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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Sangue e fluidos corporais
Caríssimos, boa tarde!
Dúvidas de PGRSS:
O que fazer, afinal, com sobras de material contendo sangue e fluidos
corpóreos?
Jogo na rede de esgoto, conforme RDC? Ou autoclavo, conforme CONAMA? E os
recipientes, se vazios, depois do descarte na rede de esgoto???
Já urina, fezes e secreções podem ser desprezados na rede de esgoto. Quais
secreções?
Por favor, me socorram!
Isabella & Paula
CCIH/Hosp. São Vicente de Paulo
RJ
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Informes e contatos Riscobiologico.org - Lista de discussão por e-mail
Bom dia,
Prezados colegas listeiros...
Gostaria de fazer um apelo aos participantes da lista com relação ao teor das respostas...
Já não é de hoje que temos opiniões pessoais, respostas grosseiras ou jocosas aos questionamentos/interferências dos colegas, bem como perguntas que poderiam ter suas respostas em uma simples consulta à literatura.
O site deve ser ponto de discussão científica e recurso para dúvidas / questões realmente importantes e de interesse geral.
Vamos nos despir, por favor, de quaisquer achismos e rispidez e nos ater ao objetivo da lista.
Críticas e elogios pessoais podem ser feitos através de e-mail pessoal!!!
As palavras não levam a emoção da resposta, a entonação da voz e devemos nos lembrar que assim sendo corremos o risco de magoar pessoas que
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nem sequer conhecemos, o que com certeza não deve ser a intenção quando das respostas.
Assuntos diversos Riscos biológicos - Atuação das associações não-governamentais
Frequentador assíduo do RB, levanto algumas questões.
Temos no manejo do "risco biológico" diversas representações, governamentais e não governamentais. Notadamente a ANVISA, as secretarias estadual e municipal de saúde. Além das Associações de Prevenção de Acidentes de Trabalho destaco as ONG = ABIH Assoc. Bras. de Profissionais do Controle de Infecções Hospitalares e a APECIH (paulista) (cito as que sou associado).
Por fim as Comissões e os Serviços de Controle de Infecções Hospitalares, cuja atuação deve pautar-se por vigilância sanitária, vigilância epidemiológica e educação.
A pressão exercida pelas CCIH se faz em 3 pontos : os órgãos governamentais incluindo até os Conselhos Profissionais, que querem taxas (difíceis de ser criterizadas e comparadas), ao mesmo tempo em que são muito ... diríamos,
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complacentes com a questão da condição para atuação dita "Assistencial. " . O segundo ponto : o Paciente (tadinho do paciente). O terceiro o meio ambiente e a responsabilidade cidadã.
As nossas Associações se omitem em momentos cruciais e já tive a oportunidade de fazer estes comentários junto a profissionais ilustres do controle de infecção hospitalar nacional. Nos últimos 2 Congressos Brasileiros de CIH, o Tema "Modelo Brasil de Controle de Infeccções" foi debatido, sendo que na Bahia com a participação destacada do governo.
Mas .... as Santas Casas alegam que da Tabela SUS não cobre os custos, nós profissionais sabemos o valor dos honorários, a população demanda das novas tecnologias, os riscos estão presentes. O "SINAIS" representa anseio de quantos profissioanis atuantes em CCIHs ? Temos hospitais "salubres" em todo Brasil ? O que temos feito ?
Para mim, são famosas as frases:
"Saúde : demandas infinitas, recursos finitos"
Vigilância Sanitária x SCIH : "Você faz, eu recebo".
do Dr. Dashchner : "20 % números, 80% beira de leito"
Precisamos marcar este momento Político que estamos vivendo. Sugiro um encontro de profissionais do manejo do Risco Biológico relacionado à Assistência Saude. Dvemos fazer este encontro com a independêncoa total, sem "patrocínios" de governo ou indústria.
A cidade de São José dos Campos tem rede hoteleira, dista 90km de São Paulo, 300 do Rio de Janeiro. A facilidade de acesso para grande número de profissionais (com custos baixos) pode fser viável e fazer recrudescer a idéia (boas idéias) do Encontro Sudeste, do encontro APECIH.ong e ACIHERJ.ong, ou de uma reunião preparatória do próximo congresso da ABIH.ong a ser realizado no Rio Grande do Sul. Alguem se habilita a tentar organizar tal encontro ?
