizaram uma revisão, com o uso da extensão para scoping reviews do Prisma, sobre avaliação e percepção dos riscos ocupacionais para levantar métodos e ferramentas replicáveis no ambiente de trabalho hospitalar.
Intitulado "Hospital work environment and maternity protection: a scoping review on assessment and perception of occupational risks" (https://doi.org/10.1007/978-3-031-38277-2_53), o estudo utilizou bancos de dados on-line para identificar artigos científicos que forneçam métodos, instrumentos e ferramentas adaptáveis ??para avaliar e perceber os riscos ocupacionais na área.
Ainda, discutiu a integração e a qualidade dos métodos e técnicas levantados, as possibilidades de usá-los para proteger a saúde das trabalhadoras grávidas, lactantes ou em idade fértil, e o apoio da gestão para avaliação de riscos e proteção da maternidade nos ambientes de trabalho.
"A integração e a qualidade dos métodos aumentam a robustez da avaliação e percepção dos riscos ocupacionais, permitindo medidas preventivas mais efetivas ??para proteger a saúde reprodutiva das trabalhadoras", afirmam as especialistas.
"O apoio da gestão é essencial para avaliar e compreender os riscos ocupacionais das profissionais de saúde, aumentar a adesão às medidas preventivas e proteger a saúde. É necessária a elaboração de normas específicas para cuidados preventivos voltados às trabalhadoras gestantes e o estabelecimento de regras de cooperação entre médicos do trabalho e ginecologistas-obstetras", explica Wingester.
O trabalho está publicado no livro OESH-V, que traz a compilação dos temas tratados durante o 20º Simpósio Internacional de Segurança e Higiene Ocupacional (SHO 2023 - https://www.sposho.pt/sho-2023-pt/), realizado em julho deste ano, em Portugal.
Soraya Wingester participou de uma transmissão, durante o evento, onde detalhou as informações contidas no artigo. Apresentação da tecnologista no Simpósio: https://drive.google.com/file/d/1V02NOzGgYfNY9W75cmt3h73qGwbBuiXS/view."
Material bilbiográfico e educativo Vigilância Sanitária - Mutirões de assistência à saúde
"Anvisa publica orientações sobre mutirões de assistência à saúde
Nota técnica orienta serviços de saúde e profissionais do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.
A Anvisa publicou a Nota Técnica (NT) 31/2023, com o objetivo de fornecer orientações gerais, baseadas nas normas sanitárias vigentes, aos serviços que realizam atendimento em regime de mutirão. A NT tem como finalidade promover a qualidade na prestação de serviços de saúde e a segurança dos pacientes. Isso porque a prática dos mutirões de assistência à saúde vem sendo utada no Brasil há vários anos e tem gerado uma série de dúvidas aos profissionais do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).
O documento apresenta as principais normas a serem observadas por todos os serviços de saúde que realizam mutirões e
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pelos profissionais do SNVS. Também são disponibilizadas orientações gerais sobre o planejamento do mutirão e a comunicação à Vigilância Sanitária local, além de orientações para os profissionais e para as equipes técnicas que irão realizar os procedimentos. Outros assuntos abrangidos pela nota técnica são os locais de realização dos mutirões de saúde, a terceirização de serviços e a obrigatoriedade de vigilância, monitoramento, notificação e investigação de incidentes/eventos adversos que possam ocorrer durante esses mutirões.
Há ainda orientações para que pacientes, familiares e acompanhantes contribuam para a prevenção de eventos adversos, incluindo as infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras), durante esse tipo de iniciativa. No final do documento, foi apresentado um resumo das principais medidas de prevenção de endoftalmites (infecções no interior do olho, geralmente causadas por cirurgias oculares, lesões oculares ou infecções na corrente sanguínea) e de síndrome tóxica do segmento anterior* (toxic anterior segment syndrome - TASS). *Entenda: essa síndrome é uma reação inflamatória ocular aguda após cirurgias nos olhos, principalmente a cirurgia de catarata."
