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Esterilização, desinfecção, antissepsia Reprocessamento - Agulhas para biópsia de medula óssea
Boa noite, Procuro, com urgência, a legislação, do ANVISA, que permite, ou não, o reprocessamento de agulhas para biópsia de medula óssea (tipo Osgood e Jamshid) e para anestesia raqui e peridural. Grata Ana/ Enfermeira.
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Sistemas de vigilância e números em geral Sistemas de vigilância - NNIS
Prezados colegas,
Estou encaminhando mensagem recentemente enviada à lista APIC para aqueles que trabalham com sistema NNISS de Infecções associadas a Serviços de Saúde.
Um abraço
Cristiane Rapparini
Infectologista - Rio de Janeiro
"As many of you know, the National Nosocomial Infections Surveillance System (NNIS) at CDC was completed at the end of 2004 and is now in the process of transitioning to the National Healthcare Safety Network (NHSN). With this transition have come a few changes and clarifications in our data collection protocols. Because so many ICPs use the CDC NNIS (and now NHSN) data for benchmarking purposes, we thought it would be a good idea to share one of the more noteworthy modifications - the definition of a "central line". This definition became
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effective January 1, 2005 and should be used when collecting central line days and central line-associated bloodstream infections for comparison to the NHSN benchmark data. We hope you'll find this helpful.
Central line: A vascular infusion device that terminates at or close to the heart or in one of the great vessels. The following are considered great vessels for the purpose of reporting central-line infections and counting central-line days in the NHSN system: Aorta, pulmonary artery, superior vena cava, inferior vena cava, brachiocephalic veins, internal jugular veins, subclavian veins, external iliac veins, and common femoral veins.
NOTE: In neonates, the umbilical artery/vein is considered a great vessel.
NOTE: Neither the location of the insertion site nor the type of device may be used to determine if a line qualifies as a central line. The device must terminate in one of these vessels or in or near the heart to qualify it as a central line.
NOTE: Pacemaker wires and other non-infusion devices inserted into central blood vessels or the heart are not considered central lines.
Mary Andrus, B.A., RN, CIC
Nurse Epidemiologist
Performance Measurement Section
Division of Healthcare Quality Promotion
National Center for Infectious Diseases
Centers for Disease Control and Prevention
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Legislação e normatizações Legislação - Norma Regulamentadora NR 32
Bom dia à todos
Gostaria de obter informações sobre a NR 32 e a previsão desta começar vigorar.
Aguardo um retordo de quem puder informar-me.
Obrigada!
PS: fico na dúvida nesta NR quanto o uso de calçado fechado e a limpeza dos uniformes, se puder esclarecer até que ponto é exigido esses itens nesta NR.
Obrigada!
Lucélia de Salles
Tec. de Seg. do Trabalho
Fone : 54- 2208307
lucelia@hospitalfatima.com.br
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Riscos biológicos x Enfermagem
Oi! Me chamo Juliana Ferraz, sou enfermeira há um ano e estou fazendo pós- graduação em unidade de terapia intensiva em Pernambuco, cidade que resido, pela Universidade de Guarulhos e o tema que escolhi para minha monografia foi justamente acidente de trabalho com material biológico entre os profissionais de enfermagem e gostaria de saber se vcs tem diponível vários asuntos abordados com este tema pois preciso de mais bibliografias para complementar o meu trabalho e já entrei no sait e gostaria de mais coisas. Aguadarei respostas. Outra coisa que gostaria de saber vcs sabem onde posso fazer uma pós-graduação em enfermagem do trabalho?
Grata pela atenção!
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Legislação e normatizações Legislação - Uso de calçados abertos
Ola pessoal!
Gostaria de compartilhar com o grupo sobre o uso de calçados abertos em área hospitalar por profissionais da área técnica. Existe alguma legislação que proibe, impede, limita. Existe algum trabalho publicado que relaciona o uso dos e os acidentes. E o pessoal administrativo?
Enf° Jairo
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Alguém conhece alguma emprêsa (devidamente certificada), no Brasil, que fabrique ou importe filtro HEPA. Trabalho no HSE e há muitos anos foram adquiridos, neste Hospital, dois aparelhos da springer, com filtros HEPA.
Esta emprêsa deixou de fabricar estes filtros. E estes dois aparelhos estão necessitando fazer a troca dos filtros e pré-filtros. Mas como não é mais fabricado pela Springer, também não estou encontrando o material de reposição. Os filtros do HU-UFRJ são todos importados, pois já informei-me.
Se alguém puder ajudar-me agradeço.
Ana Alice (médica do DIP/HSE, trabalho com tuberculose)
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Endêmica dos Andes, bartonelose se alastra com abertura de estradas e degradação ambiental.
Uma doença praticamente desconhecida dos profissionais de saúde brasileiros está se aproximando de nossa fronteira, e seu impacto pode ser agravado pelo modelo de desenvolvimento adotado na Amazônia. A infecção em questão é a bartonelose, originária dos Andes, causada pela bactéria Bartonella bacilliformis e transmitida pelos mesmos mosquitos vetores da leishmaniose. Comum nos vales interandinos peruanos, na última década a bactéria atingiu áreas mais extensas do Peru, incluindo altitudes mais baixas. Em 2003, chegou ao Departamento de Loreto (fronteira com o estado do Amazonas) e, em 2004, infectou 19 pessoas em Madre de Diós, que faz fronteira com o Acre e a Bolívia. O
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receio é que, caso a bartonelose entre na Amazônia brasileira, sua disseminação seja acelerada pela falta de treinamento específico dos profissionais de saúde do país.