Ahh !! Recebi jornalzinho da APECIH, foi eleita nova diretoria que prometeu acelerar a atualização do site.
Felicito a todos amigos, governamentais e não governamentais.
Marisa Santos, Simone, Chebabo, Andréia, Plínio, Andriana Giunta, AP Coutinho, eu sei que vcs estão aqui.
Marcos Lemos
Médico -Infectologista
Profissional do CIH no Brasil
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - Curitiba
Vou dar esse curso em Curitiba pela segunda vez.
O pessoal de lá é fantástico e muito comprometido, estão fazendo um trabalho integrado Secretaria da Saúde e Secretaria do meio Ambiente que deve servir de modelo a outras cidades.
Fico feliz de participar do grupo e agradeço o convite feito pela equipe.
Célia Wada
CURSO DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL NA SAÚDE
RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - +
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE.
Em virtude da urgente questão ambiental para o setor saúde (implantação obrigatória - PGRSS - RDC 306 ANVISA/CONAMA 358)
PGRSS... NÃO É APENAS UM DOCUMENTO ...
É UM PLANO PARTICIPATIVO E INTEGRADO
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DE AÇÕES...
PUBLICO ALVO:
Todos os geradores de resíduos provenientes de estabelecimentos de serviços de saúde, humana e animal.
INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS:
Conselho Regional de Medicina, Farmácia, Enfermagem, Psicologia, Biomedicina, Biologia, Assistência Social, Nutrição, Associações de Classe (limpeza, transporte, reciclagem, coleta, coleta seletiva) Industrias de medicamentos, Insumos, Engenharia de Segurança, EPIs, Radiologicos, e demais segmentos ligados a esses etabelecimentos de saúde.
FAÇA SUA PRÉ-INSCRIÇÃO
www.kereventos.com.br - Fone: 41 297 44 79
RESÍDUOS DE CLÍNICAS E HOSPITAIS - VETERINÁRIA - ANCLIVEPA PR.
Anclivepa Pr, negocia custos e otimização da freqüência de coleta diferenciada com empresas do setor para seus associados. Atualize seus cadastro com a entidade e sua anuidade.
Presidente
Jorge Luiz Schemiko
I
I Curso Teórico e Prático de Eletrocardiograma em Pequenos Animais.
Onde serão esclarecidas suas dúvidas. Você poderá aprender definitivamente a realizar e interpretar corretamente o etrocardiograma. Será que preciso fazer um eletrocardiograma deste paciente? Preciso fazer um ECG neste animal. E agora? Fiz um ECG. Que ondas são essas? Auscultei uma arritmia - o que faço? Preciso operar um cardiopata. Qual o risco? Tem um traçado estranho no monitor. O que é isso?
Local: Granville Park Hotel
Data: 09/08/2005.
Vagas: mínimo 60 lugares
Curso de Gerenciamento Ambiental na Saúde - PGRSS.
Objetivo: Esclarecer e orientar de forma correta.
Levar, a todos os geradores de Resíduos de Serviços de Saúde as orientações básicas e corretas sobre os procedimentos contemplados nas resoluções, desde a geração até a disposição final dos resíduos.
Local: Granville Park Hotel
Data: 04/07/2005
Vagas: mínima 60 lugares
Estes e outros eventos: www.kereventos.com.br
Fone: 41 3297 44 79
Contagem Regressiva
Faltam : 05 dias
Cadastre-se e efetue sua inscrição
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Sábado, 25 de junho de 2005, 14h20 Bactéria rara causa doença e morte no Ceará A Secretaria da Saúde do Ceará confirmou o primeiro caso fatal de melioidose no Estado este ano. O boletim epidemiológico de junho confirmou a morte, no mês passado, de um homem vitimado pela doença. A melioidose é causada pela rara bactéria Burkholderia pseudonmallei, que vive no solo e na água.
A vítima era um homem de 30 anos e não se sabe onde ele teria se contaminado com a bactéria. De acordo com a infectologista Dione Bezerra Rolim, citada no Diário do Nordeste, outras duas pessoas - uma mulher de 22 anos e um rapaz de 23 - estão sendo acompanhadas por uma equipe de
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médicos por suspeita de estarem com a doença.