Nota técnica: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/notas-tecnicas/notas-tecnicas-vigentes/nota-tecnica-no-31-2023-sei-ggtes-dire3-anvisa-orientacoes-gerais-sobre-os-mutiroes-de-saude/view
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Resíduos de Serviços de Saúde Fraldas descartáveis
PNC!!! *Cada fralda leva, em média, de 450 a 600 anos para se decompor na natureza e foram esses números que motivaram estudantes da Escola Técnica Estadual Paulo Freire, localizada em Carnaíba, sertão de Pernambuco, a criar uma alternativa sustentável.*
Microrganismos multirresistentes Plano nacional para prevenção e controle da resistência microbiana
"Anvisa publica plano nacional para prevenção e controle da resistência microbiana
Documento contém orientações aos serviços de saúde para o período de 2023 a 2027.
A Anvisa publicou o Plano Nacional para a Prevenção e o Controle da Resistência Microbiana aos Antimicrobianos nos Serviços de Saúde (PAN-Serviços de Saúde - https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/prevencao-e-controle-de-infeccao-e-resistencia-microbiana/pnpciras-e-pan-servicos-de-saude/pan-servicos-de-saude-2023-2027-final-15-12-2023.pdf) para o período de 2023-2027. O documento traz ações específicas a serem desenvolvidas para controlar e prevenir a disseminação de microrganismos resistentes aos antimicrobianos em serviços de saúde.
A ocorrência de microrganismos resistentes às diversas classes de antimicrobianos tem sido progressiva nas últimas décadas, representando uma grave ameaça à saúde pública em todo o mundo. Com impactos importantes na saúde humana e dos animais, essa questão torna necessária a utilização da abordagem chamada
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"Saúde Única" (One Health), que envolve a coordenação entre vários setores, incluindo medicina humana e veterinária, agricultura e meio ambiente.
Como coordenadora do Programa Nacional de Prevenção e Controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS), a Anvisa vem promovendo, há mais de duas décadas, uma série de ações nacionais para colaborar com a prevenção e o controle da disseminação dos microrganismos resistentes aos antimicrobianos (antimicrobial resistance - AMR), principalmente dentro dos serviços de saúde. Uma dessas iniciativas é a publicação do PAN-Serviços de Saúde.
Resultados
O PAN-Serviços de Saúde 2017-2021, publicado em 2017 e com previsão de duração de cinco anos, buscou fornecer maior especificidade às atividades voltadas para a prevenção e o controle da resistência microbiana aos antimicrobianos nos serviços de saúde. A avaliação dos resultados das metas estabelecidas pode ser consultada no Relatório de Metas e Atividades do PAN-Serviços de Saúde 2017-2021.
É importante destacar que esse Plano subsidiou a elaboração do antigo Plano de Ação Nacional para Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no Âmbito da Saúde Única (PAN-BR 2018-2021), coordenado pelo Ministério da Saúde."
Material bilbiográfico e educativo Guia Sanitário para Navios de Cruzeiros
Temporada de cruzeiros: ações da Anvisa buscam manter a saúde a bordo
"Fiscalização da Agência alia mecanismos de inteligência com inspeções físicas a bordo das embarcações.
Prossegue até maio de 2024 a mais longa temporada de cruzeiros dos últimos anos no Brasil, que começou em 25 de outubro. Ao todo, serão 39 embarcações de cruzeiros marítimos ou fluviais (através dos rios) em trânsito por águas brasileiras. Estão previstas 936 atracações em 46 portos nacionais.
Dessas, 149 atracações são na cidade do Rio de Janeiro, 143 em Santos e 78 em Salvador."
Versão 4 do Guia 65, de 5 de dezembro de 2023 - https://antigo.anvisa.gov.br/documents/10181/6665181/Guia+n%C2%BA+65_2023_v4.pdf/770e2cc4-3d77-4860-b482-1816eeab8f5c
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