A construção de estradas, hidrelétricas e a expansão da agropecuária extensiva impulsionam o desmatamento, as queimadas e migrações, e tudo isso contribui para aumentar a ocorrência de doenças. Essa tendência tem sido observada, por exemplo, com relação à malária, mas poderia ser ainda mais grave no caso da bartonelose, dada a falta de experiência com a doença no Brasil. Estudos na África e na Amazônia já mostraram que o maior dano à saúde das pessoas e aos ecossistemas acontece ao longo das estradas, principalmente daquelas recentemente asfaltadas.
Sequência de mapas mostra evolução da bartonelose em departamentos do Peru.
A bartonelose, também conhecida como doença de Carrión, é originária dos altos vales inter-andinos do Peru, da Colômbia e do Equador.
Causada pela bactéria Bartonella bacilliformis, é transmitida por mosquitos do gênero Lutzomyia, os mesmos vetores da leishmaniose. Após um período médio de incubação de 61 dias (que varia de dez a 210 dias) o doente com bartonelose apresenta inicialmente sintomas inespecíficos como mal-estar geral, sensação febril com calafrios leves e dores nos músculos, articulações e cabeça, podendo chegar a náuseas e vômitos.
Em sua fase mais avançada, a doença causa fraqueza, febres e calafrios, e as vezes é confundida com a malária. O diagnóstico clínico diferencial se faz pela intensa palidez, resultante de forte anemia. O doente pode ainda apresentar a chamada bartonelose verrucosa. Esta se assemelha a tumores de pele, à leishmaniose tegumentar americana ou a algumas formas de hanseníase (lepra).
O diagnóstico é firmado laboratorialmente quando são encontradas uma ou mais B. bacilliformis parasitando de 1% a 100% dos glóbulos vermelhos do sangue. No Peru, segundo Salvador Quispe, entre 1% e 17% dos pacientes morrem, dependendo do grau de pobreza local.
O efeito das políticas tradicionais de desenvolvimento sobre as epidemias é observado há mais de cem anos na Amazônia sul-ocidental. A região -- noroeste da Bolívia, leste do Peru, Acre, Rondônia e sudoeste do Amazonas - ainda é considerada "fim-de-mundo" pelos países que a formam. No fim do século XIX, a valorização da borracha levou ao sudoeste amazônico legiões de nordestinos, dando início ao extrativismo seringalista. No início do século XX, foram retomadas obras da ferrovia Madeira-Mamoré, cuja construção havia sido abortada por ingleses e americanos. Essas duas empreitadas envolveram migrações maciças e alterações ambientais que resultaram, segundo o infectologista Erney Camargo, nas duas primeiras grandes epidemias de malária na Amazônia.
Em 1910, Oswaldo Cruz relatava que o sanea-mento da região, considerada então "a mais doentia do mundo", era inviável, pois sairia duas vezes mais caro que a construção da própria ferrovia. Para a construção da "Ferrovia do Diabo" foram trazidos mais de 20 mil trabalhadores de diversas partes do mundo e mais de 6 mil deles sucumbiram à malária e outras doenças tropicais. Essa história deu origem à lenda de que cada dormente que sustentava os trilhos correspondia a uma vida perdida.
Hoje, a Amazônia sul-ocidental está sujeita a alterações socioambientais sem precedentes: três novos eixos de rodovias a serem asfaltadas vão se somar a três usinas hidrelétricas (propiciando 4 mil km de
hidrovias) e à expansão da agropecuária extensiva - um futuro pólo de produção e transporte de matérias-primas -, transformando uma região historicamente isolada em um corredor que ligará o centro-sul brasileiro ao oceano Pacífico. Mais de 20 milhões de pessoas, que vivem num raio de 1.000 km do Acre, devem ser afetadas pelas mudanças ambientais e migrações causadas por esses megaprojetos.
A bartonelose também mudou de comportamento na última década, segundo informe recente de Salvador Quispe, autoridade sanitária peruana. No Equador tem-se encontrado casos procedentes da zona costeira, a oeste dos Andes e a apenas 150 metros acima do nível do mar. No Peru, há evidências laboratoriais de comunidades nativas da floresta amazônica infectadas a leste dos Andes, também a apenas 120 metros de altitude. A figura acima mostra como, desde 1995, a distribuição da bartonelose mudou, ampliando-se da Cordilheira dos Andes para altitudes menores.
A Amazônia sul-ocidental brasileira reúne muitas das condições necessárias para que a bartonelose passe a engrossar a lista das enfermidades endêmicas na região, incluindo o mosquito vetor. Esses insetos são os mesmos que transmitem de 26 mil a 38 mil casos de leishmaniose tegumentar por ano. Os mosquitos podem mudar de hábitat e, provavelmente, passar a transmitir mais de um microrganismo - e mais de uma doença. Já estamos observando mudanças ambientais e fluxos migratórios crescentes na região, e os profissionais de saúde do Brasil não estão treinados para fazer frente à bartonelose. Para evitar e combater as doenças, principalmente aquelas intensificadas pela degradação do ambiente e pelas migrações associadas, seria preciso usar as ferramentas mais modernas disponíveis, como a modelagem de sistemas complexos e o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce.
(MANUEL CESARIO e RAQUEL RANGEL CESARIO - sanitaristas e pesquisadores do Observatório da Amazônia Sul-Ocidental em Saúde Coletiva e Ambiente, Universidade Federal do Acre)
Agradecemos a mensagem encaminhada pela colega Sonia da Ambiance - SP.
Equipe Riscobiologico.org
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de serviços de saúde - Bolsas de sangue
Estimados colegas, bom dia.
Gostaria de saber como funciona no serviço de vcs, o descarte das bolsas de sangue, bem como resíduos manipulados em laboratório.
Desde já agradeço a atenção.
Abraços
Marisol Festa
NICI Infectologia
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