As contaminações, de acordo com a médica da Secretaria da Saúde, ocorreram no município de Aracoiaba, onde a Vigilância Ambiental está fazendo coleta de amostras do solo e da água para investigação. As análises estão sendo efetuadas.
A melioidose é uma doença infecciosa que apresenta diversos e variados sintomas, como por exemplo febre e dor de cabeça, mas em função dessa variedade, uma manifestação pode ser diferente da outra. Por isso é necessária a confirmação por exame laboratorial, que pode ser de sangue, líquido, escarro ou culturas.
A doença é tratada à base de antibióticos específicos que combatem a bactéria. Nos casos mais graves, a doença pode incluir pneumonia e infecção generalizada, levando à morte. Para prevenir a doença, deve-se utilizar sempre água tratada com cloro, e evitar contato com solo e água e banhos de rios e açudes nas duas ou três semanas seguintes à ocorrência de chuvas.
(Mensagem circular dos Moderadores)
Este grupo é destinado ao debate e troca de informações EXCLUSIVAMENTE sobre a temática ambiental reunindo cerca de 800 leitores do Jornal do Meio Ambiente, espalhados em todo o território nacional, inclusive no exterior, e que interagem, sem a interferência dos moderadores.
Mensagem encaminhada pela colega Sonia - Ambiance
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Imunizações Imunizações - Acondicionamento de Imunobiológicos
Bom dia colegas listeiros!
Por favor gostaria de alguma bibliografia diante ao acondicionamento de vacinas em unidade hospitalar, não achei nada mas gostaria de saber se estou certa ou não de guardá-las na Farmácia.
A geladeira que existe na Farmácia é para o acondicionamento de algumas medicações e a temperatura dela é a indicada para vacinas ( 2 a 8ºC), deixei-as acondicionadas dentro de um conteiner de plasticofechado dentro da geladeira porém se alguem puder me esclarecer se esta pratica adotada por mim está certa... fico imensamente grata!!!
Hemodiálise - Terapia Renal Substutiva Diálise - Água contaminada
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Fonte: Folha do Amapá 24 Jun 2005 [editado] http://folhadoamapa.com.br/comments?id=10161_0_1_0_C
Auditores da Anvisa confirmam contaminação na água da Nefrologia
Uma grave denúncia tornou-se pública esta semana com a vinda de uma equipe técnica da Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao Amapá.
Técnicos da Agência Reguladora, ligada ao Ministério da Saúde (MS), confirmaram que a água utilizada na diálise dos pacientes do Serviço de Nefrologia do Hospital de Especialidades Alberto Lima esteve contaminada.
Segundo a gerente de Tecnologia em Serviço de Saúde da Anvisa, Maria Ângela Avelar Nogueira, a contaminação da água foi confirmada pela Divisão de Vigilância Sanitária do Estado (Divisa), mas as medidas para sanar o problema já teriam sido adotadas.
Maria Ângela, porém, não sabe afirmar se houve dano à
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saúde dos pacientes, como ocorreu em Pernambuco, onde 19 pessoas morreram vítimas do mesmo descaso.
A gerente de Tecnologia revela que a inspeção detectou que a Nefrologia não possui registro - prontuário - dos pacientes para poder comprovar as denúncias:
- Se o paciente reclama que passa mal, que está mal dialisado, que não perdeu a quantidade de peso, o prontuário não corresponde ao que ele diz. Os prontuários não têm registro de nada e isso é um problema que teremos de resolver. Nós precisamos de registros que dêem essa resposta - declara a funcionária federal, lembrando que a importância do prontuário se aprende em qualquer escola de medicina.
A técnica da Anvisa diz que foram feitas novas análises da água em um laboratório paraense, porém o referido laboratório não corresponde às exigências do MS e o problema será levado à direção da Agência, que deverá acioná-lo. Como o Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen) atua na análise fiscal, Maria Ângela Avelar irá propor em seu relatório o envio de um técnico do Governo Federal ao Estado e ao mesmo tempo maior sintonia entre o laboratório local e o Ministério da Saúde.
Em março passado, após receber denúncia, o senador João Alberto Capiberibe (PSB) solicitou do Ministério da Saúde informações a respeito da contaminação da água utilizada na diálise em Macapá. No último dia 14 de junho, o senador recebeu um ofício assinado pela assessora especial do ministério, Cristina Perillier Schneider.
