Sábado, 25 de junho de 2005, 14h20 Bactéria rara causa doença e morte no Ceará A Secretaria da Saúde do Ceará confirmou o primeiro caso fatal de melioidose no Estado este ano. O boletim epidemiológico de junho confirmou a morte, no mês passado, de um homem vitimado pela doença. A melioidose é causada pela rara bactéria Burkholderia pseudonmallei, que vive no solo e na água.
A vítima era um homem de 30 anos e não se sabe onde ele teria se contaminado com a bactéria. De acordo com a infectologista Dione Bezerra Rolim, citada no Diário do Nordeste, outras duas pessoas - uma mulher de 22 anos e um rapaz de 23 - estão sendo acompanhadas por uma equipe de
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médicos por suspeita de estarem com a doença.
As contaminações, de acordo com a médica da Secretaria da Saúde, ocorreram no município de Aracoiaba, onde a Vigilância Ambiental está fazendo coleta de amostras do solo e da água para investigação. As análises estão sendo efetuadas.
A melioidose é uma doença infecciosa que apresenta diversos e variados sintomas, como por exemplo febre e dor de cabeça, mas em função dessa variedade, uma manifestação pode ser diferente da outra. Por isso é necessária a confirmação por exame laboratorial, que pode ser de sangue, líquido, escarro ou culturas.
A doença é tratada à base de antibióticos específicos que combatem a bactéria. Nos casos mais graves, a doença pode incluir pneumonia e infecção generalizada, levando à morte. Para prevenir a doença, deve-se utilizar sempre água tratada com cloro, e evitar contato com solo e água e banhos de rios e açudes nas duas ou três semanas seguintes à ocorrência de chuvas.
(Mensagem circular dos Moderadores)
Este grupo é destinado ao debate e troca de informações EXCLUSIVAMENTE sobre a temática ambiental reunindo cerca de 800 leitores do Jornal do Meio Ambiente, espalhados em todo o território nacional, inclusive no exterior, e que interagem, sem a interferência dos moderadores.
Mensagem encaminhada pela colega Sonia - Ambiance
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Imunizações Imunizações - Acondicionamento de Imunobiológicos
Bom dia colegas listeiros!
Por favor gostaria de alguma bibliografia diante ao acondicionamento de vacinas em unidade hospitalar, não achei nada mas gostaria de saber se estou certa ou não de guardá-las na Farmácia.
A geladeira que existe na Farmácia é para o acondicionamento de algumas medicações e a temperatura dela é a indicada para vacinas ( 2 a 8ºC), deixei-as acondicionadas dentro de um conteiner de plasticofechado dentro da geladeira porém se alguem puder me esclarecer se esta pratica adotada por mim está certa... fico imensamente grata!!!
Hemodiálise - Terapia Renal Substutiva Diálise - Água contaminada
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Fonte: Folha do Amapá 24 Jun 2005 [editado] http://folhadoamapa.com.br/comments?id=10161_0_1_0_C
Auditores da Anvisa confirmam contaminação na água da Nefrologia
Uma grave denúncia tornou-se pública esta semana com a vinda de uma equipe técnica da Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao Amapá.
Técnicos da Agência Reguladora, ligada ao Ministério da Saúde (MS), confirmaram que a água utilizada na diálise dos pacientes do Serviço de Nefrologia do Hospital de Especialidades Alberto Lima esteve contaminada.
Segundo a gerente de Tecnologia em Serviço de Saúde da Anvisa, Maria Ângela Avelar Nogueira, a contaminação da água foi confirmada pela Divisão de Vigilância Sanitária do Estado (Divisa), mas as medidas para sanar o problema já teriam sido adotadas.
Maria Ângela, porém, não sabe afirmar se houve dano à
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saúde dos pacientes, como ocorreu em Pernambuco, onde 19 pessoas morreram vítimas do mesmo descaso.
A gerente de Tecnologia revela que a inspeção detectou que a Nefrologia não possui registro - prontuário - dos pacientes para poder comprovar as denúncias:
- Se o paciente reclama que passa mal, que está mal dialisado, que não perdeu a quantidade de peso, o prontuário não corresponde ao que ele diz. Os prontuários não têm registro de nada e isso é um problema que teremos de resolver. Nós precisamos de registros que dêem essa resposta - declara a funcionária federal, lembrando que a importância do prontuário se aprende em qualquer escola de medicina.
A técnica da Anvisa diz que foram feitas novas análises da água em um laboratório paraense, porém o referido laboratório não corresponde às exigências do MS e o problema será levado à direção da Agência, que deverá acioná-lo. Como o Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen) atua na análise fiscal, Maria Ângela Avelar irá propor em seu relatório o envio de um técnico do Governo Federal ao Estado e ao mesmo tempo maior sintonia entre o laboratório local e o Ministério da Saúde.