Em anexo ao ofício, um parecer técnico do Departamento de Atenção Especializada informando que a Coordenação de Alta Complexidade solicitou informações à Vigilância Sanitária do Estado. O órgão estadual respondeu que diante das alterações encontradas na água que abastece o Serviço de Nefrologia do Hospital de Especialidade Alberto Lima, a Divisa notificou a empresa especializada que presta serviço à Nefrologia para que as devidas adequações fossem cumpridas com a máxima urgência.
Maria Ângela Avelar chegou ao Estado sábado passado, dia 18, acompanhada das técnicas Cristiane Santiago e Márcia Dolores. A princípio elas teriam sido convidadas a participar do I Encontro dos Renais Crônicos, porém a equipe já veio ao Amapá com a missão de promover a inspeção realizada no serviço da Nefrologia.Além das denúncias referentes à água contaminada, a equipe da Anvisa detectou problemas como: falta de medicamentos; 3 máquinas abertas funcionando por meio de manipulação dos técnicos; o depósito de soluções encontra-se fora das condições contra-indicadas; necessidades de mudanças na estrutura física do prédio, além de várias máquinas paradas - das 24, apenas13 estavam em condições de uso.
De imediato a Secretaria de Saúde recuperou algumas máquinas e atualmente 19 estão funcionando. As máquinas com defeito foram retiradas da sala de diálise e o depósito já está passando por mudanças.
Durante uma caminhada entre a Nefrologia e a Secretaria de Saúde, na área do Hospital de Especialidades, a gerente de Tecnologia ficou impressionada com a sujeira encontrada e as condições do prédio.
Em maio a própria diretora do Centro, Maria Emília da Mata, disse que a situação é caótica, principalmente em relação à sujeira, que atrai ratos e baratas:- A Prefeitura de Macapá não faz a limpeza necessária e o lixo fica acumulado, por conta disso estamos com uma praga de ratos e baratas que passeiam livremente pela área externa e interna do centro - dizia Emília.
Na época a secreção de um rato morto no forro da sala de diálise derramou sobre um paciente que estava sendo atendido.
A crise no Serviço de Nefrologia se arrasta há bastante tempo dentro do atual governo. Mesmo após inúmeras denúncias feitas por pacientes crônicos renais ao Ministério Público Federal (MPF) e à imprensa, praticamente nenhuma medida prática foi adotada pela Secretaria de Saúde do Estado. Em dezembro de 2004, o Ministério Público Federal no Amapá entrou com uma Ação Cautelar com pedido de liminar contra o Governo do Estado devido à falta de medicamentos para os pacientes que já fizeram transplante de rins. Depois que foram concedidas as liminares, o procurador entrou com uma Ação Civil Pública com pedido de Antecipação de Tutela contra o governo, ou seja, que o governo seja condenado a garantir o fornecimento permanente e interrupto dos medicamentos necessários ao tratamento dos pacientes crônicos renais.
Na quarta-feira, dia 22, ao tomar conhecimento por meio da Folha do Amapá das denúncias de água contaminada na Nefrologia, o procurador-geral do MPF, Paulo Olegário, mostrou-se preocupado com a informação e chateado com o fato de os técnicos da Anvisa não terem procurado o MPF para dar ciência em razão da gravidade do assunto.
Paulo Olegário disse que no momento o MPF vem realizando procedimentos administrativos referentes a todas as áreas da saúde e aguarda um relatório do Denasus para tomar as devidas providências.O resultado do trabalho da equipe da Anvisa ainda será apresentado por meio de um relatório do MS. Somente depois o Governo Federal decidirá se cabe denúncia ao MPF.
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Áreas de apoio Áreas de apoio - Elevador Montacarga
Sou enfª da CCIH de um hospital no ES e gostaria de saber se alguém da lista pode me ajudar.
No hospital onde trabalho alguns artigos são transportados pelo elevador montacarga, não necessariamente ao mesmo tempo. Um exemplo são as cubas plásticas e com tampa contendo medicamentos de pacientes. Me questionaram se nesse mesmo elevador poderiam ser transportados comadres e patinhos, devidamente desinfetados e embalados.
Não vejo problemas, mas gostaria de saber opiniões e/ literaturas.
Aline - Enfª CCIH HGL/Linhares - ES
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