Em março passado, após receber denúncia, o senador João Alberto Capiberibe (PSB) solicitou do Ministério da Saúde informações a respeito da contaminação da água utilizada na diálise em Macapá. No último dia 14 de junho, o senador recebeu um ofício assinado pela assessora especial do ministério, Cristina Perillier Schneider.
Em anexo ao ofício, um parecer técnico do Departamento de Atenção Especializada informando que a Coordenação de Alta Complexidade solicitou informações à Vigilância Sanitária do Estado. O órgão estadual respondeu que diante das alterações encontradas na água que abastece o Serviço de Nefrologia do Hospital de Especialidade Alberto Lima, a Divisa notificou a empresa especializada que presta serviço à Nefrologia para que as devidas adequações fossem cumpridas com a máxima urgência.
Maria Ângela Avelar chegou ao Estado sábado passado, dia 18, acompanhada das técnicas Cristiane Santiago e Márcia Dolores. A princípio elas teriam sido convidadas a participar do I Encontro dos Renais Crônicos, porém a equipe já veio ao Amapá com a missão de promover a inspeção realizada no serviço da Nefrologia.Além das denúncias referentes à água contaminada, a equipe da Anvisa detectou problemas como: falta de medicamentos; 3 máquinas abertas funcionando por meio de manipulação dos técnicos; o depósito de soluções encontra-se fora das condições contra-indicadas; necessidades de mudanças na estrutura física do prédio, além de várias máquinas paradas - das 24, apenas13 estavam em condições de uso.
De imediato a Secretaria de Saúde recuperou algumas máquinas e atualmente 19 estão funcionando. As máquinas com defeito foram retiradas da sala de diálise e o depósito já está passando por mudanças.
Durante uma caminhada entre a Nefrologia e a Secretaria de Saúde, na área do Hospital de Especialidades, a gerente de Tecnologia ficou impressionada com a sujeira encontrada e as condições do prédio.
Em maio a própria diretora do Centro, Maria Emília da Mata, disse que a situação é caótica, principalmente em relação à sujeira, que atrai ratos e baratas:- A Prefeitura de Macapá não faz a limpeza necessária e o lixo fica acumulado, por conta disso estamos com uma praga de ratos e baratas que passeiam livremente pela área externa e interna do centro - dizia Emília.
Na época a secreção de um rato morto no forro da sala de diálise derramou sobre um paciente que estava sendo atendido.
A crise no Serviço de Nefrologia se arrasta há bastante tempo dentro do atual governo. Mesmo após inúmeras denúncias feitas por pacientes crônicos renais ao Ministério Público Federal (MPF) e à imprensa, praticamente nenhuma medida prática foi adotada pela Secretaria de Saúde do Estado. Em dezembro de 2004, o Ministério Público Federal no Amapá entrou com uma Ação Cautelar com pedido de liminar contra o Governo do Estado devido à falta de medicamentos para os pacientes que já fizeram transplante de rins. Depois que foram concedidas as liminares, o procurador entrou com uma Ação Civil Pública com pedido de Antecipação de Tutela contra o governo, ou seja, que o governo seja condenado a garantir o fornecimento permanente e interrupto dos medicamentos necessários ao tratamento dos pacientes crônicos renais.
Na quarta-feira, dia 22, ao tomar conhecimento por meio da Folha do Amapá das denúncias de água contaminada na Nefrologia, o procurador-geral do MPF, Paulo Olegário, mostrou-se preocupado com a informação e chateado com o fato de os técnicos da Anvisa não terem procurado o MPF para dar ciência em razão da gravidade do assunto.
Paulo Olegário disse que no momento o MPF vem realizando procedimentos administrativos referentes a todas as áreas da saúde e aguarda um relatório do Denasus para tomar as devidas providências.O resultado do trabalho da equipe da Anvisa ainda será apresentado por meio de um relatório do MS. Somente depois o Governo Federal decidirá se cabe denúncia ao MPF.
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Áreas de apoio Áreas de apoio - Elevador Montacarga
Sou enfª da CCIH de um hospital no ES e gostaria de saber se alguém da lista pode me ajudar.
No hospital onde trabalho alguns artigos são transportados pelo elevador montacarga, não necessariamente ao mesmo tempo. Um exemplo são as cubas plásticas e com tampa contendo medicamentos de pacientes. Me questionaram se nesse mesmo elevador poderiam ser transportados comadres e patinhos, devidamente desinfetados e embalados.
Não vejo problemas, mas gostaria de saber opiniões e/ literaturas.
Aline - Enfª CCIH HGL/Linhares - ES
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Lançamento de e-book
Comunico o lançamento da 3º edição (2005) do ebook "Introdução à Saúde no Trabalho", apresentado em CD-ROM para instalação em microcomputadores. Nesta nova edição atualizada e ampliada, o manual disponibiliza textos técnicos especializados e a legislação atualizada sobre segurança e saúde no trabalho (as Normas Regulamentadoras - NRs), além de inúmeros links para páginas e sites selecionados na Internet.
Preço promocional de lançamento: R$ 50,00. Para maiores informações, favor seguir o link www.saudeetrabalho.com.br/livro.htm
ou acesse o nosso portal no endereço http://www.saudeetrabalho.com.br/
Cordialmente,
Carlos Roberto Miranda - Coordenador
miranda@saudeetrabalho.com.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Consultas Públicas sobre Manual de Acreditação
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
Brasília, 15 de junho de 2005 - 17h10
Prorrogadas Consultas Públicas sobre Manual de Acreditação
Com a publicação da Resolução RDC º 162, de 2 de junho de 2005, a Anvisa prorrogou por sessenta dias, a partir de 5 de junho, o prazo para apresentação de sugestões ou críticas às propostas de Manual de Acreditação, objeto das Consultas Públicas nº 19,20,21,22 e 23 (PDF). A acreditação é um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde.
As sugestões ou as críticas relativas aos manuais propostos deverão ser encaminhadas para o endereço da Anvisa: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde, SEPN 515 Bloco B, Edifício Ômega, 3º andar, Asa Norte, Brasília-DF, CEP: 70770-502.
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Também podem ser encaminhadas pelo fax (61) 448-1302 ou pelo e-mail:
ggtes@anvisa.gov.br.
Informação: Assessoria de Imprensa da Anvisa
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Divulgação de cursos e eventos Reuso - Pesquisa ANENT / ABPA
Reuso: o que pensam os profissionais da saúde?em maio passado.
Segundo a pesquisa, que você vê na íntegra abaixo, 70,83% dos pesquisados não confiam nessa prática; 77,78% não sentem conforto em utilizar instrumentos reutilizados em si ou em familiares. E mais:61,11% acreditam que as agências reguladoras não terão condições de fiscalizar as instituições que farão o re-processamento. Veja as questões levantadas na pesquisa e quais os seus resultados.
Para pacientes e profissionais de saúde o re-processamento de produtos de uso único é seguro e confiável?
70,83% acham que não
18,06% discordam parcialmente
6,94% concordam parcialmente
4,17% acham que sim
O produto re-processado de uso único mantém as características de limpeza, esterilidade e funcionamento igual a um novo?
69,44% acham que não
18,06% discordam parcialmente
1,39% não tem
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opinião a respeito
6,94% concordam parcialmente
4,17% acham que sim
Os pacientes têm conhecimento que os produtos de uso único re-processados são utilizados em outro paciente?
73,61% acham que não
6,90% discordam parcialmente
9,72% não têm opinião a respeito
2,78% concordam parcialmente
6,94% acham que sim
É necessário informar ao paciente que estarão sendo usados produtos de uso único re-processados em seu procedimento por meio de um consentimento informado?
83,33% acham que sim
6,94 acham que não
1,39% não tem opinião a respeito
1,39% discordam parcialmente
6,94% concordam parcialmente
Sinto-me confortável quanto à utilização de produtos de uso único, que foram re-processados, em mim ou em meus familiares?
77,78% acham que não
11,11% discordam parcialmente
2,78% não têm opinião a respeito
5,56% concordam parcialmente
2,78% acham que sim
As agências reguladoras terão condições de fiscalizar as instituições que farão o re-processamento de produtos médicos?
61,11% acham que não
13,89% discordam parcialmente
5,56% não têm opinião a respeito
11,11% concordam parcialmente
8,33% acham que sim
As instituições de re-processamento passarão a serem consideradas como fabricantes e, portanto, terão as mesmas responsabilidades?
69,44% acham que sim
15,28% acham que não
4,17% discordam parcialmente
5,56% não têm opinião a respeito
5,56% concordam parcialmente
São freqüentes os acidentes por risco biológico com os profissionais da saúde ao manusear produtos re-processados?
45,83% acham que sim
6,94% acham que não
5,56% discordam parcialmente
30,56% não têm opinião a respeito
11,11% concordam parcialmente
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Brasília, 21 de junho de 2005 - 17h20
Empresa Guidant Corporation (EUA) deve retirar do mercado milhares de
marca- passos
A Anvisa divulga alerta da ocorrência, nos Estados Unidos, envolvendo 15
registros de falhas e uma morte relacionados ao marca-passo Contak; e 28
falhas e uma morte relacionadas ao modelo Ventak.
Dada à gravidade da situação, a Agência desencadeou um processo de
investigação, articulado entre a Unidade de Tecnovigilância (UTVIG), a
Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Insumos, Medicamentos e Produtos
(GGIMP) e o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, com vistas a
adotar as medidas pertinentes no sentido de garantir a segurança dos
produtos médicos oferecidos à população no Brasil.